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Frases de Gabriel Lopes Paixão

85 frases

Qual é o nome do meu ser? Quantos nomes posso ter? Um nome que alguém me deu
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Qual é o nome do meu ser? Quantos nomes posso ter? Um nome que alguém me deu Um nome que eu quero ter Meu nome quem é você? Meu ser quero conhecer Mesmo sem nome Eu e você vamos ser Um

O acordo era viver O acordo era viver Não importa o que ouvesse
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O acordo era viver O acordo era viver Não importa o que ouvesse O assombro foi esquecer Como se missão não tivesse Como se o acaso supusesse Como se a canção falecesse Em um submundo logo estavamos nós Imersos no imundo espelho do algoz No antro obscuro de uma selva feroz Reflexos côncavos do lado tardoz Mas lá no fundo algo ligava os nós Como um fino fio alvo do seres sós A chave mestra, a grande porta voz Chuva maestra, fonte da grande foz

FELICIDADE Refletiu pelas paredes de dentro do peito Vibrante e iradiante luz
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FELICIDADE Refletiu pelas paredes de dentro do peito Vibrante e iradiante luz Psicotrópica Emanou por todo corpo com afeto intenso Como brilho cintilante de Sírius Hipnótica Um espectro vagante que transpassa o tempo E nem que por um instante indus Aclarar a óptica És amante do viver desde as visitas no berço Velha amiga exuberante, me conduz Deusa poética

Eu falo as mesmas coisas Em diferentes formas Falo de várias coisas
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Eu falo as mesmas coisas Em diferentes formas Falo de várias coisas Usando as mesmas palavras Fermento esses traços Traço-me a cada forma Degusto cada timbre Descubro-me em cada nota O compasso é requintado Cada passo tem sua postura Como o aço bem forjado Há de ter uma boa cura A alquimia das palavras Nostalgia inquieta Destilando seus deslumbros Louca mania de poeta

Ele é de humanas Mas a sua poesia É desumana
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Ele é de humanas Mas a sua poesia É desumana Um bicho estranho Acusado de heresia E fé profana Em terra estranha Em meio a tanta hipocrisia Acende um plano Projeto insano Parece mais uma utopia De suas façanhas Seu próprio sonho É o seu pão de cada dia Em suas entranhas Ao sol se banha E nesse banho de alegria Ascende o prana

Ler é visão Ler é tão bom Vale a pena
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Ler é visão Ler é tão bom Vale a pena Mergulhar nas palavras de um poema Ler é visão Nos engrena É o empenho a resolver algum dilema Visão é um dom Graça plena Como ter asas pra voar por onde queiras Liberta a noção É centelha Desenbaraça e engrandece ideias pequenas No fogo da imaginação Ler é lenha Ideias assam e projetam-se em cena Essa visualização É a gema É onde esboça, onde brota, onde drena

Ousado que nem Pablo Vittar Pesado que nem Pablo Escobar Cansado de tanto papo escutar
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Ousado que nem Pablo Vittar Pesado que nem Pablo Escobar Cansado de tanto papo escutar Estou vacinado contra cobra Seu próprio veneno vai te cobrar Não tem como encobrir Tu vai ter que pagar Umbral em si Em braile está Codificado pra tu ter que se estudar Tem que descriptografar Não dá pra fugir de si A memória é fotográfica Nem mesmo a Kryptonita pode destruir O Ser que por trás de toda consciência está O porque de cada essência O que constitui uma doença Super mano e super mana És o próprio maná Nesse seu pensamento indo e vindo Qual a tendência? E sobre isso que tu está sentindo O que tu pensas?

O que você fez já não importa mais Agora o que importa é o que tu faz Ninguém é santo
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O que você fez já não importa mais Agora o que importa é o que tu faz Ninguém é santo Estamos todos no mesmo barco branco, preto, amarelo, tudo farinha do mesmo saco Quando morre é tudo igual Cheira mal O que rege é o astral E o astral rege pra sempre Eterno aprendiz viajante O corpo volta pra terra Vai pro ciclo da matéria Vira adubo pra nutrir Outros que ainda vão vir Seguindo sempre assim Aqui estou de passagem Melhor é aproveitar essa oportunidade

Outro dia me formei Numa dessas clássicas fôrmas Me deram um uniforme
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Outro dia me formei Numa dessas clássicas fôrmas Me deram um uniforme E então classificaram-me Disseram que estou pronto Que estou conforme o protocolo Mas nessa formalidade Ainda não me conformei Essa ideia de etiquetar alguém Sempre estou me informando Mesmo assim não basta esse formato O bastão é o título O canudo, o acato Só que minha sede eu mesmo mato Mato no bico Mesmo sem sedes Sou mais um no anonimato Rachando o bico desses bordões Desconfigurando pelas rachaduras Adentro pelas bordas Deformando pra reformar Minhas próprias opiniões Essência esotérica Sou sem normas Estrutura etérea A minha forma é a ciência das formas Dessa existência que me transforma

Eu me apaixono só pra sentir o sabor,
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Eu me apaixono só pra sentir o sabor, esse gosto de amor mas não me abandono, é só pra experenciar o calor, gosto de dar valor No intervalo me pego em meu ego faço-me paixão, no que vale eu pego e me entrego faço conexão. Podem dizer que sou moda eu sei que sou motivado, se este meu modo incomoda então não há nada de errado pois vim para amolar, afiar indagações, a vida é meu lar e ao fim somos ligações com um pé no chão e o outro no cume carrego a paixão no meu nome

Talvez aqueles medos que ele tinha fossem frutos de um grande receio a se apegar a uma falsa verdade. Talvez a sua coragem se baseava em uma grande esperança de um despertar por completo, uma acensão de viver, uma desmistificação do mistério, uma certa busca por perfeição e assi…
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Talvez aqueles medos que ele tinha fossem frutos de um grande receio a se apegar a uma falsa verdade. Talvez a sua coragem se baseava em uma grande esperança de um despertar por completo, uma acensão de viver, uma desmistificação do mistério, uma certa busca por perfeição e assim unificar-se com o todo. Mas . . . a própria ideia de perfeição em sua concepção era cheia de defeitos!!! Como poderia algo ser perfeito?!?!?! Como poderia existir de fato um arquétipo de perfeição?!?!?! E se existir, para onde iria ele após essa conquista?!?!?! Não haveria mais o que saber, o que buscar, o que fazer. . . Se tudo estivesse descoberto diante dele onde estariam os desafios?!?!?! E seus sentidos agora teriam algum sentido?!?!?!

Vamos tentar amar ainda que seja difícil, já nadamos neste mar
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Vamos tentar amar ainda que seja difícil, já nadamos neste mar mas apenas na superfície, as vezes mergulhamos e logo temos que subir, nos falta ar, nos enganamos e tememos sucumbir. Amar é um mar e não um lago, amar é profundo e largo. Nessa nossa pequenez nós julgamos conhecê-lo por inteiro, mas essa não é a primeira vez que fazemos este apelo Humanos, Amemo-nos !