O Eu se permite viver quando abandona a idealização da riqueza material como o ápice da sua maior conquista pessoal.
O Eu se permite viver quando entende que o amor pessoal se constrói com autocuidado.
O Eu se permite viver quando entende que errar faz parte da construção da sabedoria de uma vida sem manual.
O Eu se permite viver quando deixa de fazer o que é certo e começa a fazer o que faz sentido.
O Eu se permite viver quando desiste de sonhos que não alimentam mais a expiração.
O Eu se permite viver quando entende que olhar para trás é tão relevante para o futuro quanto planejar o próximo passo.
O Eu se permite viver quando para de insistir em relacionamentos que alimentam tristeza, dor e julgamento.
O Eu se permite viver quando entende que a superficialidade das relações cotidianas são fundamentais para a proteção da individualidade.
O Eu se permite viver quando deixa de fazer o que é certo e começa a fazer o que faz sentido.
O Eu se permite viver quando desiste de sonhos que não alimentam mais a expiração.
O Eu se permite viver quando abandona a idealização da riqueza material como o ápice da sua maior conquista pessoal.
O Eu se permite viver quando entende que o amor pessoal se constrói com autocuidado.
O Eu se permite viver quando entende que errar faz parte da construção da sabedoria de uma vida sem manual.
O Eu se permite viver quando entende que olhar para trás é tão relevante para o futuro quanto planejar o próximo passo.
O desagrado vivencial é forte indício de que o caminho trilhado não condiz com as potencialidades do eu, principalmente se o desânimo no curso for uma constante. Trilhar caminhos tortuosos emocionalmente não é superação da experiência, pois o corpo está travado em um solo que não beneficia a genialidade.
A genialidade requer que o intelecto tenha congruência com o emocional na prática, não necessariamente em todo o trajeto, mas na maior parte de seus bastidores.
Escrita para viver.
As possibilidades necessitam ser sentidas, pois a razão, somente, não abrange totalmente as capacidades de superação do indivíduo. Existe muita potência nas emoções, muita criatividade, muito ato de superação que a razão sozinha não enfrentaria por cautela e covardia racionalizantes.
Escrita para viver.
O remédio mais eficaz para os males da alma é o movimento físico de alta intensidade.
A vida possui imensos modos de adoecer o coração humano, mas após dias do evento traumatizante, se não houver melhoria decorrente do tempo e da reflexão, é indicado colocar trabalho físico para solucionar as demandas emocionais. A cura de certas dores sentimentais provém do choque dado as emoções prejudiciais ao indivíduo, e a forma de chocar para transformar essas emoções é gerando movimento de alto desempenho, e essa possibilidade está dentro dos esportes intensos, pratique é viverá feliz, pratique e terá paz no descanso.
#Escrita para viver.
O ato de sentir é tão importante quanto o ato de pensar, não se engane, fica impossível seguir os caminhos da vida, vencer e superar desafios sem a força do coração.
A razão não dá conta do enfrentamento da vida sem a consonância das batidas do coração no mesmo sentido.
Escrita para viver.