É preciso definir o significante como aquilo que representa o sujeito para outro significante, isso significa que ninguém saberá nada dele, exceto o outro significante.
Frases de Jacques Lacan
65 frases
O sujeito é aquilo que pode ser representado por um significante para outro significante.
É a verdade do que esse desejo foi em sua história que o sujeito grita através de seu sintoma.
O inconsciente, por ser estruturado [...] como a lalíngua [...] está sujeito à equivocidade.
Peço-te que me recuses o que te ofereço, porque não é isso.
Só o amor permite ao gozo condescender ao desejo.
Todos sabem que sou alegre, dizem até moleque: eu me divirto. Sucede-me incessantemente, em meus textos, entregar-me a brincadeiras que não são do agrado dos universitários. É verdade. Não sou triste. Ou, mais exatamente, só tenho uma tristeza, naquilo que me foi traçado de carre…
Continuar lendo
Todos sabem que sou alegre, dizem até moleque: eu me divirto. Sucede-me incessantemente, em meus textos, entregar-me a brincadeiras que não são do agrado dos universitários. É verdade. Não sou triste. Ou, mais exatamente, só tenho uma tristeza, naquilo que me foi traçado de carreira: é haver cada vez menos pessoas a quem eu possa dizer as razões de minha alegria, quando as tenho.
A linguagem é uma elucubração de saber sobre a língua.
Proponho que a única coisa da qual se possa ser culpado, pelo menos na perspectiva analítica, é de ter cedido de seu desejo.
O que é dizer o sintoma? É a função do sintoma, função a se entender como o faria a formulação matemática: f(x). O que é esse x? É o que, do Inconsciente, pode se traduzir por uma letra, na medida que, apenas na letra, a identidade de si a si está isolada de qualquer qualidade. D…
Continuar lendo
O que é dizer o sintoma? É a função do sintoma, função a se entender como o faria a formulação matemática: f(x). O que é esse x? É o que, do Inconsciente, pode se traduzir por uma letra, na medida que, apenas na letra, a identidade de si a si está isolada de qualquer qualidade. Do Inconsciente todo um, naquilo que ele sustenta o significante em que o Inconsciente consiste, todo um é suscetível de se escrever com uma letra. Sem dúvida, seria preciso convenção. O que não cessa de se escrever no sintoma vem daí.
O sintoma, é o significante de um significado recalcado da consciência do sujeito. [...] é uma fala em plena atividade, pois inclui o discurso do outro no segredo de seu código.
O sintoma define o modo como cada um goza do inconsciente, na medida que o inconsciente o determina.
O Ser do homem não pode ser compreendido sem sua loucura, assim como não seria o ser do homem se não trouxesse em si a loucura como limite de sua liberdade.
A lógica é a ciência do real na medida em que ela determina formalmente o lugar do real imanente à ordem simbólica, e, mais precisamente, do real entendido como o impossível que os paradoxos lógicos manifestam.
As pulsões são, no corpo, o eco do fato de que há um dizer.
A Coisa é aquilo que, do Real, padece do significante.
Há alguma coisa que se repete na sua vida, que é sempre a mesma, essa é a sua verdade. E o que é essa coisa que se repete? É uma certa maneira de gozar.
Que se diga fica esquecido por trás do que se diz em o que se ouve.
Só se pode semi-dizer a verdade, está aí o nó, o essencial do saber do analista: é que nesse lugar, no lugar da verdade está o saber. É um saber que deve, portanto, ser sempre colocado em questão.
O Gozo do Outro, do Outro com A maiúsculo, do corpo do Outro que o simboliza, não é o signo do amor.
Você pode saber o que disse, mas nunca o que outro escutou.
A angústia surge do momento em que o sujeito está suspenso entre um tempo em que ele não sabe mais onde está, em direção a um tempo onde ele será alguma coisa na qual jamais se poderá reencontrar.
O inconsciente é estruturado como uma linguagem.
Penso onde não existo e existo onde não penso.