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Frases de HELDER DUARTE

1.236 frases

⁠Ventos Oh ventos de força forte! Eis que contra mim assoprais.
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⁠Ventos Oh ventos de força forte! Eis que contra mim assoprais. Para me derrubar tentais. Vós, que me quereis levar à morte. Mas eis que as águas do Mondego! Nesta cidade, de vós, me vêm proteger. Pois força vossa, não é tanta, nem o temer, Nem de vós, tenho medo!.. Pois eis que um rio de vida, Este Mondego, alimenta. Cujas águas, vêm ainda, De um rio, mais alto, Mais alto, que a vossa tormenta, Que corre de um eterno planalto!

Livrar-se-á ⁠Mas nesse tempo se levantará o arcanjo Miguel, o grande príncipe que protege os filhos de Israel.
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Livrar-se-á ⁠Mas nesse tempo se levantará o arcanjo Miguel, o grande príncipe que protege os filhos de Israel. E haverá um tempo de angústia, como nunca houve, desde que na terra há nação, e muito povo. Mas nesse tempo, livrar-se-á o povo de Israel, sim todo aquele que se achar escrito no livro. Muitos que estão, mortos debaixo da terra, ressurgirão, de toda e qualquer era. Uns irão para a vergonha eterna, e outros, para a vida eterna!... Os sensatos terão comunhão fraterna. E brilharão como o brilho do fimamento, desde aquela hora e em toda a era, e para mesmo todo o sempre!... Baseado em Daniel 12:1-3 HelderDuarte

⁠Mais alta Ai minha mãe! As estrelas!... Como são lindas!...
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⁠Mais alta Ai minha mãe! As estrelas!... Como são lindas!... Lindos são teus filhos!... Lindos são teus olhos!... Lindos são teus cisnes brancos! E os teus laranjais nesse pomar! Lindo é esse teu Alvor!... Sim, mulher de Portimão. Terra de dor. Cidade, a quem dei o meu amor! O meu Ser, mesmo sem nada ter... Te o dei! Oh terra mãe da caridade! Até que vá à alta terra... Terra, sem mar , sem guerra!... Pois mãe! Esta é a mais linda e alta, do Ser!

⁠Vinde Vós todos os que tendes sede, Vinde às águas, e os que não tendes dinheiro, Vinde comprar.
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⁠Vinde Vós todos os que tendes sede, Vinde às águas, e os que não tendes dinheiro, Vinde comprar. Vinde e acabai com as vossas tantas mágoas. Vinde comprai, sem nenhum dinheiro a pagar. Porque gastais o dinheiro, naquilo que não é pão? E o produto do vosso trabalho, naquilo, que não satisfaz. Ouvi-me com toda a vossa e muita atenção! Ouvi-me e comei o que é bom, e ao vosso ser bem faz! Para que a vossa alma se satisfaça com o melhor, Inclinai os vossos ouvidos, e vinde a mim!... Diz o Senhor, ouvi pois deste modo assim. Ouvi e a vossa alma viverá, assim se fará. Nunca mais direis "hoje vou de mal a pior"! Para sempre o vosso ser vida eterna terá!... Baseado em Isaías 55: 1-3

⁠Tony Carreira Tony Carreira, meu amigo! Obrigado por cantares tão bem!
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⁠Tony Carreira Tony Carreira, meu amigo! Obrigado por cantares tão bem! Tu cantor de cantigas, a quem eu sigo. Cantas com o dom do além! Alegria me deste à minha vida. Com tua a cantar, alma! Cantas bem, com calma. És o melhor cantor, de sempre e ainda. Cantas com o teu coração... Com tanto sentimento e emoção. Cantas bem de verdade! Cantas lindo nesse teu cantar! Nesse teu gesto de amar. Cantas com toda a liberdade!

⁠Em Vão Em vão são os impérios dos tempos. Em vão o sangue, dos imperadores,
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⁠Em Vão Em vão são os impérios dos tempos. Em vão o sangue, dos imperadores, Que morreram, pelos seus pecados. Foram eles os Césares, pecadores, Que fizeram muitos terrores... Na história da humanidade. Vaidades foram estes senhores, Que aos povos, tiraram, a liberdade. Mas eu ungi o meu rei... Sobre o monte de Sião. Ele está vivo, mais que a lei. Venceu a morte no tempo. Que não foi em vão. .. E reinará para sempre...!

⁠O corridinho O dançar o lindo corridinho, Ninguém o faz, como o marafadinho!
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⁠O corridinho O dançar o lindo corridinho, Ninguém o faz, como o marafadinho! O moço do Algarve é marafado. E também muito ousado! Ele tem na alma a ação... E dançar, faz com emoção! Dançar bem, não há como ele. Tem o espírito de alegria nele. Tu algarvio! Danças bem e lindo. Esse dançar efectua... Sempre nesse teu acto, sorrindo! Dança algarvio dança... Em esperança continua. Nesse gesto, que não cansa!!!

Mestre de Avis E o povo ao mestre de avis acudiu, que em sua ajuda, logo saiu!...
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Mestre de Avis E o povo ao mestre de avis acudiu, que em sua ajuda, logo saiu!... ouvi povo: Matam o mestre! Mestre! Tu tudo nos deste! Nós povo somos contra, a rainha Leonor Teles! Toma de nós tu conta, E não aquela mulher reles. E o povo e Burguesia, ao mestre apoiou, que o trono ele ganhou! E Portugal naquele tempo, a Espanha não queria, Mas com D. João I ficou contente! ⁠

⁠Edom Quem é este que está vindo de Edom, De Hora vem de vestes tintas com...
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⁠Edom Quem é este que está vindo de Edom, De Hora vem de vestes tintas com... Este com força e grandeza forte... Ele que fala com verdade e vem do norte. Ele vem para ser juiz do mundo. Pois antes foi seu salvador... Porque são vermelhas as roupas e tudo? Porque eu sou o Grande senhor! Eu sozinho pisei o lagar de vinho. Das nações, ninguém esteve comigo. Que me fosse como amigo! Por isso eu estou sozinho... Nesta grande acção de julgar O mundo, a quem antes dei o amar!

⁠Vinde Vós que me ouvistes! E que me chamais, maluco, eis que venho a vós, com o tema que de Deus escuto,
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⁠Vinde Vós que me ouvistes! E que me chamais, maluco, eis que venho a vós, com o tema que de Deus escuto, deixai vossos poemas, e o de Deus só escutai sim! Vós Mundo, Portugal e Brasil ouvi, sim fazei isso assim, Buscai o espírito de Deus para vós, enquanto está perto, Fazei isso, porque, o reino de Deus está muito, aberto, para vós nesta hora, agora sim, diz o Senhor, Jesus Cristo, Escutai vinde a mim, os que tanto Chorais nesta hora, insisto. Oh tu pobre e rico, vem para mim, Vós mansos e selvagens, Isto ouvi pois o meu reino está próximo, tende coragem, para virdes. , a mim. enquanto a porta está aberta! Eu sou Deus grande e todo poderoso, para as riquezas, do céu vos dar, sim! Diz o Deus de toda a terra e proezas, Vinde a mim e a vossa vida, para sempre, estará, certa! H

⁠Apóstolo E quando eu o vi, Aos seus pés caí!...
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⁠Apóstolo E quando eu o vi, Aos seus pés caí!... E eis, que fiquei, como um morto! E diante d'ele, permaneci, torto. Mas este, que é o eterno, Me tocou, com sua destra. A mim, João, que fiquei também, trémulo. E disse-me: Palavra esta... Olá João amigo, meu! Porque tens medo? Sou Jesus, sim, sou eu! Então, não temas! Para ti , vim cedo, E te digo: Vai! Anuncia no tempo, as cousas eternas!...

⁠A Luz E lhes disse, por hora: Pergunto-vos, vem a candeia,
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⁠A Luz E lhes disse, por hora: Pergunto-vos, vem a candeia, Para ser posta, Em lugar, que alumia? Ou debaixo do alqueiro? Lugar, onde não há luz! Mas trevas produz... Ou põe-se, debaixo da cama, primeiro? E não, antes no velador? Que alumia, toda a casa... Com resplendor! Por isso, pondo as vossas, em sitio alto. Para que luz, haja... Em vós, cama e todo o quarto!

Não Sou do Niilismo! Nem desse movimento. Está totalmente errado, esse sentimento. Eu sou antes de tudo, um sofredor...
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Não Sou do Niilismo! Nem desse movimento. Está totalmente errado, esse sentimento. Eu sou antes de tudo, um sofredor... Mas sei em quem creio, apesar da dor!!! EU CREIO EM DEUS, EM DEUS, EM DEUS... NÃO ESTOU NO VÁCUO, COMO ESSES. APENAS SOFRO, SOFRO... PESARES MEUS. E NÃO, COMO AQUELES, DELES... Estou mal , em baixo, sem força... Mas tenho esperança, ainda... Ainda... Contudo, carrego una pesada trouxa. Mas espero em Deus, em Deus,,, E na sua nova, aqui vinda!... Por isso canto, cânticos, estes seus! ⁠

Sim! Voltei!... Voltei!... Voltei...Aqui!... Pois. Sim, porque ainda que morto, qu'estou... Esta é uma morte de vida... Pois vida eu sou.
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Sim! Voltei!... Voltei!... Voltei...Aqui!... Pois. Sim, porque ainda que morto, qu'estou... Esta é uma morte de vida... Pois vida eu sou. Sabei então, o porquê, de ter voltado hoje! Mas eu não o sei! Eu nada entendo... Não sei... Pois nada compreendo! Quereis saber mais?!... Mas, eu nao o sei. Nem, eu sei nada! Nem mesmo vós, da lei... Mas uma cousa sei, enfim: Voltei... Sabeis porquê?! Nisto, em verdade, sei... Porque eu vos amo... Tanto!...Tanto!... Com este amor, meu. Só meu... Meu... Qu'é vida!... Mas, não é igual ao teu... Este!... É meu! Com o qual, eu ainda, canto! ⁠

⁠Luto ainda! Ainda! Sim! Luto, por aquilo que não consegui. Mas que um dia terei, enfim!
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⁠Luto ainda! Ainda! Sim! Luto, por aquilo que não consegui. Mas que um dia terei, enfim! Pois, não o tive, neste tempo aqui. Mas luto, contra mim! Contra, tudo e todos! Pois, vim cá, para lutar, assim. Contra, vós e outros… Ele, me ordenou, pois: Luta, ainda, ainda, sim, Ontem, amanhã e hoje! Eis qu’essa luta, findará E virás, um dia a mim! Onde, não há lutas, cá!

⁠Os Cisnes O que sou?!... Já que só estou.
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⁠Os Cisnes O que sou?!... Já que só estou. Sou eu... Só, neste ser meu. E este eu... É ainda amigo, teu. Estando nesta solidão, Se deixares, te darei a mão... Para ânimo, darmos, Aos brancos cisnes... Para com eles, juntos nadarmos... Em lago este. E às aves, cantarmos. Novos cânticos rítmicos... Para que nadem firmes, os cisnes!

⁠Vive Vive! Vive! Jovem!... Mas vive de tal ordem,
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⁠Vive Vive! Vive! Jovem!... Mas vive de tal ordem, Que tenhas a morte, em ti morta. E a vida, bem viva em tua casa e porta... E em passando p´los trigais, Aprende, o canto da cotovia, E aos ceifeiros, o envia. Para que sintam alegria e não dêem mais ais... Caminha por verdes, pomares. Mas não comas, fruta... Nos grandes laranjais... Olha os melros que cantam, Sua canção. Aprende e escuta... E ensina, o cântico aos homens, para que viver aprendam!

⁠ Sou louco, enfim é verdade! Mas antes, quero esta loucura!
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⁠ Sou louco, enfim é verdade! Mas antes, quero esta loucura! Do que outro estado, sem liberdade! Porque sou livre! Neste estado, que perdura. Louco! Mas quem é louco?! Eu?... Ou os outros que me perseguem? Tu também, o és. Nesse sentir teu. Eu sou! Mas sou, porque assim, louco me fizeram! Tu tornas-te louco! Louco!... louco!… Eu não. Nunca fui de outro modo… Nasci louco e continuei… Mais um pouco! Mas tu és louco e não eras!... Eu sendo, sempre louco, estou amando sem medo. Com amor de loucuras de outras, eras!

Amália ⁠Amália que no céu cantas... Com essa voz que a Deus encantas!
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Amália ⁠Amália que no céu cantas... Com essa voz que a Deus encantas! Em paz já estás... Nesse lugar, onde não mais chorarás. Amália tu fostes amar! Para este povo, do Luso mar. Que talhou, no rio da vida... As tábuas de sua, dura lida. Fica sabendo, oh povo! Que Amália, foi mãe minha, No pranto, que em sua, minha vida, houve... Mas este fado findará, Bem depressinha... Com Deus e ela, meu ser eternamente, cantará!

⁠Rosa de Saron Cravos e rosas, uni-vos! E vós tulipas, antúrios.
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⁠Rosa de Saron Cravos e rosas, uni-vos! E vós tulipas, antúrios. E vós, do campo lírios... E nesse lugar, vós goivos! Abraçai a Rosa de Saron, Que mãe vossa é. Ela vos dá todo o dom. E a mim, também até. Oh flores de distintas cores! Com ela avançai, avancemos, Sobre este jardim nosso e d´ela, trabalhemos. Para que tenha, cores suaves E nele, eternamente... Gloriosos, cânticos, entoem as aves. Então nele se sentirá... Para todo o sempre... Vosso perfume, que em nós permanecerá!

⁠Eu vim cá! Sim vim! Naquele dia! Mas para que seria!?
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⁠Eu vim cá! Sim vim! Naquele dia! Mas para que seria!? Que naquele dia… lá… Eu vim lá e cá! Sim! Lá e cá e em todo o lugar Sim a Monchique e a Alvor, eu fui! Sabeis, para que fim? Para amar! Para ser, um para Deus, louvor! E sabeis mais?! Sabeis?! Eu o sou! Eu sou! Não o sabeis? Eu não sou ele, não… Mas amo-o tanto…! Tanto!... Sou dele portanto! Eu vim aqui para morrer! Também, vim para sofrer. Também, vim para fazer guerra! Também, vim para ser amigo, do que erra! Meu nome é sofrimento. Filho do tempo e tormento. Ainda filho do mundo e do vento. Também é nada e tudo… Pois eis que estou no mundo. Para que então, nasci, lá!? Para isso pois eu vim. Eu em verdade! Sou alguém! Sim! Mas também não sou ninguém enfim! Eu sou vosso! Para me matardes! Para não, me amardes!... Para aguentar com tudo. Como vosso peso imundo! Sou tempestade e dor. Mas também, calor e amor! Confusão e depressão! Mas, também homem de acção! Enfim! Sou o que vós, não sois! Sou eu; Só eu!... Não há outro, igual pois… Sou lindo! Lindo e feio! Mas sempre forte, no que um dia veio! Sabeis quem sou? O mal… Mas também, o bem. E assim vou indo, ao céu, no final. Quer vós quereis, quer não! Pois, meu nome é Jerusalém… Terra de Melquisedeque, rei de Salém…

Eis oh povo, mundo e poetas de arte! Sabei uma verdade eterna! Meu nome é Helder Duarte!...
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Eis oh povo, mundo e poetas de arte! Sabei uma verdade eterna! Meu nome é Helder Duarte!... Meu nome é imundo e aquele que erra! Mas oh povo e Portugal! Oh pinhais de Leiria!... E reino de Bal, E terras do rei, Faria! Sabe tu existência, que eu vivo eternamente. Não há morte em mim!... Nem nada de mal, concretamente. Porque, havendo em mim, o mal, A fé no bem e meu amar, enfim. A vida me traz afinal!... ⁠

⁠Tentei calar a minha boca, a qual me disse, Cala-te alma imunda e perecível tanto. Sim, faz mesmo só e sempre isso!
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⁠Tentei calar a minha boca, a qual me disse, Cala-te alma imunda e perecível tanto. Sim, faz mesmo só e sempre isso! Então me calei e isso realizei, portanto. Mas dentro de mim as entranhas se revolveram, e dando um grande clamor, calado, não fiquei, e um novo cântico, de fresco eu entoei. E dos poemas minhas musas não se calaram. Ainda com mais força eu tanto gritei, sou poeta de cânticos do além, Isso eu já há muito que o sei! Portanto não mais me calarei, mas com a força que meu ser tem, do bem eu muito e ainda falarei!

Voa flor , voa , voa! Com o manso vento!… Como no outro tempo.
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Voa flor , voa , voa! Com o manso vento!… Como no outro tempo. Voa passarinho e teu cântico entoa! Esse pássaro, sou eu sempre. Aqui e agora e no tempo. E depois, no futuro. Onde, não mais., há na vida, furo. No futuro, que não passa. Nesse não passar, de nome jardim. Onde a minha flor, jamais, seu ser disfarça. Porque eu passarinho e flor, voarei. Sempre, sempre, sempre , enfim! ⁠