Como você pôde trair a mim, o cara que te amou acima do orgulho!? Deve ser mesmo isso, amor em excesso
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Como você pôde trair a mim, o cara que te amou acima do orgulho!? Deve ser mesmo isso, amor em excesso pede pra ser testado.
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Como você pôde trair a mim, o cara que te amou acima do orgulho!? Deve ser mesmo isso, amor em excesso
Como você pôde trair a mim, o cara que te amou acima do orgulho!? Deve ser mesmo isso, amor em excesso pede pra ser testado.
Por trás das cortinas, todos os pedaços se ligavam em mim; eu mantive os nos atados no escuro e sabia de tudo, fingi subir no muro, quis acreditar que teu céu não era azul, mas você pode descansar agora; se não podes ficar,
Por trás das cortinas, todos os pedaços se ligavam em mim; eu mantive os nos atados no escuro e sabia de tudo, fingi subir no muro, quis acreditar que teu céu não era azul, mas você pode descansar agora; se não podes ficar, vá embora, procure ser feliz, e não me chames mais, e se for chamar: faça-me crer, faça-me feliz como eu te fez um dia.
Cap. 1 - Sementes de discórdia militar!(organização dos cravos e rosas de combate)
Deus existe, e é onisciente e onipresente porque está em todos os lugares, na pedra, na arvore, no rio, nos pássaros, nos carros, nas estrelas e planetas, dentro de mim, dentro de ti, e vendo por nossos olhos, Deus pois um pouco de si em tudo que criou, bendito artista.
Eu não vou pedir pra você não ir embora, quando meu coração ficou partido naquela cama, você não se comprometeu; não me deves nada, esta gaiola não tem grades, nem portas;
Eu não vou pedir pra você não ir embora, quando meu coração ficou partido naquela cama, você não se comprometeu; não me deves nada, esta gaiola não tem grades, nem portas; eu não guardaria rancor, nunca fui teu guia, já tens a quem amar; eu não vou acenar da porta, não te verei dar as costas; prefiro fingir que estas no quarto ao lado, e que eu não descobri que nunca vais me amar!
Parede que desbota, o sol tem te castigado? Meus filhos, meus frutos, meus amores, se foram; construí essa cidade com meu suor,
Parede que desbota, o sol tem te castigado? Meus filhos, meus frutos, meus amores, se foram; construí essa cidade com meu suor, a destruí por orgulho, e quem está destruído agora? Leve-me contigo, faça-os barganhar por mim, um rei chorão. A parede desbota, a chuva a tem castigado, em algum lugar, meu filho colhe o trigo, não aqui comigo, em um outro lugar, onde não há paredes desbotando, onde não há dor, onde o orgulho morreu, onde há um Deus, e eu não chegarei lá, não porque estou cego e não acharei o caminho,não; não porque estou preso e os ferrolhos seguram minh'alma, não; não o verei porque o portão que leva aos céus é pequeno, daqueles que só passaríamos curvados como o trigo colhido, eu me fiz de joio-arrogante, eu destruí meus sonhos, culpei Deus covardemente, verei a parede desbotar, como um não-sábio que medita.
Tua vida não está nas mãos de Deus, ele não quer um filho preguiçoso !
Quem manchou nosso tapete com este vinho sagrado? tudo que te salva lhe matará também, lei da vida, lei da morte, por que estou sempre tão zangado, a vida não é mesmo bela!?
Quem manchou nosso tapete com este vinho sagrado? tudo que te salva lhe matará também, lei da vida, lei da morte, por que estou sempre tão zangado, a vida não é mesmo bela!? nem sempre o certo vence, as vezes falta força na hora de bater cabeças, a formiga descobriu a escravidão, mas ela é pequena demais pra queixas, eu não tenho forças, porém ainda estou de pé, eu não tenho folego, porém respiro a brisa da manhã, me libertei do ódio, mas quando eu bato, todos caem, e bato forte, baixa energia é tristeza, coração partido, e o ódio pode ser amor ferido, talvez eu não seja tão mau quanto dizem meus "amigos", apenas outro poeta eleito vilão, então deixem-me sozinho agora, tenho outra mancha de vinho pra limpar.
Estrela azul, conta-me onde nasceu teu ódio, por que não ser comum e amar, conta-me, explica-me onde vais em teus dias errantes,
Estrela azul, conta-me onde nasceu teu ódio, por que não ser comum e amar, conta-me, explica-me onde vais em teus dias errantes, onde te escondes do teu ódio, em que buraco devo cavar? diga-me como tirar os dentes da naja, como domar teus olhares, para que eu possa beija-la, conta-me os segredos dos teus caminhos escuros, conta-me com quem deitarás, eu te amo maldita estrela decadente, quero muito te apanhar no colo, porque não ficas um pouco mais? Todos aqueles heróis, pra onde correm quando frio? Eles não choram por amor? Não temem a solidão? Minha pequena estrela azul turquesa, eles não te amaram? Pobre é teu coração zangado, magoado deixa um rastro de ódio no céu; leva-me contigo, eu tenho ódio pra oferecer também, deixe que eu te mostre como te amo, permita-me te castigar também, e assim, só assim terás de volta o que me deu: dor!
O universo dentro de mim esta triste, baixa rotação e pouca luminosidade, seriedade tomou a casa e moveu os moveis de lugar, ainda há muitos anos pra se viver(varrer)...
De todas as estradas por onde passei, em qual delas eu abriguei em meus braços essa dor? eu só queria você pra mim, troco tudo, trocaria tudo,
De todas as estradas por onde passei, em qual delas eu abriguei em meus braços essa dor? eu só queria você pra mim, troco tudo, trocaria tudo, nunca aprendi a te esquecer, alguns amores são eternos, e você sabe bem disso, você me ensinou, e eu aprendi muitas coisas; o drama é o de sempre, os personagem também, eu e você, e só eu agora, trocamos o que havia por dentro de nos, lembras? lembras que eu te amei? me carregas contigo, e sinto que não serei feliz enquanto não te tiver pra mim, a chuva de outubro la fora me faz pensar quão tolo eu fui ao te deixar pra trás, eu menti, eu pequei, mas não morri, muito ainda deve ser feito por nos dois, devo estar cego ao crer em algo assim, mas talvez a luz da razão só apreça pros cegos de coração, e cego ou não, eu já me perdi há muito tempo atrás.
Eu não espero nada de ninguém, as pessoas não me darão nada de volta, eu sou bem pessimista e cético em relação a isso,
Eu não espero nada de ninguém, as pessoas não me darão nada de volta, eu sou bem pessimista e cético em relação a isso, abri-lhes as portas do seleiro para que venham me saquear, muitos ladrões travestidos de amigos/amores, dispostos a levar de tudo, minh'alma ficou, objeto vulgar e sem valor, ando por ai nu, sujo e de mão estendida, e ainda tenho muita esmola pra dar, mas por favor nenhum nesse mundo venha me ajudar, pois os que agradecem recebem de mim um abraço gentil, como um brinde no ovo de pascoa, mas os que retribuem o abraço, esses sim ganham por mérito um lugar no meu coração, bendita gratidão inexistente!
Não diga que se comove, não diga, você teria lutado, eu sei, sei que lutaria por comoção, então não minta, eu sou a chuva que não te molhou,
Não diga que se comove, não diga, você teria lutado, eu sei, sei que lutaria por comoção, então não minta, eu sou a chuva que não te molhou, vosso maldito coração sabe usar um guarda-chuva, enquanto noite a dentro dança o punhal que sacrifica os amores, que castra os homens românticos, e domina as meninas carentes, eu sou a morte poética, e venho lhe buscar de forma bruta, insensível, estarei naquele quarto junto a você, olhe atento, só tu eu não beijei ainda.
Então, quando eu acreditava ter curado a vida, o ódio irracional voltou pra me devolver o chicote, eu sou culpado, e ninguém responderá o contrario,
Então, quando eu acreditava ter curado a vida, o ódio irracional voltou pra me devolver o chicote, eu sou culpado, e ninguém responderá o contrario, ninguém lutará em minha guerra perdida, nem eu, eu sou meu amigo, meu deus e amor, este é um juramento para o erro, meus olhos se voltam pra dentro e o caos toma conta do jardim azul, eu pus fogo no meu santuário e rasguei meus desenhos com as garras e o tigre me deu, então só assim pude ver as flores morrerem, vermelho celeste no azul-jardim e tudo morre, cinzas escandecentes tomam o ar dos meus pulmões, eu matei a mim mesmo, eu matei você leãozinho, eu preciso chorar, mas tenho trabalho a fazer.
eu te odeio eu me odeio tbm isso tudo vai passar
eu te odeio eu me odeio tbm isso tudo vai passar junto com o amor q ainda sinto por ti essa ferida se fechará, e poderemos rir disso eu n te mereço, e tu não me mereces pq eu te amo, e n tenho motivos pra não te amar pq és maravilhosa demais p eu te esquecer de pressa eu n te odeio, mas queria so me restaram os versos Adeus!
Quero ser eleito teu homem-travesseiro, para que teu corpo amanheça feliz, florido; quero dividir meus tesouros contigo, meu nome e coração,
Quero ser eleito teu homem-travesseiro, para que teu corpo amanheça feliz, florido; quero dividir meus tesouros contigo, meu nome e coração, quero sentir teu sangue em minhas veias, teu perfume; amo amar o meu amor, amo me ter em teus olhos; faça de mim teu homem-menino no intimo do ventre; só teu, só o teu eu desejo, deita em mim, fica assim: pertinho, fazes de mim um Pierrot feliz, sambante; tristeza nunca mais, solidão nunca mais, o rancor ficou pra trás e amém!
Morre em mim, morre aqui, malditos sejam estes poemas de fonte infinita, inesgotável, maldito é o seu autor!
Meu coração grita bem alto: " fica comigo moça!" mas meu cérebro fala ainda mais alto: "moça, você quer ficar comigo!?".
As portas do meu coração só se fecham pelo lado de dentro, você saiu e elas ficaram abertas.
Palhaço, é isso que eu sou!
Mais 3 anos sozinho!? o que eu ainda devo aprender senhor?
É como caminhar na praia, caminhar sozinho e com frio a beira mar.
Frio, estático, dormente ficou o que pulsava forte em mim...
Agonizei, agonizei, agonizei, agonizei, e enfim morri.