Tornar-se um alguém melhor está quase sempre relacionado à marola ruim mesmo, já que criamos uma casca imunizadora somente na tempestade, e não quando o barco navega em águas calmas.
Frases de Fernando Guifer
184 frases
Teu olhar é a melhor legenda sobre quem tu és e qual momento de vida tu desfrutas!
Sabe o ‘meia dúzia’? Então… Ao contrário do ‘6’, ele é daqueles que excita, e por isso nos causa essa desavença sedutora. Você quer apostar nele, mas, ao mesmo tempo, se faz de difícil porque sabe que ele tem poder de mudar tudo para melhor (ou não). Será sempre um risco (des)ne…
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Sabe o ‘meia dúzia’? Então… Ao contrário do ‘6’, ele é daqueles que excita, e por isso nos causa essa desavença sedutora. Você quer apostar nele, mas, ao mesmo tempo, se faz de difícil porque sabe que ele tem poder de mudar tudo para melhor (ou não). Será sempre um risco (des)necessário.
Por que saímos de casa todos os dias para fazer algo que (geralmente) não sabemos o motivo pelo qual estamos fazendo?
Não existe atalho para tornar-se 100% empreendedor da própria vida. E essa matemática fecha simplesmente porque a solitude jamais será sinônimo de felicidade plena.
Faça o melhor que puder em tudo aquilo o que se propuser.
Estar entre os melhores é o grande 'X' da questão, e, ao mesmo tempo em que é para todo mundo, também sabemos não é para qualquer um.
Não ligo em chorar pelo preço de uma decisão que tomei, mas não suporto ver quem eu amo chorando devido uma atitude mal pensada por mim.
A fama é uma constatação, mas, o sucesso, não. Este é integralmente relativo.
Quanto mais a criatividade de seu liderado for explorada, maiores as chances de você sorrir no fechamento do ano fiscal.
‘Morrer’ é uma coisa, e ‘perder a vida’ é outra (bem diferente): 1- O ser humano é considerado morto quando suas atividades cerebrais decretam falência perante as leis da medicina; 2- O ser humano, porém, perde a vida, quando deixa de sonhar, de amar, de acreditar, de se expor,…
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‘Morrer’ é uma coisa, e ‘perder a vida’ é outra (bem diferente): 1- O ser humano é considerado morto quando suas atividades cerebrais decretam falência perante as leis da medicina; 2- O ser humano, porém, perde a vida, quando deixa de sonhar, de amar, de acreditar, de se expor, de sentir prazer com pequenos gestos, ou quando até mesmo o brilho do sol ao meio dia passa a lhe causar incômodo.
Criamos o costume de nos autossabotar com cabrestos invisíveis e dedicar toda a vida em torno algo que imaginamos ter relevância para nossa felicidade, quando, no acerto de contas, pufff… não conseguimos realizar absolutamente nada do que foi planejado assim que a cabeça encostou…
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Criamos o costume de nos autossabotar com cabrestos invisíveis e dedicar toda a vida em torno algo que imaginamos ter relevância para nossa felicidade, quando, no acerto de contas, pufff… não conseguimos realizar absolutamente nada do que foi planejado assim que a cabeça encostou no travesseiro.
Vejo o ‘6’ como sendo aquela inércia guardada no quartinho da bagunça que evitamos jogar fora, ou também como a tal da – já clichê – zona de conforto, sabe? O ‘meia dúzia’, porém, encarna o papel de evolução deste mesmo – coirmão – ‘6’. Contudo, ele, o ‘meia-dúzia’, segue mais…
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Vejo o ‘6’ como sendo aquela inércia guardada no quartinho da bagunça que evitamos jogar fora, ou também como a tal da – já clichê – zona de conforto, sabe? O ‘meia dúzia’, porém, encarna o papel de evolução deste mesmo – coirmão – ‘6’. Contudo, ele, o ‘meia-dúzia’, segue mais além, e nos permite afrontar o distinto, o desafiador, a sorte, os medos, e o tal desconhecido da forma mais corajosa e inesperada possível.
Prefira sempre morrer a perder a vida. Se for para morrer, que morra logo e deixe de fazer peso na terra; Se for para viver, que seja intensamente feliz e agregador aos que lhe cercam e, principalmente, para o próprio sapato.
O tal ‘nascer-trabalhar-consumir-morrer’ acaba com nossa saúde emocional/física – na unha –, e faz com que tudo ao redor que disponha considerável relevância, passe a flutuar despercebidamente e sem a menor importância bem diante dos nossos olhos.
Vencer é gostoso, mas não agrega valor. Na verdade, é o balde de água fria que nos torna pessoas e/ou profissionais melhores dia após dia.
O futuro e os outros dependem de você ou é você quem dependerá de um futuro criado pelos outros?
Reconhecer a própria fraqueza ou rir de si mesmo é, indiscutivelmente, uma característica da grandiosidade dos (i)mortais, estes que, lá atrás, foram chamados de loucos, e que, anos mais tarde, foram merecidamente premiados com a nomenclatura de gênios.
Mesmo que não haja intenção, imagino que a extroversão e a inconveniência andem praticamente de mãos dadas. Sendo assim, cuidado. Essa linha é muito tênue e por vezes escorre pelo pior lado do muro.
É natural que apreciemos com mais afinco o nu físico ao nu da alma, afinal, somos bichos (escrotos) condicionados ao julgamento de livros pela capa.
Utilize sua condição de cidadão pensante inspirando pessoas e propagando anseios - sempre em alto e bom tom. E, por mais que possam parecer ecos falsos ou gritos no vazio, saiba que seus posicionamentos fazem sim bem ao mundo - mesmo que, vez ou outra, possam soar doloridos ao p…
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Utilize sua condição de cidadão pensante inspirando pessoas e propagando anseios - sempre em alto e bom tom. E, por mais que possam parecer ecos falsos ou gritos no vazio, saiba que seus posicionamentos fazem sim bem ao mundo - mesmo que, vez ou outra, possam soar doloridos ao próprio.
Um dos maiores pecados dessa geração está justamente em confundir fama com sucesso.
O fanatismo religioso parece ter como função única matar ou apedrejar - mesmo com palavras - os que pensam diferente e/ou não seguem as escrituras que determinadas seitas consideram sagradas.
Essa intolerância politica que nós, "pessoas de bem", temos propagado diariamente, só atinge a nós mesmos e alimenta uma fúria desmedidamente sádica, como se gostássemos de apanhar uns dos outros mesmo sem nem procurar entender o real motivo da referida briga.