Frase memorável dita por Rutger Hauer no filme "Blade Runner" (1982): “Todos esses momentos se perderão no tempo como lágrimas na chuva”. Não só momentos, mas a vida, tão efêmera, tão passageira em relação ao universo como as lágrimas na chuva. Viva!
Frases de Giulio Cesare
344 frases
Sinais: sim, a vida é feita de sinais gráficos ou sensoriais. Um exemplo clássico são os apitos dos trens antigos, na chegada e na partida. Interessante: na medida do passar dos anos, os apitos da partida ficam cada vez mais intensos.
Viver sozinho durante muitos anos deixa sequelas, como cacoetes, manias, fobia de perder seu espaço e liberdade, e a mais paradoxal e pior de todas as fobias: continuar e envelhecer sozinho.
Sem neura, mas uma constatação: ao sair de casa nas megalópoles do Brasil, a sensação de que as ruas se tornaram as savanas africanas, onde os munícipes são a caça e, do nada, surgem os leões, famintos, vorazes e soberanos.
Cada ano que chega ao final é como uma agenda preenchida, um diário de bordo, registros do exercício de viver. Retrospectando agendas anteriores, cada vez menos registros. Agora é torcer para que, na agenda do novo ano, o dia 31 de dezembro seja preenchido.
A convicção só será efetivamente plena, sem vacilos da dúvida, quando nada se sobreponha ao amor.
Mesmo longe, distante, ao sentirmos o coração do outro, vem um desejo imenso de espelhar os olhares, unir os corpos e dizer a uma só voz: te amo!
Pavão em cima da árvore; raposa com fome, mas incapaz de subir. Raposa, inteligente, começa a elogiar compulsivamente o pavão, chegando a chamá-lo de 'ave do paraíso'. Em seguida, implora para vê-lo de perto antes de partir. O pavão, vaidoso e narcisista, desce. Imediatamente, a…
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Pavão em cima da árvore; raposa com fome, mas incapaz de subir. Raposa, inteligente, começa a elogiar compulsivamente o pavão, chegando a chamá-lo de 'ave do paraíso'. Em seguida, implora para vê-lo de perto antes de partir. O pavão, vaidoso e narcisista, desce. Imediatamente, a raposa o devora. Conclusão: cuidado com quem elogia demais; pode ser uma raposa.
A galinha que põe muitos ovos e não cacareja corre o risco de ir para a panela. Outras, que cacarejam muito, põem poucos ovos, mas acabam puxando para si os ovos da outra. Portanto, antes de colocar a galinha na panela, não se guie apenas pelo cacarejo; apure direitinho.
Quantos valores que julgávamos ter se perderam com a erosão do tempo, sem que nos déssemos conta, contudo ainda é tempo de resgatá-los.
Não adianta querer antecipar o que tem seu tempo, pular etapas, perder a liga, a consistência e a solidez da construção, não só de uma edificação, mas também de um amor.
Malandro mesmo é o macaco: de galho em galho, anda a floresta toda, não gasta um tostão, conhece a galera da macacada inteira e ainda deixa de torcicolo os predadores.
Tudo é tão simples assim: sem bla, bla, bla, muita farofa ou filosofias. Chegar, ficar e partir. Tchau! Fui.....É a vida!
Da classe dos bem-aventurados: aqueles que padecem com a tristeza, mas estimulam a alegria nos outros – e ainda sorriem.
Dificuldade em enxergar o futuro é um sintoma grave. Significa absoluta miopia do presente, levando à cegueira. A solução não está em óculos, mas na busca de estímulo e objetivos bem definidos para sua vida.
Entre outros dilemas humanos, duas questões filosóficas distintas, que interagem entre si, cujas respostas atormentam a vida e a todos: ser ou não ser e o amor ou o dinheiro.
Para os não ‘Highlanders’ é sempre bom lembrar que, desde sempre - e muitos esquecem - , ao nascer, já entramos numa fila sem evasão . No final, um guichê para receber um ‘ticket’ e saber destino. Às vezes, alguns são chamados passando na frente de todos ou ‘bypassados’. Também…
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Para os não ‘Highlanders’ é sempre bom lembrar que, desde sempre - e muitos esquecem - , ao nascer, já entramos numa fila sem evasão . No final, um guichê para receber um ‘ticket’ e saber destino. Às vezes, alguns são chamados passando na frente de todos ou ‘bypassados’. Também surgem os fura-filas que, neste caso, sempre agradecemos. Somente ao se aproximar do guichê, é que boa parte dos enfileirados começa a se preocupar com a informação do destino, que nem sempre é o esperado, ser bem ruim e eterno.
Temos que acreditar em nós, em nossa intuição, nossos sentimentos e determinação. Não devemos apenas existir, mas viver! Assim, teremos mais luz, seremos reconhecidos e, sem dúvida, amados e honrados. Seremos felizes!
Um ermitão moderno, com celular, perguntou à sua companheira e confidente, mãe natureza: ‘Uma colega ermitã, pelo WhatsApp, está me assanhado em vê-la em sua caverna, social físico de novo, o que acha?’ Resposta: ‘Reza forte!’
Quem ama de fato sabe se colocar, firmar, impor, mas também, com a sabedoria suprema de ouvir, ceder, relevar, administrar e contornar. Assim, o grande amor ficará sempre em cartaz, vivo e iluminado.
Quem procura, acha. Retorne a sua busca com convicção e fé; encontrará, sim, portas abertas e até com um Hollywoodiano tapete vermelho na entrada.
Saber que alguém pensa na gente, que nos gosta apesar da distância, dos nossos erros, do mau humor, dos defeitos e problemas, enche a alma de paz, de serenidade. Renova o espírito!
Luz é algo que, quando carregamos nas mãos, além de iluminar aqueles nos cruzam, ilumina a nós também. Todo amor que damos às pessoas recebemos de volta como uma recompensa natural.
O que é corriqueiro: amor sempre é e sempre será vítima, quando compete com o orçamento, com o ego e a materialidade mundana. O que é fato: nunca foi amor!