Estrelas
Três estrelas
que brilham independente
duas aqui
uma acolá
no espaço eternamente
com o brilho da esperança
de quem já brilhou sem elas.
Da primeira estrela
duas estrelinhas surgiram
com o brilho da esperança
de quem brilha com elas.
Estrelas e estrelinhas
juntas sempre estarão
para iluminar o “outono”
com o brilho da esperança
de quem já não brilha sem elas.
Por que somos "invadidos" e/ou nos "invadimos" por tantos sentimentos e não temos "coragem" de registrá-los?
Tenho pensado sobre isto e, ao ter contato com tantos desabafos de pessoas comuns e de pessoas famosas, a pergunta continua: por que não registrar os nossos desabafos?
Preocupação com as palavras a serem usadas? Preocupação com o que os outros vão pensar e/ou falta de confiança no outro? As perguntas são inúmeras.
É tão bom desabafar! Uma ideia é usar pseudônimo. Por que não? Assim, ficamos mais a vontade para visibilizar os nossos pensamentos e sentimentos, jogando-os no "ar", sem deixar escapar sentimentos profundos nem o seu contexto.
Assim como apreciamos os desabafos que estão publicados e que ajudam tanta gente, outros poderão ser estimulados pelos nossos desabafos.
Uma dica: - Ao pensarmos, ao sentirmos, devemos escrever/registrar imediatamente. Experimente. Faça um desabafo de si, usando pseudônimo ou não. Faça um desabafo por nós, pelas outras pessoas.
Você se surpreenderá com o impacto.
MÃE é estrela que não se apaga
É sol sempre a brilhar
É a luz dos nossos olhos
É quem nos faz enxergar
É quem nos encanta todos os dias
e nos deixa encantados
É quem nos cura das dores
É quem nos ensinou a amar.
Feliz do pai que é mãe também,
por natureza ou por amor.
Feliz do pai que sabe amar
e cuidar do seu rebento!
Feliz do filho que tem o amor
de mãe, de pai, de pai e mãe!
Aprendi com Frei Ignácio de Larranaga a diferença entre peregrino e turista e escrevi um texto quando fiz o Caminho de Santiago de Compostela: “APROFUNDANDO A FÉ NO CAMINHO DE SANTIAGO DE COMPOSTELA (França, Espanha e Portugal)”, que está publicado neste espaço, no qual digo: “[...] o peregrino não sabe nada: aonde vai dormir nem o que fará no dia seguinte; que fadiga, incerteza e insegurança são o pão do seu cotidiano; e que ele tem uma meta mas não consegue vê-la claramente. [...]”
Ao começar a me envolver, mesmo indiretamente, com a situação dos desabrigados em geral e daqueles que são vítimas de desastres naturais, esta minha visão se ampliou e, hoje, acrescento: O peregrino e os desabrigados não sabem nada: aonde vão dormir nem o que farão pra frente. Ao bater o cadeado de sua casa em estado de desabamento, ao deixá-la pra trás, quem assim o fez não está saindo para uma viagem de férias mas para uma viagem sem volta à casa que foi o seu lar. Para muitos e/ou para crianças que não estão conscientes da dimensão do desastre natural (enxurrada, terremoto etc) a mudança é como uma aventura de Sessão da Tarde na TV.
O peregrino e os desabrigados não sabem nada: aonde vão dormir nem o que farão pra frente. Ao bater o cadeado de sua casa em estado de desabamento, ao deixá-la pra trás, quem assim o fez não está saindo para uma viagem de férias mas para uma viagem sem volta à casa que foi o seu lar. Para muitos e/ou para crianças que não estão conscientes da dimensão do desastre natural (enxurrada, terremoto etc) a mudança é como uma aventura de Sessão da Tarde na TV.
A minha religião é o amor. O que importa mesmo é ser amor, sentimento que vem acompanhado de outros como compaixão, solidariedade, carinho, respeito, tolerância. O amor, assim posto, nos fortalece para aceitarmos, inclusive, que estamos de passagem neste plano, daí "ser" é a nossa maior dádiva: ser humano, ser leal, ser honesto, ser justo.
A chuva cai torrencialmente. Como não sabe o tamanho dos estragos que está causando, continua caindo e deixando muita gente desabrigada, apenas com o "nada" pela frente. Essas pessoas não sabem aonde vão dormir no hoje nem nos dias seguintes; não sabem o que vão comer nem o que farão daí pra frente. Apenas uma certeza: ao bater o cadeado de sua casa em estado de desabamento, ao deixá-la pra trás, quem assim o fez não está saindo para uma viagem de férias mas para uma viagem sem volta à casa que foi o seu lar. Para muitos, em especial para crianças que não estão, ainda, conscientes da dimensão do desastre natural que as deixou desamparadas, a mudança é como uma aventura de Sessão da Tarde na TV.
Ei você que está lendo essa mensagem!
Sabe que dia é hoje?
Hoje é sábado! Um dia que, por aqui, está nublado, chuvoso, mas vejo umas "réstias" de luz do astro rei!
Está cansado(a), descanse mais um pouco.
Já descansou? Levante e agradeça por este novo dia.
Ele ficará bem melhor se você colocar um sorriso no rosto porque, quando sorrimos, estimulamos outras pessoas a fazerem o mesmo e, assim, o dia ficará bem melhor!