Andar... Que verbo é esse? Deixou-me perplexo... Será que andar é uma ponte das curiosidades, um risco das incertezas? Andar tem toda dicotomia entre um lado prepoderante e outro lado módico. Aprendi que andar não reflete a terem os dois pés do humano, quatros patas do animal, uma cauda do aquático, duas asas da ave... Andar é, sobretudo, uma comoção da liberdade.
Uma pessoa me disse o que será que estou fora do jogo do amor? Logo o meu inconsciente me ajudou a responder... Isso porque a gente coloca as regras e preferências, o que acaba não achando o "ideal" que a gente quer, sobretudo, sentir. Talvez o "não" ideal poderá ser o alvo que a gente precisa sentir.
Palavras. De onde elas vieram? Como o homem inventou-as? Acredito que as palavras são códigos originários dos sons. Os sons como primórdios da natureza. Afinal, aquele som das folhas bailantes da árvore. A garra voraz das ondas do mar. A dança serena da chuva. O sacode discreto do vento. A correnteza brilhante da água. Ah, confesso que estou com sérios poemas mentais!
Sabe aquele grito interior que você tenta buscar para amenizá-lo?
Pois até atinge como uma dor que não cabe na alma.
Daí lhe pergunto... Pra quê sofrer por pessoa ou pelo mundo?
Posso dizer que amor próprio, sem extravagância, é o que nos faz ganhar um impulso leve, sereno e profundo com ajuda de: a força interior...
É capaz de curar quando está ferido e reforça em superar sobre todos os obstáculos da vida.
Viva a força interior, viva o amor próprio!
A idiossincrasia mais assertiva da humanidade é quando alguém compreende holísticamente dos tais "ninguéns". Ninguém conhece ninguém na sua totalidade. Ninguém é melhor que ninguém. Ninguém é sábio de tudo. Ninguém é dono da razão e emoção. Contudo, essa compreensão nos leva a lidar com a diversidade, nos leva ao encontro do equilíbrio, nos leva ao espaço de um mundo colorido.
Fico pensando...
O que será eu e o mundo na próxima década?
Pensamento simples se torna perplexo
Prever é opção de precaver
Melhor eu caminhar no tempo enquanto aconteça.
Não, espere: isso é perigoso!
Caminhar é preciso atitudes profícuas
Pelo simples ato que move a irrepreensibilidade...
... No eu e o mundo em busca de: a brisa da felicidade.
Cada obstáculo é como um "muro" que consolida no percurso do seu caminho. Para superá-lo, não precisa quebrar o muro para entrar... É subir para ultrapassá-lo. Pois, quebrar você pode diminuir a sua força durante o percurso. Já que subir o desgaste é menor e o obstáculo agradece a sua inteligência!
Eu vivo ecleticamente - ou tento viver - sobre o que a vida me permite desfrutar os fenômenos de sua natureza. Sigo da minha idiossincrasia que permita contribuição e evita discrepância no universo coletivo. Liberdade é um predicado da minha forma de viver. Sentimento é um adjetivo da minha segurança. Reciprocidade é um substantivo do meu crescimento. Amor é um sinônimo da minha disposição... Felizmente no caminho que eu passo existe pedras, pois são minhas forças sendo usadas para escalar e alcançar o auge da felicidade e do sucesso. Ainda bem! Agora, quem disse que era impossível ter essa capacidade? Observe o conforto ao seu redor. Em sua, eu sou eterno apaixonado, jovem sonhador, lutador feroz no tocante aos objetivos da vida.
É preciso saber lidar
Em gênero, número e grau
Sobre as coisas melancólicas
Que abatem em nossa autoestima
Ser resiliente é uma alternativa
Para o encontro da paz
Acima de tudo
O formato do sorriso
É uma bomba mais profícua
Para abolição da ignorância.
Ser diferente
Não significa ter rótulo
Rótulo vem da embalagem
Ser diferente
É inovar a sua própria personalidade
Ser diferente
É estatuto da liberdade.
A vida é um diário indescritível. A vida é sinônimo conectivo de amar. A vida é espontânea. A vida é uma conspiração. A vida não tem rotulação. A vida é uma árvore da felicidade. A vida é uma pedra a ser lapidada. A vida é um desejo recíproco da alma. A vida é uma construtora do afeto. A vida é democrática... Enfim, a vida tem uma idiossincrasia revolucionária.
Seria ínfimo de que os olhos
São como a "janela" da alma
Nem todos conseguem perceber
É mais cabível se fosse a "porta"
Pois permite até encontrar
Além da alma
Um caminho libertário.
Há um dom ou poder
Que enaltece
A autoestima humana
Capaz de deter
Os ladrões do seu brilho
Sabe qual é?
O sorriso!
Que leva a curva
Da confiança
E da capacidade
De olhar e gostar
De si próprio e ao mundo
Suponho o coração como um "minério de pedra"... Se um encontrar o outro coração, tornam-se duas pedras amarradas em um cordão conectivo do afeto. Ambas pedras precisam se colidir juntos para perceber o que há dentro delas, mas corre o risco de uma delas desviar da colisão, pois é possível não ter capacidade de observar o que há além de uma força rochosa. É preciso lapidá-las, das quais encontra o amor precioso que perpetua numa relação duradoura.