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Frases de Isabel Morais Ribeiro Fonseca

3.189 frases

Há dias que ficamos sem alma Outros que o nosso coração Floresce sem sabermos porquê ♥
FÁTIMA ALTAR DO MUNDO Altar do mundo em penitência Velas que ardem pelos nossos pecados
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FÁTIMA ALTAR DO MUNDO Altar do mundo em penitência Velas que ardem pelos nossos pecados As chamas acalmam a nossa consciência Reza-se a senhora por um milagre De tanto sofrimento vivido nesta vida E sem perder a esperança que sentimos Fica a fé na Senhora que tanto amamos Com tantos milagres que se dão Prometemos voltar sempre com amor Para pisarmos descalços com alma Todas as estradas e caminhos que forem precisos Neste Portugal, regressando a Fátima para orar

UM DIA DE AMOR Olho para depois mergulhar pela tua pele Como os morangos banhados no chocolate
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UM DIA DE AMOR Olho para depois mergulhar pela tua pele Como os morangos banhados no chocolate A tua respiração já está ofegante, bebes Água fresca de coco no prelúdio dos beijos Dados, desejados na loucura da minha boca Caipirão de licor beirão que fresco e saboroso E nós fechados neste quarto, que refrescante O corpo ansioso pelo toque num tal arrepio Na ponta dos dedos se sente todos sentimentos Despertados perfumados pelo amor que sentimos E pela fome que tal um ossobuco de vitela mirandesa Com um molho especial que nos queima na boca Para acompanhar um bom vinho do Douro ou do Dão Olhamos da janela, lá fora chove ouvem-se as gotas Da chuva a bater na janela, mas nós somos alheios Ao tempo, somos dois animais selvagens com um apetite De lobos soltos numa reserva, na serra de fragas, giestas Olhamos um para o outro e soltamos um sorriso em Gargalhadas comemoramos já alguns anos de casados Mas a fome que sentimos um pelo outro é como do Primeiro ano de casados, o perfume está no ar Gosto de olhar-te sem saberes, da tua nudez Dos teus beijos, sussurros tão íntimos que percorria O meu corpo afinava o meu desejo num beijo Entre as pêras, ao vinho tinto que delicia exótica Os lábios molhados encontram-se de novo Num encontro de línguas, no afago dos dedos Despertando arrepios enquanto a pele alisa-se Descobrindo nestes toques deliciosos os teus segredos Jogo ardente e gostoso que envolve o corpo e a mente O exótico drinque é feito com kiwi, maçã, gengibre Mel e vodka Smirnoff que delicia, está tanto calor Num dia de chuva feito de versos de sedução Num fluído doce, molham o nosso poema de paixão Petit gâteau de queijo da Serra da Estrela Despertam doces desejos em fantasias Derramando amor em poesia, num dia quente Dentro de um quarto de uma casa de campo, na serra Lá para os lados da nossa casa, que delicia Sermos selvagens como os lobos, amando-se em liberdade. 🌷💕 Pensamentos sem malícias Que ouso chamar apenas de... Delícias!

COMO GOSTO Como gosto olhar-te Profanando o teu corpo
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COMO GOSTO Como gosto olhar-te Profanando o teu corpo Vorazmente meu amor Noites de puro delírio Dias de profundos desejos Farei do teu corpo submisso Amarei com delicadeza a tua alma Dominarei com prazer o teu coração Amamos-nos, desejamos-nos, perdemos-nos Sentimos-nos, encontramos-nos um ao outro Para voltar a perdermos-nos, amando-nos.

AMOR Sabes durmo contigo Meu amor
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AMOR Sabes durmo contigo Meu amor Profundamente apaixonada Mas isso tu já sabes O meu coração Canta e transborda De tanta emoção Por te ter a meu lado Tu és quem pinta O meu mundo de mil cores De mil sabores Dorme comigo meu amor Tu sabes todos Os meus segredos Que vivem agarrados Em mim de ti.

TRÁS-OS-MONTES TERRA DE GENTE Trás-os-montes terra de gente Viva de versos, de fontes, vales e penedos
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TRÁS-OS-MONTES TERRA DE GENTE Trás-os-montes terra de gente Viva de versos, de fontes, vales e penedos Entre rijos carvalhos, castanheiros e oliveiras Num paraíso perdido de fragas Dorme o homem a sombra do sobreiro Onde o lobo vive e sobrevive Por entre as caçadas do javali Numa infância perdida esquecida Pelo trabalho árduo da terra Sorriso largo num regresso Pelo reencontro nas pedras lavradas Tantas vezes remendadas no coração Escavadas na alma da saudade Uva doce de morangueiro mata a dor Que se sente tantas vezes Perfumadas pelas amendoeiras em flor Nesta terra do um reino maravilhoso De gente, vivo de versos feito em poesia Que é sem dúvida Trás-os-montes Num mar de fragas lavradas, escavadas De tantas palavras escritas na alma.

EU JÁ SEPULTEI Eu já Sepultei esta insónia Tento dormir mas não durmo
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EU JÁ SEPULTEI Eu já Sepultei esta insónia Tento dormir mas não durmo Tento sonhar mas não consigo Espera-me uma longa noite De insónia, espera-me a morte De um bocejo inútil Não durmo mas escrevo Com as veias da noite Deste ópio agarrado a mim Como um cadáver De um pensamento vazio Não durmo, posso ler Posso escrever, posso pensar Mas porquê, não posso sonhar Quando acordo de noite não durmo Sepultei a minha dor sem lápide Sem nome ou ainda sem flor Não durmo nesta noite de insónia Escrevo no mais profundo esquecimento Que sepultei as minhas lembranças Num poço de lamentos nesta noite de insónia.