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Frases de Dra Marislei Brasileiro

120 frases

Ao que se diz desapegado das coisas materiais e, por isso não trabalha para se manter, mas depende de outros para suas necessidades básicas, iludido está em sua hipocrisia.
⁠Houve um tempo em que tivemos que esperar, sem parar. Caminhar, sem correr. Cumprimentar, sem tocar.
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⁠Houve um tempo em que tivemos que esperar, sem parar. Caminhar, sem correr. Cumprimentar, sem tocar. Compartilhar, sem um obrigado esperar. Sorrir, sem se mostrar. Se despedir, sem abraçar. Chorar, sem as lágrimas enxugar. Revoltar, sem ter a quem culpar. Orar, sem saber o que pedir. Cuidar, sem a certeza da cura. Acreditar, sem jamais desistir. Agradecer, sem merecer. Repensar, sabendo que o que fomos, nunca mais seremos.

Mães são paradoxais, mas incríveis! É fato que toda mulher possui o instinto materno, mas nem todas nasceram com o dom de transformar um ser pequenino em adulto bem resolvido. Algumas, cientes disso, usam frases de impacto que, de uma forma ou de outra, formam cidadãos de bem.…
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Mães são paradoxais, mas incríveis! É fato que toda mulher possui o instinto materno, mas nem todas nasceram com o dom de transformar um ser pequenino em adulto bem resolvido. Algumas, cientes disso, usam frases de impacto que, de uma forma ou de outra, formam cidadãos de bem. Algumas delas já foram usadas por mães que nunca precisaram usar da palmada, mas sempre olharam no fundo dos olhos dos filhos, todos os dias: Filho abusado: “Vem gritando que eu piso em seu pescoço”. Filho que sofreu bullyng: “É bom pra você aprender a largar de ser besta”. Filho que tirou nota baixa: “Toma esses livros. De agora em diante vai ter que fazer tarefa sozinho! Até que suas notas estejam acima de 8,0, não toca em nada eletrônico”. Filho bolha: “Se eu receber outra reclamação de sua professora eu te arrebento”. Filho ladrão: “Vá devolver essa caneta ao seu colega agora, senão eu quebro em sua cara”. Filho mentiroso: “Mente que eu arranco sua língua”. Filho birrento (na rua): “Filhinho, vamos ali, perto daquela árvore, cheia de varinhas, que vou te mostrar uma surpresa”. Filho do quarto bagunçado: “Agora que joguei tudo no chão....arrume, que daqui a pouco eu volto, senão vou jogar no lixo tudo o que eu encontrar fora de lugar”. Filho carente: “Dá aqui um abraço de 10 minutos”. Filho barbado: “Tá pensando que eu vou te sustentar a vida inteira? Pode cuidar de arrumar outra teta!”. Filho desastrado: “Quebrou de novo? Chega! O próximo vou arrancar de seu couro! Quando você trabalhar vai aprender a valorizar suas coisas”. Filho ateu: “Fique à vontade. Quando precisar de proteção espiritual, ore para Karl Marx que ele te protege!”. Filho doente: “Mamãe está aqui. Daqui a pouco você estará bem melhor! O que mesmo que aprontou desta vez?”. Filho que reclama do pai: “Ih! Precisava ver os outros que conheci antes dele!” Filho que ainda não passou em concurso: “Por que atendeu minha ligação se ainda não teve aprovação?” Filho que teve sucesso: “Fez sua obrigação”. Filho que tem filho: “Encoste a mão em meu neto que te acabo, menino! E completa: Venha cá meu netinho, vovó protege você!” Mãe é Mãe... complicado, mas é quem nos ama de verdade.

Uma história emocionante de uma paciente idosa que sobreviveu à Covid-19 (SARS-CoV-2) - linda história. “Eu fiquei internada naquela gélida UTI por 12 dias. Sinceramente já havia me despedido, em pensamento, de minha irmã - única parente próxima. Sabia que iria morrer. O corpo mo…
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Uma história emocionante de uma paciente idosa que sobreviveu à Covid-19 (SARS-CoV-2) - linda história. “Eu fiquei internada naquela gélida UTI por 12 dias. Sinceramente já havia me despedido, em pensamento, de minha irmã - única parente próxima. Sabia que iria morrer. O corpo moído, a dor e a febre não eram piores que a falta de ar. Chegava um e outro profissional de saúde. Manuseavam meu corpo inerte. Agulhas, tubos, toques frios e mornos, mudança de leito. Eu pensava: fiquem longe de mim, não se aproximem, vão morrer também. Mas eles insistiam, falavam umas palavras que eu não entendia: saturou, descompensou, rebaixou...ai..ai. Eu não sabia quem era quem. Mas tinha uma que sempre me chamava pelo nome, segurava minha mão com a luva fria, mas dava para sentir um calorzinho vindo daquele corpo cansado. Nunca esquecerei aqueles olhos castanhos por detrás dos óculos de proteção. Ela dizia: aguente firme, já vai melhorar. Os dias passavam. Já estava fora de mim. Por duas vezes fui ao céu e voltei. Mesmo sedada, parecia que eu via tudo ao meu redor. Amanhecia e anoitecia, sem que eu definisse se era dia ou noite. O teto branco era meu céu. Vez ou outra eu pensava: agora é o anjo que veio me buscar. Não. Era ela novamente - aqueles olhos castanhos pareciam sorrir, como um sinal de estímulo. Os dias passaram e sentia meu ar e meu sangue voltarem ao meu corpo. Graças à Deus estou indo para casa hoje. Pedi meu celular para escrever esse depoimento. Queria agradecer a todos que me salvaram a vida. Um grupo me esperava. Recebi um parabéns da médica que me avisou que estava de alta. O Enfermeiro me explicou que eu deveria continuar tomando os medicamentos e que a técnica de enfermagem me levaria de cadeira de rodas até a saída. Quando olhei para a técnica que me ajudou a sentar na cadeira, vi aqueles olhos castanhos que tanto me iluminaram e me deram forças para aguentar firme. Chorei copiosamente! Meu corpo sentiu seu toque quente e sua mão firme. Parecia que as células estavam todas em festa. Assim como a equipe que se despediu em aplausos. É gratidão. Não sei o nome de nenhum dos profissionais que cuidaram de mim, mas jamais me esquecerei daqueles olhos castanhos - da técnica de enfermagem.”

Em tempos de crise coletiva formam-se quatro grupos diferentes: os que sofrem e sentem medo, por si e pelos demais e se paralisam, tornando-se um peso; os que pensam tanto que, estáticos, nada fazem para melhorar a situação; os intuitivos, que temem o pior, por isso preferem dar…
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Em tempos de crise coletiva formam-se quatro grupos diferentes: os que sofrem e sentem medo, por si e pelos demais e se paralisam, tornando-se um peso; os que pensam tanto que, estáticos, nada fazem para melhorar a situação; os intuitivos, que temem o pior, por isso preferem dar um passo atrás, impedindo que vidas sejam salvas; os que agem precipitadamente, gerando transtornos a si e aos outros. Em tempos de crise coletiva, sinta medo, mas busque coragem para se libertar. Pense, mas aja depois e use a intuição para aperfeiçoar sua prática. Assim, em tempos incertos, pequenos atos, coordenados, podem significar muito para solução de problemas coletivos.

O dia em que a terra parou! Nesse dia, em que as pessoas comuns recuam e repensam, pacientes adoecidos pela Covid - 19, são cuidados por corajosos enfermeiros e técnicos de enfermagem. Eles arriscam suas vidas sem temor, na administração de medicamentos, na assistência, no curat…
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O dia em que a terra parou! Nesse dia, em que as pessoas comuns recuam e repensam, pacientes adoecidos pela Covid - 19, são cuidados por corajosos enfermeiros e técnicos de enfermagem. Eles arriscam suas vidas sem temor, na administração de medicamentos, na assistência, no curativo, na higiene, na alimentação, na sondagem, no olhar generoso para os que perdem o ar em um leito isolado. Continuam firmes, se expondo durante a vacinação de pessoas saudáveis, para que não adoeçam. Os Enfermeiros executivos passam noites em claro a elaborar protocolos e os Enfermeiros cientistas não descansam para reduzir transmissão e o tempo de internação. Esses enfermeiros esperam ansiosos por um biólogo que descubra o ponto fraco do vírus; um biomédico que desenvolva um exame rápido; um farmacêutico que desenvolva um medicamento eficaz, para que um médico prescreva com relativa certeza. Milhares de pessoas se isolam para que as pessoas não adoeçam, mas apenas um grupo de profissionais se une e dedica seu tempo para nenhum morra - pelo menos não sozinho - os Enfermeiros.

⁠Os avós Tem vovó que é fofinha, mas põe neto na linha Tem vovó que parece tia, mas não revela os segredinhos
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⁠Os avós Tem vovó que é fofinha, mas põe neto na linha Tem vovó que parece tia, mas não revela os segredinhos Tem vovó que é é brava, mas nos beijos até baba Tem vovó que sabe tudo, mas é humilde, no fundo Tem vovó que adota neto, apesar da oficial ter grande afeto Ter vovó é estar protegido, das ameaças e perigos Ser vovó é um presente de Deus, para quem com sabedoria viveu. Quem convive com vovós, é certo, sabe mais que o resto. Vovó Leley

⁠A história registrará o que os profissionais de enfermagem estão a fazer pelas pessoas. A história registrará que são os Enfermeiros que estão a construir protocolos aos Ministérios. Que estão à frente das Vigilâncias Sanitárias sem poder de polícia.
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⁠A história registrará o que os profissionais de enfermagem estão a fazer pelas pessoas. A história registrará que são os Enfermeiros que estão a construir protocolos aos Ministérios. Que estão à frente das Vigilâncias Sanitárias sem poder de polícia. Que monitoram os sinais vitais dos pacientes internados nas UTIs. Que socorrem os que estão nas ambulância e UPAs. Que classificam os que chegam com dispneia nas emergências. Que vão atrás dos sintomáticos em suas casas. Que constroem cartilhas para crianças aprenderem como fazer prevenção. Que saem com caixas de vacinas em busca dos que não se vacinaram. Que fazem os partos naturais, longe dos contaminados hospitais. Que zelam pelos idosos, em suas casas ou não. Que lutam por dias melhores frente às entidades de classe e parlamentos. Que são voluntários nas frentes de batalha. Que são cientistas em busca de respostas viáveis. Que gerenciam um exército de agentes e que, se todo o sistema falhar, são eles que preparam os corpos, longe dos familiares, com o sentimento de que lá fora, tudo poderia ser diferente. Ah! Se a Enfermagem falasse mais e se fosse ouvida mais vezes.

⁠⁠⁠INTELIGÊNCIA SANITÁRIA - Exemplos simples incluem: o hábitos de ingerir água em quantidade suficiente, saber selecionar os melhores nutrientes para uma refeição (mesmo em situação de escassez), organizar-se para obter horas suficientes de sono, saber utilizar máscaras, higieni…
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⁠⁠⁠INTELIGÊNCIA SANITÁRIA - Exemplos simples incluem: o hábitos de ingerir água em quantidade suficiente, saber selecionar os melhores nutrientes para uma refeição (mesmo em situação de escassez), organizar-se para obter horas suficientes de sono, saber utilizar máscaras, higienizar as mãos, manter distanciamento social ou mesmo entender a vigilância sanitária como um bem. Dra Marislei Espíndula Brasileiro.