Olhar para o outro com amor também é minimizar os defeitos e potencializar as virtudes; é buscar resgatar a esperança onde reside a falta dela.
Frases de Davi Marcelo Galdino
248 frases
Diminuir o outro é sempre uma tentativa, deliberada ou inconsciente, de elevar a si mesmo.
Só um amor que constrange pode transformar a culpa que aprisiona em liberdade sem culpa. Assim é o amor incompreensível de Deus para com o homem.
Devemos fugir de sermos apenas espectros de uma vida pragmatizada. Se não conseguimos enxergar além dos horizontes desse mundo decaído, somos fadados a enterrar com ele no encerrar da nossa existência sentimentos que ecoam a eternidade, como o amor e a esperança.
Quem busca discipular alguém e não aprende nada com ele ensina pelo jugo da soberba e autoridade, e não com amor e compreensão.
Aprendemos pelas experiência de outros ou pelas nossas que escolhas resultam sempre em um perde e ganha constante. A vida com Deus, entretanto, vai contra a lógica deste axioma de entropia no Universo: Inclusive aquilo que seria perda, Ele transforma, através da Graça, em ganho.
Dividir é uma lógica sob a perspectiva da graça, portanto, mais divina que humana; A lógica natural do homem, infelizmente, consiste bem mais em somar e multiplicar para si e subtrair o que é do outro.
Depender apenas de si mesmo é uma autossuficiência ilusória. É parecer sentir todos os controles nas mãos, mas na verdade não comandar absolutamente nada.
A robustez teórica das convicções reside bem mais na capacidade de questioná-las do que nossa crença cega em suas infalibilidades.
É difícil se sentir inteiro quando você olha para trás e ainda vê pedaços seus espalhados pelo caminho. O segredo está exatamente em não olhar para trás.
Somos humanos, limitados, finitos, é verdade. Mas temos uma capacidade ilimitada e graciosa de expressar tal limitação... Nossa compreensão é limitada, mas nossas expressões, através da arte, da poesia, de reflexões... são extravagantemente sem fim.
A dádiva da dor na alma é que somos compelidos a sair da nossa zona de conforto; neste movimento podemos escolher atalhos que serão apenas placebos, ou o dificil, tortuoso, mas no final o gratificante caminho do aprendizado.
Resgatar o amor em meio a mágoa, o perdão em meio ao ressentimento, a alegria em meio a dor. Coisas que só um Deus que habita em nós pode fazer.
Todo novo dia que se estabelece é composto por uma nostalgia do passado, pela realidade do presente e pelos sonhos do futuro. Às vezes ficamos mais presos ao aprendizado com o que se passou; em outros momentos apenas vivemos o dia como se fosse o último; mas também há aquela hora…
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Todo novo dia que se estabelece é composto por uma nostalgia do passado, pela realidade do presente e pelos sonhos do futuro. Às vezes ficamos mais presos ao aprendizado com o que se passou; em outros momentos apenas vivemos o dia como se fosse o último; mas também há aquela hora que só vislumbramos o que está por vir: vamos sempre flutuando nesse prisma do tempo em busca de um dia feliz.
Quando nos aproximamos de Deus somente por uma imposição mandamental ou pela esperança de receber algo em troca, e não por uma constrição existencial, contagiados pelo Seu amor e graça incondicionais, caminhamos apenas para mais uma ilusão religiosa criada por nós mesmos.
A disciplina sem paixão gera metodismo sem profundidade; mas a paixão sem disciplina perde a chance de crescer em sabedoria e conhecimento.
Perdão não pode ser confundido com a hipocrisia de uma simples relevância. O primeiro restaura, pacifica, harmoniza. Já através da segunda não há nenhuma cura; é apenas uma ilusão que o tempo trata por desfazer.
Os conflitos são inerentes da alma; os paradoxos não se vencem, apenas são reformulados. O dia em que um homem não viver um paradoxo ele mesmo passará a sê-lo.
A Teologia deve ser mais teleológica do que existencialista ou contemplativa. De tanto refletir sobre os meios (nós), às vezes esquecemos dos fins (ajudar o próximo)
A coragem pode vir do medo, a vitória, da derrota, o levantar, da queda. Há situações criadas em que nos recriamos para vencê-las.
O ritmo da mudança muitas vezes está ligado à intensidade de sua origem; quanto mais profunda a causa, mais célere o processo.
A dor sofrida por Cristo ainda é presente no meio dos órfãos, viúvas, famélicos e enfermos. Ele sofre quando não vê a igreja (nós) entre eles.
Quando nos achamos justos e auto-suficientes esquecemos que Jesus veio para pecadores e aqueles que precisam de ajuda, como os que estão cansados e oprimidos.
A vida nem sempre nos permite viver tudo o que queremos; porém às vezes nos liberta de querer aquilo que não é possível vivermos.