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Frases de Eriec Soulz

374 frases

Profundeza dos olhos A água quente percorria meu corpo sentado embaixo do chuveiro, a escuridão vista dos meus olhos fechados induzia-me a voar longe com os pensamentos, a tristeza dominava no meio do peito e a decepção me corroía. Abalado fisicamente e psicologicamente. Cansado…
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Profundeza dos olhos A água quente percorria meu corpo sentado embaixo do chuveiro, a escuridão vista dos meus olhos fechados induzia-me a voar longe com os pensamentos, a tristeza dominava no meio do peito e a decepção me corroía. Abalado fisicamente e psicologicamente. Cansado, pedi a Deus que me trouxesse novamente os sonhos, a força para continuar meu caminho, minha boca estremeceu e as lágrimas se uniram a água corrente. Não me segurei, deixei sair, deixei levar. Fui me deitar e rapidamente adormeci. Acordei ao amanhecer com o coração mais leve, antes de levantar, fiz uma prece, e com a força das palavras pude ver claramente: Privei-me do mundo, dos amigos, da família, da minha vida. Privei-me de mim mesmo para lutar por algo que nunca valeu a pena. Um território desconhecido, engambelado, superficial. Fui apunhalado ali, tantas vezes, por todos os lados possíveis. Já havia deixado tudo aquilo ir e decidi seguir na direção oposta. Foi o que fiz. Sinto agora, que uma pequena esperança cresce no fundo do coração, ressuscitando o sorriso da minha alma. Volto a admirar as pequenas maravilhas do mundo: O sol, as nuvens, a lua, as estrelas... Penso que um dia tudo se encaixará, e então, serei capaz de aceitar e entender que tudo aquilo foi imprescindível para uma melhor evolução do meu ser, minha essência, que lá na frente se postergará a outros patamares.

Andei pelo mundo buscando algo que nem sequer sabia o que era. Conheci muitas pessoas, muitos lugares, muitas histórias, mas nada preenchia o vazio que existia dentro de mim. As árvores estavam secas, os dias eram frios e escuros, minha mochila, antes cheia de desejos, sonhos e e…
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Andei pelo mundo buscando algo que nem sequer sabia o que era. Conheci muitas pessoas, muitos lugares, muitas histórias, mas nada preenchia o vazio que existia dentro de mim. As árvores estavam secas, os dias eram frios e escuros, minha mochila, antes cheia de desejos, sonhos e esperança, já não era mais tão leve. Certo dia, ao cair da chuva, me abriguei embaixo do teto velho de um galpão e fiquei horas assistindo a paisagem ser regada com a água vinda do céu. Peguei meu caderno de notas e desenhos com o intuito de desenhar aquela paisagem, antes disso, dei uma breve folheada pelas páginas e notei que já havia muitas paisagens ali, todas pintadas com apenas duas cores, preto e o branco. Incomodado, enfiei a mão no fundo da mochila, onde sabia que meus lápis ficavam e, para minha surpresa, havia uma aquarela inteira lá dentro, e eu, persistindo no preto e branco. Folheei o caderno novamente. Segurei firme desta vez, com olhos de tristeza. Tive vontade de deixa-lo ali, mas não, aquilo era parte de mim. As lágrimas me inundaram os olhos mas não deixei que caíssem. Decidi que a partir dali, escreveria minha história com um pouco mais de cor.

Eu estava só, mesmo rodeado de pessoas. Praticamente nada me entusiasmava. Uma moça descabelada dormia a minha frente, seus fones de ouvido estavam no som mais alto possível. Atrás havia um casal que falava incansavelmente sobre as artimanhas dos netos e palpitavam na vida dos pa…
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Eu estava só, mesmo rodeado de pessoas. Praticamente nada me entusiasmava. Uma moça descabelada dormia a minha frente, seus fones de ouvido estavam no som mais alto possível. Atrás havia um casal que falava incansavelmente sobre as artimanhas dos netos e palpitavam na vida dos pais deles. Ao lado tinha um menino, digo, um rapaz com seus vinte e tantos anos, um livro na mão e um ponto de luz sobre si. Não que eu tenha reparado, mas as letras grandes no início da página cento e vinte e dois me chamaram atenção: Como ser um herói. Afinal não precisava de muito esforço para lê-las, enfim. Ao fundo ouvia-se algumas risadas e crianças resmungando, enquanto isso lá fora, a paisagem corria a cerca de cento e dez quilômetros por hora. Já era noite, estava escuro e o bendito assento vinte e três do rapaz vestido de preto da cabeça aos pés, não que eu tenha reparado claro, até porque era impossível não vê-lo, continuava com a luz acessa. Aquela viagem certamente seria longa, a começar a contar pela minha ansiedade que transformava os segundos em horas. Eu estava ali, minha mente não, a propósito, estava longe, bem longe. Mal sabia eu o que fazer ao desembarcar no meu destino. Eu pensava, roía as unhas, cruzava as pernas e imediatamente descruzava, refletia, agoniava e não chegava a conclusão alguma. Talvez eu devesse relaxar um pouco e tentar dormir, eu estava completamente incomodado, sabia o porquê, mas na verdade não queria admitir a mim mesmo que talvez estivesse metido numa loucura, que talvez tivesse tomado uma decisão precipitada que havia me deixado completamente inseguro. Enfim, eu iria tentar. Já estava decidido. Fechei os olhos e em meio aquela multidão de pensamentos questionei: Como ser um herói? Abri novamente os olhos e fiquei olhando para o nada por longos minutos, tentando responder aquela simples pergunta. Eu não sei, mas acho que preciso acreditar um pouco mais em mim. Acreditar nas minhas intuições, aplicar meus aprendizados nas novas experiências que estão por vir e ter mais fé. Ter certeza. Certeza de que dará certo. Heróis agem enquanto os outros se paralisam. Eu estava agindo e isso já é um começo... CLICK! O garoto do vinte e três apagou a luz. Finalmente. Já era hora. Encostei a cabeça no vidro e logo adormeci. Algumas horas depois o ônibus parou. Acordei meio assustado e logo o motorista gritou o som do meu futuro. Eu não estava preparado, porém minha determinação era imensurável. Muitas pessoas se levantaram para sair o mesmo tempo. Eu ainda estava sonolento, decidi aguardar o tumulto se diluir. Ajeitei-me no assento, olhei ao lado, assento vinte e três, vazio, notei que havia algo enfiado entre o vidro e a cortina da janela, era o livro. Como ser um herói? Levantei rapidamente olhei ao redor e por uma fresta da janela, vi o garoto lá fora. Pensei naquela pergunta impregnada na minha cabeça. Definitivamente eu não sabia a resposta para ela, mas logo saberia. Peguei o livro e fui em direção a saída já folheando-o. Na folha de rosto havia um nome escrito a caneta, certamente era o nome dele, ou não, sei lá, aquilo não me importava. Desci as escadas, passei pela porta de saída e acelerei o passo. Elevei os olhos e vi o mundo, minha mente se inundou de pensamentos, não pensei duas vezes e gritei: - Fabrício? O garoto parou e olhou-me desconfiado. - Acho que isso aqui é seu. Estendi a mão entregando-lhe o livro. Segui meu caminho certo de que grandes feitos se iniciam com pequenos atos.

Presente do Destino Um anjo lindo Que me trouxe a felicidade
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Presente do Destino Um anjo lindo Que me trouxe a felicidade Puro como o raio do Sol E o azul do céu É o que vejo em seus olhos Um encanto, um menino O presente do destino O carregarei Até que suas asas se curem Te guiarei Pois seus sonhos São meus sonhos E não há nada nessa vida Que de ti vai me afastar Você veio Pra preencher a solidão Fazendo mais feliz Acabou a ilusão Esta canção que estou escrevendo É o plano de Deus pra mim E agora eu entendo...

Se somos humanos Não somos perfeitos Nós erramos
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Se somos humanos Não somos perfeitos Nós erramos E sempre erramos Porque somos humanos E podemos errar Podemos seguir Sem se magoar E sorrir Respirar No céu mergulhar Sonhar e não parar de lutar Voar E mesmo se cair e se machucar Não se envergonhar Permitir-se recomeçar NÃO TRANFORME A FENDA NO ABISMO

O pico da montanha. Aquela era a montanha da vida. A localização atual daquela jornada se apresentava em solo árido, íngreme, quente, continha rochas pontiagudas e frouxas, arbustos secos e espinhosos. Todos viam o deserto, mas alguém via diferente. Este alguém enxergava no dese…
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O pico da montanha. Aquela era a montanha da vida. A localização atual daquela jornada se apresentava em solo árido, íngreme, quente, continha rochas pontiagudas e frouxas, arbustos secos e espinhosos. Todos viam o deserto, mas alguém via diferente. Este alguém enxergava no deserto uma perfeita oportunidade para contemplar as belíssimas rosas-do-deserto. Vê-las tão de perto seria magnificamente gratificante, mesmo com toda força contrária. A gravidade. A gravidade que trazia, em seu primeiro empuxo, um dedo apontado na face daquele ser estranho: “Volte! Desça! É mais seguro lá embaixo...”, mas as rosas eram o objetivo e ele estava determinado a atingi-lo. Vendo-se enfrentada, a gravidade se pendura nos ombros do garoto e ali fica, completamente sem coragem de subir, ou, pelo menos tentar. Indisposta a ajudar e com medo de voltar sozinha, se mantem a resmungar. Milhas a frente, o garoto desanimou. Elevou os olhos, viu o céu azul, viu as rosas, se inspirou, tirou forças de onde não tinha e prosseguiu. O foco estava ali, não muito longe, parecia perto na verdade, bem perto. Esticando um dos braços, se desprendeu da raiz que segurava e voou, para pelo menos uma rosa alcançar, mas, se desequilibrou, escorregou e caiu. Na base novamente, pôs-se a olhar o céu, todos riam dele, gargalhavam, alguns inclusive, celebravam sua queda. Naquele meio, alguém o olhava diferente, sem sequer um sorriso no rosto. Imóvel por um tempo, o menino permaneceu fixo naquele céu azul. Tomou ainda mais forças do que antes e retomou a subida. Sua ânsia, grande que era, o levou rapidamente onde estavam as rosas, ele já conhecia os obstáculos da subida, porém agora, queria algo além, queria o céu azul. Subiu, subiu e subiu. Não mais parava ou enfraquecia, causando a fúria daqueles que lhe subestimavam. Enraivecidos, apedrejaram-no, mas havia alguém, alguém que o via diferente. Olhou as pedras nas próprias mãos e viu-se fracassado. Poderia ter tido aquela mesma coragem, aquele mesmo empenho, mas não. Poderia então ao menos ajudá-lo? Sim, poderia! O garoto recuou um pouco para proteger-se, já estava cansado, manteve a calma e num minuto as pedras não existiam mais. Abriu os olhos e viu uma mão estendida pronto para puxá-lo. Viu o topo. Viu do topo aquele céu. Viu uma rosa na mão daquele que o ajudara. Viu a luz. Viu a si mesmo refletido lá embaixo, nos olhos de um outro alguém que lhe via com tamanha diferença.

Olhos pressionados, típico “olhar 43”, semiabertos, fixos no alvo, medindo minuciosamente cada movimento. Sei que tenho excelente pontaria, afinal foram longos anos de dedicação e treinamento, mas, ainda assim, hesito toda vez, tenho medo de errar. Cautelosamente tenciono as fibr…
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Olhos pressionados, típico “olhar 43”, semiabertos, fixos no alvo, medindo minuciosamente cada movimento. Sei que tenho excelente pontaria, afinal foram longos anos de dedicação e treinamento, mas, ainda assim, hesito toda vez, tenho medo de errar. Cautelosamente tenciono as fibras do arco até que elas cheguem praticamente ao limite, então, vou pouco mais além, percebi que esses milímetros a mais tem surtido melhor efeito. Inspiro profundamente, solto a flecha e vibro em silêncio até que a lâmina atravesse o pulsante coração. O sangue escorre, vermelho, quente e brilhante. O amor explode, envolve, engrandece, o corpo estremece e deixa um discreto sorriso escapar. Eu sou o Cupido e amo meu trabalho. Executei-o por muito tempo com grande êxito, mas assim como em qualquer outro, enfrentei um período de provação. Distribuir amor, confesso, passou a ser uma tarefa muito difícil. Engana-se quem pensa que distribuo somente amor entre casais. Engana-se. Tenho em estoque todo e qualquer tipo deste lindo sentimento. No início da turbulência, pensei ter perdido a técnica, a força, troquei o arco, afiei um pouco mais as lâminas e até reformulei a poção, mas de nada adiantava. Percebi que o ser humano estava mudando, os corações agora, carregavam escudos que o envolviam permanentemente. Eles passaram a olhar para si e somente para si. Percebi que nada mais importava, eles não se importavam. Desanimei, enfraqueci, entristeci e desAMEI. Eu também passei a não me importar mais, e então, ninguém mais se importava com nada nem ninguém. Desiludido, perdi as esperanças, não sabia o que fazer. Peguei minhas coisas e fui em direção ao baú onde os guardaria para sempre. Coloquei tudo lá, carinhosamente, o arco, as flechas e as poções. Prestes a fechar a tampa, olhei aqueles objetos fixamente e vi a solução bem ali, diante dos meus olhos, andando comigo o tempo todo. O amor! Meu próprio amor. Tão logo, apanhei uma das lâminas carregada, fechei os olhos e cravei-a no peito, senti aquela explosão me envolver, correndo por todo o corpo, cena que vi milhares e milhares de vezes. Como era bom! Agora, mais uma vez eu me importo, ainda que não seja fácil, eu acredito na força do amor.

Já venci muitas barreiras nesta vida Aprendi chorar, sorrir, falar, andar e me alimentar Aprendi andar de bicicleta, desenhar e colorir
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Já venci muitas barreiras nesta vida Aprendi chorar, sorrir, falar, andar e me alimentar Aprendi andar de bicicleta, desenhar e colorir Aprendi várias brincadeiras e jogos Aprendi ler, escrever, somar, subtrair e dividir Aprendi a tabuada... Aprendi interpretar. Tudo tem uma história, de onde vem e para onde vai Aprendi a sonhar Aprendi cozinhar, lavar e passar... Mais ou menos, mais ou menos Aprendi dirigir, trabalhar e morar sozinho Aprendi conversar, me importar e deixar pra lá Aprendi como entender pessoas, situações e fenômenos Aprendi a ganhar e a perder Aprendi amar e odiar Aprendi como se aprende Porque agora, não aprenderia a ser feliz com tudo que já tenho?

Miopia Traça-se, até mesmo em 2D, uma certa euforia resplandecente na proporção de seus olhos, manifestada evidentemente antes mesmo do seu destino final. Primeiro paralisa, depois estremece com o sussurro de uma gargalhada estrondosa que não dobra nem a esquina de tão silencios…
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Miopia Traça-se, até mesmo em 2D, uma certa euforia resplandecente na proporção de seus olhos, manifestada evidentemente antes mesmo do seu destino final. Primeiro paralisa, depois estremece com o sussurro de uma gargalhada estrondosa que não dobra nem a esquina de tão silenciosa. 360 graus, pura escuridão. Sequer pode-se ver três palmos a frente do nariz. Desce o Sol e converge a luz, ainda assim, negativo, nada se consegue ver. Ela permaneceu estática. Teve medo de dançar. Preferiu não arriscar. Tirou os sapatos, respirou a atmosfera. Riscou algumas flores no chão e deitou-se no meio delas. Quantas flores perfumadas. Agora sim, confortável. Alucinada, conectada e reconfortada pelo seu grande amor permaneceria ali por mais uma eternidade.

Eu precisava conversar com meus pensamentos, olhar meus olhos no espelho, refletir, ficar sozinha, mas você estava lá, me repreendendo a todo tempo. Tomei um banho quente e demorado. Fui me deitar. Tentei pegar no sono mesmo com o coração agoniado. Pensei em ler algo e você apare…
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Eu precisava conversar com meus pensamentos, olhar meus olhos no espelho, refletir, ficar sozinha, mas você estava lá, me repreendendo a todo tempo. Tomei um banho quente e demorado. Fui me deitar. Tentei pegar no sono mesmo com o coração agoniado. Pensei em ler algo e você apareceu, fingi estar dormindo evitando te encarar. Senti que me observava. Cobriu-me com o lençol e saiu caminhando na ponta dos pés. Ouvi o som das chaves e a porta ranger. Saltei da cama rumo à janela. Camuflei meu rosto na cortina e vi você correndo na areia em direção ao mar. Tínhamos noites claras, uns e outros coqueiros na praia. Uma bela visão do horizonte. Desatou o velho barco manchado de azul, entrou na água e começou a remar. Flutuou até a ilha e contornou-a pela água. Pensei que fosse voltar, mas remou mais metade da margem e desceu. Lembrei-me de quando nos conhecemos, ainda tão jovens, tão parecidos, nadando até a ilha para ver os grandes navios mais de perto. Ficávamos brincando, conversando, compartilhando sonhos, horas e horas. Inocentes. Até a vida nos obrigar a crescer. As coisas mudam tão rapidamente. Por quê? Peguei meu caderno velho de poucas folhas e entrelacei meus sentimentos por entre suas linhas desbotadas. Assinei meu nome. Arranquei a folha, dobrei-a e coloquei no bolso do avental. No dia seguinte colocaria numa garrafa e discretamente jogaria ao mar, pelo menos ali, feita de rabiscos, eu podia ser eu mesma... "Por quê? Este é o livro que nunca li Estas são as palavras que nunca falei Esta é a trilha que nunca seguirei Estes são os sonhos que passarei a sonhar Esta é a alegria que é raramente compartilhada Estas são as lágrimas as lágrimas que derramamos Este é o medo Este é o pavor Isto é o que há na minha cabeça Estes são os anos que passamos juntos E isto é o que eles representam E isso é o que eu sinto Você sabe como me sinto? Porque eu acho que você não sabe Annie Lennox"

É hora de secar as lágrimas Erguer a cabeça Respirar fundo
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É hora de secar as lágrimas Erguer a cabeça Respirar fundo Arrumar o cabelo Vestir o melhor sorriso É hora de perguntar a si mesmo: “Onde quero chegar?” “ONDE – QUERO – CHEGAR?" Se já sabe a resposta, ótimo Vá em frente e chegue! Se ainda não sabe Trate de descobrir Uma vida sem foco É quase uma vida perdida Ações geram reações Tudo o que precisamos Está na consequência de um ato Já é hora de agir Então aja.

Não se permita desculpas. Não ter um teto, um carro, uma condição financeira boa, um corpo sarado, nunca foi motivo de não obtenção de sucesso. Não seja cruel consigo por ser imperfeito. Todos somos. Todo tempo é tempo. Dê o primeiro passo. Busque, aprenda, inove, recomece. Seja…
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Não se permita desculpas. Não ter um teto, um carro, uma condição financeira boa, um corpo sarado, nunca foi motivo de não obtenção de sucesso. Não seja cruel consigo por ser imperfeito. Todos somos. Todo tempo é tempo. Dê o primeiro passo. Busque, aprenda, inove, recomece. Seja rápido, ou, quando perceber, o tempo já passou, as oportunidades se foram, as feridas se fecharam, mas a dor vazia, ainda permanecerá. Você olhará no espelho e não verá nada além de um punhado de fios brancos e uma enorme tristeza na alma. “Aí já era!”. Lembre-se do quanto batalhou para ser o que é hoje, ter o que tem hoje. Quão árdua foi sua caminhada. Quantos tombos levou e precisou levantar para que pudesse agarrar a vitória e carregá-la no peito. As histórias mais bonitas são feitas de superação. Supere-se!

Meus olhos se abrem Nada posso ver Penso em você
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Meus olhos se abrem Nada posso ver Penso em você Estendo minhas mãos A buscar suas mãos Mas elas recuam Sua imagem se dilui Escorre em meu rosto Goteja o chão Que se abre Desmorona As nuvens gritam O céu chora O mundo te engole Te absorve Te devora O solo se fecha Uma pequena fresta Traz um fio de luz Que vem do núcleo Me ajoelho Me aproximo Então eu vejo Não era você Era eu Imediatamente Puxo-o de volta E com força E consigo Volto Sobrevivo Eu Ali Renascido

- Shiiiiiiiu! Óbviamente não estamos aqui pra brincadeira. - Talvez isso tudo não devesse passar de uma enorme diversão. - Você é rículo.
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- Shiiiiiiiu! Óbviamente não estamos aqui pra brincadeira. - Talvez isso tudo não devesse passar de uma enorme diversão. - Você é rículo. - E você muito careta. Leva tudo muito a sério. Vive aí estressado com a "correria" dos dias. - Pelo menos cumpro com minhas obrigações, não vivo a mercê, fazendo vista grossa, deixando tudo pra lá. "Ahhh! De boa!". Um minuto de silêncio. Um conflito de realidades distintas. Quem estaria certo? Aquele que procura manter tudo sobre controle o tempo todo, ou aquele que vive a "Paz e Amor"? Educados que são, despedem-se e vão embora, seguindo seus sentidos opostos. Certos e Errados. Nada mudaria, mas o enigma da vida passara por ali e, como sempre, emaranhou um pouco mais os traços.

Eu, eixo do presente, completamente instável. O futuro ao meu círculo máximo, tão próximo e aparentemente tão distante, porém tão determinado. O passado ao meu círculo mínimo, dissipando-se pelo tempo, responsável pela base atual e sua sustentabilidade indeterminada. Girando, gir…
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Eu, eixo do presente, completamente instável. O futuro ao meu círculo máximo, tão próximo e aparentemente tão distante, porém tão determinado. O passado ao meu círculo mínimo, dissipando-se pelo tempo, responsável pela base atual e sua sustentabilidade indeterminada. Girando, girando, girando. Forças contrárias, mas que juntas voam na mesma direção. Gira assim, gira giroscópio.

Não basta apenas fechar os olhos, prender-se na escuridão e dar vazão aos pensamentos, acreditando que estes chegarão ao topo do mundo. A vida pede mais, quer o corpo arrepiado, o sangue fervendo na face, o brilho nos olhos, ela quer o sorriso da alma, da minha alma. Por certo, j…
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Não basta apenas fechar os olhos, prender-se na escuridão e dar vazão aos pensamentos, acreditando que estes chegarão ao topo do mundo. A vida pede mais, quer o corpo arrepiado, o sangue fervendo na face, o brilho nos olhos, ela quer o sorriso da alma, da minha alma. Por certo, já sei onde quero chegar. E onde estou? Dançando na melodia da música? Apreciando o formato das nuvens ou olhando meu próprio reflexo ir embora no riacho com o tempo? Eu quero viver. Ser a música favorita. Quero voar tão alto, até tocar as estrelas, e nadar, sem perder o fôlego. Vou elevar meu coração, vou absorver a luz do Sol, vou abrir os olhos, levantar e caminhar. Dê-me sua mão, vamos juntos.

Se você pretende usar gravatas, aprenda a dar o nó. O melhor nó. Você não vai ficar esperando que alguém o faça, certo? Escolha suas próprias cores, texturas e tecidos. Escolha dentre as clássicas, sofisticadas ou aquelas mais inovadoras. Por que não, ser uma de cada? Sim, sem me…
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Se você pretende usar gravatas, aprenda a dar o nó. O melhor nó. Você não vai ficar esperando que alguém o faça, certo? Escolha suas próprias cores, texturas e tecidos. Escolha dentre as clássicas, sofisticadas ou aquelas mais inovadoras. Por que não, ser uma de cada? Sim, sem medo. Ainda que prefira o básico entre preto e branco, há uma infinidade de cinzas. Atue, represente, viva, surpreenda. Despreocupe-se. Seja você. O que tem que ser é, e ponto.

Amada Mãe Você não precisa de toda essa maquiagem Todo esse perfume
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Amada Mãe Você não precisa de toda essa maquiagem Todo esse perfume E todas essas joias Você não precisa de 1kg a menos Esconder os fios brancos Muito menos esconder seu sorriso. Você não precisa de tudo isso. Você é linda como por nove meses imaginei Nem te digo como esperei Para em seus braços me aconchegar Você é um ser humano abençoado Você é vida que gera vida Você é mãe É amor.

Este é meu quadro preferido. O único que me lembra você. Seu cabelo branco acinzentado, seu olhar sereno, seu colar de pérolas. Todo pintado com café preto amargo, naquele magnífico sorriso de um canto só. Minha musa inspiradora. Nem mil fotos Polaroid contariam toda nossa essênc…
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Este é meu quadro preferido. O único que me lembra você. Seu cabelo branco acinzentado, seu olhar sereno, seu colar de pérolas. Todo pintado com café preto amargo, naquele magnífico sorriso de um canto só. Minha musa inspiradora. Nem mil fotos Polaroid contariam toda nossa essência, nossa vivência, todo esse nosso romance. Mãos entrelaçadas, apertadas, ruas cruzadas, toda tinta derramada. Ainda venho vê-lo as vezes, sempre ao nascer do Sol, para dar encanto, ganhar vida, ganhar um pouco de você, bem pouco, bem mais que o suficiente.

Andando por aí, ouvi uma antiga história que dizia: Um homem ao chegar ao Reino dos Céus procurou o templo de Deus e esperou sua vez para ser atendido. Depois de uma longa conversa, entre perguntas e respostas, Deus entregou-lhe uma lista com todas as dádivas previstas a ele, de…
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Andando por aí, ouvi uma antiga história que dizia: Um homem ao chegar ao Reino dos Céus procurou o templo de Deus e esperou sua vez para ser atendido. Depois de uma longa conversa, entre perguntas e respostas, Deus entregou-lhe uma lista com todas as dádivas previstas a ele, desde o momento de seu nascimento até seu último dia na Terra, ao passar os olhos pela lista, logo identificou alguns itens dos quais não conseguia se lembrar, bênçãos não recebidas, situações não vividas, tão logo questiona: - Perdoe-me Senhor, esta não deve ser a minha lista, há alguns itens nela que não tive a proeza de vivenciar... Deus olhou-o sereno e disse: - Sim, esta é exatamente sua lista. As dádivas aí não recebidas, seriam suas, mas você não possuía Fé suficiente para acreditar que as alcançaria, deixou levar-se, muitas vezes, pelo sentimento do fracasso, descontente pelas perdas da vida. Deixou de pedir-me e eu estava aqui, pronto para auxiliá-lo. Não digo que deveria implorar por tudo isso, mas meu propósito pra você era maior, bastava você ACREDITAR e conquistaria tudo. TUDO!

O dia se transforma em noite e a noite em dia novamente. Amanhece, mas o Sol não aparece. Anoitece e não vemos as estrelas.
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O dia se transforma em noite e a noite em dia novamente. Amanhece, mas o Sol não aparece. Anoitece e não vemos as estrelas. Não mais. Tudo que se vê é uma cinza floresta de pedras. Fim de tantos projetos concretizados. De contas no relógio. Dos “x” no calendário. A beleza natural da Terra se perdeu. O que não é pedra, é pixel. É sinal. Ou ainda um emaranhado de fios expostos. Que não se sabe o que, pra onde, ou pra quem vai. Imensuráveis essências foram assentadas sob a terra. Enterrou-se a pureza, a inocência, o respeito, a verdade. Isso é alicerce. Ou era. Ou ainda é, mas lá embaixo. Perdendo-se a cada bloco sobreposto. A cada parede levantada. Para criar, por padrão, uma estrutura verticalizada. Para que seja alta. Bem alta. E quanto mais alta, mais cara. Mais se paga. Mais se tem. Mais se é. Descobrimos tudo. Aprendemos tudo. Registramos e contabilizamos tudo em números. Certidão de nascimento, RG, CPF, CNH, CTPS, CNPJ, Passaporte, cartão de crédito, título de eleitor... E uma lista infinita de uma identidade codificada. Distraídos, meio a tanta correria, não percebemos... Fomos escoados. Sabotados. Soterrados. Sufocados pelo ar que tiramos de nós mesmos. Menos um. Mais um código registrado que vai para o fundo da gaveta. Sem nada deixar. Sem nada levar.