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Frases de Isabel Morais Ribeiro Fonseca

3.189 frases

⁠ NOSSA SENHORA Nossa Senhora do Sim Nossa Senhora de Fátima
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⁠ NOSSA SENHORA Nossa Senhora do Sim Nossa Senhora de Fátima Nossa Senhora do Carmo Nossa Senhora do Rosário Nossa Senhora da Boa Hora Nossa Senhora do Ó Nossa Senhora do Bom Conselho Nossa Senhora das Dores Nossa Senhora do Paz Nossa Senhora da Boa Morte Nossa Senhora da Imaculada Conceição De joelhos no chão ouvi-nos Nossa Senhora, minha Mãe No teu regaço acolhedor Quero estar Minha querida, Mãe do céu Cobre-me com o teu manto Tira-me a dor e livra-me do pecado.

⁠DEIXA-ME VIVER Deixa-me viver em cada olhar Deixa-me respirar em cada flor
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⁠DEIXA-ME VIVER Deixa-me viver em cada olhar Deixa-me respirar em cada flor Deixa-me escrever em cada pétala Deixa-me amar-te em cada amanhecer Deixa-me simplesmente viver Deixa-me sonhar com intensidade Deixa-me ver a serra aberta na alma Deixa-me ter a liberdade dos lobos Deixa-me o sussurro dos pássaros Deixa-me a ramagem verdejante Deixa-me sentir a fria neve do monte Deixa-me o perfume do teu olhar Deixa-me sentir desejo de ti Deixa-me apenas sonhar acordada Deixa-me o aroma da tua pele Deixa-me prender o teu sorriso Deixa-me viajar pelas ondas do mar Deixa-me eu só quero simplesmente amar.

DE JOELHOS MINHA MÃE Ajoelho-me e peço-te perdão Minha querida e doce mãe
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DE JOELHOS MINHA MÃE Ajoelho-me e peço-te perdão Minha querida e doce mãe Pelo amor que mora no meu peito E pelo amor que me tens Prostrada na minha humildade Rezo a ti minha mãe Pela desumanidade, pela maldade Pela injustiça, pelo egoísmo Ajoelhada te peço perdão Por todo o mal que te fazem mãe Perdoa-lhes, que eles não sabem o que fazem Estão tão cercados de coisas inúteis Que nem sabem amar, perdoar, rezar De joelhos minha doce mãe Espero que aos teus pés Floresçam flores Em todas as nossas madrugadas Amém.

⁠Perder um filho, um anjo... É chorar em silêncio, chorar secretamente É morder o travesseiro todas as noites
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⁠Perder um filho, um anjo... É chorar em silêncio, chorar secretamente É morder o travesseiro todas as noites É morder os dias para continuar Onde o mundo simplesmente desabou Porque as palavras não se ouvem E o grito é mudo de dor Hoje o meu filho partiu sem o ter conhecido O batimento cardíaco parou, é só silêncio Quero parar de chorar, mas não consigo Não há resposta para as nossas perguntas Será que a culpa é minha? Culpei-me muitas vezes! As lágrimas escorrem da minha face, não consigo parar Ó, Deus, ajuda-me. Preciso tanto de ti Eu não pude ver os seus olhos Mas pude escutar a sua linda alma O seu pequeno coração dentro da minha barriga Meu querido filho, tão amado e esperado Estava silencioso no meu ventre O luto fez com que a minha solidão E o meu isolamento aumentasse Senti-me perdida, triste, sozinha, revoltada Eu já tinha passado por isso anteriormente Só me lembrava da minha mãe Como eu queria que ela estivesse ao meu lado Não há mulher mais forte do que aquela Que teve que devolver o seu filho ao céu. Eu sou mãe de um anjo.

⁠DORME MEU MENINO JESUS Dorme meu menino Jesus Um sono descansado
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⁠DORME MEU MENINO JESUS Dorme meu menino Jesus Um sono descansado Que nós só queremos agradecer-Te Pela vida que nos deste Por cada amanhecer Por cada anoitecer Pelo alimento de cada dia Pelo sol que nos aquece Pela água que nos purifica Pelo ar que respiramos Pela família que nos completa Pelos sonhos que nos fazem voar Por termos a oportunidade de amar Pelos novos desafios que vamos tendo Por nos dares filhos para amar Pela misericórdia que sentes por nós Obrigado meu lindo menino Jesus Dorme meu belo anjo da minha alma.

CASTANHAS ⁠Quem quer quentes e boas quentinhas? É outono as folhas estão a cair
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CASTANHAS ⁠Quem quer quentes e boas quentinhas? É outono as folhas estão a cair As castanhas do ouriço vão sair Elas estão a cair para as apanhar E os dedos vão picar Quem quer quentes e boas quentinhas? Caem as castanhas lá do castanheiro E nós vamos lá para as apanhar Quem quer quentes e boas quentinhas?

⁠APANHA DAS CASTANHAS Num dia de muito frio Entre a geada e o nevoeiro
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⁠APANHA DAS CASTANHAS Num dia de muito frio Entre a geada e o nevoeiro Vê-se as belas castanhas Num lindo castanheiro Entre um copo de vinho Que vai aquecendo a alma Um pedaço de pão Com presunto ou chouriço Vai matando a fome Enquanto os dedos se picam Nas castanhas apanhadas E nos ouriços que se abrem Fogueira que aquece o coração E os pés gelados de frio Como é humilde E simples a felicidade Nas castanhas apanhadas Entre um copo de vinho Que aquece a alma Nos dedos que se vão picando Ao som da própria natureza Que tanto maltratamos E que nos dá tudo Tudo para o nosso proveito.