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Frases de Isabel Morais Ribeiro Fonseca

3.189 frases

⁠MULHER TRANSMONTANA A minha Mãe é a mais bela De todas as mulheres transmontanas
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⁠MULHER TRANSMONTANA A minha Mãe é a mais bela De todas as mulheres transmontanas O seu berço, o seu lar é Trás-os-Montes Aonde quer que se encontre, traz Nos olhos a luz do sol a arder Rios de sangue a correr de esperança Mulher forte, corajosa e mãe-heroína Chama de esperança, força da natureza Sem louvores ou medalhas, de agreste Sentimento pela raiz das tuas dores Que te criou entre o frio da noite E o calor do sol de extrema saudade Bendita sejas mulher transmontana Pelas fragas da tua beleza natural Nesta terra de giestas floridas de ternura.

⁠SENHOR HOJE MORRI Morri Senhor nos abraços dos anjos Já não há espera, não há regresso
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⁠SENHOR HOJE MORRI Morri Senhor nos abraços dos anjos Já não há espera, não há regresso Não há prendas, não há esquinas Onde se pode jogar às escondidas Olho o espelho, olho as flores Olho os narcisos brancos, que belos Olho a tarde que cai, aqui à noite Aqui me esqueço, mas tu que vivo te encontras Procura entre todas as sepulturas, a minha Ajoelha-te e reza uma bela oração Fica, escuta a erva a crescer onde pisas As lágrimas do que restou de mim nesta vida É a felicidade que vivi, as dores do que eu sofri No caminho das sombras em almas nuas Onde o sol deteve os pontos de luz Do meu duro coração, insanidade no espaço Vazio, pois nada quero, nada espero, há muito Tempo de calvário, em verdade estou aqui senhor Pois não me recordo do meu corpo, nem de mim Faço o caminho do destino no terço que guardo Afinal morri Senhor, espero ter deixado saudades Nas lágrimas de orvalho e na esperança do recomeço Não te esqueças de mim, espero estar à altura do teu céu Senhor.

⁠ SIM TU MEU AMOR, VOLTAR Se eu pudesse
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⁠ SIM TU MEU AMOR, VOLTAR Se eu pudesse Voltar atrás por momentos Seria talvez louca Mas procuraria na tua boca O sopro de vida Que me falta neste momento? Provoca-me, desperta-me Acaricia-me, sente-me, ama-me Provoca-me em versos Desperta-me os sentimentos Acaricia-me o rosto Ama-me em pensamento Escreve no meu corpo Letras ousadas Palavras alucinadas Deixa nele um rastro de fogo Envolve-me em desejos insanos Roça-te em mim com carinho Deixa-me cativa e perdida Sim tu, tu provoca-me Desperta-me, acaricia-me Sente-me, ama-me, sim...tu.

⁠HÁ PALAVRAS ESCRITAS Há palavras escritas Que deixam saudade
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⁠HÁ PALAVRAS ESCRITAS Há palavras escritas Que deixam saudade Soltas que deixam amor, paixão Que parecem que as beijamos Que nos deixam a esperança Tira-nos da escuridão Solidão e abandono Feliz de quem ama e sofre amando Amar é sentir, sentir é viver Viver de amor da paixão sentida No corpo, na alma, sofrida e perdida.!

⁠VENDAVAL DE SENTIMENTOS Vendaval de sentimentos Num regaço de palavras deitadas
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⁠VENDAVAL DE SENTIMENTOS Vendaval de sentimentos Num regaço de palavras deitadas Ao vento esquecidas, perdidas Num silêncio do tempo vago Ausência vestida e nua, recanto rebelde Solitário bordado nos olhos de cor púrpura Onde o rio seca da madrugada vazia Deposita a dor, a paixão de um coração corpo Onde termina a tristeza e começa o amor Há palavras escritas que deixam saudade Soltas que deixam amor, paixão Que parecem que as beijamos Que nos deixam a esperança Tira-nos da escuridão Solidão e abandono Feliz de quem ama e sofre amando Amar é sentir, sentir é viver Viver de amor da paixão sentida No corpo, na alma, sofrida e perdida.!

⁠AMOR DA MINHA VIDA Encontrei-te, desejei-te Amei- te, hoje és dono
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⁠AMOR DA MINHA VIDA Encontrei-te, desejei-te Amei- te, hoje és dono Do meu coração És só meu e amar-te É a melhor sensação Que existe neste mundo Morri mil anos à tua espera Esperarei mais mil para te ama Escreve-me e lê-me pelo mar que me banha a alma ou, se quiseres, ama-me loucamente pelas searas bordadas de tanto desejo que eu, te amarei pelas papoilas entre o trigo plantado ao vento e se desejares a lua, eu te darei as estrelas.

⁠HOJE MORRI NUM BOTÃO DE ROSA Morri num botão de uma bela rosa Morri e sei como ou talvez não saiba
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⁠HOJE MORRI NUM BOTÃO DE ROSA Morri num botão de uma bela rosa Morri e sei como ou talvez não saiba Uma coisa eu sei que vou morrer Morrer sozinha sem ti Só não sei o dia nem a hora Apenas sei que morri, morri triste, alegre As minhas irmãs no jardim Choram de tanta tristeza A chuva em soluços profundos Morri pela ausência da primavera Quando era um botão em flor Mas vivi pelo amor de alguém Alguém que ama muito as rosas De várias cores, perfumadas de amor Hoje não morri sobrevivi as agruras Do tempo esquecido no coração de alguém.