A vida, de fato, pode ser comparada a uma "via crucis" ou a uma "via sacra," e a seleção entre esses termos depende inteiramente da perspectiva que adotamos. Tal como na escolha das palavras, nossa visão da vida pode nos levar a enxergar desafios como uma jornada de reflexão e transformação.
Em que estado você mora? No estado de ser, não no estado dos ausentes. Porque morar também é viver, e viver é estar consciente e envolvido no momento presente. O ontem é uma casa de madeira, o amanhã é uma casa de palha, mas hoje é onde você constrói com o cimento do momento presente.
FUJA DOS ESCAPISMOS
Todos os dias quando você acorda, percebe que sua vida é uma miséria criada por você mesmo. Na vida dos sonhos tudo era lindo e maravilhoso. Porém, para alcançar a genuína liberdade, é preciso pagar um preço significativo ao longo da vida, um tributo valioso e inegociável. Não adianta usar os anestésicos sociais para fugir da vida.
Dois ciclos naturais: avalanche que deslancha e a alavanca que alça. Duas forças que exemplificam como a inércia pode nos arrastar para baixo, enquanto o impulso estratégico pode elevar nossas conquistas. Quando bem compreendidas, podem ser transformadas em oportunidades para impulsionar nossa sucesso.
Acumulação versus circulação de riqueza. Quanto você genuinamente tem investido em si mesmo? Como espera prosperar ao investir nos outros, sem construir uma base sólida em seu próprio crescimento? Essa é a principal diferença entre consumismo e desenvolvimento pessoal consciente.
O Medo da Vida.
A cada dia, as pessoas acordam inseguras e com medo de morrer. Elas mergulham em suas atividades diárias tão absorvidas e ocupadas demais para escapar desse temor, e acabam se esquecendo de viver. Nem percebem que o que mais temiam já aconteceu. Quando o ano chega ao fim, tentam sair da rotina indo para a praia. E esse ciclo se repete, com sorte, até chegar a uns 100 anos, quando finalmente morrem pela última vez. Só então conseguem descansar em paz.