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Frases de Friedrich Nietzsche

850 frases

⁠O artista dionisíaco apresentará de modo imediatamente inteligível a essência do fenômeno:
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⁠O artista dionisíaco apresentará de modo imediatamente inteligível a essência do fenômeno: ele domina deveras sobre o caos da Vontade ainda não conformada e pode, a partir dele, em cada momento criador, engendrar um novo mundo – mas também o antigo, conhecido como fenômeno. Em sentido derradeiro, ele é músico trágico

Enfim, quando a tábua de sua alma estiver totalmente coberta de experiências, ele não desprezará nem odiará a existência, e tampouco a amará, mas estará acima dela, ora com o olhar da alegria, ora com o da tristeza, e tal como a natureza terá uma disposição ora estival ora outona…
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Enfim, quando a tábua de sua alma estiver totalmente coberta de experiências, ele não desprezará nem odiará a existência, e tampouco a amará, mas estará acima dela, ora com o olhar da alegria, ora com o da tristeza, e tal como a natureza terá uma disposição ora estival ora outonal. Quando o seu olhar tiver se tornado forte o bastante para ver o fundo, na escura fonte de seu ser e de seus conhecimentos, talvez também se tornem visíveis para você, no espelho dele, as distantes constelações das culturas vindouras.

O homem moderno crê experimentalmente ora neste, ora ⁠naquele valor, para depois abandoná-lo; o círculo de valores superados e abandonados está sempre se ampliando; cada vez mais é possível perceber o vazio e a pobreza de valores; o movimento é irrefreável. (...) A história que e…
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O homem moderno crê experimentalmente ora neste, ora ⁠naquele valor, para depois abandoná-lo; o círculo de valores superados e abandonados está sempre se ampliando; cada vez mais é possível perceber o vazio e a pobreza de valores; o movimento é irrefreável. (...) A história que estou relatando é a dos dois próximos séculos.

Oração ao Deus desconhecido Antes de prosseguir no meu caminho E lançar o meu olhar para frente
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Oração ao Deus desconhecido Antes de prosseguir no meu caminho E lançar o meu olhar para frente Uma vez mais elevo, só, minhas mãos a Ti, Na direção de quem eu fujo. A Ti, das profundezas do meu coração, Tenho dedicado altares festivos, Para que em cada momento Tua voz me possa chamar. Sobre esses altares está gravada em fogo Esta palavra: “ao Deus desconhecido” Eu sou teu, embora até o presente Me tenha associado aos sacrílegos. Eu sou teu, não obstante os laços Me puxarem para o abismo. Mesmo querendo fugir Sinto-me forçado a servi-Te. Eu quero Te conhecer, ó Desconhecido! Tu que que me penetras a alma E qual turbilhão invades minha vida. Tu, o Incompreensível, meu Semelhante. Quero Te conhecer e a Ti servir.

Éramos amigos e agora somos estranhos um ao outro. Mas não importa que assim o seja: não procuremos escondê-lo, como se isso nos envergonhasse. Somos como dois navios, cada um dos quais com seus próprios objetivos e rotas; talvez possamos cruzar-nos e celebrar uma festa como já o…
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Éramos amigos e agora somos estranhos um ao outro. Mas não importa que assim o seja: não procuremos escondê-lo, como se isso nos envergonhasse. Somos como dois navios, cada um dos quais com seus próprios objetivos e rotas; talvez possamos cruzar-nos e celebrar uma festa como já o fizemos – e estes intrépidos barcos, debaixo do mesmo sol e no mesmo porto, teriam feito acreditar que alcançaram o mesmo objetivo e destino. Mas a onipotência de nossas tarefas separou-nos, empurrando-nos para outros mares, debaixo de outros sóis – e talvez nunca mais nos reconheçamos: mares diferentes e sóis diferentes nos mudaram!