Continuar lendo
No Capítulo III do livro (O Ministério Discipulador de Richard Baxter), Baxter vem abordar como seu ministério foi uma resposta fiel ao que ele aprendeu da Escritura, tornando-se por essa razão, um importante modelo para os pastores-mestres, presbíteros e seminaristas no desempenho de sua responsabilidade de pastores de rebanho. A Obra é, iniciada da seguinte forma: Autobiografia, onde aborda-se a vida de Baxter, A defesa da Instrução Individual, onde Aborda a preocupação particular com cada membro da Paróquia, o Cuidado dos Presbíteros por eles mesmo, O cuidado do Rebanho, os motivos para o ministério pastoral, os Benefícios da Instrução privada e pessoal e os desafios de cada, a necessidade da instrução privada e pessoal das famílias e o Gerenciamento do trabalho pastoral.
Baxter não só apenas apresenta um pensamento que ele teve, mas segundo sua biografia as ações feitas por ele mesmo em seu ministério. Perseguido por muitos e indo de contra a vontade de uma gama de líderes opositores ao seu ministério e sua forma de trabalhar, não se rendeu as pressões dos que eram contra a sua forma de pensar e agir. Baxter não teve em sua vida o que ele passou a fazer, talvez isso o tenha motivado a pensar dessa maneira e ver a necessidade do discipulado individualmente entre pessoas e famílias.
Ele (Baxter) aborda como pecado o fato dos pastores terem negligenciado o trabalho de catequese, Baxter discute isso como obrigação pastoral. Em sua experiência, essa prática consistia de vários encontros com seus paroquianos para estudos, discussão, aconselhamento e oração, mas consistia principalmente de encontros periódicos para o ensino dos pontos básicos do catecismo às famílias da paróquia, todas que concordassem em participar, empregando ao método de perguntas e respostas e discussões.
Baxter aborda o cuidado que o líder deve ter com si mesmo, visando o cuidado para com o rebanho. Ele aborda doze formas de caráter que o líder precisa ter para que possa exercer um papel puro diante do rebanho: Sua pureza de motivos, sua abnegação. Sua dedicação e trabalho árduo, sua prudência e fidelidade, sua sabedoria para aprender e ensinar o essencial, seu ensino simples e claro, sua dependência de Deus e seu temperamento agradável, sua humildade e modéstia, seu equilíbrio severidade e cortesia, seu espírito zeloso, sua reverência, seu cuidado amoroso e sacrificial pelo rebanho e sua paciência.
Baxter aborda a importância da pregação e a trás como o primordial a exposição da palavra como o centro do cuidado do rebanho. Mesmo com seu estilo puritano, Baxter não se rendia ao fato de não proclamar uma mensagem de salvação ou condenação. Baxter insistia que o pastor devia certificar-se de haver a obra da graça sido realizada em sua alma e viver de acordo com ela. Quanto aos benefícios, Baxter cria que a instrução privada seria uma ajuda vital a conversão de muitas almas. Os desafios, seriam necessários para os estimular a ter mais diligência para executar um trabalho tão necessário é importante. Convém enfatizar que o Zelo pessoal de Baxter em favor da pregação podia ser visto em sua defesa da Instrução individual.
Conclusão: Não foi fácil para mim ler apenas uma parte da biografia de Richard Baxter, vendo um homem que rompeu as barreiras do seu tempo e todos os pensamentos e argumentos contrários ao seu trabalho. Logo que comecei a ler sua biografia, fui tocado pelo Espírito Santo em olhar para meu ministério e ver os erros que tenho cometido como Discipulador dos novos crentes que chegam a igreja. Minha visão sobre respeito ao discipulado mudou de um simples apoio que deve ser dado uma pessoa, para, a obrigação e dever que preciso ter para com ela. Que o Senhor nos ajude a termos uma visão segundo o mesmo direcionamento que teve Richard Baxter, para que assim o nome de Jesus seja glorificado através do nosso trabalho como discipuladores e incentivadores do povo de Deus a andarem segundo os mesmos desígnios e vontades.