As modernices da sociedade : Papá e Mamã ou Pai e Mãe.
As pessoas olham-te com alguma estranheza quando dizes: Papá e Mamã ao invés de Pai e Mãe.
Achando eles que, quem diz Papá e Mamã é de classe inferior ou de uma proveniência recôndida.
Ou seja, não pertencem as modernices da sociedade.
Ora vejamos: os portugueses e os espanhóis também dizem Papá e Mamã.
Os italianos também dizem Papa e Mama.
Italianos esses que têm uma das etnias mais conhecidas no mundo, os romanos, que pertencem a uma das mais antigas civilizações do mundo.
Só se os italianos, os portugueses e os espanhóis não forem europeus modernos.
Esses são os tabus criados pelas pessoas que se acham tão superiores por dizerem Pai e Mãe em detrimento dos que dizem Papá e Mamã.
Talvez o líder mundial da igreja católica não tivesse o título de Papa.
Não é da maneira que nos chamamos que define de onde somos ou o nosso nível.
Nós somos aquilo que nós conquistamos, independentemente de dizermos Papá e Mamã ou Pai e Mãe.
Oliver Tuki Mtukudzi.
Encantaste os corações desprovidos de alegria com o timbre da sua marcante voz.
E com os acordes da sua guitarra, levantaste multidões.
Hoje foste embora fisicamente, mas em nossas mentes, eternamente viverás.
Os grandes homens nunca morrem, e contigo não há excepção.
Deixaste-nos as suas músicas como a maior herança.
Já pensei que seria fácil e não foi.
Já pensei em não fazer, mas acabei fazendo.
Já pensei que iria conseguir e não consegui.
Já pensei em desistir e não desisti.
Já fiz algo que não quis fazer.
Já chorei por quem não me quis.
Já fiz o que nunca me imaginei a fazer.
Por isso nunca desista dos teus sonhos.
Lute cada dia até concretiza-lo.
E quando conseguires, continua a lutar.
Há pessoas que não conseguem viver sem falar mal da vida alheia.
E muitas dessas pessoas, não são exemplo para ninguém.
Pessoas com vida exemplar, preecupam-se com a sua vida e em fazer mais dinheiro.
Vêem os outros com inspiração e não com inveja.
Agradecer a Deus por me conservar até os dias que correm.
Eu sei e reconheço que não tenho frequentado a sua casa, mas o senhor tem me abençoado.
O senhor tem guiado e iluminado os meus Paços.
Por isso e mais coisas, muito obrigado.
Vi-a na paragem, e tentei lembrar-me de onde a conhecia.
Puxei a memória, mas nada me ocorria.
Afinal de contas tratava-se da mulher que outrora maltratei.
Sim, era ela mesma, a Patrícia.
Como o mundo dá voltas.
Às vezes leva-nos com ele, e às vezes arrasta-nos, deixando-nos à nossa própria sorte.
O que poderei dizê-la, depois de tudo o que a fiz passar.
Nenhum perdão do mundo será capaz de fazê-la esquecer tudo o que passou por minha causa.
Ao invés de amá-la, a maltratei.
Perdoa-me, eu sei que te magoei intensamente.
O que mais posso dizer-te para além de perdão.
Nada que eu faça, nem mesmo o impossível, mudará o que aconteceu.
Magoei quem sempre esteve comigo, magoei quem apostou todas as cartas em mim.
Quando eu desacreditava em mim, eras tu que me incentivavas.
Hoje peço perdão, e continuarei a pedir até o resto da minha vida.
Por favor perdoa-me.
O que dizer de ti, meu irmão, que ajudaste-me a concretizar o meu sonho.
Foste o patrono de todo esse projecto que hoje chega ao fim e que foi concretizado com sucesso.
Abdicaste dos teus sonhos para concretizar os meus.
Deixaste de realizar a tua vida para permitir que eu realizasse a minha.
O que mais posso dizer, para além de obrigado.
Perdí meu pai muito cedo, tinha apenas 8 anos de idade.
E de lá para cá, a minha mãe teve de ser Mãe e Pai.
A minha mãe abdicou de sua própria vida para cuidar nós.
Deixou de viver a sua vida para permitir que nós vivêssemos a nossa.
Nem sempre a vida nos sorriu.
Enfrentamos momentos difíceis e juntos superamos.
Tínhamos em uma só pessoa todas as mães do mundo.
Vi-a pela primeira vez e nunca mais me esquecí da sua linda face.
Foi fascínio total á primeira vista.
Ela tem uma beleza que se-lhe-reconhece.
Fiquei na rua em quarentena para ver se ela voltava a passar, e nem sinal dela.
A procurei pela Matola á dentro e nada dela.
Já não sei por onde mais procurá-la.
Ficou em mim apenas a saudade, que somente a vontade de voltar a vê-la é que poderá matá-la.