É estático Nada estético Bem opaco
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É estático Nada estético Bem opaco Quase patético Tá aí Gostei!
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É estático Nada estético Bem opaco
É estático Nada estético Bem opaco Quase patético Tá aí Gostei!
Há cordas Que prendem corpos Acordes
Há cordas Que prendem corpos Acordes Que abraçam a alma Acorde! Mas se quiser dormir aqui Acordados estaremos
Nas ruas ladrilhadas Bosques de solidão Anjos sobre a terra
Nas ruas ladrilhadas Bosques de solidão Anjos sobre a terra Roubando coração Uma doce brincadeira De ao outro querer bem Me roubaste o coração E o seu roubei também
Ainda com as flechas Que acabara de arrancar do peito Escondeu seu coração
Ainda com as flechas Que acabara de arrancar do peito Escondeu seu coração E amaldiçoou todos os cupidos Ou, ao menos aqueles Que faziam questão de carregar Uma só flecha em suas aljavas
Quanto tempo leva Pra tocar a noite Que descansa em seus cabelos
Quanto tempo leva Pra tocar a noite Que descansa em seus cabelos Fazendo despertar Uma constelação de sorrisos Em seu rosto?
Pule De cometa em cometa De paixão em paixão
Pule De cometa em cometa De paixão em paixão Estrelas cadentes Realizam desejos Dos que se aventuram No compasso de um pulsar
Ei, passarinho Por maior que seja a gaiola Ainda podemos chamá-la de prisão
Ei, passarinho Por maior que seja a gaiola Ainda podemos chamá-la de prisão Por isso… Voe!
Versatilidade É escrever de saudade No mesmo papel
Versatilidade É escrever de saudade No mesmo papel Em que enxuga as lágrimas Ou apoia o vinho
Mesmo com você tão perto Demorei pra perceber Toda a magia que ali havia
Mesmo com você tão perto Demorei pra perceber Toda a magia que ali havia Fiz minha solidão de arma Procurei respostas simples Em masmorras sombrias Chamar pelo seu nome É o mais difícil Dentre todos os feitiços Evitar miragem Exige coragem Não se aprende em livros Me livro De toda a noite presa em mim E vou te ver, agora Onde você estiver Chamar seu nome Deve ser pra isso Que eu nasci
Ciranda Cirandinha Já não quero cirandar
Ciranda Cirandinha Já não quero cirandar Vou dar meia volta Espairecer Anéis de vidro Cortam Como amores poucos Quando se acabam
Escravos de Jó Não são mais escravos E nunca foram de Jó
Escravos de Jó Não são mais escravos E nunca foram de Jó São homens livres Mulheres incríveis Sabem que a vida é luta Que estar sozinho assusta Por isso fazem Todo esse Zig-zig-Zá
Saudade É quando enche de poeira A marca do seu abraço
Não tenho nada Mas divido quase tudo o que tenho Ninguém sabe o dia de manhã
Ser beija-flor Reconhecer sua rosa Em qualquer roseiral
Às vezes Regar pouco É mais amor
Às vezes Regar pouco É mais amor Do que encharcar
Ei passarinho Já não te ouço Faz um tempinho
Ei passarinho Já não te ouço Faz um tempinho Se em outra árvore Fez seu ninho Sei que não cantas Mais sozinho
Ontem eu até queria mas hoje
Ontem eu até queria mas hoje é outro dia
Queimar Iluminar as trevas alheias Eis o altruísmo das velas
Alimente os pássaros Quando for migalha Sopre!
Não sei empacotar as minhas coisas Só me mudo Se for pra dentro de você
Só me mudo Se for pra dentro de você Pois não sei empacotar as minhas coisas
Entre um destino e outro Seguro nas suas mãos O ônibus completa a viagem
Entre um destino e outro Seguro nas suas mãos O ônibus completa a viagem E eu nunca tive coragem
Tomei café com você Durante anos Na mesma xícara
Tomei café com você Durante anos Na mesma xícara Quando ela partiu Não foi só a xícara que ficou em pedaços