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Frases de Jeozadaque Martins

307 frases

Eu prefiro te amar sem me preocupar com o amanhã. Eu prefiro te amar sem dizer que vai ser pra sempre, apenas vivendo o hoje. Eu prefiro te amar como se você fosse a única garota desse mundo.
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Eu prefiro te amar sem me preocupar com o amanhã. Eu prefiro te amar sem dizer que vai ser pra sempre, apenas vivendo o hoje. Eu prefiro te amar como se você fosse a única garota desse mundo. E na verdade você é. A minha garota. Eu prefiro te amar sabendo que um dia vou ter que te perdoar por alguma coisa e que eu também vou te pedir perdão, afinal, somos imperfeitos. Eu primeiro te amar como se o mundo fosse acabar hoje e prefiro fazer planos como se fôssemos viver eternamente. Eu prefiro te amar com todos os meus defeitos. Eu prefiro te amar como nunca amei ninguém. É assim que eu prefiro te amar... Eu prefiro te amar como se você fosse a mais bela canção que uma pessoa já compôs E como o verso mais lindo que um poeta já escreveu. Eu prefiro te amar como se não houvesse tristezas, decepções nem frustrações... Eu prefiro não esperar o amanhã pra dizer que... Eu prefiro te amar.

Apenas uma música. Não precisa de mais nada. Apenas alguns minutos de uma música contam a sua situação. A música é um aviso que Deus deixou para nos dizer que existe algo mais belo na vida.
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Apenas uma música. Não precisa de mais nada. Apenas alguns minutos de uma música contam a sua situação. A música é um aviso que Deus deixou para nos dizer que existe algo mais belo na vida. A música faz qualquer coração, por mais duro que seja, ser quebrantado em segundos. A música é aquela que não precisa de tradução, se cantada em outras línguas, pois o que você precisa é só senti-la. A música é aquela que faz mudanças em sua vida. E como faz... A música é aquela que te faz viajar, que une pessoas de diferentes lugares, religiões... A música é algo que não dá pra explicar. Sabe quando aquela canção toca e você fecha os olhos pra poder senti-la? Pois é. Ali é só você e ela. Não dá pra explicar. Não dá pra transmitir o que você sente naquele momento. E não importa se você está triste, com raiva, apaixonado, decepcionado... pra todo momento há uma música. A música é uma saída. Quando tudo parece desabar, é pra ela que eu corro. Quando tudo está alegre, é na música que eu compartilho essa felicidade. Quando estou amando, é na letra das canções que eu procuro tradução “praquilo” que estou sentindo. Às vezes, as pessoas querem tantas provas de que Deus existe. E ai está uma prova: A música. Ela é uma das formas que Deus usa para fazer contato conosco.

Tempo… Como diz a música: “um dos deuses mais lindos.” O tempo é dono da mudança dos nossos pensamentos, das nossas atitudes e dos nossos sentimentos. O tempo cicatriza feridas, te faz enxergar um novo horizonte, e o mais importante: te faz perceber que tudo muda. E, às vezes,…
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Tempo… Como diz a música: “um dos deuses mais lindos.” O tempo é dono da mudança dos nossos pensamentos, das nossas atitudes e dos nossos sentimentos. O tempo cicatriza feridas, te faz enxergar um novo horizonte, e o mais importante: te faz perceber que tudo muda. E, às vezes, é difícil para nós aceitar certas mudanças. Algumas até que são fáceis de aceitar: aquela dor que se esquece de doer, aquela decepção superada, aquela frustração que serviu como otimismo em tempos difíceis… Essas sim, nós aceitamos de bom grado e até agradecemos ao tempo por isso. Mas outras não: aqueles entes queridos que o tempo leva sem pedir permissão e que nunca mais iremos ver, aquela velhice que se aproxima e que nos põe um certo medo ou receio, aquele sentimento que algumas pessoas disseram ter por nós e que só agora percebemos que aquelas palavras foram ditas no calor da emoção… Ah, como isso machuca. Ver que o tempo, tanto pode ser um dos deuses mais lindos quanto um dos deuses mais cruéis. Às vezes, me pergunto se não dá pra congelar certos sentimentos de maneira que ele não possa mudar ao longo do tempo. Mas talvez a culpa deles mudarem, não seja do tempo, e sim, de nós mesmos que usamos o tempo como pretexto para se conformar com términos. Somos nós quem usamos a frase “o pra sempre, sempre acaba” para permitir que pessoas saiam da nossa vida. Somos nós… Somos nós quem vivemos sofrendo por dores tão antigas que, se pararmos pra pensar, nem dói mais, mas nós preferimos sempre recorrer a elas para simplesmente nos magoar. Somos nós, e não o tempo. O tempo passa e, às vezes, algumas sacolas de tristezas, mágoas, frustrações, decepções que deveriam ser deixadas pelo caminho, nós insistimos levá-las conosco por muito tempo. E sinceramente, eu não sei o porquê disso. Cara, como nós somos complicados… Sabe? O tempo quer sarar essa dor. O tempo quer te trazer um novo amor. O tempo quer te mostrar que a felicidade está tão perto que você acaba não percebendo a presença dela. O tempo quer te fazer chorar ao te transbordar com essa felicidade. O tempo quer apagar algumas coisas que sua mente insiste lembrar. O tempo quer te fazer descobrir que existem outras fronteiras, e que você pode chegar a elas se quiser. Ouça a voz do tempo. Ouça-o pedindo sua mão. Ouça-o querendo andar de braços dados contigo. Pra que esperar?

Se eu soubesse que duraria tão pouco, teria aproveitado mais a sua companhia. Se eu soubesse que seria tão pouca as palavras trocadas por nós, teria deixado a timidez de lado e, ao menos uma vez, teria “puxado assunto” com você. Se eu soubesse que os momentos alegres seriam tão…
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Se eu soubesse que duraria tão pouco, teria aproveitado mais a sua companhia. Se eu soubesse que seria tão pouca as palavras trocadas por nós, teria deixado a timidez de lado e, ao menos uma vez, teria “puxado assunto” com você. Se eu soubesse que os momentos alegres seriam tão tímidos, eu teria feito um pouco mais de graça só pra te ver sorrir mais uma vez. Se eu soubesse que aquele seria o nosso último contato físico, eu teria te dado mais um abraço, esse bem apertado e, olhando nos teus olhos, teria te dito o quanto foi bom ter te conhecido. Mas nada disso eu sabia... Nada. Hoje estou aqui, revendo as fotos, tentando desesperadamente voltar àquele tempo. Tentativas em vão... Hoje me resta apenas lembranças e a incerteza de um reencontro.

É uma sensação estranha.... Como se toda vez, eu me visse no mesmo lugar de sempre, no mesmo ponto de partida. Recomeçar, às vezes cansa. Mas fazer o que? É preciso. É necessário. O mais estranho ainda é perceber que eu só consigo vê inícios. Nada de meios ou finais. Não. Apena…
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É uma sensação estranha.... Como se toda vez, eu me visse no mesmo lugar de sempre, no mesmo ponto de partida. Recomeçar, às vezes cansa. Mas fazer o que? É preciso. É necessário. O mais estranho ainda é perceber que eu só consigo vê inícios. Nada de meios ou finais. Não. Apenas inícios. E se há um fim, esse não é o esperado. Algumas coisas que tento construir, depende unicamente de mim. Outras não. Amo, sinto, digo... Mas as partidas são, sem dúvidas, uma etapa das nossas vidas que vamos passar. Perdemos amores, amigos, entes queridos, conhecidos de longa jornada... É normal, embora nunca nos acostumemos com isso. As pessoas partem, sejam para a eternidade ou para traçar seu próprio caminho. Elas se vão. Mas é como se cada uma, ao partir, nos deixasse uma mochila. Isso mesmo. Uma mochila com lembranças boas e outras nem tanto e a cada saudade que tivemos dessa pessoa, nós iremos abrir essa mochila e se apegar às lembranças na tentativa de ver que nada foi em vão, que alguma coisa boa restou. Não sei se estou pronto para todas as despedidas, mas desapego é necessário. Eu não posso “cortar as asas” de uma pessoa que quer voar. Por mais que eu ame eu não posso fazer isso. Voe, e quando precisar voltar, estarei aqui, como todas as vezes. E se não voltar, estarei vivendo com as lembranças. Acredito que isso suprirá sua ausência.

É claro que você não quer falar sobre isso. É o meu sossego que acaba toda vez que eu me lembro que você não se importa. É a minha alma que é levada a uma rua sem saída. É meu coração que é dilacerado com o seu "não estou nem aí". Mas é claro que você não se importa. É apenas a…
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É claro que você não quer falar sobre isso. É o meu sossego que acaba toda vez que eu me lembro que você não se importa. É a minha alma que é levada a uma rua sem saída. É meu coração que é dilacerado com o seu "não estou nem aí". Mas é claro que você não se importa. É apenas a minha alma... Agora vejo que eu fui apenas mais um na sua coleção de "levantadores de ego". Não se preocupe agora. Eu vou ficar bem. Eu sempre fico...

Às vezes penso: não seria melhor nunca ter conhecido aquela pessoa que acaba de partir? Sim. Se eu não a conhecesse, hoje eu não estaria chorando, sua partida não doeria em mim, eu não ficaria triste, não sentiria saudades... Mas, às vezes, penso que melhor não. O melhor foi con…
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Às vezes penso: não seria melhor nunca ter conhecido aquela pessoa que acaba de partir? Sim. Se eu não a conhecesse, hoje eu não estaria chorando, sua partida não doeria em mim, eu não ficaria triste, não sentiria saudades... Mas, às vezes, penso que melhor não. O melhor foi conhecê-la, foi abraçá-la, foi passar horas e horas conversando com ela. Esses momentos foram ímpares. Não há tradução nem é possível decifrá-los. Seria até egoísmo meu não querer ter conhecido. Assim, eu só estaria querendo o bom da vida. Às vezes é preciso saber lidar com as perdas, aceitar que nunca mais vamos ver aquela pessoa, que às vezes, vamos chorar por ela. E que, por mais que a dor cicatrize, ainda vai doer de vez em quando. E por quê? Porque o amor que sentíamos não se foi, mas continua intacto. Como dizem: “A vida continua.” É. Continua. A gente tenta viver driblando a saudade, tenta preencher o vazio que ficou com as lembranças que estão vivas em nossa memória... E como lidar com a saudade? Bem. Por mais dolorosa que ela seja, é a prova de que tudo valeu a pena.

Ao nos decepcionarmos com uma pessoa, dizemos que ela morreu pra gente. Mas, vez ou outra, nos deparamos em frente ao seu túmulo perguntando porque teve de ser assim. Então percebemos que a pessoa não está morta o suficiente a ponto de te deixar neutro do que você sentia (na verd…
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Ao nos decepcionarmos com uma pessoa, dizemos que ela morreu pra gente. Mas, vez ou outra, nos deparamos em frente ao seu túmulo perguntando porque teve de ser assim. Então percebemos que a pessoa não está morta o suficiente a ponto de te deixar neutro do que você sentia (na verdade, ainda sente) por ela. Isso acontece porque talvez você ainda a ame. Talvez você ainda sinta uma pontinha de esperança de que tudo ainda pode dar certo, de que o jogo ainda não acabou. Então você percebe que é a esperança que é cega, burra, e não o amor. Mas no fim das contas o único que pode dar a cartada final nesse enredo é o tempo. Ele que tem poder para fazer do maior sentimento apenas uma vaga lembrança de que tudo na vida passa. Ele que sempre sussurra o tempo todo: "Espera, vai passar. Sempre passou, lembra?" Então você aprende que a tristeza é só uma fase. E que a alegria também. Percebe que o amor é apenas aquela plantinha que você conserva no quintal de casa, e que basta você parar de regar para ela morrer. Mas o pior de tudo é se convencer disso, parar de encher o recipiente com água e parar de regá-la.

Entre verdades e mentiras a vida tem um jeito engraçado de nos pregar uma peça. E quando se trata das confusões do coração isso se torna ainda mais notório. Coração é teimoso, masoquista, gosta de levar golpes. A razão não. Ela está sempre do outro lado do nosso ombro, implorando…
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Entre verdades e mentiras a vida tem um jeito engraçado de nos pregar uma peça. E quando se trata das confusões do coração isso se torna ainda mais notório. Coração é teimoso, masoquista, gosta de levar golpes. A razão não. Ela está sempre do outro lado do nosso ombro, implorando para ser ouvida. E nós, caçadores de emoções, sempre procuramos o jeito mais difícil de aprender as coisas: pela dor, pela decepção. Somos tão teimosos que só acreditamos que certas coisas não vão dar certo quando ouvimos a famosa frase: "Eu te avisei!". É a razão implorando mais uma vez ser ouvida. E então, os bons momentos acabam da maneira mais triste. Mas aí outros momentos vêm. E dessa vez vamos fazer tudo diferente, certo? Errado. Esqueceu que somos teimosos? Esqueceu que somos crianças brincando com fogo. Esqueceu que ignoramos os danos que essa brincadeira pode causar? E sabe o porquê de tudo isso? Porque o que vale para nós são as emoções, a perda de fôlego, o coração acelerado. Acredito que lá no fundo, sentimos uma tímida alegria em sofrer. Acredito também que nunca poderemos ignorar a lição que o sofrimento traz. Sofrer por algo o por alguém é a maior prova de amor que alguém pode dar. E apesar de todas as dores que o sofrimento pode causar, o coração suporta. Ah, suporta... Coração tem sete vidas.

Hoje mamãe fez um bolo de chocolate. Acordou cedo, foi ao mercado, comprou todos os ingredientes e voltou disposta a depositar todo seu amor naquela prazerosa tarefa. Sempre gostei quando mamãe fazia bolos. Ficava plantado ao lado dela do começo ao fim, observando-a adicionar ca…
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Hoje mamãe fez um bolo de chocolate. Acordou cedo, foi ao mercado, comprou todos os ingredientes e voltou disposta a depositar todo seu amor naquela prazerosa tarefa. Sempre gostei quando mamãe fazia bolos. Ficava plantado ao lado dela do começo ao fim, observando-a adicionar cada ingrediente na batedeira. Hoje foi diferente. Decidi ficar em meu quarto deitado na cama. Estava triste. Talvez mamãe tenha percebido isso. Talvez ela até soubesse que o motivo de minha melancolia fosse a ausência da minha irmã. Nós sempre brigávamos para ver quem iria lamber a bacia e quem ficaria com os garfos da batedeira. - A bacia é minha! - Eu gritava antes mesmo de minha mãe começar a fazer o bolo. - Não! É minha! Desde ontem eu pedi a mamãe - Retrucava minha irmã para minha decepção. Ela sempre se antecipava. Hoje eu nem preciso mais dizer isso. A bacia e os garfos da batedeira serão meus mesmo sem eu pedir. Porque minha irmã não está mais entre nós. Apesar de saber disso, de saber que tudo será meu, me sinto triste. Decidi ficar no quarto. Mamãe ficou na cozinha fazendo o bolo. Acho que ela acaba de colocá-lo no forno. Daqui do meu quarto, sinto o cheiro da massa de chocolate vindo da cozinha. Recusei a bacia e os garfos. Isso não me traz mais prazer. Mamãe agora tira o bolo do forno. Deixa esfriando. Antes, nem deixava esfriar. Eu e Carol exigíamos que mamãe partisse o bolo assim que ele saísse do forno. Não importava o quanto ele estava quente. Queríamos a nossa fatia. E mamãe sempre cedia a nossa vontade. Hoje eu não pedi. Mamãe foi quem perguntou se eu queria comer do bolo que ela fez. Quando ela me entregou o pedaço de bolo, lembrei novamente de Carol. Brigávamos também nessa hora. Sempre achávamos que a fatia do outro estava maior. Mamãe ficava louca. Não sabia em que lado da história ficar e sempre dizia que as fatias estavam do mesmo tamanho. Certa vez chegamos a medir as fatias com a régua. Hoje, com o pedaço de bolo na mão, desejaria que minha irmã estivesse aqui. Dessa vez não brigaríamos. Pelo menos eu não. Também não iria medir nossas fatias com a régua escolar. Eu só queria que ela estivesse aqui. Eu daria a minha fatia de bolo a ela.

As situações da vida não são complicadas. As pessoas é que as tornam complicadas. Ao invés de chegar e conversar (o que não é nem um bicho de sete cabeças) elas preferem ficar com meias palavras. As coisas seriam mais fáceis se as pessoas fossem verdadeiras com os outros e com e…
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As situações da vida não são complicadas. As pessoas é que as tornam complicadas. Ao invés de chegar e conversar (o que não é nem um bicho de sete cabeças) elas preferem ficar com meias palavras. As coisas seriam mais fáceis se as pessoas fossem verdadeiras com os outros e com elas mesmas. O mundo teria menos problemas.

Saudade que é saudade vem com tentativas de reaproximação. Saudade, quando há saudade, você faz questão de dizer a pessoa que ela faz te falta. Onde há saudade, o orgulho fica de lado para dar espaço à procura, a um telefonema, a um sms ou a qualquer outra coisa.
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Saudade que é saudade vem com tentativas de reaproximação. Saudade, quando há saudade, você faz questão de dizer a pessoa que ela faz te falta. Onde há saudade, o orgulho fica de lado para dar espaço à procura, a um telefonema, a um sms ou a qualquer outra coisa. Quem realmente sente saudade, meu chapa, dá um jeito de correr atrás.