Consolo no prolongamento dos dias
(Salmos 15 de Giovane Silva Santos)
1)
Já contemplo a saudade da juventude.
E também o pesar pelos aborrecimentos.
O cansaço me venho.
Pois o ciclo da sociedade torna se aflito os objetivos.
Por toda ocasião um impulso me conduz em direção ao grito.
Mas a natureza das tempestades que ameaçam faz o anseio calar.
2)
Meu Deus, meu senhor, criado de todas unidades.
Em nome do meu Jesus e todo poder da cruz.
Com toda misericórdia e compaixão.
Sua piedade eterna ao socorro clamado.
Em muitos momentos chamo pela minha vida.
Mas a esperança que meu colo contempla.
Para redenção de toda perdição.
Faço tal petição que se estenda aos lares.
Visite nações e povos, assim como no seio na minha família.
3)
Faça multiplicar sua glória senhor.
Arrebente as cadeias que aprisiona os inocentes.
No curral das orgias e patifarias no rebento de todo avanço.
Ao quanto o intelecto humano se expandiu também a ganância venho colidir.
Existe vida no celeiro do amor.
Ainda existe árvore frondosas.
E o fruto alimenta o espírito de semear novamente.
4)
Eu na minha humilde declaração de um simples pensamento.
Possa ser que não venha conferir seus olhos senhor.
Pois tamanho pequeno e falho e pecador.
Porém preciso lhe dirigir assim.
Acredito no sangue do amor.
Naquele que na cruz prostrou.
E um Deus que possui o universo na palma da mão.
5)
Chamo por ti oh pai.
Pela sua espada fumegante.
O poder de sua justiça.
Ache graça no teu povo que chama por ti.
Faz uma triagem nesse mudo que o maligno carimba.
Satanás viaja com alegria pela terra.
O senhor meu Deus pode frear essa carruagem covarde.
O pai, Detenha este feroz e mantenha seus filhos na tua direção.
A sujeira do mundo e a paciência do senhor
(Salmo 19 de Giovane Silva Santos)
1)
O quanto o mundo aborrece ao senhor.
Tamanha matança e violência.
Ignorância e vaidade.
O mundo carnal, material.
2)
O preconceito e a luta pelo poder.
A soberba em não reconhecer.
A necessidade de quebrar o orgulho.
A devastação da natureza.
Mutilação dos necessitados.
Exploração e corrupção.
3)
É verdade que todos os dias esse mundo contemporâneo também experimenta o fruto proibido.
Embriagando se no pecado.
Nos ombros estão as indiferenças.
Questões raciais e sexuais.
A máquina da tecnologia.
Até a sensação do controle mental.
4)
Tanta, tanta, tamanha é artimanha maligna que somente um ente diferente e cheio de entendimento, somente ele dono de toda ocasião e distinção, capaz de controlar na palma da mão toda iniquidade desse povo que extermina a semente da vida.
Meu Deus é a paciência, é a ciência, é o tempo que passa e o tempo que fica.
És o senhor aquele que ainda vai surpreender o mundo com sua espada.
Oh meu pai, clamo pela tua proteção, seja escudo no dia do teu juízo.
Coloque minha família na arca da vida e conduza este povo que clama, sofre e geme ao refrigério.
Permita senhor que este teu filho experimente ser pastoreado pelo senhor Jesus.
5)
Enquanto não abrasa teu juízo, que tuas promessas venham saciar o clamor dos que buscam e necessitam.
E o consolador espírito santo do senhor faça morada no teu povo.
Senhor, senhor, surpreenda este povo com sua disciplina, sua espada da justiça e abasteça sua misericórdia, pois a necessidade é grande.
A petição pelo alimento espiritual
(Salmo 12 de Giovane Silva Santos)
1)
Meus pés vacilaram.
A poeira cobriu meus olhos.
Os ventos sopraram para o norte e sul sem moradia.
Minha inclinação esteve no ímpeto da juventude.
A mocidade vigorosa pela força da malícia.
2)
Oh prudência onde estavas.
O horizonte da disciplina se colidiu com a fraqueza.
Não sabia eu da importância de um dia.
No entanto são décadas de aborrecimento.
3)
Até parece que a manifestação de deuses faraônicos.
Desejoso da escravidão.
Meu sangue foi esculpido em pedras.
Meus ombros calejados e minha mão latente.
4)
Não, não, apenas uma simetria entre o abstrato e concreto.
De fato minha mente arde pelos calos.
Muito mais forte é a dor da decepção e arrependimento.
Mais profundo que aquela chibata.
Ou não.
Pelo peso nas costas ou pelo pecado da consciência.
És tu dor, és morte, és demência.
5)
Somente tu és Deus senhor.
Em nome de Jesus.
Que justificou esse meu rebento oriundo de fraqueza.
Na pesada cruz.
Bato incessantemente na tua porta.
Que o penhor do meu declínio seja ancorado.
Simplesmente clamo pela tua misericórdia.
A que eu seja consolado.
Um grão diante da imensidão
(Salmo 11 de Giovane Silva Santos)
1)
Meditando com as proezas inconsequentes do meu eu.
Andei à observar o tamanho de minha insignificância.
Tais quais condições que minhas atitudes me levaram.
Um sono profundo as margens da imprudência.
Diria eu o porque não entendo.
Qual caminho se perdeu minha juventude.
2)
Aprisionado pela culpa direcionada ilegalmente.
Sim, pois é inconsistente o julgamento.
Onde diante de várias circunstâncias.
A vida é individualmente batalhada pela salvação.
Ainda que o conjunto favoreça agregar concepções.
3)
A verdade que minha carne grita de ignorância.
Ferindo o grau íntimo do espírito.
Fui eu alvejador da inclinação negativa.
Quando conspirei contra o irmão.
Daquela maneira imprudente direcionada aos pais.
A contenda na amizade.
Quebra de confiança do perfil do caráter.
Quando não agi com prudência ao respeito feminino.
Despindo me pela malícia homossexual.
4)
Todavia fui eu a brecha do inimigo.
O propulsor de uma longa travessia na angústia.
Até aquela caneta do colega surrupiada pesa aos ombros.
Tal qual a indiferença do conteúdo ao senhor.
5)
Contudo faz se uma medida justa do desprezo.
Sou réu confesso ao saber de toda minha tolice.
Um sopro satânico confundiu minha mente.
A serpente sucumbiu minha paz.
Dias de glórias e sonhos adormecidos.
Oportunidades que não vem ao cais.
Até parece que o navio da felicidade se perdeu em alto mar.
6)
Oh céus, ao amor indiscutível da cruz.
Pela misericórdia que jorra entre as nações.
Com piedade e compaixão.
Do íntimo da minha alma.
O senhor que examina a imperfeição e a capacidade.
Este teu filho que chama pelo teu nome.
Que clama seu olhar.
Ainda que enxergue falhas no meu futuro.
Que eu vacile na caminhada.
Enche me do teu espírito.
Pois meu corpo ainda vive, ainda que sedento de forças.
7)
Pelos feitos negativos da geração passada que compõe minha família.
Por toda herança de dor e desobediência.
Planos de macumbaria, feitiçaria e inveja.
Ao qual meu desconhecimento pelos fatos.
Se me faz vítima ou culpado.
8)
Perdoe senhor.
Limpe o caminho deste filho que chama por ti.
Volte teus olhos.
Permita que esse coração desejoso contemple sua graça.
Em nome de Jesus, pelo amor da cruz.
Sustenta e edifica tua força em mim.
Balance a árvore e esmorone os frutos que lhe aborrece.
Transforme, mude, atende este clamor.
O refúgio que minha juventude não viu
(Salmo 6 de Giovane Silva Santos)
1)
A sombra da juventude é perseguida.
Oh senhor generoso.
Abata as afrontas do tempo.
Toda dilaceração do tempo e da ingenuidade.
Mesmo quando a malícia foi a marca da juventude.
Confesso que ignorei a voz que me chamava.
2)
Sei que sempre quis mostrar tuas maravilhas.
O valor da retidão nos teus conselhos.
Porém a rebeldia e a força da idade.
Foram fontes vivas que me puxaram para a lama.
Santo, santo que sempre foi.
3)
Agarre meu clamor pela sua misericórdia.
Compadeça com piedade e compaixão.
Ameniza, extingue essa minha culpa.
Quando me apossei indevidamente.
Quando a prostituição e adultério me feriu.
A ganância e soberba foram companheiras.
4)
O senhor que carregou na cruz.
Faz habitar teu espírito em mim.
Tal qual seu perdão ao meu alcance.
Pois sinto um peso desproporcional a minha força.
Muitas vezes penso em desistir.
Porém bem sei eu que há um redentor que não abandona.
Adormeça a negatividade
(Salmo 5 de Giovane Silva Santos)
1)
Senhor, senhor.
Meus planos são frustrados diariamente.
Junto com meu pensamento uma multidão igual.
Meu pensar transmitido nessas palavras soa uma canção.
O ritmo de oração e clamor.
Me faço como elo do teu povo que necessita de ti.
2)
Tropeço no desânimo e indisposição.
Estou sempre confrontando as frustrações.
As adversidades crescem concomitamente.
O cansaço ganha espaço.
As tempestades consomem meu vigor.
3)
Oh pai que ouviste esta minha petição.
Ainda que não possua herança material para que eu glorie.
Permita que eu sacie do teu espírito e sabedoria.
Adormeça a negatividade.
4)
Inclina teu olhar senhor para esta vida.
Esta minha vida e do teu povo que anseia a ti.
Ver tua glória.
Bem sei eu que a ignorância me cega.
Pois ao regalar dos olhos ao redor está a tua gigantesca criação.
Porém a alegria que a natureza se resplandece.
Faz esse oxigênio exalar no âmbito do meu lar.
Seja a capacidade de reconhecer tua bondade a cada dia.
Aquele que persevera no senhor
(Salmo 2 de Giovane Silva Santos)
1)
Logo o coração da ingenuidade não vale julgamento.
Porém tu que experimentaste a alegria do espírito.
Sabe discernir o tamanho do furor.
Cada chama que acende a carne e espírito.
Por tanto és tu sabido que busca no seio sagrado.
2)
Aquele que persevera no senhor.
Encontra alternativa para gritar mais alto.
Um grito de esperança e fé.
Ao alcance o escudo e da espada.
És o senhor a fonte que abrasa o brio.
3)
A febre que permeia chamando morte.
Faz assistir a imundice que atordoa a sociedade.
De fato és do maligno este mundo.
Porém é na transformação que apegamos.
Saciando de toda esperança do espírito.
4)
A fome pela certeza é viva e constrangedora.
Porém o alimento que sacia a sede ecoa com força.
És o evangelho aconselhador.
És Jesus o penhor.
No amor da cruz.
Aquele que persevera no senhor.
O inimigo é escleroso
(Salmo 4 de Giovane Silva Santos)
1)
Sagaz e astuto és o inimigo à espreita.
Pronta a tragar nossos passos.
Pelo vacilo e fraqueza do homem.
Perseguido dia e noite.
2)
Tens alertado a palavra de conselho.
Porém o entendimento humano é cegado.
Eis que o truculento orgulho engana.
Faz emergir a ruína de muitos.
3)
Mas existe um Deus que ratifica.
Frustra as investidas que domina o caos.
Este inimiga que se alegra na turbulência.
Sua habitação ferve na matança.
4)
Somos nós que damos vidas a esse inimigo.
Pois a desobediência abate a alegria.
E o caráter da humanidade está obstinado no poder e dinheiro.
Ao meu povo que sofre e geme clamo a ti senhor.
Abata o acusador, o causador de toda contenda.
Oportuna o teu povo a conhecer teu nome e seguir seus preceitos.
Coração intrigante (Salmo 1 de Giovane Silva Santos)
1)
Oh céus, oh Deus.
Porque tens permitido tantas aflições.
As angústias são vivas no seio do teu povo.
Sou de uma jovem nação.
Porém conhecemos o teu nome e todo seus prodígios.
2)
Minha alma e meu conhecimento é o desse povo.
Que clama, chama pelo teu nome.
A inclinação do povo é maligna.
Mas és teu espírito redentor de toda rebeldia.
3)
Senhor, senhor.
Minha aflição não cansa em te chamar.
O suicídio tem alimentado a depressão.
Têm levado ao pó.
Clamo pelo teu espírito que emana a paz.
4)
Minha ignorância não alcança tua sabedoria.
Meu orgulho afasta me do teu entendimento.
Contudo clamo a ti pela restauração.
Pela concepção da sanidade do teu espírito.
5)
És tu senhor que examina profundamente.
Nada posso esconder.
Porém meu coração está intrigante.
Como de fato devo proceder.
Seja suave no teu julgo e abastece a mim a tua misericórdia.
Indignação com astúcia inimiga
(Salmo 2 de Giovane Silva Santos)
1)
Levanto meu pensamentos aos céus.
Procuro explicação ao rebento de dor.
Como eu, existe um povo que geme e lamenta.
Os males se estendem aos campos da sociedade.
E todo ciclo se fadiga pelas aberrações.
2)
Procuro solução e vejo altas paredes.
Logo percebo que não consigo atravessar.
Como se o inimigo soubesse aonde posso alcançar.
Mas desde antiguidade ouço falar de um Deus.
Oh senhor onde se encontra que não nos vem resgatar.
3)
Existe um furor oculto que recai sobre a vaidade contemporânea.
Logo percebo que faço parte dessa inclinação.
Pois o deserto, a maré violenta se apossou de mim.
A angústia dilacera pela depressão.
Meu povo também vive uma perversa condição.
4)
Eu me recuso em dar crédito a satanás.
Bem sei eu que ele é ardiloso e trama contra o fraco.
Mas meu clamor é recheado de esperança no senhor.
Pois o arrepio do meu coração não suporta o inverno de problema.
Abraça senhor a causa do teu povo, este teu filho que chama por ti.
Pois somente no senhor para sanar do mundo o dilema.
Ser misericordioso é a plenitude da humildade
A disciplina mau interpretada.
Toda manifestação do orgulho.
A cegueira perversa condenada.
A maré violenta convida o mergulho.
Tenho batido na tecla de devidos adjetivos.
O grau que recai tantos pejorativos.
Um pedaço delicado nos ombros populares.
São ranços de pensamentos e sentimentos seculares.
Eu talvez seja o próprio exemplo de tanta dilaceração.
Assim vejo minhas falhas perante percepção.
O que fere e realmente causa feridas.
O rebento da truculência.
Faz se da sensibilidade a violência.
Na camada da sociedade.
Entre amigos.
Entre amantes.
No elo do ambiente de trabalho.
No seio da família.
A gente permite as mágoas e as intrigas.
Sem a pratica do perdão.
Sem capacidade de consolação.
Ignora se a piedade e compaixão.
Se a desgraça é o orgulho e a soberba vaidade.
Ser misericordioso é a plenitude da humildade.
Giovane Silva Santos