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Frases de Giovane Silva Santos

2.361 frases

Pensando e Refletindo A ação corajosa é a diferença Mais uma percepção, não é crença
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Pensando e Refletindo A ação corajosa é a diferença Mais uma percepção, não é crença A fé, entusiasmo na canção Retrato de um forte coração Pense, pense, reflita Não deixe que a sensatez minta Pense, pense, reflita Se vale a pena frase dita Longe de imitação Não se compara a fé de Abraão Também não vejo em mim O que sucedeu com o destemido Davi Atitude e confiança Disposição na dança Onde a persistência traz resultado Ainda que o anseio tá velado Pense, pense, reflita Não deixe que a sensatez minta Pense, pense, reflita Se vale a pena frase dita O pensamento é o espelho da razão Seu reflexo está na meditação Todo resultado é imitar Abraão Giovane Silva santos

Palavra amarga Uma flecha na multidão, fere por não ter a direção, o alvo, o coração, o arco língua que dispara salivas de insensatez, nem sempre é maldade, mas um desequilíbrio da verdade, uma veste inquieta, o fluir da mente, pela cobiça, pela cega vista, um dom da natureza ca…
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Palavra amarga Uma flecha na multidão, fere por não ter a direção, o alvo, o coração, o arco língua que dispara salivas de insensatez, nem sempre é maldade, mas um desequilíbrio da verdade, uma veste inquieta, o fluir da mente, pela cobiça, pela cega vista, um dom da natureza carnal, onde não há um cuidado de abater o mau, um destilar perverso, confesso que também me apresso em ser contaminado por essa peste que bulina, que a paz assassina, contudo se vai a reivindicação, o clamor e a petição, que desse mau o senhor nos aparta, dessa tal palavra amarga. Giovane Silva Santos

Os males da língua És maliciosa menininha inquieta, uma mejerinha desonesta, cutuca, ataca, desorienta e provoca, a língua, a míngua, a cantiga destruidora, uma enferma amadora, uma incansável cantora, uma peste viva, malina, bulina, assassina, covardia e tempestiva, sempre ativ…
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Os males da língua És maliciosa menininha inquieta, uma mejerinha desonesta, cutuca, ataca, desorienta e provoca, a língua, a míngua, a cantiga destruidora, uma enferma amadora, uma incansável cantora, uma peste viva, malina, bulina, assassina, covardia e tempestiva, sempre ativa, incansável inimiga da paz, desonra o silêncio, corrompe a imagem, guardada no traje, a que ela solta é perigo profundo, a inimizade do mundo, culpa do coração ou do mental? Pergunta pra ela e logo mente, o espírito arrepia e a alma sente, o caráter corrompe, a integridade esfria e o cérebro quente, dilacerante processo diferente, quando o domínio do pensar, a moderação do falar, combate as fadigas provocada pelos males da língua, duplamente sofre quem sabe e provoca toda essa intriga. Giovane Silva Santos

Eu sei que lembras de tudo senhor Mais uma vez senhor elevo te minha petição Examina minha mente e coração
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Eu sei que lembras de tudo senhor Mais uma vez senhor elevo te minha petição Examina minha mente e coração Desde o ventre materno Que meus feitos males não sejam eternos Eu sei que lembras de tudo senhor Quando falhei senti a dor Foi deserto e furacão Aquele vale da morte que levou minha sorte O vento fechou a porta e a vida me deu um não Se mereci ou não, és tu senhor que avalia minha direção Quero pedir sem orgulho e aberto Preciso da misericórdia de perto Sozinho não atravesso o deserto Fui um fruto duvidoso Um galho murcho Um cão raivoso Um mendigo sujo Um malandro medroso Também sonhador Um pensante amador Ainda que os adjetivos são escassos Tento endireitar os passos Se a culpa me persegue Que me defenda o advogado e não negue Clamo a ti senhor pela oportuna redenção Seu espírito em mim fazer habitação. Eu sei que lembras de tudo senhor Quando falhei senti a dor Foi deserto e furacão Aquele vale da morte que levou minha sorte O vento fechou a porta e a vida me deu um não Se mereci ou não, és tu senhor que avalia minha direção Giovane Silva Santos

O tempo do plantio e colheita Pode durar uma eternidade Ainda assim vale a pena
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O tempo do plantio e colheita Pode durar uma eternidade Ainda assim vale a pena Manter a mente serena Na varanda da verdade O tempo do plantio e colheita Se acontece hoje se aceita Porém se demora a razão estreita São rebentos misteriosos As honras e prazeres O que se é certo de fazeres De tudo mais profundo e sensato A toda ignorância de cada ator Minha insignificância é fato Por mais que eu não entenda a suas promessas Eu não mais ando de tanta pressa É tudo confuso a cada aniversário Meu prazer é inimigo do calendário O tempo do plantio e colheita Se acontece hoje se aceita Porém se demora a razão estreita Vou então tentando aceitar e entender Continuar plantando é o que vou fazer Porém senhor a tua mão eu quero enxergar Quando eu não consigo que o senhor possa adubar. Giovane Silva Santos

A fé pela transformação Pela palavra cantada Na canção mais amada
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A fé pela transformação Pela palavra cantada Na canção mais amada Rebento de esperança No rebuliço e compasso da dança Mais uma tentativa de uma nova canção A fé pela transformação No choro e no riso, correndo e rastejando Se alcanço ou desisto estou clamando Meu senhor aceite esse rebento rebelde Esta alma inquieta Este ente que o deserto apossou A sorte deste que o vento levou Minha petição possa não ter merecimento Porém a sua misericórdia enxerga meu lamento Tua bondade sem limite que julga a justa causa A compaixão que jorra sem pausa Mais uma tentativa de uma nova canção A fé pela transformação No choro e no riso, correndo e rastejando Se alcanço ou desisto estou clamando Um renovo, zerando as contas em tenho pedido Criar uma intimidade contigo Fazer em ti o verdadeiro amigo Perdoe senhor se olho demais para meu umbigo. Giovane Silva Santos