Como trás inconsciente aquilo que nunca sentiu?
Frases de Diogo Viana Loureiro
653 frases
Única forma de compreender a identidade neurodivergente é sendo neurodivergente. Qual o tom da sua voz no seu espaço de fala?
Vivemos em uma sociedade que influenciadores não são líderes.
No futuro a tecnológica vai ajudar a sublimar a mente humana. Se deixares transformarem suas imagens mentais vão poder observar e aprender com seus simbolismos. Tá na palma da mão. Acredito que o ser humano é inconsciente. A consciência é o que aos olhos de quem está de fora? Qu…
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No futuro a tecnológica vai ajudar a sublimar a mente humana. Se deixares transformarem suas imagens mentais vão poder observar e aprender com seus simbolismos. Tá na palma da mão. Acredito que o ser humano é inconsciente. A consciência é o que aos olhos de quem está de fora? Qual importância damos a ela? Uma pessoa com imagem mental e varios episódios... outra sem nenhuma imagem mental ou episódios da sua vida... No mesmo planeta, ao mesmo tempo. O que são imagens mentais? Definir elas parece uma grande besteira, faz parecer algo simples. Como seria um superego com imagens se ele fosse realmente livre do que é imposto?
A vida corre, corriqueira apenas. Vestes que dobrem, a obsolescência. Ausência que sofre, sem clemência.
Narcisismo e Neurodivergência em uma Sociedade Neoliberal O que resta de uma mente que luta para encontrar seu lugar em uma sociedade que valoriza o desempenho, a competição e o sucesso a qualquer custo? Acredito que o espectro narcisista é vasto, e sua manifestação pode assum…
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Narcisismo e Neurodivergência em uma Sociedade Neoliberal O que resta de uma mente que luta para encontrar seu lugar em uma sociedade que valoriza o desempenho, a competição e o sucesso a qualquer custo? Acredito que o espectro narcisista é vasto, e sua manifestação pode assumir inúmeras formas dentro dos recortes psicosociais em que vivemos. Em uma sociedade neoliberal e capitalista, o perfil narcisista — seja ele crônico, patológico ou treinado — frequentemente se encontra no topo da pirâmide social. Essas são as pessoas privilegiadas pelo sistema, favorecidas por sua natureza egoísta, exploradora e alienante. O sistema recompensa aqueles que não demonstram empatia, que conseguem explorar e invalidar os outros para alcançar seus próprios objetivos. E onde ficam as pessoas que, por sua própria natureza, não se encaixam nesse molde? Como os autistas, aqueles com afantasia ou Transtorno de Processamento Sensorial (TPS) sobrevivem em um sistema que parece desenhado para vê-los fracassar? Essas pessoas, que muitas vezes possuem uma empatia profunda e uma visão única do mundo, são constantemente marginalizadas por não seguirem as regras sociais "normativas" — regras essas que são, em sua essência, adoecedoras. Vivemos em um mundo onde a busca por sucesso e poder, sem consideração pelo impacto sobre os outros, é celebrada. E, nesse contexto, aqueles que não compartilham dessa mentalidade são colocados à margem. Para as pessoas neurodivergentes, a realidade é ainda mais dura: elas vivem em um constante estado de vulnerabilidade, não porque lhes falta valor, mas porque o sistema em que estão inseridas não foi feito para acomodar sua maneira de ser.
O Verdadeiro Perigo Invisível: Narcisismo, Empatia e a Sociedade que Marginaliza os Sensíveis Em uma sociedade que celebra a grandiosidade e o sucesso individual, os narcisistas caminham livremente, muitas vezes ocupando lugares de privilégio e poder. O narcisismo patológico, c…
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O Verdadeiro Perigo Invisível: Narcisismo, Empatia e a Sociedade que Marginaliza os Sensíveis Em uma sociedade que celebra a grandiosidade e o sucesso individual, os narcisistas caminham livremente, muitas vezes ocupando lugares de privilégio e poder. O narcisismo patológico, caracterizado por uma constante necessidade de validação e uma preocupante ausência de empatia, é raramente reconhecido como o perigo que pode ser. O que é frequentemente negligenciado é que essa condição não apenas prejudica os indivíduos ao redor, mas também ameaça a liberdade e o bem-estar de quem convive com ela. Enquanto o narcisismo permanece invisível aos olhos de muitos, a sociedade frequentemente esquece que o narcisista não enxerga além de si mesmo. Para ele, os outros são apenas reflexos distorcidos, peças a serem manipuladas para alimentar seu senso de superioridade. Pesquisas mostram que essa falta de empatia, somada ao desejo de controle, pode levar a comportamentos abusivos e destrutivos. No entanto, apesar dos danos causados, os narcisistas raramente são acompanhados por especialistas, não recebem o tratamento adequado que poderia prevenir suas ações danosas. Em contraste, temos aqueles que, por suas condições neurodivergentes, como autismo, transtorno de processamento sensorial, esquizofrenia paranoide, afantasia e transtornos de personalidade borderline, vivem em constante estado de hipersensibilidade. O que a sociedade muitas vezes não percebe é que, ao contrário do estereótipo de falta de empatia, esses indivíduos frequentemente experienciam uma forma profunda de empatia, uma conexão intensa com o sofrimento alheio. Sua sensibilidade, no entanto, os coloca em posição de vulnerabilidade, tornando-os presas fáceis para aqueles que se enquadram no perfil narcisista, especialmente em um mundo que marginaliza os que não seguem os padrões normativos. Essas pessoas, que sentem de forma intensa e se importam profundamente com o bem-estar dos outros, são muitas vezes estigmatizadas. A sociedade tende a vê-las como "difíceis", "frágeis" ou "problemáticas", enquanto, na verdade, elas são vítimas de uma cultura que valoriza a frieza e o controle. Indivíduos com transtornos como o borderline, por exemplo, podem ser incrivelmente empáticos, mas sua dificuldade em regular as próprias emoções faz com que sejam frequentemente incompreendidos e até demonizados. Vivemos em um mundo que, de muitas maneiras, valida o narcisismo, premiando aqueles que conseguem se destacar à custa dos outros. O sucesso e o poder, frequentemente associados a traços narcisistas, são glorificados, enquanto aqueles que sentem demais, que questionam, que buscam conexões genuínas, são relegados à margem. Esse padrão cultural, dominado pela busca de validação externa, não apenas alimenta os narcisistas, mas também aliena aqueles que se recusam a jogar o jogo. É uma ironia cruel: enquanto os narcisistas caminham livremente, sem serem responsabilizados por seus comportamentos prejudiciais, os sensíveis e empáticos são vistos como desajustados. Pessoas que têm uma conexão mais profunda com os outros, que sofrem por não se encaixar no molde de frieza que a sociedade parece exigir, são muitas vezes marginalizadas e patologizadas. Devemos, então, nos perguntar: quem são realmente os que mais precisam de atenção e acompanhamento especializado? É hora de olharmos para essa dinâmica de poder com mais clareza e justiça. Se os narcisistas andam soltos, quem realmente está fora de lugar? Quem, de fato, precisa de cuidado e tratamento? A sociedade precisa rever seu julgamento, reconsiderar o que é patologizado e o que é aceito. Porque, no fim das contas, os que são marginalizados por sentirem demais podem ser aqueles que mais têm a oferecer em termos de empatia, conexão, liderança e humanidade.
Psicologia no Brasil: Desafios Profissionais e Jurídicos Frente à Saúde Mental A profissão de psicólogo no Brasil foi formalizada relativamente tarde, sendo regulamentada em 1962, o que significa uma lacuna historica equivalente entre 60 a 80 anos, comparado a Paises como EUA e…
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Psicologia no Brasil: Desafios Profissionais e Jurídicos Frente à Saúde Mental A profissão de psicólogo no Brasil foi formalizada relativamente tarde, sendo regulamentada em 1962, o que significa uma lacuna historica equivalente entre 60 a 80 anos, comparado a Paises como EUA e Alemanha. Embora a área tenha avançado, ainda enfrenta desafios significativos, que refletem tanto a complexidade do cérebro humano quanto as pressões de uma sociedade cada vez mais orientada por metas e produtividade. Atualmente, o Brasil conta com mais de 400 mil psicólogos registrados no Conselho Federal de Psicologia (CFP). No entanto, ao considerarmos a proporção de psicólogos por habitante, a realidade se apresenta de outra forma. Com uma população de aproximadamente 203 milhões de pessoas, o Brasil tem cerca de 1 psicólogo para cada 500 habitantes. Esse número, que pode parecer positivo, esconde uma distribuição geográfica desigual desses profissionais. Estudos indicam que há uma concentração de psicólogos nas regiões mais ricas e urbanizadas, como o Sudeste, especialmente em São Paulo, que possui o maior número de profissionais no país. Por outro lado, regiões como o Norte e o Nordeste apresentam um número significativamente menor de psicólogos, dificultando o acesso das populações mais vulneráveis a serviços psicológicos adequados. Além da desigualdade na distribuição, os psicólogos enfrentam pressões relacionadas à produtividade no mercado de trabalho, o que muitas vezes os leva a adotar práticas padronizadas. A Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC), embora amplamente reconhecida por sua eficácia, é frequentemente aplicada de forma generalizada, sem as adaptações necessárias para casos mais complexos, como o atendimento a pessoas neurodivergentes. Estudos recentes demonstram que condições como o autismo e o Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH) demandam abordagens personalizadas e individualizadas para garantir um cuidado adequado. A conscientização sobre neurodivergência tem crescido globalmente, com um aumento de 30% nos diagnósticos de autismo e TDAH na última década, segundo dados da Associação Americana de Psiquiatria. No entanto, muitos psicólogos no Brasil ainda carecem de formação adequada sobre esses transtornos, o que contribui para um atendimento que nem sempre atende às necessidades específicas dessas populações. Outro desafio significativo enfrentado pela categoria está relacionado ao valor jurídico dos laudos psicológicos. Embora psicólogos possam emitir laudos em contextos clínicos, a legislação brasileira não atribui a esses documentos o mesmo peso que aos laudos médicos ou psiquiátricos em disputas judiciais. Na justiça trabalhista, por exemplo, para validar uma alegação de burnout ou obter benefícios como a CIPTEA (Carteira de Identificação da Pessoa com Transtorno do Espectro Autista), o laudo psicológico geralmente precisa ser complementado por um diagnóstico psiquiátrico. Essa exigência cria um obstáculo prático na atuação dos psicólogos, que muitas vezes são essenciais no acompanhamento terapêutico, mas acabam limitados na esfera judicial, onde apenas o laudo de um psiquiatra tem plena validade. Isso é especialmente evidente em disputas trabalhistas, onde condições como burnout, ansiedade e depressão — muitas vezes diagnosticadas e tratadas por psicólogos — precisam de confirmação médica para serem levadas em consideração. E como fica o psicólogo recém formado que não tem network e não conhece o sistema na prática? Dessa forma, o cenário da psicologia no Brasil evidencia uma contradição: embora o número de psicólogos no país seja elevado, há uma distribuição desigual e limitações legais que dificultam o pleno exercício da profissão, principalmente no que diz respeito à proteção dos direitos dos pacientes em contextos judiciais.
Todos sobrevivemos a uma sociedade narcisista e mantemos o status quo dela sem parar de dançar a valsa da sua fantasia.
Pedir perdão é aceitar a verdade, Perdoar é abrir mão do controle, Esquecer é abrir espaço para novas histórias.
O primeiro a pedir perdão é sábio, pois aceita sua humanidade. O primeiro a perdoar é forte, pois transforma a dor em aprendizado. O primeiro a esquecer é quem compreende que viver em paz supera qualquer ideal de felicidade.
Aquele que reconhece o erro e pede perdão aprendeu, Aquele que perdoa dominou o ressentimento, Aquele que esquece vive em paz.
O primeiro a se desculpar enxerga além do ego, O primeiro a perdoar abandona a disputa, O primeiro a esquecer se permite recomeçar em paz.
Quem pede perdão demonstra lucidez, Quem perdoa demonstra grandeza, Quem esquece deixa de ser prisioneiro do passado.
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Quem pede perdão demonstra lucidez, Quem perdoa demonstra grandeza, Quem esquece deixa de ser prisioneiro do passado. Quem carrega a mágoa, adoece a alma.
A verdade é que não consigo carregar ninguém nas minhas memórias, nem a mim mesmo, quanto mais você. Mas isso não significa que não te amo. Significa que me apaixono por você todos os dias e que, na intensidade e profundeza do teu olhar, me refaço no amor que em ti vem me ancora…
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A verdade é que não consigo carregar ninguém nas minhas memórias, nem a mim mesmo, quanto mais você. Mas isso não significa que não te amo. Significa que me apaixono por você todos os dias e que, na intensidade e profundeza do teu olhar, me refaço no amor que em ti vem me ancorar.
Ignorar é uma ferramenta de poder em uma sociedade egoísta. Quem teme perder espaço ou deseja controle, finge que você não existe. Na vida real e na internet, o silêncio estratégico molda narrativas e sustenta falsas imagens de superioridade. Isso não é natural, é um jogo soci…
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Ignorar é uma ferramenta de poder em uma sociedade egoísta. Quem teme perder espaço ou deseja controle, finge que você não existe. Na vida real e na internet, o silêncio estratégico molda narrativas e sustenta falsas imagens de superioridade. Isso não é natural, é um jogo social vazio aprendido. Muitos neurodivergentes, sem perceber, reproduzem a exclusão que sofreram e, às vezes, são mais cruéis do que os neurotípicos. Nenhuma relação saudável machuca, relações verdadeiras sempre curam.
Se você nunca saiu de casa, você não é um filósofo. Filosofar exige mais do que ler livros ou frequentar uma universidade. Um verdadeiro filósofo não pode se limitar à segurança do próprio lar, da sua bolha social ou da aprovação familiar. A filosofia nasce da observação diret…
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Se você nunca saiu de casa, você não é um filósofo. Filosofar exige mais do que ler livros ou frequentar uma universidade. Um verdadeiro filósofo não pode se limitar à segurança do próprio lar, da sua bolha social ou da aprovação familiar. A filosofia nasce da observação direta da sociedade, da experiência vivida e da reflexão sobre o que se vê e sente. Um filósofo precisa se aventurar pelo desconhecido, aprender a se adaptar, isolar-se quando necessário, chocar-se com diferentes realidades e questionar o mundo ao seu redor, com desejo de libertar o ser humano da ignorância e da alienação. Como alguém poderia filosofar sobre a sociedade apenas com base no que leu? Sem experiência própria, sem embates reais, sem uma visão crítica construída na prática, a filosofia se torna apenas repetição de ideias alheias e não uma busca genuína por conhecimento. Ser filósofo não é escolha,ser filósofo não é apenas um titulo.
Existe uma fórmula para a felicidade? Se um esquizofrênico sorri ao fazer um desenho, como poderia haver felicidade em um narcisista em tentar roubar aquela sensação dele?
Carta Aberta aos Filósofos, Sou um vivente e sobrevivente da filosofia. Ela me escolheu antes mesmo que eu pudesse escolher. Observo o apelo comercial de muitos que se dizem filósofos, comprometidos com as engrenagens do capitalismo, vendendo o mundo ideal enquanto contribuem…
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Carta Aberta aos Filósofos, Sou um vivente e sobrevivente da filosofia. Ela me escolheu antes mesmo que eu pudesse escolher. Observo o apelo comercial de muitos que se dizem filósofos, comprometidos com as engrenagens do capitalismo, vendendo o mundo ideal enquanto contribuem para a alienação das pessoas. Isso se parece mais com a dança da fogueira do que com a atitude do filósofo, que deveria ser, por essência, inconformado com a alienação. A dança da fogueira sempre existiu. Mas ao invés de libertar, muitos preferem entreter os prisioneiros, vendendo sombras como se fossem luz. A inconsciência é individual, mas toda consciência é coletiva. E a exploração, a indiferença e as ilusões fabricadas pelo mercado sempre serão revisitadas, seja pela dor, seja pela história. Este é um lembrete de que nossa vida é finita e, nesse intervalo, não podemos nos confundir entre o essencial e o perecível. Entre a verdade e a conveniência. Entre justiça e lucro. Não desejo ferir egos, até porque desconheço o senso de self. O que importa não é o que nos beneficia, mas o que é justo.
As pessoas te invalidam pra roubarem tua essência. A dor delas não é observar o diferente, a dor é não conseguir deixar de ser igual.
Observando a área de TI e melhores práticas que estão em todas areas digitalizaveis, é essencial que o conflito de colaboradores não gere impacto nos interesses do negócio. O processo do setor é indiscutível ser seguido para que a continuidade seja garantida. Processos que muda…
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Observando a área de TI e melhores práticas que estão em todas areas digitalizaveis, é essencial que o conflito de colaboradores não gere impacto nos interesses do negócio. O processo do setor é indiscutível ser seguido para que a continuidade seja garantida. Processos que mudam por desejo e não são catalogados se tornam do controle do funcionário e isso é risco para o negócio. Conflito precisa ser intermediado e resolvido pelo líder do processo, se ele não tiver capacidade precisa escalar até resolver. Quem define o método de trabalho é a empresa. Se os colaboradores estão brigando, cuidado com as ações. Obs. Terceiro é prestador de serviço não dono do processo. Empresa sequestrada de terceiro é mal gerida e ponto.
Freud explicou o chiste, passou tantos anos e as pessoas ainda não entendem o risco disso para saúde do negócio e a manutenção positiva da cultura. Lamentável mesmo, chiste é mais que subterfúgio para socialização forçada, ele é crime. Infelizmente existem totens que aceitam f…
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Freud explicou o chiste, passou tantos anos e as pessoas ainda não entendem o risco disso para saúde do negócio e a manutenção positiva da cultura. Lamentável mesmo, chiste é mais que subterfúgio para socialização forçada, ele é crime. Infelizmente existem totens que aceitam fazer parte desse circo e reforçam os estigmas nas estruturas sociais. Isso é uma Covardia praticada por indivíduos controladores e egoístas.
Críticar é fácil, difícil é enxergar a beleza das coisas. Só se vê bem aquilo que se carrega dentro de si e se reconhece no mundo. Crítico é aquele que deseja castrar, para assim obter completo controle sobre o mundo externo.
passarinho da Amazônia, eu conto ou tu conta? Na moda da cidade você não existe, morra na queimada. De longe não vejo o indio, nem a sua cenzala.