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Frases de Fred Elboni

136 frases

Hoje eu quero paz de espirito e um gostar simples. Daqueles rotineiros e apaziguadores, que a gente possa se pacificar juntos, assim, bem cadente de nós, bem gostoso, bem simples… Não quero mais consternações, teorias ou joguinhos premeditados, só quero sentar, olhar a paisagem…
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Hoje eu quero paz de espirito e um gostar simples. Daqueles rotineiros e apaziguadores, que a gente possa se pacificar juntos, assim, bem cadente de nós, bem gostoso, bem simples… Não quero mais consternações, teorias ou joguinhos premeditados, só quero sentar, olhar a paisagem e vagar entre os sorrisos tranquilos e certos, de que ali, existe alguém que talvez não seja a paixão mais louca do mundo, mas que entende a valia da palavra sinceridade e sua influência na felicidade alheia. Eu não falo de amores modernos e de sentimentos quase que, imensuráveis, mas de um gostar simples, sereno, confiante, leve, brando… Daqueles que se gosta pelo que se é, não pelo o que se tem ou o que se faz. Daqueles erguidos e mantidos pela sinceridade. Daqueles que seguram-se as pontas quando necessário e transformam nós em laços. Emoções são boas, loucuras também, mas hoje estendo meu direito de querer ser simples. Eu e você, quer mais simples que isso? Não quero muita coisa não, conforto no olhar e compreensão no sorriso já basta. Só quero calmaria, trilhar um caminho fresco e sonhar enquanto passeamos nas veredas da vida. Então talvez eu tenha cansado de conhecer e desconhecer pessoas. Talvez eu tenha cansado de ter que ficar redescobrindo a confiança nas pessoas que me circulam. Hoje só quero paz, tranquilidade e sorrisos sinceros. Na verdade, quero tudo sincero, é só isso que eu preciso. Você e sua sinceridade, o resto a gente decide amanhã no café da manhã…

Hoje construo aos poucos um amor calmo de história longa. Já que enquanto não encontro um amor em meu armário, contento-me com o amor que encontro em meu espelho. Talvez eu tenha cansado de conhecer e desconhecer pessoas. Talvez eu tenha cansado de ter que ficar redescobrindo a…
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Hoje construo aos poucos um amor calmo de história longa. Já que enquanto não encontro um amor em meu armário, contento-me com o amor que encontro em meu espelho. Talvez eu tenha cansado de conhecer e desconhecer pessoas. Talvez eu tenha cansado de ter que ficar redescobrindo a confiança nas pessoas que me circulam. Hoje só quero paz, tranquilidade e sorrisos sinceros. Na verdade, quero tudo sincero. É só isso que eu preciso. Você e sua sinceridade, o resto a gente decide amanhã no café da manhã… Paciência para compreender, sensatez para ceder, confiança para crescer, carinho para envolver, safadeza para surpreender, diversão para entreter, sinceridade para crer, humildade para reconhecer, atitude para fazer, companheirismo para viver e respeito. O sonho existe para nos deslocar das dúvidas que invadem nossa cabeça antes de dormir. O amor... Sentimento idolatrado, venerado, mas, em sua essência, pouco compreendido. É como uma questão matemática: a maioria das pessoas está interessada em resolver ao invés de compreender. E quando a gente se descobre percebe quanto tempo perdemos tentando descobrir os outros. A leveza da vida se encontra na mescla entre bom senso e bom humor. Espero não ouvir de ninguém que mudei. Sei que os tempos ficam escassos, os amigos raros, as felicidades dribladas nos cotidianos cada vez mais rotineiros e os trabalhos incessantes. A gente cresce e muda de opinião, de amigos, de vivências… Mas não podemos mudar de essência. Espero ter maturidade para continuar sempre assim. Mesmo quando eu conquistar o mundo ou coração de alguma louca por aí. O amor é como uma refeição: um delicioso e suculento filé de paixão, acompanhado por um fino e delicado vinho de romance e sacanagem. Quero mais. Mais sacanagem, mais proatividade, mais aventura, mais certeza e menos não sei, menos talvez, menos pode ser... Se você precisa provar que você é. Então você não é.

Mentes Vazias Mais que uma pergunta, um dilema. Após várias saídas desastrosas você mais uma vez se predispõe a sair e tentar conhecer alguém, porém você não faz o tipo de pessoa que acha que o termo quantitativo supre o qualitativo. Primeiramente, você chega à balada e observa…
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Mentes Vazias Mais que uma pergunta, um dilema. Após várias saídas desastrosas você mais uma vez se predispõe a sair e tentar conhecer alguém, porém você não faz o tipo de pessoa que acha que o termo quantitativo supre o qualitativo. Primeiramente, você chega à balada e observa que metade das mulheres estão com um vestido que parece uma toalha enrolada ao corpo, já a outra metade está com uma regata branca, um casaquinho de couro, saia alta, uma bolsa transversal e o insistente 212, mas até aí tudo bem pois o uniforme faz parte. Não muito distante disso você vê alguns homens com uma camisa polo com “número 43” nas costas, barriga saliente e com as mulheres mais bonitas da festa. Alguns gastando dinheiro que não tem, outros gastando por gastar e outros como eu agora, pensando em como funciona tudo isso… Nesse instante por algum motivo você se sente diferente daquelas pessoas. Culturalmente instruídos a sempre segurar um copo na mão seguimos o nosso caminho em busca de algo que no fundo não sabemos se realmente faz sentido. Alguns caras querendo se divertir e outros numa disputa inútil para ver quem é o mais frouxo. Frouxo simplesmente por não conseguir pegar uma mulher só com o papo, por não saber jogar esse jogo de homem pra homem, mas novamente até aí tudo bem pois cada um usa as armas que tem. Em meio a tudo isso me pergunto: onde está a conquista? Cadê o charme, o ato de arrancar um sorriso sincero, de você ficar com a mulher por ter falado a coisa certa na hora certa, sem sensacionalismo só acho que as coisas estão perdendo um pouco da graça. Então depois de consecutivas experiências dessas, você acaba vendo que o mundo de balada é muito limitado e o mais importante, que o que você tanto procura não está e nem estará ali. De forma alguma estou dizendo que não gosto de balada ou que balada é algo de pessoas “vazias”, mas infelizmente na maioria das vezes é isso que eu vejo, mulheres que só querem levantar seu ego e homens que acham que baixar um litro de bebida lhe faz ser o macho “alpha “da festa. Cada vez mais as pessoas têm a necessidade de mostrar ser uma coisa que não são e principalmente terem seu ego exaltado, agora só falta elas perceberem que isso não leva a lugar nenhum. Chegamos num ponto chave da sociedade, onde máscaras valem mais do que expressões, garrafas de bebida em cima da mesa valem mais do que apertos de mão e companhias falsas valem mais do que uma conversa sincera com a menina menos atraente da festa. Por fim entenda que você pode ser uma pessoa super charmosa, educada, inteligente ou qualquer outro adjetivo, mas se a outra pessoa não for equivalente ela não irá perceber o quão valiosa você é.

As experiências abrem as portas, mas quem delimita se as expectativas entrarão ou não é você. O contrato está estendido em mesa ao topo de uma toalha branca, onde quem decide se irá assinar e entrar de acordo com as clausulas é você, e se caso surja alguma dúvida sobre a veracida…
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As experiências abrem as portas, mas quem delimita se as expectativas entrarão ou não é você. O contrato está estendido em mesa ao topo de uma toalha branca, onde quem decide se irá assinar e entrar de acordo com as clausulas é você, e se caso surja alguma dúvida sobre a veracidade do mesmo, contate o seu melhor amigo e advogado: a sua consciência.

Estou aqui. Sinto as mesmas inseguranças que você, os mesmos medos, as mesmas dúvidas sobre um possível futuro, na maior parte incerto. Independente do contratempo a elucidação sempre vem, às vezes com gosto amargo, mas vem. Que profissão escolher? Será que determinada pessoa em…
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Estou aqui. Sinto as mesmas inseguranças que você, os mesmos medos, as mesmas dúvidas sobre um possível futuro, na maior parte incerto. Independente do contratempo a elucidação sempre vem, às vezes com gosto amargo, mas vem. Que profissão escolher? Será que determinada pessoa emana o mesmo sentimento que eu? Será que está na hora de pegar minhas trouxas e sair de casa? Será que estou fazendo o que realmente gosto de fazer? Será que minha mãe, namorada, amiga, irmã, avó ou qualquer pessoa de convívio diário nunca irá mudar seu jeito às vezes intragável? Será que o certo seria largar tudo o que conquistei e ir viajar? Será que irei encontrar alguém para deleitar essa vida comigo? Será que esse sentimento de náufrago pós-faculdade passará? Será que está na hora de me separar? Ou será que devo tentar reaprender a gostar? Será que estou trilhando o caminho certo? Você guarda no seu interior essas dúvidas e na maioria das vezes não tem com quem partilhar, até porque ninguém iria entender, e às vezes nem aceitar, o que você realmente está sentindo. Nesse momento o silêncio, a música e o céu são os seus melhores amigos, ecoando no único lugar que realmente lhe entende: seus sonhos. E se porventura eu te disser que a maioria das pessoas que estão lendo esse texto agora estão na mesma situação que você? E se por um acaso elas também venham aqui para sorrir como você? Estamos juntos e separados ao mesmo tempo, mas talvez eu esteja aqui reunindo várias consciências com problemas distintos, mas sentimentos iguais. Com sorrisos diferentes, mas vontades iguais. Com sonhos diferentes, mas ímpetos de mudanças iguais. O importante não é a situação, mas sim a perspectiva. Como diz uma das minhas citações favoritas do livro e peça “O leque de Lady de Windermere”: “Todos estamos deitados na sarjeta, só que alguns estão olhando para as estrelas”. Existem outras pessoas como você vivendo e sentindo exatamente as mesmas coisas que você, e provavelmente eu seja uma delas. Não se sinta só nas novas veredas que a vida lhe apresentar, saiba que ela já foi trilhada por vários pares de sonhos iguais aos seus.

O que é o amor? O amor, sentimento idolatrado, venerado, mas em sua essência pouco compreendido. É como uma questão matemática, a maioria das pessoas está interessada em resolver o problema, ao invés de compreendê-lo. O amor não é avassalador muito menos imprevisível. Ele é con…
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O que é o amor? O amor, sentimento idolatrado, venerado, mas em sua essência pouco compreendido. É como uma questão matemática, a maioria das pessoas está interessada em resolver o problema, ao invés de compreendê-lo. O amor não é avassalador muito menos imprevisível. Ele é confluente, elaborado, sereno, libertador, silencioso e como um legítimo sapato de couro precisa ser laceado para acomodar-se ao par de pés que os calçam. Não existe amor pleno sem ranhuras, sem infiltrações, sem o nosso anfitrião: tempo. O amor não cria cercas, o amor é um estágio de sentimento muito mais multifacetado do que um simples eu te amo dito ao despedir-se rente a porta de casa. A profundidade desse sentimento é infindável. Milhares de pensadores discorrendo dissertações intrínsecas sobre ele, para hoje em pleno século vinte um ele ser resumido a um simples e subsequente beijo de carnaval. Talvez eu seja retrógrado mas ainda seleciono esses dizeres com toda a minha sensatez antes de arcar com os arrependimentos previstos na jurisdição da minha consciência. O amor é uma palavra que para cada um tem um significado e principalmente uma intensidade. E assim cada um de nós escolhe a hora em nossas vidas que decide o matar. Matamos por medo, por proteção, por incompreensão, por descrédito ou até por simples massa de manobra de um desapego na maioria das vezes antilógico. Apesar dessas fechaduras, às vezes compreensíveis, fico esperançoso que não seja tarde para desfibrila-lo. Por fim acredito que o amor seja tudo isso e mais um pouco que ainda não aprendi, até porque a minha vida perderia a graça caso eu conseguisse definir genuinamente o amor.

Contigo desfiro sorrisos que estavam guardados e empoeirados num pote abarrotado de frustrações. Daqueles que dão vontade de desenhar com giz de cera no papel bandeja de um restaurante de esquina. Daqueles que dão vontade de aventurar-se na cozinha e preparar um prato diferente a…
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Contigo desfiro sorrisos que estavam guardados e empoeirados num pote abarrotado de frustrações. Daqueles que dão vontade de desenhar com giz de cera no papel bandeja de um restaurante de esquina. Daqueles que dão vontade de aventurar-se na cozinha e preparar um prato diferente ao som de Djavan, com o meu avental nem sempre tão másculo assim. Daqueles que dão vontade de colocar um casaco de lã para quando a friagem chegar. Um sorriso sem nome, sem dono, sem motivo… Mas até hoje não encontrei sorriso melhor do que esse. Um sorriso sem motivo, talvez essa seja a engrenagem que move o mundo. Eu sou o meu próprio poema, me avolumo todo dia em busca de novos sorrisos. Inclinados a sempre nos lambuzarmos de gargalhadas o que seria de nós se não nutríssemos as nossas fantasias diariamente? Quero te fazer sorrir e de escolta trazer toda essa felicidade à tona. E assim ficamos na imensidão de um sorriso espraiado que sabe calar as dores e engrandecer a importância de buscá-lo mesmo na ausência de motivos cristalinos. Por fim, meu sorriso contigo sempre será inédito.

Cada um de nós escolhe a hora em nossas vidas que decide matar o amor. Matamos por medo, por proteção, por incompreensão, por descrédito ou até por simples massa de manobra de um desapego na maioria das vezes antilógico. Apesar dessas fechaduras, às vezes compreensíveis, fico esp…
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Cada um de nós escolhe a hora em nossas vidas que decide matar o amor. Matamos por medo, por proteção, por incompreensão, por descrédito ou até por simples massa de manobra de um desapego na maioria das vezes antilógico. Apesar dessas fechaduras, às vezes compreensíveis, fico esperançoso que não seja tarde para desfibrila-lo.