Quem faz o bem pela recompensa proposta nada difere de quem evita o mal por medo da punição.
Frases de Hermes C. Fernandes
71 frases
Se todos dedicassem suas energias na felicidade do outro, este mundo se tornaria num paraíso. Distraídos conosco mesmos, alimentamos as chamas do inferno.
O que eu não disser nas linhas, talvez possa ser encontrado nas entrelinhas.
Nosso ciúme é proporcional ao reconhecimento de que outro poderá proporcionar felicidade maior a alguém do que a que estamos dispostos a oferecer.
A grande ironia da vida é que nossa felicidade depende do outro. Deus escolheu que fosse assim para que não fôssemos autossuficientes.
Sabe o que é mais frustrante? Há quem saiba fazer o outro feliz, porém não pode. Enquanto há quem possa, porém na queira.
A diferença entre ciúme e inveja? Ciúme é não querer compartilhar o que é nosso. Inveja é querer o que é do outro. Duas mãos de uma mesma estrada chamada egoísmo.
O segredo da felicidade não está no mundo das coisas. Somente pessoas têm o poder de nos fazer felizes. O problema é que elas estão tão ocupadas na aquisição das coisas, que se esquecem do essencial.
Urge redescobrirmos Jesus e Sua mensagem subversiva de amor. Isso desencadearia uma revolução sem precedentes na história humana.
Imagine uma banheira. Se o ralo estiver aberto, toda água que nela cair será sugada e ela jamais se encherá. Mas se estiver fechado, ela não apenas se encherá, como também transbordará, inundando o banheiro. Assim somos nós. A fonte da vida está sendo jorrando. Se o ralo do nosso…
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Imagine uma banheira. Se o ralo estiver aberto, toda água que nela cair será sugada e ela jamais se encherá. Mas se estiver fechado, ela não apenas se encherá, como também transbordará, inundando o banheiro. Assim somos nós. A fonte da vida está sendo jorrando. Se o ralo do nosso egoísmo estiver aberto, sugará tudo ao redor. Mas se estiver fechado, transbordaremos a ponto de beneficiar todos à nossa volta. Portanto, só é possível encher-nos do Espírito, se vedarmos o ralo de nosso egoísmo.
Quando levar a sério da felicidade do outro, você, finalmente, estará preparado para ser feliz.
Apesar de almejar ser correspondido, o amor não depende disso para subsistir.
Sabe qual o pecado mais cometido pelos crentes e menos cometido pelos ateus? Tomar o nome de Deus em vão.
Só se contenta com o raso quem jamais experimentou as águas profundas.
A diferença entre amor e paixão é que a paixão tem como objetivo o bem do apaixonado, o amor objetiva o bem de quem se ama.
Se eu perder a esperança, meus filhos serão reféns do desespero.
Deus costuma ser tão discreto que pede que não usem Seu nome à toa.
O amor não arde em ciúmes porque abre mão da pretensão da posse.
Quem lhe pede prova de amor, prova que não lhe ama.
Ideal Não é por fama ou por aplauso, Nem pela luz do holofote
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Ideal Não é por fama ou por aplauso, Nem pela luz do holofote Se o escândalo eu causo Se houver soberba que eu arrote Que esta chama, que este alvo Em mim se apague, alguém sabote Que milagre ou prodígio, Vai impor o meu querer? Não busco a posse ou o prestígio, Nem o prazer, ou o poder Mas... Um ideal pelo qual morrer Um amor para o qual viver Ao oprimido estendo a mão Às injustiças eu cerro o punho Ao desterrado, pedaço de chão Ao desesperado, meu testemunho Saio às ruas para proclamar Que um novo tempo já se insinua No horizonte a esperança a raiar Que a distância entre nós diminua E o que a mão esquerda fizer A direita não saiba jamais Que eu sofra a perda que vier Mas não desista, nem olhe pra trás O Seu amor hei de manifestar No sacrifício pelo semelhante Com o Seu perdão quero aterrar o precipício que houver adiante Quero ser voz para o mudo para o mais fraco, hei de ser um escudo Quero ser luz no escuro Faz de mim seta que aponte o futuro
Catequese Quanta pretensão a minha! Achar que detinha
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Catequese Quanta pretensão a minha! Achar que detinha o monopólio da raça Que estupidez a minha! Pensar que eu vinha com o portfólio da graça Eu com catequese Tu com hospitalidade Um rio que não se represe desafia minha vaidade Eu, civilizado Tu, selvagem Eu, educado Tu, à margem Teu sorriso fez calar o meu sermão Onde piso não há lama, não há chão O meu siso já nasceu, dói mais não Meu juízo se perdeu na razão O que pensava te levar Tu trouxeste a mim O Deus que fui te apresentar Surpreendeu-me enfim Minhas roupas, meus costumes Não parecem te atrair Tu me poupas de queixumes Te contentas com o que vir Não bastasse a pretensão de impor as minhas crenças Além da religião Também trago-lhe doenças Pela fé no deus do império Te escravizo, te anulo Roubo todo teu minério Te ironizo, te rotulo Quem levaria a sério interesse travestido de amor Se em nome do Mistério se explora até a dor? Com a cruz que se estampa tanto escudos e brasões Se conquista, se acampa tantos mundos e rincões Se déssemos ouvidos ao que diz nosso Senhor Em vez de oprimidos, gente livre em amor Que vergonha, que vexame Deus não está nas catedrais E quem sonha, busque ou ame, Vai encontrá-lo nos quintais Sob pontes, a relento Em barracos de sapê Na favela, assentamento onde ninguém quer ou pode ver Não te afrontes, te apresento Nosso Rei e bem-querer
Em Sua soberania, Deus resolveu sabotar os sistemas deste mundo, infiltrando-nos entre suas engrenagens injustas e corrompidas.
Como posso dizer que amo ao meu semelhante, sendo conivente com estruturas que o oprimem?
O próximo a quem devo amar não é apenas quem está ao alcance de minhas mãos, mas também quem está ao alcance dos meus olhos, bem como quem virá depois de mim.