A vida só tem significado se escolhermos dar-lhe significado.
Frases de Felipe Alves de Souza
108 frases
Sinto-me tão exausto, tão esgotado e tão vazio, que não tenho forças sequer para sentir a minha tristeza. A minha desolação é tão grande que já não me dói.
A imaginação é a força que nos leva a questionar o mundo e buscar novas possibilidades. A razão muita das vezes está a serviço da justificava da ordem vigente.
As pessoas mais perigosas são aquelas que acreditam no que estão fazendo.
A arte é um processo de ruptura que desestabiliza a ordem estabelecida das coisas.
A vida é um mistério que nunca poderemos compreender completamente. Precisamos aprender a conviver com a incerteza e a encontrar significado nas perguntas que nunca terão resposta.
O homem é um ser que se transcende, que projeta seu futuro e que faz a si mesmo.
A verdade é que a maioria dos seres humanos são profundamente ignorantes e dogmáticos, e muitos são felizes assim.
A utopia é o elemento de todo pensamento crítico, presente em qualquer luta por um mundo melhor.
A religião é a tentativa da espécie humana de se auto-humilhar em sua própria imaginação. É a única instituição que permite que um homem tenha uma licença moral para ser estúpido.
A literatura é uma forma de nos lembrarmos de que a vida é mais do que sobrevivência.
No coração da liberdade, encontra-se o amor verdadeiro, pois sem a livre escolha, o amor se torna prisioneiro. Amar é se entregar por vontade própria, e não por imposição ou convenção, É escolher o outro e ser escolhido, sem restrições ou qualquer obrigação.
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No coração da liberdade, encontra-se o amor verdadeiro, pois sem a livre escolha, o amor se torna prisioneiro. Amar é se entregar por vontade própria, e não por imposição ou convenção, É escolher o outro e ser escolhido, sem restrições ou qualquer obrigação. Não há amor sem liberdade, pois o amor não é submissão, é uma união de almas livres, que se entregam sem coação. E se algum dia a liberdade faltar, o amor perderá a sua essência, pois o amor verdadeiro é livre, e só existe na plena consciência. O amor sem liberdade é prisão, que a liberdade seja a base do amor que queremos encontrar, e que juntos possamos caminhar, sem amarras ou qualquer prisão a nos separar.
Em cada olhar há um segredo, em cada gesto, um mistério escondido. No teatro da vida, somos atores, vivendo um enredo de amores e dores, mas não se engane, caro espectador, nem tudo é o que parece ser. Por trás das cortinas, há verdades cruéis, que a alma humana não quer ver.
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Em cada olhar há um segredo, em cada gesto, um mistério escondido. No teatro da vida, somos atores, vivendo um enredo de amores e dores, mas não se engane, caro espectador, nem tudo é o que parece ser. Por trás das cortinas, há verdades cruéis, que a alma humana não quer ver. A vida é um palco de ilusões, onde a realidade é uma farsa, e o amor, tão louco e intenso, é também uma forma de trapaça. Assim como o trágico e o cômico, se misturam nas nossas vidas. O amor e a dor, alegria e tristeza, são faces da mesma moeda perdida. Então, abra bem os olhos, e encare a vida como ela é. Porque, no final das contas, Tudo é ilusão, tudo é teatro.
Por amor você também erra, o amor não nos tornam infalíveis, pelo contrário, ele nos torna vulneráveis. Coloque tudo a perder, eu não tenho medo de perder, porque amar é perder. Nesse sistema eu sempre serei um fracasso, porque eu não quero aderir a ele, eu quero estar do lado…
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Por amor você também erra, o amor não nos tornam infalíveis, pelo contrário, ele nos torna vulneráveis. Coloque tudo a perder, eu não tenho medo de perder, porque amar é perder. Nesse sistema eu sempre serei um fracasso, porque eu não quero aderir a ele, eu quero estar do lado dos que perdem, eu detestaria estar do lado dos que vencem. Para os outros, deixem que me enxerguem como um coadjuvante apagado, meio louco, meio morto, sem lugar para chegar, andando por aí sem rumo, sem sonho pra agarrar. Eu não busco vitória, busco fidelidade. Só quero ajudar a descer da cruz os crucificados. E afirmar que pra ser solidário não precisa ser religioso, só tem que ser humano. A minha luta também é para que o culto da morte proferido pelos religiosos não assumam o controle. Eles odeiam a vida. Abertamente dizem que amam mais a morte do que a vida, que o por vir é melhor do que o aqui. Eu odeio todos, por isso sou um indigente da alma, um desajustado, um estranho no ninho, um marginalizado, uma eterna promessa, um renegado. Não importa quantos diplomas eu tenha, quantos títulos eu possua ou quantas façanhas, não há lugar para a minha essência, nesse mundo que se guia pelas barganhas. Sou um sonhador em um mundo pragmático, um idealista em um mundo caótico, um romântico em um mundo automático, um poeta em um mundo tão patético. Não vou deixar que me tornem o que não quero ser. Que me coloquem como fracasso personificado, um homem que nunca chegou onde queria, um sujeito que vive no submundo, sem forças pra lutar, mas nunca poderão dizer que sucesso ou glória eu vim buscar. Pouco importa, enquanto eu puder colocar minhas palavras no papel, eu não serei completamente derrotado, porque na minha escrita, eu sou livre, e não importa o sistema, eu sempre terei minha voz. Eu devo a mim mesmo, e a todos os outros, continuar sendo curioso, em enxergar o mundo com a curiosidade de uma criança. O que me incomoda é que eles estão tão satisfeitos com essaa respostas, que não tem mais a curiosidade de aprender como as coisas acontecem. É o tipo de resposta que uma criança não ficaria satisfeita. Onde estaríamos se esse entendimento de mundo, de fato dominasse o mundo? Podem dizer que sou fraco, mas fraco são eles que querem ser heróis antes de serem guerreiros. A máquina que me engole, sem compaixão, devora minha essência, minha alma e meu coração. Não há espaço para sonhos ou emoção, só existe o trabalho e a produção. Um mero grão de areia no infinito, tentando alcançar o topo. Me esforço, mas a cada passo, mais longe parece estar, como se o universo conspirasse ao inverso, e o fracasso fosse meu único lugar. Luto por minha humanidade, não aceito ser reduzido a uma lista, ou uma simples produtividade. Minha vida não se resume a um renome banal, e minha alma não se vende por um preço. A mediocridade é a norma, a excelência é para poucos. A minha alma se transforma, em uma máquina sem foco. Eu sou meu próprio juiz, e mesmo que tente, não consigo alcançar a excelência de mim mesmo. Um ideal que me foge, um dilema. Com a humildade de quem sabe que erra, pois sei que a busca em si é nobre, e eu não preciso dessas algemas, são só dilemas que a cada passo me torna mais consciente.
Um dia amei, sem medo ou reserva, com todo o coração. Você apareceu, com seu sorriso inocente, e eu me vi, de repente, em sua rede quente. Seus olhos castanhos me fizeram enxergar que o amor não é um jogo, mas sim um lugar. Sem romantismo barato, eu sentia que tudo estava cert…
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Um dia amei, sem medo ou reserva, com todo o coração. Você apareceu, com seu sorriso inocente, e eu me vi, de repente, em sua rede quente. Seus olhos castanhos me fizeram enxergar que o amor não é um jogo, mas sim um lugar. Sem romantismo barato, eu sentia que tudo estava certo, que enfim estava no lugar certo. Os risos eram mais intensos, os momentos pareciam imensos, e eu me sentia um ser verdadeiro. Amei com toda a minha alma, como se o mundo inteiro fosse nosso, como se a lua só existisse para nos ver juntos. Um dia amei com toda a minha força, como se nada pudesse nos deter, e os ventos sopravam a nosso favor, a vida parecia uma eterna primavera. Deveras enganado, amar é uma espécie de jogo de azar, ainda mais quando há amizade, pode-se acabar perdendo tudo, inclusive a própria sanidade. Um dia amei, como um animal ferido, à mercê do amor, sem saber o que seria permitido. Foi um amor que me tomou de assalto, não importava mais o mundo lá fora, impossível, algo que simplesmente acontece, sem aviso ou motivo. Eu só queria estar com você, jamais duvidava. Não tinha um elixir, assim como as juras que não pudemos cumprir. Então eu caí, e caí tão fundo, que achei que nunca mais ia sair, mas com o tempo eu me recuperei, e aprendi que o amor pode doer, mas também pode curar. E sigo proferindo de forma veemente que fui ao inferno e voltei sorrindo, aquele amor me ensinou que eu posso amar novamente. O amor me ensinou a ser livre, a ser forte e também a ser frágil. Amar é um risco, um ato de coragem. Mesmo quando tudo acabou, e eu me vi sozinho novamente, eu sabia que aquele amor tinha me mudado profundamente. O animal ferido agora só é um cão sem dono, porque ainda acredito, que um dia encontrarei um amor sem abandono. Olho para trás e vejo o quanto amar me transformou, foi um fogo que queimou e purificou, que me iluminou. Eu sabia que seria um caminho difícil e solitário, mas mesmo assim eu decidi seguir sem nenhum itinerário. Mesmo que doa lembrar, do amor que um dia acabou por escapar, como doeu partir sem poder levar comigo o cheiro da tua pele e o brilho do teu olhar. Agora só me resta a lembrança daquilo que foi e a certeza de que nunca mais será. Mas com confiante, que um amor imperfeito pode nos ensinar tanto, sobre nós mesmos e sobre o mundo, e sobre como seguir adiante.
Não há mais espaço para as antigas máscaras, que um dia eu usei para me esconder. Hoje eu sou livre, não há mais amarras, e nada do que fui pode me prender. Sou um livro em branco pronto para escrever, um jardim a desabrochar, uma história a contar, e nada do que fui pode me de…
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Não há mais espaço para as antigas máscaras, que um dia eu usei para me esconder. Hoje eu sou livre, não há mais amarras, e nada do que fui pode me prender. Sou um livro em branco pronto para escrever, um jardim a desabrochar, uma história a contar, e nada do que fui pode me deter, nada do que fui me veste agora. Pois a alma que habita em mim é outra, é diferente, é capaz de sentir novas emoções, de amar de formas inéditas, de enxergar a vida com mais cores, e de vivê-la de modo mais autêntico. Assim como as roupas se desgastam, também meus antigos padrões foram se desfazendo, se desmanchando, e dando lugar a novas sensações, pois agora eu sou livre para me reinventar, para encontrar um novo agora. A beleza está nessa evolução, em se permitir mudar, em se permitir ser outra versão. A vida é um eterno renascer, uma metamorfose que não para, e a cada dia que passa me torno mais eu. Livre, autêntico, fiel somente ao meu eu. As águas que fluem nunca são as mesmas. E é na dinâmica do vir a ser, que encontramos a nossa verdadeira razão de viver.
No silêncio profundo da noite, onde tudo é mistério e sombra, minha alma de perde em devaneios, e meus pensamentos de desdobram. Na profundidade do meu ser, sinto o universo inteiro. Sou um oceano a transbordar, e não sei se quero ou se espero.
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No silêncio profundo da noite, onde tudo é mistério e sombra, minha alma de perde em devaneios, e meus pensamentos de desdobram. Na profundidade do meu ser, sinto o universo inteiro. Sou um oceano a transbordar, e não sei se quero ou se espero. As palavras escapam de mim, como pássaros livres no ar. E eu me perco nesse labirinto, sem saber como voltar. Mas é nessa imensidão de mim que encontro a minha verdade. E percebo que a vida é assim, uma busca sem fim, sem idade. Eu sou o que sou, sem definição, sou a soma do que vivi. Mesmo que a vida seja escuridão, é preciso olhar além do que se vê. A beleza está nas coisas simples, que as vezes não sabemos ver. É preciso olhar com os olhos da alma para verdadeiramente viver. E hoje eu escrevo essa poesia, com a alma cheia de você.
Sempre em declínio, sempre em queda, assim me sinto nesta vida errante, um ser em decadência, sem saída, com um peso sobre os ombros constante. Não há alívio para o peso da existência, somente o peso da própria consciência, que nos leva a pensar e a refletir, sobre o destino inc…
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Sempre em declínio, sempre em queda, assim me sinto nesta vida errante, um ser em decadência, sem saída, com um peso sobre os ombros constante. Não há alívio para o peso da existência, somente o peso da própria consciência, que nos leva a pensar e a refletir, sobre o destino incerto que está por vir. Não querer ter nascido é um fardo pesado, mas já que estou aqui, não quero ficar parado. Não vou lamentar minha existência, pois há tanto para viver, com toda a essência. A vida me pregou uma peça, mas não vou me deixar abater. Vou buscar a minha própria prece, e encontrar motivos para viver. Às vezes, sinto-me sem poder, como se fosse um mero acidente ao nascer. Não queria ter nascido, em um mundo tão cruel, onde tudo é tão difícil, e a vida é um carrossel. A vida às vezes parece uma maldição, mas não quero me entregar a essa tristeza, nem deixar que o sofrimento me defina. Não importa o que a vida me trouxe, nem as feridas que me fez sofrer, conheço o meu coração eu vou encontrar a minha voz. A dor pode ter me moldado, mas eu decido como vou agir, não vou deixar o passado me prender. Continuo a lutar, a buscar alguma forma de me libertar, do peso da vida e da dor da existência, encontrando a luz em meio à escuridão da decadência. Não pedi para nascer, mas agora eu escolho viver. Farei da alegria minha vingança, eu quero me vingar da vida sendo feliz. Não me curvarei diante do sofrimento, pois quero mais do que apenas sobreviver, eu quero rir, amar e ser feliz, e a vida não me impedirá de viver. E fazer da minha existência um eterno renascer. Pode até ser uma luta diária pela sobrevivência, mas não vou me entregar à desesperança, vou me vingar da vida com minha existência. Vou me vingar da vida, sim. Com cada riso e cada sim. Com cada abraço e cada amor. Com cada sonho que eu conquistar. A vida pode ter me dado um início difícil, mas eu escolho como será meu final. Vou encontrar a felicidade, com um sorriso mesmo na dor, e mostrar para a vida quem é que está no controle afinal. Vou me vingar da vida sim, com a alegria do meu amor.
Para mim, a vida é uma jornada sem um propósito definido. Não há um guia celestial a quem eu deva ser submisso. Mas isso não me torna vazio, nem me deixa sem esperança, eu encontro significado na conexão humana. No abraço de um amigo, no riso de uma criança, no amor que compart…
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Para mim, a vida é uma jornada sem um propósito definido. Não há um guia celestial a quem eu deva ser submisso. Mas isso não me torna vazio, nem me deixa sem esperança, eu encontro significado na conexão humana. No abraço de um amigo, no riso de uma criança, no amor que compartilhamos, e na luta por mudança. Não preciso de uma divindade para encontrar beleza e verdade. Minha fé está na humanidade e na capacidade de amar de verdade. Não há pecados ou redenção, apenas a responsabilidade da ação, e se errar, eu mesmo assumo, não culpo um ser imaginário por nenhum fumo. Eu vejo beleza na natureza, na ciência e na sua grandeza. Não há necessidade de um criador para admirar a complexidade do universo em flor. E é aqui, na Terra mesmo que devemos aprender a ser. Não sou ovelha de um rebanho conduzido pela vontade de um ser que nunca foi visto. Prefiro seguir minha própria consciência, e viver minha vida com liberdade e coerência. Não busco respostas prontas em livros sagrados, mas sim na razão, na ciência e nos fatos comprovados. Minha fé é na humanidade e na sua capacidade de evoluir e construir uma sociedade com igualdade. Assim sou, sem medo do fim, pois sei que minha vida tem sentido em mim, e que minha existência não é em vão, pois a felicidade não depende de uma religião. Não preciso de orações para sentir a paz interior, basta viver com empatia, e amor ao próximo, sem temor. Ateísmo é a única escolha para aqueles quequerem viver uma vida plena, sem depender de um ser imaginário, e encontrar significado em nossas próprias vidas, aqui e agora.
Eu caminho sem rumo, sem destino, sem saber o que me espera além do horizonte, além do ser. Eu busco novos ares, novas terras, novas cores. Eu fujo das prisões, das dores, dos horrores. Eu sinto o desejo de viajar, de me aventurar, de conhecer o desconhecido, de me deslumbrar,…
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Eu caminho sem rumo, sem destino, sem saber o que me espera além do horizonte, além do ser. Eu busco novos ares, novas terras, novas cores. Eu fujo das prisões, das dores, dos horrores. Eu sinto o desejo de viajar, de me aventurar, de conhecer o desconhecido, de me deslumbrar, de ver o mistério se revelar, de me surpreender, de sentir a vida pulsar, de me renascer, de sentir a vida que se move, que se renova. Mas eu sou um cativo, um refém, de um corpo, de uma mente, de um lar, de um alguém, de um presente. De uma realidade que me oprime, que me consome, de uma humanidade que me afasta, que me abandone. Eu sonho com a natureza, em sua beleza. Eu lembro da época em que eu era parte dela, em que eu era uma centelha. Eu anseio por voltar a ela, por me integrar a ela, por me libertar dela. Eu quero viajar sem fim, sem limite, em busca de um caminho sem razão, parece que em parte alguma estou em paz, sempre a desejar um novo cais. Uma ânsia sem fim, pelas terras desconhecidas, o mistério, o desconhecido me atrai, enquanto minha alma se perde, se vai. Aprisionado em tudo o que não sou. Eu sou um estrangeiro, em todo lugar, em todo tempo. Em busca do Éden perdido, vagando sem destino, pois somos todos eternos nômades, em busca do divino. Enquanto me perco nas ruas de concreto, a minha alma anseia pela simplicidade da terra, o aroma das flores, a luz do dia.
Não há maior tristeza do que a de não ter tristeza. De viver sem a angústia que nos faz sentir a beleza. De ser um ser sem sentido, sem paixão e sem nobreza. Antes a dor que me inspira do que a alegria que me entorpece. É que o poeta só existe se tiver a alma em chamas, pois o f…
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Não há maior tristeza do que a de não ter tristeza. De viver sem a angústia que nos faz sentir a beleza. De ser um ser sem sentido, sem paixão e sem nobreza. Antes a dor que me inspira do que a alegria que me entorpece. É que o poeta só existe se tiver a alma em chamas, pois o fogo que o consome é o mesmo que o ilumina. Vejo a vida como um fardo, carrego-a com ironia, pois o inferno canta mais baixo em dia de agonia. Então, que me dê a força para escrever o que ninguém ousa dizer, que me dê a coragem para enfrentar o que ninguém quer ver. Que me dê a lucidez para saber que tudo é vão. Que me dê a ironia para rir da minha condição. Que me dê a amargura para temperar a minha poesia. Que me dê a tristeza para ser a minha alegria.
Quase tudo em mim é fogo que arde sem se consumir, mas também é luz e calor, que podem iluminar e aquecer. Em frustrações distintas, a velha confiança, silente, não mais me cativa no olhar; minha mente cansada, sem saída a vislumbrar. Em busca de algo mais, sem se conformar, qu…
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Quase tudo em mim é fogo que arde sem se consumir, mas também é luz e calor, que podem iluminar e aquecer. Em frustrações distintas, a velha confiança, silente, não mais me cativa no olhar; minha mente cansada, sem saída a vislumbrar. Em busca de algo mais, sem se conformar, que tal outro mundo possível sonhar? Tudo em mim incendeia, uma chama incontrolável, um sonho por um mundo novo, onde o absurdo seja condenável. Imagino um crime, não de sangue ou de maldade, mas de estupidez e ganância na sociedade, como a busca pelo ter ou por ganhar, esquecendo o mais hábil, o simplesmente ser, simplesmente o que é sábio. Um lugar diverso, onde o viver seja um belo verso. Consegue ter a noção? Do viver pelo viver, como a mais bela canção. Como faz o pássaro que canta, sem saber que encanta, ignorando sua arte pelo simples cantar. A criança que brinca sem saber que inventa, sem saber que é parte, simplesmente pelo brincar. Com alimentos, palavras, arte e educação não sendo commodities, onde a beleza do simples nos dê suporte. Um lugar onde os sonhos se realizam, onde não há mais fome, nem guerra, nem opressão, onde todos os povos vivem em paz e cooperação, que possam andar nas ruas sem medo de balas ou bombas, como num campo de guerra em ação. Sem egoísmo ou exploração. As mulheres são livres e respeitadas, sem violência ou discriminação. A natureza preservada sem poluição ou destruição. Os animais são amigos e companheiros sem crueldade ou extinção. A arte é valorizada e compartilhada, sem preço, censura ou limitação. Os desesperados seriam, por fim, os esperados. Os perdidos, enfim, seriam resgatados. Porque eles se desesperaram de tanto esperar, e eles se perderam por tanto buscar. Por este lugar, onde todos têm o direito de sonhar. Onde ninguém é explorado, nem oprimido, nem excluído. Onde a diversidade é celebrada, e a solidariedade é praticada, onde o viver é uma questão sagrada. Esse é o meu mundo, e o de muitos outros, que sonham com um mundo melhor, mas que não possuem os meios de ação para torná-lo realidade, mas que querem alcançar enfim esse stop da animalidade.
Na névoa dos meus devaneios soturnos, sou o eco vazio dos risos noturnos. Marionete, sim, fui um dia, em gestos incertos, mas agora sou tempestade, em meus próprios desertos. Rebeldia com causa, na alma se entrelaça, ergo meu ser, em desafio ao absurdo, não temo sofrer. Na escu…
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Na névoa dos meus devaneios soturnos, sou o eco vazio dos risos noturnos. Marionete, sim, fui um dia, em gestos incertos, mas agora sou tempestade, em meus próprios desertos. Rebeldia com causa, na alma se entrelaça, ergo meu ser, em desafio ao absurdo, não temo sofrer. Na escuridão profunda, vou além do plano. Sou o vazio, a negação encarnada, em meio ao caos, minha alma desolada. A marionete que um dia se libertou, do controle do destino, enfim se encontrou, despertou, se revoltou, é meu dedo do meio erguiado para o gepeto. Leviatã indomável, grito corrosivo, nas profudenzas do meu ser. Anos passam, e ainda persigo. Nos mares da existência, desprezo os levianos, que ousem me deter. Eu vou alcançar o lugar que almejo, mesmo que isso me leve anos. Você pensa que me matou, mas só me causaram leves danos. Minha busca é insaciável, implacável, ferido, mas não derrotado. Eu sou como a cena do Thor chegando em Wakanda. Então, leve-me a Thanos. Na suposta arrogância insana, que venham os desafios, eu vou e mostro que sou a própria chama, pois sou imparável. Anos podem passar, mas eu persistirei, na busca incansável pelo que desejei. Alcançarei meu destino, a despeito do que inclusive pensei. Desafiando a esperança, dançando na dor, pensaram que eu sucumbia, que desvanecia, enquanto a cada dia só florescia. Aprendi com meu fardo, sou libertado, não estava rendido, dos escombros, renascido. Pensaram que eu tombava, que estava condenado, mas apenas feriram a superfície. Na escuridão do abismo encontrei meu refúgio, onde o mundo treme e outros temem entrar, é lá que encontro minha verdade. Onde outros não ousam eu vagueio, minha liberdade floresce, enquanto outros se perdem, minha alma engrandece. Assim como Harry, no sussurro das cobras, nas estranhezas do mundo, encontro minhas obras. A liberdade reside onde outros não ousam pisar, eu escolhi o caminho da serpente, foi no abismo que encontrei a força para criar.
As estrelas, testemunhas silenciosas, piscam como lágrimas no firmamento, e o coração, em sua solitude profunda, sussurra segredos ao vento noturno, onde o silêncio é mais denso que o abismo, e a alma se perde em sua própria escuridão. Nas ruas desertas, os passos ecoam, como m…
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As estrelas, testemunhas silenciosas, piscam como lágrimas no firmamento, e o coração, em sua solitude profunda, sussurra segredos ao vento noturno, onde o silêncio é mais denso que o abismo, e a alma se perde em sua própria escuridão. Nas ruas desertas, os passos ecoam, como memórias perdidas em um livro antigo, e o olhar solitário busca nos rostos anônimos a promessa de um encontro que nunca virá. O mundo, um palco de sombras e ilusões, nos afasta uns dos outros, como náufragos solitários. E o desejo de conexão se transforma em saudade, uma ânsia inextinguível por algo que não sabemos nomear. Na promessa de um amanhã que nunca envelhece, apenas um refúgio contra a indiferença do universo.