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Frases de Giovane Silva Santos

2.361 frases

Já me viram louco como Nero Nunca ateei fogo em Roma. Mas a sociedade já me colocou em coma.
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Já me viram louco como Nero Nunca ateei fogo em Roma. Mas a sociedade já me colocou em coma. Assim como delirante Nero. Sou um louco que não quero. Parece até fantasia estre trecho singular. Mas muitos vive uma loucura particular. Pela coragem ou ousadia. Vida febril todo dia. Louco e apaixonado. Sincero e acanhado. Um violão que não toca. Um poema arranhado. É que o mundo me ofertou a glória. O mundo desprezou meu dom. Na verdade eu toquei sem o tom. Não pude comemorar a vitória. É sem sentido o fundamento da memória. Minha loucura é sucumbida pela timidez. Negligencio o anseio da partilha. Talvez eu seja dono da cartilha. Logo venho ser louco outro vez. Na poesia procuro voz e vez, quem sabe talvez. Giovane Silva Santos

A palavra do momento é uma repetição, uma petição e adoração, és tu altíssimo, poderoso santíssimo, ao amor da cruz e pelo nome de Jesus é que me atrevo, se atrevo, porque sei o quanto insano meu caráter carnal, pouco merecimento afinal, mas olho ao redor, quando rodeado de angús…
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A palavra do momento é uma repetição, uma petição e adoração, és tu altíssimo, poderoso santíssimo, ao amor da cruz e pelo nome de Jesus é que me atrevo, se atrevo, porque sei o quanto insano meu caráter carnal, pouco merecimento afinal, mas olho ao redor, quando rodeado de angústias e minha saída, alternativa é chamar pelo socorro, e este refúgio é o consolo de tuas promessas, és tu senhor que diz para bater a tua porta, o senhor nos diz para clamar e nos mostrará coisas ocultas, és tu que diz ter um julgo suave e fardo leve, eu, sozinho não consigo examinar e nem frear a mente maliciosa, mas é teu espírito que fortalece, fortifica o semblante e a emoção, é teu espírito que nos proporciona respirar a esperança pelo conserto dessa alma torta, então oh pai, endireita as veredas e encaminha esta alma ao teu entendimento, pela tua honra e pelo gracioso intercessor Jesus. Giovane Silva Santos

Letras de um amador Quando escrevo revelo minha arte oculta e ainda amador. Se é que pode se chamar arte este cunho.
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Letras de um amador Quando escrevo revelo minha arte oculta e ainda amador. Se é que pode se chamar arte este cunho. Sei que é a face do meu sentimento em punho. Neste está o prazer e a sensação de liberdade. Existe a ousadia crítica sem tom de maldade. As vezes falo da razão, de política e ocasião. Não dito regras, pelo cuidado do enganoso coração. Bom mesmo é fortalecer os laços fraternos. Incentivar e cultivar amigos eternos. Sou de Macarani, gosto pelo verão e inverno. Sou causa e efeito, sou nada e tudo a quem repara direito. Mas talvez não tem importância quem eu sou. Sou apenas um atrevido poeta amador. Nesse universo rico de poesias sou um imperfeito. As vezes chorando ou rindo vou tecendo meu jeito. Giovane Silva Santos

Não importa se é sucesso ou projeto falido Uma expressão, uma voz escrita. A timidez, o medo, a mente aflita.
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Não importa se é sucesso ou projeto falido Uma expressão, uma voz escrita. A timidez, o medo, a mente aflita. São caracteres que poucos tem lido. Não importa se é sucesso ou projeto falido. È uma tentativa, uma exclamação. Uma prerrogativa do coração. O grito prezo nas cadeias sociais. O gado que não produz nos currais. Pois no terreiro adaptado. Está um texto calado. O povo que cala e se faz condenado. Ora, meu pranto, minha angústia, que ironia. Minha fala necessária se perde na ventania. No vento da feroz covardia. O elo do meu semblante emenda se ao elo adiante. Pois a uma febre violenta em mim e no meu semelhante. É verdade, a exceção, existe coração radiante. A segurança do concursado, a garantia do grandalhão. A moeda, mas também o valente por opção. Bom faço um pouso veloz. Oro por nós. Que o covarde não seja algoz. Que o valente não cale a voz. Giovane Silva Santos

A opressão das gangues Um cigarro de palha, o crime da navalha, o ciúme possesso, o homem perverso, um amontoado que se aloja, as lâminas cortantes, o meu caráter e a do semelhante, a arma branca, a espingarda de soca, a arapuca de taboca, o domínio mais uma vez do homem, e dent…
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A opressão das gangues Um cigarro de palha, o crime da navalha, o ciúme possesso, o homem perverso, um amontoado que se aloja, as lâminas cortantes, o meu caráter e a do semelhante, a arma branca, a espingarda de soca, a arapuca de taboca, o domínio mais uma vez do homem, e dentro desse processo, uma variante de câmera, prefeitura e congresso, o povo coitado, apanha do senado, somos reféns de nossas opiniões, pois é em nosso voto que a barganha se assanha e vaga nos porões, nos porões de nossos lares, o os escombros escancarados pela necessidade corriqueira, lamentação que não é passageira. Na verdade criamos um tribunal, meu martelo, seu aval, libertando o crime, condenando o povo, o homem de novo, não entende que tem que subtrair o mal, ferir o carnaval, pois nas ruas e nos mangues, pela lamentação que vence é o sangue, dado pela opressão das gangues, não queria falar por que sou tímido, mas vou gritar como um faminto, és tu político corrupto, és tu fanfarrão desonesto, és tu manipulador, és tu a sombria dor. Giovane Silva Santos

As vezes a loucura do homem é a coragem da razão Falar de política em uma comunidade racional, é no Brasil, em Macarani Bahia berço natal, parece tudo normal, diz a constituição que lhe assegura a livre expressão, bobagem, na prática é perseguição, o cadeado na boca do contratad…
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As vezes a loucura do homem é a coragem da razão Falar de política em uma comunidade racional, é no Brasil, em Macarani Bahia berço natal, parece tudo normal, diz a constituição que lhe assegura a livre expressão, bobagem, na prática é perseguição, o cadeado na boca do contratado, o medo do desempregado, o fraco que sonha, o seu pensar pressuponha, que seja solução, reação, decisão e razão, porém na prática uma dolorosa indisposição, pois a elite vigia e manobra, torna vidas a própria opressão. E ai mané, somos livres de fato, podemos praticar o ato, posso gritar aos cantos, e se minha família ir aos prantos, pois tentar contra vidas é possível, está no átrio da envergadura febril, esta arte viril, assassina se preciso mil, de várias formas, ceifando a voz, ceifando o sonho, ceifando o anseio e até limitando ser produto do meio, na variante feroz é perigoso levantar a voz, pois bem, o clamor, a petição, o chamado é pela misericórdia do senhor, que venha a nós a proteção, que a coragem se levante, que o grito inconformado vai adiante, e hoje, amanhã, a luta contra a podridão existe e persiste, mesmo que o mundo diga não, as vezes a loucura do homem é a coragem da razão. Giovane Silva Santos

São várias necessidades existentes, é bom que o pensamento não seja egoista e que enxergamos outras camadas, os gestores de esfera federal, estadual e municipal carece de estruturar e direcionar as prioridades, as necessidades, fortalecer as estruturas necessárias e sanar as lacu…
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São várias necessidades existentes, é bom que o pensamento não seja egoista e que enxergamos outras camadas, os gestores de esfera federal, estadual e municipal carece de estruturar e direcionar as prioridades, as necessidades, fortalecer as estruturas necessárias e sanar as lacunas existente, mas o que realmente machuca e espanta é a ausência de compromisso, integridade, pois a fome pelo poder e dinheiro e os laços de barganha compõem um status que frustra os sonhos de quem emerge a boa intenção e conduta. Giovane Silva Santos

A cultura de nosso país é uma escória, essa maneira fatídica de pensar e conduzir esse curral que aborrece os anseios prudentes, pois eu vejo pessoas capazes e armadas para efetuar uma direção honesta e sensata em nossa prefeitura e certamente em outros lugares ai de surgir muito…
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A cultura de nosso país é uma escória, essa maneira fatídica de pensar e conduzir esse curral que aborrece os anseios prudentes, pois eu vejo pessoas capazes e armadas para efetuar uma direção honesta e sensata em nossa prefeitura e certamente em outros lugares ai de surgir muitos corações fortes e nobres, mas a esquisita resposta da camada cega e profundamente habitada no terceiro mundo extingue o próprio benefício, uma vez que os olhos arregalados da ganância e as mentes usurpadoras, os vaqueiros de ternos que manobra os currais fedorentos e nojentos calculados de imprudência e ignorância, oh céus vivifica a esperança e a luz sobre a mente de nosso povo, já dizia as escrituras, o povo padece por falta de conhecimento. Giovane Silva Santos