Ventos Oh ventos de força forte! Eis que contra mim assoprais.
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Ventos Oh ventos de força forte! Eis que contra mim assoprais. Para me derrubar tentais. Vós, que me quereis levar à morte. Mas eis que as águas do Mondego! Nesta cidade, de vós, me vêm proteger. Pois força vossa, não é tanta, nem o temer, Nem de vós, tenho medo!.. Pois eis que um rio de vida, Este Mondego, alimenta. Cujas águas, vêm ainda, De um rio, mais alto, Mais alto, que a vossa tormenta, Que corre de um eterno planalto!