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Frases de Eliete Ribeiro

51 frases

⁠Sei que já teve paciência de mas comigo,não sei se foi mas ou menos do que teve com as pessoas,também não sei se elas se esforçaram, mas posso falar por me,estou me esforçando! Me esforçando pra não te magoar,pra não te deixar chateado,me esforçando pra ficar bem com você!
Esse é o seu mal,achar ou melhor vê coisas onde não tem, até porque eu acho que não faço nada pra você, que faça com que você venha achar ou melhor pensar que não estou nem aí pra você. O dia que você conhecer ou conviver com uma pessoa que não está sem aí pra você,aí sim vai co…
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Esse é o seu mal,achar ou melhor vê coisas onde não tem, até porque eu acho que não faço nada pra você, que faça com que você venha achar ou melhor pensar que não estou nem aí pra você. O dia que você conhecer ou conviver com uma pessoa que não está sem aí pra você,aí sim vai conhecer o que realmente é,como é uma pessoa que não se importa com você.

⁠⁠Amor ou carência Amor ou solidão Amor ou ilusão
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⁠⁠Amor ou carência Amor ou solidão Amor ou ilusão Amor ou vontade de ter alguém Amor ou medo de ficar sozinho (a) É o que passa pela minha cabeça quando olho suas fotos As vezes penso que seja amor,as vezes apenas apego,mas enquanto a mente fala tudo isso o coração grita, você sabe que é amor,é amor porque conheceu a pior versão dele e decidiu ficar,amor porque apesar dos defeitos dele,você não o julgou, amor porque quando você o viu pela primeira vez mal conseguia falar,Amor porque entre a distância que existe entre nós não mudou o que eu sinto por você, amor porque quando falo de um futuro é ao seu lado que eu quero está!

⁠Eu me sento em silêncio, observando o jardim silencioso da minha mente. Não há flores vibrantes nem um sol radiante hoje. A terra está seca, rachada pelo peso de pensamentos não ditos, de emoções enterradas. Um vento frio sopra entre as plantas murchas, sussurrando lembranças qu…
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⁠Eu me sento em silêncio, observando o jardim silencioso da minha mente. Não há flores vibrantes nem um sol radiante hoje. A terra está seca, rachada pelo peso de pensamentos não ditos, de emoções enterradas. Um vento frio sopra entre as plantas murchas, sussurrando lembranças que eu tento esquecer. Há uma pequena árvore no centro do jardim, retorcida e solitária. Suas folhas são lembranças de decepções passadas, cada uma carregando o peso de um erro, de uma palavra não dita, de um caminho não percorrido. Tento regá-la com a água da minha esperança, mas o solo parece absorver tudo sem deixar rastros. No entanto, entre as ervas daninhas e as plantas murchas, encontro alguns brotos tenros, sinais de resiliência e crescimento. São pequenos, quase imperceptíveis, mas carregam a promessa de um futuro mais florido. São os pensamentos de gratidão, os momentos de paz, as pequenas alegrias que me lembram que mesmo em meio à escuridão, a vida continua a florescer. Este jardim silencioso é meu. É um lugar onde posso me perder e me encontrar, onde posso enfrentar meus medos e celebrar minhas conquistas. E embora hoje ele pareça sombrio, sei que com paciência e cuidado, ele poderá novamente florescer em toda sua beleza.

⁠As conversas que antes pareciam textos hj são apenas rascunhos, as ligações q levavam horas pra terminar hj são apenas 5 minutos,antes era um não vai agora vamos conversar mais um pouco, hj é apenas um,desculpa estou ocupado e com o tempo você percebe que só você teve sentimento…
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⁠As conversas que antes pareciam textos hj são apenas rascunhos, as ligações q levavam horas pra terminar hj são apenas 5 minutos,antes era um não vai agora vamos conversar mais um pouco, hj é apenas um,desculpa estou ocupado e com o tempo você percebe que só você teve sentimentos ou talvez você não seja mais prioridade...

⁠ Enquanto andava pelas ruas cinzas da cidade, as pessoas passavam por mim como se fossem flechas, rápidas e implacáveis. Seus rostos eram borrões, expressões perdidas no turbilhão do dia a dia. Eu, porém, estava em outra dimensão. Não era uma dimensão fantasiosa, com dragões ou…
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⁠ Enquanto andava pelas ruas cinzas da cidade, as pessoas passavam por mim como se fossem flechas, rápidas e implacáveis. Seus rostos eram borrões, expressões perdidas no turbilhão do dia a dia. Eu, porém, estava em outra dimensão. Não era uma dimensão fantasiosa, com dragões ou castelos flutuantes, mas um espaço interno, silencioso e profundo, onde meus pensamentos vagavam livres, descolados da realidade imediata. O ritmo frenético da cidade, o barulho constante dos carros e o apito distante de uma sirene, eram apenas um murmúrio distante, um fundo sonoro para a sinfonia silenciosa da minha mente. Recordações, sonhos, planos futuros – tudo se misturava em um fluxo contínuo, um rio de consciência que me carregava para longe do asfalto e das pessoas-flecha. Vi uma mulher com um casaco vermelho vibrante, uma mancha de cor em meio à monotonia cinza. Por um instante, nossa visão se cruzou. Ela não era uma flecha, mas um ponto de luz, um pequeno desvio no fluxo constante. Senti uma pontada de conexão, um breve momento de humanidade compartilhada, antes que ela desaparecesse na multidão, voltando a ser mais uma flecha no fluxo. Continuei andando, absorto em meus pensamentos, até chegar a um pequeno parque. Ali, o ritmo desacelerou. As pessoas caminhavam mais lentamente, algumas sentadas em bancos, outras alimentando os pombos. Ainda sentia a distância, a sensação de estar em outra dimensão, mas a cidade parecia menos ameaçadora, menos frenética. O parque era uma ilha de calma em meio ao caos. Sentei-me em um banco, observando as folhas caírem das árvores. A cidade das flechas ainda estava lá, ao meu redor, mas dentro de mim, a outra dimensão permanecia, um refúgio tranquilo em meio à agitação do mundo exterior. E, naquele momento, percebi que talvez essa fosse a única maneira de sobreviver à cidade das flechas: mantendo um pedaço de mim em outra dimensão, um lugar onde a paz podia existir, mesmo que apenas dentro de mim.