Não Há Urgência Para Justiça Não há urgência para justiça no Rio de Janeiro, pois o juiz de plantão também precisa descansar.
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Não Há Urgência Para Justiça Não há urgência para justiça no Rio de Janeiro, pois o juiz de plantão também precisa descansar. Enquanto isso, os bandidos não dão trégua. Só pensam em atirar. O pobre é alvo. O rico também. E o turista que vem visitar o Cristo, se desviar do caminho, também encontra tiros. Não adianta GPS. Quem dirige, de cabeça quente, esquece que há lugares onde não se deve entrar. Comunidade já não é território democrático: quem entra sem permissão encontra a sentença antes da pergunta. E a ordem é simples: atirar. As avenidas vivem congestionadas, e o motorista tenta um atalho. Mas, se escolher a rua errada, um tiro na cabeça pode ser o destino. É morador? É visitante? Não importa. Na esquina errada, é tiro na cara. É morte certa. Quem morre? Quem corre? Não há como desviar da bala: acertada ou perdida. E a justiça… já sabe que tudo vai acontecer de novo. Mas pode esperar. O crime, esse sim, nunca espera. — Helaine Machado