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Frases de Irmos Voltaire

34 frases

⁠O amanhã não existiu, nem nunca existirá. Apenas o momento.
⁠Eureca O poeta procurava desesperadamente, nos seus alfarrábios, o ensinamento que seria a chave para a compreensão de tudo, o ditado mágico que lhe abriria os olhos para o mundo verdadeiro, que ainda não existia. Mas era tanta coisa, coisa enganosa, erros sobre erros, que nem…
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⁠Eureca O poeta procurava desesperadamente, nos seus alfarrábios, o ensinamento que seria a chave para a compreensão de tudo, o ditado mágico que lhe abriria os olhos para o mundo verdadeiro, que ainda não existia. Mas era tanta coisa, coisa enganosa, erros sobre erros, que nem mesmo a sua intuição, muito desenvolvida, dava conta. Apelou para a sua bondade e tentou ouvir o seu coração, mas este estava enferrujado. O sangue era espesso e cada batida doía. Procurou usar a vontade, mas ela tinha se desgastado pelos anos de luta. Quando não havia mais solução, apelou para o nada e se lembrou que era uma criancinha, e, como tal, não tinha ansiedade, apenas queria aprender.

⁠Cabelos do rosto Eu estou numa luta com a barba há anos. Ela cresce, eu corto. Ela se emaranha, eu penteio. Ela fede, eu lavo. Ela me considera um apêndice e eu acho que tem razão: me recobre a cara, controla o que entra e o que sai e ainda me coloca no meu lugar, aqui, atrás d…
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⁠Cabelos do rosto Eu estou numa luta com a barba há anos. Ela cresce, eu corto. Ela se emaranha, eu penteio. Ela fede, eu lavo. Ela me considera um apêndice e eu acho que tem razão: me recobre a cara, controla o que entra e o que sai e ainda me coloca no meu lugar, aqui, atrás dela.

⁠Aqui no supermercado vejo aquela gente que age como pessoas que estão no supermercado. As pessoas são iguais, mas se comportam de acordo com um sistema se crenças. Os policiais e os bandidos matam igualmente, ocupando os papéis que lhes foram impostos. Nas guerras, todos fingem…
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⁠Aqui no supermercado vejo aquela gente que age como pessoas que estão no supermercado. As pessoas são iguais, mas se comportam de acordo com um sistema se crenças. Os policiais e os bandidos matam igualmente, ocupando os papéis que lhes foram impostos. Nas guerras, todos fingem aceitar que o ódio é a verdadeira saída para o coração. Tudo é convencional, somos levados agir por uma máquina que ninguém sabe quem criou.