Viver é construir as rimas da luta de cada dia para afinar o canto e compor a vida.
Frases de Ivone Boechat
109 frases
Democracia sem educação é anarquia.
O homem tem mãos para alcançar as estrelas e não consegue alcançar o menino abandonado do outro lado da rua.
A educação é mestre de honra à porta da vida apresentando o amor às pessoas.
Um rei muito bom Conta-se que um fanático rei mandou construir uma cama de ouro, muitíssimo valiosa, adornada com milhares de diamantes e mandou
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Um rei muito bom Conta-se que um fanático rei mandou construir uma cama de ouro, muitíssimo valiosa, adornada com milhares de diamantes e mandou que a colocassem no quarto de hóspedes do palácio. Sempre que havia convidados o rei elogiava a cama e dizia do prazer que sentia por receber pessoas tão ilustres. Porém, existia uma condição: o convidado teria que se encaixar na cama que fora fabricada sob medida. Se fosse gordo, o hóspede deveria ser cortado para caber na cama, com a desculpa do preço e do valor da cama. Era impossível encontrar alguém que se ajustasse ao tamanho do leito real, porque o homem médio não existe e o móvel do político-rei era de tamanho único, mas as pessoas são diferentes. Sendo o rei matemático, mandou medir a altura de todos os cidadãos e dividiu o resultado entre os cidadãos de sua cidade, assim obteve o tamanho do homem médio. Na cidade havia pequenos, gente jovem, gente idosa, pigmeus, gigantes, porém o homem mediano não havia. E a cama do rei continuava matando o gordo, o magro, o baixo, o alto... O rei não tinha culpa nenhuma, ele tinha o maior prazer de receber as pessoas, elas eram culpadas, porque não cabiam na cama preciosa do rei. Tão hospitaleiro e tão bom! Ele tinha uma equipe de funcionários aptos para esticar o baixinho até caber na cama. Chegava morto, claro! Eram muito esforçados aqueles funcionários públicos, mas o homem era baixinho, a culpa era dele! Que lição pode-se aprender! As políticas públicas existem, lindas, perfeitas, humanas, caríssimas, preciosas! Só que o cidadão não se ajusta a elas; eles não se encaixam nos hospitais abarrotados e com filas de espera, não se encaixam nas escolas sem professores, não se encaixam nas ruas infestadas de bandidos soltos, atirando pra todo lado, mas o rei tem o maior prazer de fazer o enterro do hóspede de graça - de graça não - toma o dinheiro do baixo, do gordo, do magro, do alto e o investe num cemitério pobre, cheio de mato, abandonado e triste, sem flores. O defunto foi culpado, porque não teve dinheiro para fazer um plano de saúde e um plano pós-vida. Que culpa tem o rei? A educação, esta sim, é a verdadeira culpada! Por que não se educa para a competência de enxergar e distinguir políticas públicas de políticas privadas, mas, principalmente, aquelas que deveriam ir diretamente para as privadas públicas?
MULHER Um aroma suave exalou das mãos do Criador,
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MULHER Um aroma suave exalou das mãos do Criador, quando seus olhos contemplaram a solidão do homem no Jardim! Foi assim: o Senhor desenhou o ser gracioso, meigo e forte, que Sua imaginação perfeita produziu. Um novo milagre: fez-se carne, fez-se bela, fez-se amor, fez-se na verdade como Ele quer! O homem colheu a flor, beijou-a, com ternura, chamando-a, simplesmente, Mulher!
Prece da criança Senhor, estou muito assustado,
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Prece da criança Senhor, estou muito assustado, estão nos fazendo medo, fico até cansado de pensar um jeito de proibir os adultos de matar os passarinhos, de acabar com os rios, de poluir os mares. Tudo que o Senhor fez é tão bonito, até me irrito, quando vejo guerras dominando alguns lugares. Quero sonhar com uma escola feliz, com professores sorrindo, e uma nota que dê para passar... É isto que sempre quis... Ah! Quero minha família unida, segurança para brincar na praça, a imensa graça, de dormir, sabendo que se há alguém na rua vai poder voltar. Assim seja
APELO Diz ao mundo que ainda existe amor,
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APELO Diz ao mundo que ainda existe amor, acorde a esperança, abrace a certeza, tome muito cuidado pra não despertar a tristeza. Avança, grite, não fique parado que ainda há tempo de começar. Busca os aflitos, dê seu alento, afasta pecados, fantasmas, mitos. vem,amar, amar, amar.
Fingimento Nunca fui poeta, fingi que era para sobreviver.
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Fingimento Nunca fui poeta, fingi que era para sobreviver. Existe alguma forma mais bonita de enganar a si mesmo, brincar de ser profeta, ser feliz, viver? Errei? Sem a menor falsidade, tenho certeza de que nunca os enganei, os amigos fingiram gostar dos meus versos por solidariedade.
Bom dia! Levanta a cortina dos teus olhos e contempla a maravilha do amanhecer! A vida é uma criança, esperta, bonita e inteligente!
Amor Você é chama que incendeia
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Amor Você é chama que incendeia os meus motivos, é o agasalho que sustenta o meu calor, é o clamor que me reclama a todo instante, é a loucura deste amor constante que me liberta de qualquer temor.
Procura-me Quando eu partir, se deres falta de mim,
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Procura-me Quando eu partir, se deres falta de mim, procura-me, nas flores do jardim. Escolhi assim para enfeitar de perfumes e cores as paixões. Procura-me, na madrugada, quem sabe posso estar até calada, falando de amores, nas canções? Procura-me, nas estrelas e constelações, é bem certo que eu esteja, em qualquer universo, cintilando emoções. Procura-me, nos encontros, nas ternuras da vida, estarei vibrando, em cada abraço, serei até sentida: nos olhos, nos beijos, na despedida, fugindo das solidões.
PRECE DA CRIANÇA Senhor, estou muito assustado,
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PRECE DA CRIANÇA Senhor, estou muito assustado, estão nos fazendo medo, fico até cansado de pensar um jeito de proibir os adultos de matar os passarinhos, de acabar com os rios, de poluir os mares. Tudo que o Senhor fez é tão bonito, até me irrito, quando vejo guerras dominando alguns lugares. Quero sonhar com uma escola feliz, com professores sorrindo, e uma nota que dê para passar... É isto que sempre quis. Ah! Quero minha família unida, segurança para brincar na praça, a imensa graça, de dormir, sabendo que se há alguém na rua vai poder voltar. Amém. Publicado no meu livro Amanhecer-3ª.Ed Reproart-RJ 2004
Amanhecer Levanta a cortina dos teus olhos, contempla a maravilha
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Amanhecer Levanta a cortina dos teus olhos, contempla a maravilha do amanhecer. A vida é uma criança, esperta, bonita, inteligente, passa correndo, é preciso ver. Acredita, enquanto há tempo: não existe dor sem alento nem tristeza tão longe da alegria. Quando a luz de cada dia acende a vida, iluminando o amanhecer, não vacila, toma posse da imensa alegria de viver.
Teu jeito de olhar Gosto do teu jeito de olhar; Ele me perturba, me desequilibra, põe dúvidas no ar.
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Teu jeito de olhar Gosto do teu jeito de olhar; Ele me perturba, me desequilibra, põe dúvidas no ar. O teu olhar tem o efeito de um grande temporal: Vibra, balança, derruba armadilhas, Mas de todo me faz bem, produz maravilhas, me faz sonhar, Teu olhar tem a força da paixão e chama para o amor.
Levanta a cortina dos teus olhos! Contempla a maravilha do amanhecer... A vida passa correndo, é preciso ver!
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Levanta a cortina dos teus olhos! Contempla a maravilha do amanhecer... A vida passa correndo, é preciso ver! Acredite enquanto é tempo, não existe dor sem alento, nem tristeza infinita, sempre chega à alegria! Quanto a luz de cada dia, acende a vida, iluminando um novo amanhecer!
O PARAÍSO O estágio que o homem fez, sozinho, nos primeiros passos que deu na terra, convenceu ao Senhor que era necessário providenciar-lhe uma companheira. O homem não pediu nada. Acompanhando, supervisionando, Deus viu que “Não era bom” o homem ficar só e prometeu: “Far-lhe-e…
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O PARAÍSO O estágio que o homem fez, sozinho, nos primeiros passos que deu na terra, convenceu ao Senhor que era necessário providenciar-lhe uma companheira. O homem não pediu nada. Acompanhando, supervisionando, Deus viu que “Não era bom” o homem ficar só e prometeu: “Far-lhe-ei uma adjutora...” Na tentação veio o desabafo do homem: “Foi a mulher que tu me deste”. Estava fundado o procom. A mulher chegou, olhou para o jardim, deu nome às flores, levantou a cabeça, admirou o céu, o pôr-do–sol era tão lindo, deslumbrou-se com os animais ao redor, viu que tudo era bom e que, dali pra frente, ia depender deles para ficar ainda melhor, começou a arrumar a casa. Eva inventou a faxina: - Adão,vamos colocar folhas, gravetos, pedras e cotocos no seu devido lugar. - O que Eva? Ninguém aqui desarrumou nada. A Natureza é assim mesmo, quando vem a Tempestade desarruma tudo, depois vem a Brisa e põe tudo de novo no lugar. - Concordo, meu bem, mas podemos melhorar! Eva criou a linguagem afetiva para chamar Adão de desorganizado! - Adão, vamos selecionar folhas para fazer a cama, tirar as que atrapalham nosso trânsito, descobrir frutas mais variadas para o lanche e guardar algumas para o jantar. Vamos determinar horários para a alimentação. Eva inventou o horário do café da manhã, do almoço e do jantar. Em pouco tempo, Adão e Eva estavam ao telefone com o inimigo, num bate-papo sobre as novidades do Jardim. E assim nasceu o telefone celular público, no orelhão dos dois. E, claro, com tanto tempo ocioso, o inimigo criou o “jornalismo da fofoca”. Nascia a era zoológica das comunicações. A serpente estava no ar. O telefone celular divino entrou na área e as comunicações celestiais com o casal se intensificaram, mas o homem, como sempre, por tudo o que não deu certo botou a culpa na mulher, lá também não foi diferente. Adão inventou o jogo-de-empurra. Acontece que Deus, cuidadoso, perfeito e grandioso, fazia visitas virtuais, diárias, ao Jardim e percebeu que havia a tv a cabo da serpente, interferindo na sua obra. Do seu telefone celular, com viva voz, advertiu e digitou: - Adão, onde estás? Não era a voz de Deus que estava fora da área. Adão e Eva já estavam na área da desobediência, na tv a cabo do pecado. Adão pediu para Eva atender ao telefone. Adão criou a secretária. O tempo foi passando e o vírus da inveja contaminou o computador humano, porque a família deu a senha do site para o maior inimigo de Deus. O pecado entrou, alterou o programa original, apesar de todas as advertências, a criatura desligou-se do Criador (Provedor). Ambos, homem e mulher, criaram a desobediência. Imediatamente, Deus novamente atuou. Deixou o e-mail do céu para contatos: fé@graça.comJesus A primeira família do mundo foi expulsa do jardim. Nasceu o movimento dos sem-terra. Vieram as lutas, as concorrências, a propriedade privada e com ela a cerca viva. Nasceu a guerra e com ela os matadores profissionais. Aí vieram os perdedores com etiqueta social de escravos. O proletariado chegou! E com tudo isto, mesmo sendo a Terra tão grande, havia gente sofrendo por falta de caverna, de comida, de roupa. A pobreza se instalou. A sociedade inventou a violência. Nunca o mundo foi habitado por anjinhos. A humanidade está em guerra, desde o início. Hoje, o mundo está mais perto com o recurso da informação. Isto impressiona? Sim! E as pessoas “modernas” ficam horrorizadas, porque são capazes de selecionar tudo de ruim que existe e mostrar de forma competente e veloz as coisas tristes que sempre fizeram exatamente igual. Nasceu a tecnologia.
Os gritos do Natal! “Há um rumor por toda parte: Jesus nasceu”! Os sinos estão ressoando no interior das capelas da vida!
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Os gritos do Natal! “Há um rumor por toda parte: Jesus nasceu”! Os sinos estão ressoando no interior das capelas da vida! É preciso afinar as cordas do instrumento auditivo para se escutar os gritos. Nos hospitais não há vaga e nem hospitais, em muitos e muitos lugares! O grito do abandono está adormecendo os “herodes” da era atual, agora travestidos e preocupados em comemorar o Natal! Nas ruas, o grito desesperançado na porta das instituições enfeitadas de sinos e bolas fluorescentes, ofuscando a visão das políticas “sociais” ! Crianças, jovens, adultos e idosos desassistidos de carinho, da presença, do afeto, modulam a voz em uníssono para cantar com a boca cheia de esperança: tudo é paz! Ouça o grito solitário do internauta conectado nas redes, falando sozinho, “acompanhado” da multidão carente do aconchego humano e muito mais! Contabilize milhares de presidiários da caverna artificial, escravizados pelo plim plim de pacotes encomendados para aquecer a venda de absolutamente tudo o que interessa, de alimentos que matam aos vendavais! Faça um pouco de silêncio e ouça o grito de milhões de crianças e adolescentes entre 4 e 17 anos que estão fora da escola no Brasil. Ouça mais, o grito daqueles que estão dentro da Escola, com agenda e compromissos na geladeira de uma pedagogia sem pelo menos o espaço dos recreios, dos quintais! Ouça o grito de mais de meio milhão de presos nas cadeias do Brasil, doentes, com fome e sede. Há um déficit de 66% de vagas e os presídios se transformaram num depósito de lixo humano. É a 4ª. população carcerária do mundo que se estampa nas manchetes num atentado aos direitos humanos. Como eles vão desejar Feliz Natal? Que tal escutar o grito do adolescente e do jovem surdo pelo som metaleiro, imposto como última moda atual nas festas e desencontros religiosos ou não? Talvez estes nem percebam ou até rejeitem os sons tão suaves do Natal. Tocam os sinos da solidariedade, os acordes da esperança começaram a vibrar! O aroma da promessa de Deus está exalando no caminho dos homens de boa vontade, o amor pediu licença pra chegar. Estende sua mão, alcance os aflitos, veja quantos sofrem com súplicas no olhar, dobra os joelhos, tempo de fé, não esqueça de se levantar para atender os gritos.
Por que Natal ? Jesus nasceu! Os “herodes” modernos não conseguem entender os sinais das estrelas e continuam abandonando milhões de crianças pobres pelas ruas deste Brasil-Belém. Corações-hospedarias estão superlotados de ganância, ódio, egoísmo. Não há lugar para Jesus!
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Por que Natal ? Jesus nasceu! Os “herodes” modernos não conseguem entender os sinais das estrelas e continuam abandonando milhões de crianças pobres pelas ruas deste Brasil-Belém. Corações-hospedarias estão superlotados de ganância, ódio, egoísmo. Não há lugar para Jesus! “Há rumores por toda parte... Onde está o Messias?” Os reis e poderosos da Terra ainda fazem a mesma pergunta que fizeram na noite mais linda da humanidade: Onde está Jesus? E a história conta que Jesus dormia, terno e sereno, nas barbas do poder, mas Herodes não O encontrou. Estava cego. Os poderosos continuam cegos. A simplicidade do Rei do Universo confunde os homens. Jesus Cristo está entre nós, simples, objetivo e real. Seu discurso já foi traduzido para nações e povos, todavia, ainda “há rumores por toda parte...” Os tratados de guerra se efetivam e as pessoas se destroem, porque o vírus do poder venceu a barreira dos séculos e chegou até aqui. Jesus é paz! As estrelas falam para aqueles que se preparam para ouvi-las. Os Reis Magos continuam sua caminhada histórica na direção do Mestre, porque na verdade, eles representam a visita da humanidade: tão poucos... O presépio de Belém está aceso, apenas mudou-se de Belém para alguns corações dos habitantes da Terra. Onde está Jesus na sua vida? Esteja preparado para que o Natal seja uma oportunidade de profunda reflexão sobre o momento atual.
Isto é Natal? Muito cuidado com aquele amontoado de gente suada de tanto correr para procurar um presente, o mais barato possível, com aparência de caríssimo, para berrar o nome do amigo oculto no meio de inimigos declarados! Muito cuidado! Muito cuidado com essa neurose de cas…
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Isto é Natal? Muito cuidado com aquele amontoado de gente suada de tanto correr para procurar um presente, o mais barato possível, com aparência de caríssimo, para berrar o nome do amigo oculto no meio de inimigos declarados! Muito cuidado! Muito cuidado com essa neurose de casa enfeitada, cheia de estrelas e penduricalhos, tudo piscando, tudo com brilho, para receber pessoas abandonadas e carentes, que vieram se abrigar no “refúgio” anual dos parentes para amenizar as dores da saudade, da ingratidão. Muito cuidado! Muito cuidado com o jantar cuspido e dos pratos trazidos de cada convidado. Coma somente o necessário para fingir que jantou, porque o peso dos molhos e dos musses podem lhe fazer muito mal nessa altura do dia! Muito cuidado. Muito cuidado com aqueles parentes para os quais você não pode contar as vitórias retumbantes do ano velho: reduza o brilho das suas conquistas, bote tudo no diminutivo, não conte a menor “vantagem”, é... a sua luta, o seu stress pra conseguir as coisas, eles acham que você está contando vantagem. Chega também nessa festa reclamando de alguma coisa, nem que seja da sua velhice. Vão adorar a festa!!! Muito cuidado. Muito cuidado ao falar dos filhos também. Claro, vão perguntar por aquele que lhe dá trabalho, pelo desempregado, pelo folgado, pelo falido, ao invés de elogiar os outros que dispararam na direção do sucesso... Muito cuidado. Muito cuidado ao chegar de carro, o seu novinho, lindo. Estacione lá longe, e finja que chegou de carroça, de charrete, de ônibus, de van, sei lá; seja criativo. Muito cuidado. Muito cuidado com você também. Não vá chegar com uma bolsa Vitton, com roupa de marca, com maquiagem importada, não. Lave a cara, chegue de olheiras, seja discreto. Cirurgia plástica? Não conte! Converse sobre a Bolsa de Xangai, sobre o preço do combustível, sobre a pacificação dos morros, sobre a previsão do tempo. Muito cuidado. Afinal de contas, tem muita gente pensando que é assim que se comemora o Natal. Quando o aniversariante é convidado para a festa, nada disto acontece. O encontro começa e termina com uma oração. Existe harmonia, boa vontade, carinho, ninguém está preocupado com disputa, concorrência, aparência. Pense nisto, afinal! FELIZ NATAL
Minha filha Tanta ternura guardada, acumulada,
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Minha filha Tanta ternura guardada, acumulada, na alegria, na dor, 24 horas e sempre para o amor, Uma filha é assim: certeza de amparo, de socorro, de favor, silenciosamente confiável, filha é aquele ombro amigo, aquela ajuda discreta, aquela reserva de amor.
Era uma vez...Espaço Era uma vez um menino muito grande e bonito chamado Espaço. O tempo foi passando, mas Espaço não cresceu; diminuiu. Começou a conviver, sem querer, com sua amiga Sobrevivência e, de repente, as pessoas se amontoaram e quase o sufocaram.
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Era uma vez...Espaço Era uma vez um menino muito grande e bonito chamado Espaço. O tempo foi passando, mas Espaço não cresceu; diminuiu. Começou a conviver, sem querer, com sua amiga Sobrevivência e, de repente, as pessoas se amontoaram e quase o sufocaram. De uma coisa vocês não sabiam, Espaço está chocado, porque o inimigo Poluição invadiu o território, tomou conta dos seus ares e foi um fracasso. Espaço está contaminado. Noutro dia mesmo, Espaço já ia brigando com seu melhor amigo, Segurança. Em todos os lugares em que ele se mexia, surgia Medo, parceiro de Insegurança, para o perturbar. Espaço teve que se armar. Mas será que resolveu o problema? Ele está apavorado com tantos inimigos... Paz, irmã de espaço, que agora mora longe, telefonou para a prima Natureza e pediu ajuda. Afinal de contas, os passarinhos, as árvores, o perfume das flores, o seresteiro, o tocador de realejo, o poeta, as crianças, estão reclamando de espaço, todo dia, com razão. Eles querem se instalar, definitivamente. Estão sendo jogados de um lado para o outro. Espaço desculpou-se com Natureza e disse que o culpado não é só ele. As pessoas vivem correndo atrás de Sobrevivência e se esquecem de que existe oportunidade em outros lugares. Agora, a solução está entregue a Dr.ª Gente, capaz de estudar com calma os prós e contras da reclamação de Espaço. O corre-corre, os enfartes, o empurra-empurra dentro do caldeirão cultural, a neurose de tempo, as angústias de ter, serão solucionados, porque estas são a sua especialidade. Se isto não acontecer, muito em breve, Espaço vai ficar vazio, as pessoas se desintegrarão nos braços da inimiga Morte. Seria muito triste. Espaço gostaria de crescer, abrigar a todos que o procurassem, para que sua irmã, Paz, não fosse morar tão longe.
Pai Pai é anjo a serviço do céu
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Pai Pai é anjo a serviço do céu na vida dos filhos, sem direito a descanso na missão; luta, noite e dia, orando, provendo, protegendo, depois fica de plantão incentivando, socorrendo carências, amando, perdoando; na correria, vai aonde você não vai, substitui ausências, deixa na sombra do exemplo a saudade do pai.
Feliz é a nação cujo Deus é o Senhor Ivone Boechat (autora) A felicidade de qualquer nação depende, fundamentalmente, do reconhecimento da soberania de Deus e a influência que Ele possa exercer sobre as pessoas, sobre as famílias e todas as instituições. Quando se buscam deuses…
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Feliz é a nação cujo Deus é o Senhor Ivone Boechat (autora) A felicidade de qualquer nação depende, fundamentalmente, do reconhecimento da soberania de Deus e a influência que Ele possa exercer sobre as pessoas, sobre as famílias e todas as instituições. Quando se buscam deuses falsos ou quando não se cultua a nenhum deus, quando a Palavra de Deus e as suas Leis não têm lugar de adoração e destaque na vida da sociedade, ela padece entregue aos vícios, à depressão, à infelicidade. Uma nação se constrói no alicerce da fé. Feliz é a nação que “instrui ao menino no caminho em que deve andar” Pv 22:6. Feliz é a nação, onde a juventude “Lembra-se do Seu criador nos dias da sua mocidade” Ec 12:1. Feliz é a nação, onde os “príncipes ensinam aos anciãos a sabedoria...” Sl 105:22. Feliz é a nação que atende aos profetas de Deus, pois suas palavras são “...como uma candeia que alumia em lugar escuro, até que o dia amanheça e a estrela da alva surja em vossos corações” (II Pe 1:19). Feliz é o cidadão que reclina sua fronte nas sagradas escrituras, porque “seca-se a erva e murcha a flor, mas a palavra de nosso Deus subsiste eternamente” Is 40:8. Feliz é o homem que “anda pelo caminho da retidão, no meio das veredas da justiça” Pv 8:20. A humanidade clama pela presença do Deus vivo, fiel, justo, capaz de transformar as tristezas desta civilização decadente, numa geração eleita, confiante. Cada família pode se apresentar como agência do bem, responsável por seus filhos, vigilantes da paz. Feliz é a nação que se esforça para caminhar debaixo da potente mão do Senhor e reconhece que, desde a antiguidade, “Fiel é Deus pelo qual fostes chamados para a comunhão de seu Filho Jesus Cristo nosso Senhor.I Cor.1:9