"Dois corpos, um movimento,
Uma valsa que encanta o momento.
Olhos nos olhos, mãos unidas,
Um amor que dança nas vidas.
A música os leva ao céu,
Um giro que os faz voar alto e livre.
O amor é a coreografia,
Que os faz dançar em harmonia.
editelima 60
agosto/2025
Avós e netos,
um amor que nunca passa
Afeto que ultrapassa
Supera qualquer barreira
Juntos formam um laço
Laços de amor
que não se desfaz
netos , um presente do céu
para a vida dos avós todo carinho
sol que ilumina o caminho
edite lima 60/ 2025
Em um mundo de sombras e dor,
Sua luz clareia o meu caminhar.
Seu amor afasta todo o temor,
E o meu coração volta a sonhar.
Não há noite escura que resista,
Ao brilho que vem do Seu olhar.
Quem segue Teus passos conquista,
A paz que o mundo não pode dar.
Tua luz desfaz toda a ilusão,
Guia os pés no caminho do bem.
É farol para o meu coração,
E força que sempre me sustém.
Se a dúvida tenta me cercar,
Lembro-me bem do que prometeu
Quem te segue não vai tropeçar
pois caminha na Tua luz , ó Deus
editelima/2026
"Faça chuva ou faça sol,
em todos os detalhes da natureza
pouso meu olhar e agradeço
Cada passo , cada oração
cada choro , cada grito
Louvar ao senhor é meu compromisso
Busco n'Ele orientação e saber
estou sempre a serviço
Me alegro em ser submisso
Suba até vos o meu clamor , ó Senhor
Na alegria ou na dor
A tua resposta chega com vigor
Abrandas o estertor
No silêncio da noite
no trovão ou na tempestade
haverá nos meus lábios sempre o louvor
para o meu Deus que é Vida, Luz e Verdade
editelima/2026
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Rio que desce manso e tranquilo
Pouca força na correnteza
Folhas que seguem na leveza,
algumas param prá descansar
Se escondem no musgo entre as pedras
Tem tempo,tem silêncio ,
tem pacência
Folha que descansa
caminha quando a água chama
Água não briga com a pedra
Ela chega , contorna
Insiste com carinho
até abrir caminho
Água que acolhe ,pedra que protege
Folha quue confia
Como na vida deve ser
vai quem quer
Fica quem precisa
Com respeito, sem forçar
sem prender
edite lima /2026
o tempo fechou
escuridão aumentou
barulho de trovoada
tomara não venha
chuva braba
São tentos desastres
A natureza determina
Muita mão assassina
trazendo desequilíbrio
ao planeta
Somos todos prejudicados
é ladeira que desmorona
tantos desabrigados
e outros desalojados
Vigilância é preciso
Já alertava jesus
Sinal do fim dos tempos
A tribulação já começou
Muitos fingem não ver
Final de agosto,
dia quente,
calor insuportável.
Parece que vem chuva por aí
Eu ouço os trovões distantes,
o som do vento a barulhar,
é a chuva itinerante
passando por tantos lugares:
hoje aqui, amanhã lá.
Observo as primeiras gotas
pelo vidro da janela a deslizar,
formando desenhos estranhos
ao se misturar com a poeira
que o vento levantou.
Rendado ficou o vidro,
embaçado ficou meu olhar.
Agosto definitivamente se despede,
a chuva, com certeza,
em outra ocasião voltará.
editelima 60