Pular para o conteúdo

Frases de Isabel Morais Ribeiro Fonseca

3.189 frases

Se as tuas mãos pudessem falar Viveriam sonhos de alegria no meu corpo.
SOMBRA Perdida esquecida, sem oxigénio Num ergástulo escuro, sem dor
Continuar lendo

SOMBRA Perdida esquecida, sem oxigénio Num ergástulo escuro, sem dor Pequena letra, palavra escondida Insensata atmosfera, talvez hipócrita De verdades que são muitas vezes Falsas promessas, ânsia de liberdade Coabita na contemplação da morte Apenas pede a Deus a misericórdia Que a sua alma anseia há tanto tempo Um premio que ele acha que merece Cobre o seu frágil corpo, com um velho Manto preto já roto, ergástulo eterno.

BENDITO SEJA DEUS O Louvor de Deus é a proclamação Da vitória do Senhor sobre a morte
Continuar lendo

BENDITO SEJA DEUS O Louvor de Deus é a proclamação Da vitória do Senhor sobre a morte Que neste Domingo de Páscoa As nossas casas se encham de paz Os nossos corações de amor Os nossos dias de esperança Para celebrar a ressurreição de Jesus É tempo de alegria, de celebrar o triunfo da vida Um bom Domingo de Páscoa amigos.

CALÇADA Aqui estou, aqui me vejo Num túnel mal iluminado
Continuar lendo

CALÇADA Aqui estou, aqui me vejo Num túnel mal iluminado Esquecida ou encontrada No meio de tudo, de nada O corpo flutua e já dorme Numa vida tão mal contada Balançando no inexpressivo Num velho, perdido combate Sou a bússola na imensidão Do meu próprio pensamento Onde os ponteiros do relógio Não encontram já o caminho Ao longe o olhar não avista Num passado num presente Onde a mente pisa os seixos Calça já as pedras da calçada.

AMO-TE Amo-te ao luar Amo-te à chuva
Continuar lendo

AMO-TE Amo-te ao luar Amo-te à chuva Senti-te na praia Na areia quente O corpo queima Na noite esquecida Sacias a sede Cansas a mente Cansas o corpo É nos teus braços Que eu amo estar Fresca a tua boca Sabe a romãs Cheia de amoras Da brisa do mar Seca o deserto Do nosso alento Choro ao sol Choro ao vento Tempestade da vida Amo-te a chuva ao luar.

TU ÉS MEU Tu és o homem que eu quero Não temos não existe segredos
Continuar lendo

TU ÉS MEU Tu és o homem que eu quero Não temos não existe segredos Acredita nunca me senti assim Dás-me alegria, amor e paixão Entre o céu, a lua, as estrelas Gosto sentir o teu forte corpo Nos carinhosos abraços que tu Me dás, sinto todo o teu amor Amo beijar-te deixando-te louco Gosto de saborear-te lentamente De loucuras que assolam a mente Nos teus gemidos de tanto prazer E por segundos sinto-te a escorregar Pelo meu corpo de ternas sensações Posso saborear-te a qualquer hora Sem hora marcada de dia, de noite Tu és só meu, eu sei tenho a certeza Dás-me amor quando me sinto só O meu ser procura-te delirantemente Nas frias noites de inverno, nos dias Quentes de verão, tardes de primavera Não vivo sem ti, tu és o meu homem.

MATARAM A COTOVIA Já mataram a cotovia Porquê? Pergunto eu
Continuar lendo

MATARAM A COTOVIA Já mataram a cotovia Porquê? Pergunto eu Queria ter voado com ela Livremente pelo céu azul Sobre o meu amado mar Sobre as altas montanhas Poisar nas fragas geladas Das nossas serras, dos montes Que saudades me deixaste? Ó minha querida cotovia Em que solidão me deixas-te Fiquei com os dias tristes Como as fragas frias das serras Nevoeiro da imagem que eclode Na mente, quando de noite cobre o sol Num véu espesso, que cobre a dor Ela torna-se cada vez mais intensa? Persigo os sulcos da saudade Ó minha doce pequena cotovia.