A cada passo, vejo menos a luz, a cada sorriso, começo a chorar, ao parar não consigo respirar,
E ali vejo apenas ilusões
De uma alma perdida.
Querendo voltar atrás de tudo que já havia perdido.
Querido Sol,
Eu vou te seguir,
Para rua te defender,
Sem deixar de sorrir.
Sem deixar você sofrer.
Vou começar a te amar,
Vou te chamar de amor,
Com você se casar.
Vim te trazer está linda flor.
Para um Eclipse Lunar.
Perdi algo que tanto procurei,
Perdido de tantas vezes que chorei,
Palavras frias que usei,
E assim sempre me machuquei,
Aqui perdido na escuridão cheguei,
E de certa forma o enforquei,
Sobre o luar te mutilei,
Agora nesse frio me abandonei.
Caiu na chuva uma folha, com uma folha de outono, sempre caminho pensando onde caiu, sobre a luz da lua viu a folha no céu com aquele brilho da lua, abriu um quadro e desenhou uma imagem linda, que só quem visse aquela noite poderia presenciar algo tão divino, a nomeou de " Outono da morte sem cor", ficou tão encantada que sumiram do mundo e ninguém mais se lembrou, da moça que perdeu a folha com uma folha de outono.
Vejo na mais escura noite, lindas estrelas brilhantes, Mas descobri nesta noite, assim vi estrelas cadentes, Mas aquele brilho pode se apagar, E assim como esse sentimento desapegar.
Quero seu coração, Meio que perdi tudo na imensidão.
Agora neste espaço escuro, Ouvi perto daquele sol um riso, na minha mente o procuro, Então antes de congelar percebo que escapa um sorriso.
Fugindo da Imensidão
Nestas luzes do céu,
Nebulosas estão,
Cobrindo com um véu,
Fugi apenas da solidão.
Quando te conheci vi um brilho,
Vejo que você sendo um rapaz,
Nunca pensei em atravessar esse trilho,
Mas senti que poderia ter paz.
Me assumir sem risco,
Descobri que sonhar era tão ruim,
Então me belisco,
E veja me acordei fugindo de mim.
Impossível ñ amar,
Mas apenas eu quero odiar,
Sentimentos que ñ quero corresponder,
E nunca quis me submeter,
Ferir aqueles que estão felizes,
Apenas deixaria cicatrizes.
Quem ao longe me deixou viver,
E agora é o mesmo que não posso esquecer.
Apenas quero ouvir o som da dor do mundo,
Daquele que respirou profundo,
Ou daquele que chegou ao fundo.
De viver sorrindo,
Mesmo que na vida tudo está se distruindo.
Falou apenas para a escuridão,
Que existe um vazio em seu coração.
Quando aqueles que mais importavam lhe deixaram na mão,
Medindo tudo que sobrou, adivinhe encontraram a depressão.
Pegou a dor e a decepção,
E pulou pra ver se podia deixar sua solidão,
Criou asas apenas para ter sua própria punição.
Dizia ser livre e apaixonado,
Mas quando notou estava abandonado.
Ele estava só,
Nem notou que ele mesmo se fez o nó.
Criou um caminho tão sozinho,
Apenas abandonou tudo no caminho.
Fez de si a própria morte,
Ele construiu a própria má sorte.
Venha ver a pessoa sem rumo,
Venham ver a pessoa sem direção,
Pra onde ela vai essa é a questão.
Quando tentou se achar,
Mas mesmo assim não conseguiu se encontrar.
Deixou tudo aquilo que quis fazer,
E hoje nem sabe o que quer ser.
Julgou ser tão capaz,
Mas não sabia que ficava tão pra trás.
Fale que tenho que sorrir,
Digo que tenho que chorar,
Apenas pode fingir,
Para não ter que se machucar,
Esconda seus sentimentos,
Pois podem machuca-los.
Seria ruim pra eles?
E quanto aos meus?
Quer tirar meus sentimentos por causa deles,
Quer fingir ser Deus
Complicado apenas ser o único pra te amar e você apenas me ignora fingindo não me ver.
Complicado ser eu que sofre mais por ver você tentar amar alguém e essa pessoa te fazer sofrer, isto me faz sentir impotente e com raiva, pois vejo você chorar e eu só posso te confortar e as vezes olhar de longe você ficar tão triste e nunca demonstrar para as pessoas, só segue rindo e sorrindo para não verem que voce esta depressiva. Queria poder ser o único pra te amar mais do que amo a mim, quero te levar pra todos os planetas existentes e te fazer a mais feliz do universo. Mas isso nunca vai acontecer, pois posso te cuidar de longe, pois sou só um amigo imaginário para você.
Sinto a imensidão afundar,
com a lua a cantar.
E mesmo na solidão,
Venho chorar,
Em forma de canção.
Se ajoelho e começo a orar,
Em mundos e tempos diferentes.
Temos que ser mais indulgentes.
Para nunca se machucar e acabar machucando,
Apenas muitos se justificando.
Querendo resolver em agressão,
Sem nem mesmo ver que todos temos coração.
Fingindo serem a justiça,
Mas nunca pensei que seres fossem tão egoístas.
E a cada passo cavamos mais e mais fundo essa poça,
E poderíamos parar um pouco e ao invés disso sermos mais altruístas.
Aperanta ser calma, mas é a tempestade.
É apenas um ser feliz, mas guarda tanto ódio de si.
Parece que quer paz, mas planta a discórdia.
Tem tantas qualidades, mas nela ainda tem o caos.
Minha mente aparenta ser tão harmônica, mas dentro está um inferno de emoções e pensamentos destrutivos.
Consegui apenas mais lembranças,
E nelas me deixo afundar.
Lembranças quando criança,
Profundas tristezas pra magoar,
Sem ao menos alguém pra conversar,
Assim o sentimento preso pedindo pra desabafar.
Com a melodia,
Da dor em seu ouvido,
Terá fim no dia,
Quando tudo será esculpido,
Em canções de tristeza,
Por ter frieza,
Podem realocar seu coração,
Mas mesmo a melodia virá com a solidão.
Pobre pessoa sem nada a perder,
Todo dia chprava, mas sempre sozinha.
Quem poderia entender,
Era apenas uma garotinha!
Tao rapido se tornou suja de coração,
Apenas se confortava passando de mão em mão.
Agora ela mata sem perdão!
Com o sangue frio escorrendo em sua mão.
Perdida estava sem nem o que comer,
Pensou consigo mesma em humano como refeição.
É algo tao banal, mas ai esta a morte canibal.
Criar a vida nas palavras,
Seria tão fácil mentir,
Cultivar o mal daquilo que se desconhece,
Ou só apenas fugir,
Queriam apenas ser elas e sorrir,
Mas apenas julgam conhece.
Corram! Não a lugar pra se esconder.
Virou o dia a noite e são palavras que vão te enlouquece
Serei apenas uma folha,
Nascido dentro desta bolha,
Confirmaram sua tristeza,
E com ela sua estupidez,
Chegaram com rapidez.
Nas linhas dessa incerteza