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Frases de Dartagnan da Silva Zanela

289 frases

Feliz é a alma que ao fim dum dia de trabalho Pode retornar sereno para o conforto de seu lar E repousar a cabeça num travesseiro e descansar
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Feliz é a alma que ao fim dum dia de trabalho Pode retornar sereno para o conforto de seu lar E repousar a cabeça num travesseiro e descansar Sem ter seu sono por sua consciência assombrado.

A Santa Cruz é, ao mesmo tempo, vara e balança. Ela, a cruz de Cristo, é prefigurada nas balanças e varas que se fazem presentes no Antigo Testamento e, após o escândalo da crucificação, é diante dela que temos nossos méritos e deméritos devidamente pesados e, frente a ela que re…
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A Santa Cruz é, ao mesmo tempo, vara e balança. Ela, a cruz de Cristo, é prefigurada nas balanças e varas que se fazem presentes no Antigo Testamento e, após o escândalo da crucificação, é diante dela que temos nossos méritos e deméritos devidamente pesados e, frente a ela que receberemos aquilo que nos é devido na medida da misericórdia divina e na proporção de nossa humildade.

Nós, modernosos cristãos católicos, aceitamos a cruz, a nossa cruz, mais nominalmente que de fato e, ainda por cima, dum modo geral, não reconhecemos nela a sua real importância para viver e compreender a vida. A nossa vida. Em muitos casos é muito mais um adorno [verbal e/ou mat…
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Nós, modernosos cristãos católicos, aceitamos a cruz, a nossa cruz, mais nominalmente que de fato e, ainda por cima, dum modo geral, não reconhecemos nela a sua real importância para viver e compreender a vida. A nossa vida. Em muitos casos é muito mais um adorno [verbal e/ou material] que qualquer outra coisa.

Quando nossa alma está inquieta, assolada por toda ordem de tormentos, urge, que aprendamos primeiro a não nos deixar afligir com o devir do tempo para que essa aflição não intensifique o impacto de tudo o que está nos amargurando no momento. Por isso, antes de qualquer coisa, oc…
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Quando nossa alma está inquieta, assolada por toda ordem de tormentos, urge, que aprendamos primeiro a não nos deixar afligir com o devir do tempo para que essa aflição não intensifique o impacto de tudo o que está nos amargurando no momento. Por isso, antes de qualquer coisa, ocupemo-nos dele, do tempo, com coisas dignas, prestativas e boas, para que ele não venha se ocupar de nós, com mais angústias em nossa desocupação.

Quando ficamos esperando que os outros façam por nós algo que não nos dispomos a realizar em benefício próprio é porque estamos, veladamente, confessando a nossa canalhice por meio de outros termos. E, na real: todo canalha é bom nisso, em projetar sobre os outros as suas respons…
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Quando ficamos esperando que os outros façam por nós algo que não nos dispomos a realizar em benefício próprio é porque estamos, veladamente, confessando a nossa canalhice por meio de outros termos. E, na real: todo canalha é bom nisso, em projetar sobre os outros as suas responsabilidades. Tão bom que, ainda por cima, é capaz de fazer o outro sentir-se culpado pela irresponsabilidade do biltre.

As últimas peripécias totalitárias do governo de Nicolás Maduro, o little Chávez, contra o povo venezuelano demonstram, entre outras coisas, o quão canalhas são os idólatras defensores desse biltre aqui no Brasil, que estufavam o peito para defender o Bolivarianismo como se esse…
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As últimas peripécias totalitárias do governo de Nicolás Maduro, o little Chávez, contra o povo venezuelano demonstram, entre outras coisas, o quão canalhas são os idólatras defensores desse biltre aqui no Brasil, que estufavam o peito para defender o Bolivarianismo como se esse trambolho fosse um exemplo de democracia e de respeito aos direitos humanos. Pior! São bem capazes de continuar insistindo nessa tecla sem, ao menos, corar de vergonha, haja vista que essa lhes é uma ilustre desconhecida, tanto quanto o é o senso de realidade.

Descobrimos o que há no íntimo de nossa alma - ou, como dizem os populares, do que somos feitos – não tanto quando estamos atarantados com nossas obrigações corriqueiras, mas sim, nos momentos entre uma obrigação e outra – ou entre uma obrigação e nada, somos brindados com a delí…
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Descobrimos o que há no íntimo de nossa alma - ou, como dizem os populares, do que somos feitos – não tanto quando estamos atarantados com nossas obrigações corriqueiras, mas sim, nos momentos entre uma obrigação e outra – ou entre uma obrigação e nada, somos brindados com a delícia de termos em nossas mãos o tal do tempo livre. O que fazemos com ele revela quem de fato somos, quando desnudados de nosso disfarce profissional.

A grande maledicência da impunidade Não é o fato daqueles que são investidos Com a toga da justiça, fazerem-se de Pilatos,
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A grande maledicência da impunidade Não é o fato daqueles que são investidos Com a toga da justiça, fazerem-se de Pilatos, Mas sim, testemunhar a gélida impiedade Para com as vítimas desamparadas de tudo Enquanto os biltres se locupletam a vontade Através das leis desse desajuizado mundo Que desdenha o cidadão e ultraja a verdade Em nome dum bom mocismo politicamente correto Parido pelo vil marxismo cultural multifacetado Que ignora a diferença entre o certo e o errado Através dum multiculturalismo furibundo e afetado Que intenta as bases de toda sociedade destruir E com isso fazer o bom senso e a razoabilidade ruir.

Coerência no Brasil é mais ou menos assim: você aprende e pratica um punhado de estupidezes na juventude e, envelhecido, ao invés de amadurecer, continua fiel aos disparates da mocidade por coerência com a mentira em que sustenta a autoimagem que dá sentido a sua vida humanamente…
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Coerência no Brasil é mais ou menos assim: você aprende e pratica um punhado de estupidezes na juventude e, envelhecido, ao invés de amadurecer, continua fiel aos disparates da mocidade por coerência com a mentira em que sustenta a autoimagem que dá sentido a sua vida humanamente miserável.