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Frases de Eduardo Blas

56 frases

"Feliz é aquele que vê em cada obstáculo, uma oportunidade de dar um salto na vida."
Recomeçar de repente Assim, sempre ausente Indo em frente
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Recomeçar de repente Assim, sempre ausente Indo em frente Querendo estar com a alma reluzente Como fogo ardente Mas se apaga com o vento Eu não entendo E me lamento Ainda que eu soubesse a arte de fazer o certo Eu me desconcerto Não acerto Pois não há o certo Eu não me entrego Mas me nego Isso tá no ego Tá na rua, no céu infinito do teu espelho Assim que eu me vejo Esclareço, me intrometo Eu me perco Como um percevejo Em uma roupa que foi tua Hoje, nua como a lua Fúlgida lá de cima Meio doente, abaixo do cansaço Não acima, é um descaso Mesmo assim, não te largo Não insista É como um ímã atrapalhado Com ideias divergentes Confusão interminável Remetente dessa gente Que não sente, não entende Como é amar de verdade o próximo Acaba por tornar-se tóxico É um negócio dos primórdios Da "humanidade valente" Nesta velocidade recorrente Desta claridade inconsequente Há tanta coisa boa Que me faz pensar à toa Mas desmancha na escuridão E nesta escuridão eu prefiro estar agora Pra esquecer do mal que está lá fora Tô ficando assim, meio diferente Meio lúcido da cabeça Concordância proposital Pra cair logo na real Sempre avessa a alma indiferente Intermitente é o sol do céu à frente Era seu o que era só Não deu, doeu e escondeu O brilho do holofote Manchado assim de sorte Que viveu na morte E morreu nesta vida Ainda que seja querida O caminho não era o norte Chame do que quiser Logo, se não vier Desistência é o nome E isto consome Pois não alimenta a fome Do coração A confusão que une a mente A minha e a tua, funde Não mente, assume, sente A solidão do coração que prefere insistir Não é querer punir É querer unir A rosa com o espinho Sem querer carinho Sem ir de carona neste caminho Trago a verdade à tona Nesta vida introspectiva Sempre criando expectativa Numa tentativa Completamente inútil Foi sutil, foi fútil Foi meio incerto Num penhasco que eu pulo Vejo tudo a céu aberto Eu relevo, eu revelo Que eu surto Mas não me entrego Eu luto sem estar de luto E concluo Que a vida é incerteza Que te faz preencher o vazio num copo de cerveja Ela almeja e deseja Ela beija Num sopro de primavera O coração acelera E se desespera Nesta dose certa De loucura que não cura Fuja! É o conselho dela Pra ver a felicidade Sentir a mocidade Daquela idade novamente Sem falsidade Isto é recorrente Daquele olhar ausente Mente e não sente Apedrejado numa plenitude Amar é uma virtude De poucos Que pertence aos loucos Eu não ouço Tu dizeres que assume É uma personalidade variante É estonteante Como nunca antes Era anti e agora é a favor A metamorfose do frio para o calor Intensifica a dor daquele amor Que transmitia calafrio Se não ouviu Agora, já sumiu A antiguidade da memória daquele disquete Não sou do tipo que repete Mas se mete, inverte E tenta mudar o clima Vejo bem de cima Acima de toda essa neblina Posso dizer que é inebriante Como uma estrela brilhante Engolida num momento Por um buraco negro E neste relento Eu não despenco na tristeza Porque, veja A vida é incerteza Mesmo assim, siga em frente e leia Vença e clareia Pois hoje a tempestade é cruel Mas o sol sempre nasce lá no céu E você renasce na clareza Eu só tenho a certeza De que isto não é poesia Mas eu faria com leveza Pois pertence ao sonho de um dia Onde contemplava tua beleza