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Frases de Gil Buena

902 frases

Não fuja de mim! Não é a liberdade de caminhar, que vai fazer você me esquecer. Porque eu estou em cenários postos, expostos em seu coração.
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Não fuja de mim! Não é a liberdade de caminhar, que vai fazer você me esquecer. Porque eu estou em cenários postos, expostos em seu coração. Venha para mim, então!

Amar-te Posso desenhar-te em meus sonhos Sentir-te no meu despertar
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Amar-te Posso desenhar-te em meus sonhos Sentir-te no meu despertar Tocar-te em meus silêncios E falar-te num simples olhar. Posso procurar-te entre tantos E além de muitos... encontrar-te Pelo gosto de teus doces encantos Singularmente, faz-me amar-te. Posso surgir-te como raios quentes Feito trovões, fogos inocentes... Ardentes quimeras flamas por ti. Pois, quero-te mais do que tudo Trazer-te de volta pro meu mundo Que acorda! Desperta-me somente em ti.

De quantos? De quantos existir eu sobreviveria, caso da fé me ausentasse os sentidos? De quantos de mim teria a minha face, caso eu carecesse de autenticidade?
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De quantos? De quantos existir eu sobreviveria, caso da fé me ausentasse os sentidos? De quantos de mim teria a minha face, caso eu carecesse de autenticidade? De quantas vozes teria me calado, caso deixasse a impunidade dominar a razão? De quantos meus erros seriam castigos, caso do perdão eu não soubesse dar? De quantos ódios eu faria parte, caso do amor eu não me fizesse vontade? De quantos de mim recolheria ao egoísmo, caso da divisão não compartilhasse? De quantos sonhos não participaria, caso decidisse da vida ser só realidade? De quantos de mim não seria humano, caso deixasse que o dinheiro me dominasse? De quantas respostas eu ainda teria, caso das perguntas eu me silenciasse? E, de quantas perguntas eu não refletiria, caso das respostas não me importasse? Eis: solidão de mim, introspecção do nada, falta de si, evasão no existir!

Vida em Morte O galho corta o tronco forte. Passos de vida que se encaixam fora da vida.
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Vida em Morte O galho corta o tronco forte. Passos de vida que se encaixam fora da vida. Esperança num porvir que não se faz cumprir. Cuspindo respingo de ar em sacos... E lá se vai um pouco de ti. Os gestos lentos titubeiam E param no nada. Quebra-se a fé, entra-se a dor. E se vai de pouco, aos poucos, Sem mais direito por aqui ficar. Ali. Ou quem sabe aonde irá? Tua alma em prantos, Escuta o vazio cruel, Do teu pedido clemente, Do teu desejo veemente, De mais uma chance, De Deus, puder a ti, perdoar. E o tempo segue sem respostas. Cessa o corpo, adormece-se em vida. Grita num silêncio de uma voz retida, Que atalha a brisa, Descolorindo o pôr do sol. E lá se vai numa lenta despedida, Ainda dentro da vida em morte, De lágrimas sinceras caídas, Sem voltas, em olhar adiante, De um céu aberto, Da terra flutuante, De amores que se deixa, Da paz que se espreita, Do tempo que se partiu em ti.

Construa-se! Para que tudo em você seja. Faça-se!
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Construa-se! Para que tudo em você seja. Faça-se! Para que tudo em você aconteça. Queira-se! Para que as suas vontades brilhem. Espalhe-se! Para que você se una. Aterrisse-se! Para que o voo erga os seus sonhos E voe-se! Para que o chão os realize. Mas, acima de tudo, Ame-se! Para que a paixão seja o seu primeiro E eterno humilde amor.

O nosso amor é a raiz de uma flor, é o cantar dos pássaros, é o sorriso liberto de uma criança. O nosso amor é vida que continua, é pressa que nunca chega ao fim, é a música que nos faz dançar, o silêncio que nos preenche. Pois, o nosso amor é tudo que eu nem sei dizer, porque do…
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O nosso amor é a raiz de uma flor, é o cantar dos pássaros, é o sorriso liberto de uma criança. O nosso amor é vida que continua, é pressa que nunca chega ao fim, é a música que nos faz dançar, o silêncio que nos preenche. Pois, o nosso amor é tudo que eu nem sei dizer, porque do amor nada se diz e tudo se entende, ou melhor, tudo se sente; e sente bem, e sente forte e sente... Nada mais do que sentir, num sentimento de grande êxtase, de profundo acordar, onde faz o coração adormecer e o mundo parar. Onde faz tudo simplesmente do amor em ser, eu e você.

Quando os olhares muito e amiúde dos versos declamados pelo coração surgem, revelam-se os desejos por dentro e por fora do que mais tenho de sensível e intenso. Porque só tu sabes esmiuçar o meu corpo e desvendar a minha alma, descrevendo em forma de prosa o que sempre há de ti e…
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Quando os olhares muito e amiúde dos versos declamados pelo coração surgem, revelam-se os desejos por dentro e por fora do que mais tenho de sensível e intenso. Porque só tu sabes esmiuçar o meu corpo e desvendar a minha alma, descrevendo em forma de prosa o que sempre há de ti em mim: amor.

As injustiças da vida, a gente conserta com o trabalho. As decepções da vida, a gente supera entregando ao tempo. As desventuras da vida, a gente esquece com a caridade. Os temores da vida, a gente se fortalece com a fé. E os desamores da vida, a gente cura amando ainda mais: a D…
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As injustiças da vida, a gente conserta com o trabalho. As decepções da vida, a gente supera entregando ao tempo. As desventuras da vida, a gente esquece com a caridade. Os temores da vida, a gente se fortalece com a fé. E os desamores da vida, a gente cura amando ainda mais: a Deus, as pessoas e a nós mesmos.

Não Te Faltes De Mim! Não te faltes de mim! Porque secarias o meu mar
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Não Te Faltes De Mim! Não te faltes de mim! Porque secarias o meu mar E o deserto seco e amargo Invadiria o meu rosto Espinharia meu corpo Como um cacto solitário. Não te faltes de mim! Porque teu silêncio Perturbaria o meu sol, Queimaria meus sonhos, Sufocar-me-ia de realidades Estúpidas e cruéis. Não te faltes de mim! Porque vida sem ti não se vinga. E quando da estrada percorrida, Fria e abatida, Teu vazio há de me corroer Minha rota, minhas rosas, Retrato de um porvir, Numa triste desventura. E mesmo assim, Se assim tu me faltares, Quando dos olhos por abrir Não mais te encontrar, Fecho-me para o mundo Em cinzas gotas de dor A me manchar as vestes da alma. E de lá, um turvo sabor, Em completo, Há de me sempre tomar.

Sentimentos O dia seria esse número de horas sem mais nada, Caso da trêmula esperança fosse fato, vazio.
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Sentimentos O dia seria esse número de horas sem mais nada, Caso da trêmula esperança fosse fato, vazio. Que culpa tenho eu em ver cores ao vento? Sentimentos... Nada me comporia sem toques cheios de luz Nem sobraria pedaço feliz, nalgum sorriso sequer, Se eu não expurgasse a bruta realidade. Que procuras errantes, livre farsante corre gente, Onde pousa em gaiolas do destino, morte quente. Não sabe das horas fazer, de tempo senão morrer. No chão endurecido que amoleço ao viver... Meus sonhos! Sem contar do tempo que se foi, nem do que se vem, Quantos de mim decidem então renascer?

Somos filhos dos sonhos. Raízes da liberdade. Flor que nasce no pomar dos que aprecia borboletas e festeja alegria. Somos o que decidimos ser, quando a coragem resolve sair da toca e esquece o comodismo, abre caminhos, arranca os espinhos, aduba sementes e faz o acontecer flore…
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Somos filhos dos sonhos. Raízes da liberdade. Flor que nasce no pomar dos que aprecia borboletas e festeja alegria. Somos o que decidimos ser, quando a coragem resolve sair da toca e esquece o comodismo, abre caminhos, arranca os espinhos, aduba sementes e faz o acontecer florescer. Porque, só os que se arriscam, vão longe. Só os que não temem o escuro, conseguem ver a luz. Só os que não se assustam com o tombo, sabem voar. Só os que erram, aprendem a acertar. Não desejo pra mim uma vida fria e nem quente. Gosto da temperatura certa. Adapto-me ao momento e faço o meu tempo brilhar. E por mais que queiram me cegar a esperança, não deixo de ter sonhos, de ter liberdade e de plantar as minhas raízes em pomar de tronco que não se quebra, nem se dobra. Minha maior marca é eu ser eu, díspar em vida dos muitos (e tantos) iguais.

É o ano que termina! Mas, com ele, começa uma nova esperança pela vida. Novos sonhos de mudança, nova roupagem, novos motivos pra ser feliz. Está começando outro ciclo. Aquele que se deve esquecer o que passou de ruim. Aquele que nos servirá apenas de aprendizado, de crescimento…
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É o ano que termina! Mas, com ele, começa uma nova esperança pela vida. Novos sonhos de mudança, nova roupagem, novos motivos pra ser feliz. Está começando outro ciclo. Aquele que se deve esquecer o que passou de ruim. Aquele que nos servirá apenas de aprendizado, de crescimento humano. Ensaiar outros sorrisos, praticar a gentileza e valorizar o respeito. Trazer os amigos mais pra perto e não largar a família. Envolver-se com a natureza e fazer o repartir brotar no dia a dia. Prepare-se, pois o novo ano está prestes a começar! Vamos com ele se entregar ao amor; deixá-lo preencher nossas atitudes e criar um laço forte com a paz. Oremos pelos necessitados! Doe-se! Cante a caridade e toque a esperança nas vidas cansadas pela injustiça, pela fome, pela guerra. Transformemos dores em alegrias. O que de bom, no velho ano, você deixará como legado para as pessoas? Saiba que a bondade também pode ser planejada. Comece já! Seja um empreendedor, construa felicidades nos corações das pessoas. Seja um voluntário do bem! Que o Ano Novo seja um novo ano repleto de nós e que nos faça esquecer do eu, pessoal e individual, fazendo-nos mergulhar no coletivo... Porque unidos, somos indomáveis. Feliz Ano (2017) Novo a Todos!!

Tenho o mundo em meus pés, quando a sua presença é mais que uma lembrança em mim. As muralhas se abrem, as rochas se partem e o céu desce, curvando-se ao amor. Tudo é verdadeiro, tudo é bem-feito, tudo é... e nada nos falta. Tom: corpos e mentes seguem o ritmo, adentram em nosso…
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Tenho o mundo em meus pés, quando a sua presença é mais que uma lembrança em mim. As muralhas se abrem, as rochas se partem e o céu desce, curvando-se ao amor. Tudo é verdadeiro, tudo é bem-feito, tudo é... e nada nos falta. Tom: corpos e mentes seguem o ritmo, adentram em nosso rito; sobrepõem-nos. Nada nos limita! Sabor: olhares e toques alimentam o silêncio, penetram em nossas vontades; misturam-nos. Nada nos basta! E tudo em nós nos completa, porque temos o mundo de amor.