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Frases de Dartagnan da Silva Zanela

289 frases

Olavo de Carvalho, com a força de sua personalidade, e com o poder de suas letras, faz o establishment tremer de raiva e chorar escondidinho; quer dizer, nem tão escondidinho assim. E, assim o é, porque gente de geleia com coração de papelão não suporta um zoinho torto voltado p…
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Olavo de Carvalho, com a força de sua personalidade, e com o poder de suas letras, faz o establishment tremer de raiva e chorar escondidinho; quer dizer, nem tão escondidinho assim. E, assim o é, porque gente de geleia com coração de papelão não suporta um zoinho torto voltado pra sua direção. Noves fora zero, fico cá com meus alfarrábios a matutar: já pensou se, hoje, tivéssemos figuras de tinteiro ferino do calibre dum Agripino Grieco, Gregório de Matos (o “boca do inferno”), um Padre Vieira, Ramalho Ortigão, Eça de Queiroz, Lima Barreto, Machado de Assis, Nelson Rodrigues, Paulo Francis e tutti quanti. Pensou? Já parou pra pensar nisso? Pois é, seria divertidíssimo. O establishment, provavelmente, estaria à muito rasgando suas vestes em rede nacional e, os militares, as suas fardas; e isso, amiguinho, seria realmente impagável. Pois é, sem essa galera toda eles já estão nessa sofrência dantesca. Verdade. Então melhor nem imaginarmos o que eles estariam fazendo se esse time estivesse hoje presente com uma conta no twitter e outra no facebook.

Em meio à multidão isso não é possível; ela nos devora e dissolve nossa alma. A agitação e os ruídos incessantes nos impedem de ouvir o outro e de nos reconhecermos nele, tornando toda e qualquer possibilidade de diálogo uma quimera, terminando por nos distanciar de Deus e, conse…
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Em meio à multidão isso não é possível; ela nos devora e dissolve nossa alma. A agitação e os ruídos incessantes nos impedem de ouvir o outro e de nos reconhecermos nele, tornando toda e qualquer possibilidade de diálogo uma quimera, terminando por nos distanciar de Deus e, consequentemente, acaba por nos separar de nós mesmos.

Nessa semana, junto com um pequeno grupo de colegas, estávamos conversando a respeito do dia das mães e sobre os dilemas das famílias nos dias de hoje e, lá pelas tantas, uma colega havia dito que não gostava de assistir homenagens feitas para as mães nessa data porque, era uma e…
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Nessa semana, junto com um pequeno grupo de colegas, estávamos conversando a respeito do dia das mães e sobre os dilemas das famílias nos dias de hoje e, lá pelas tantas, uma colega havia dito que não gostava de assistir homenagens feitas para as mães nessa data porque, era uma e duas, e ela já chorava. Uns confirmaram o mesmo sentimento e outros se mantiveram silentes sobre o assunto. Eu, de minha parte, manifestei-me dizendo: eu não choro não. Não tem perigo de correr uma lágrima sequer pelo meu rosto. Minha amiga olhou firmemente pra mim e perguntou a razão disso e, então, lhe disse: se eu chorar, rapidamente lembrarei de minha mãe me dizendo: “engole esse choro piá!” Obrigado mãe, por tudo, principalmente por ter-me ensinado a engolir minhas fraquezas, todas elas, para encarar o mundo e a vida de frente.

Os amigos permanecem, pouco importando como está o tempo e a maré. Amigos brigam um com o outro, tretam entre si, dão um tempo até, mas, ao final, se perdoam e se ajudam, porque se amam. Agora, uma coisa é certa: traíras são incapazes de compreender e viver isso porque não sabem…
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Os amigos permanecem, pouco importando como está o tempo e a maré. Amigos brigam um com o outro, tretam entre si, dão um tempo até, mas, ao final, se perdoam e se ajudam, porque se amam. Agora, uma coisa é certa: traíras são incapazes de compreender e viver isso porque não sabem amar. E o pior é que as pessoas descobrem essa dura verdade quando já é tarde demais e das piores formas possíveis.

Antigamente, lá pelos idos de minha porca juventude, um jovem apresentava-se como rebelde “esclarecido” e “crítico” por ter lido um livro. Nossa! Ele leu um livro... Para recuperar a sanidade, nesta época, bastava um pouco de tempo e algumas leituras a mais para que nos flagráss…
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Antigamente, lá pelos idos de minha porca juventude, um jovem apresentava-se como rebelde “esclarecido” e “crítico” por ter lido um livro. Nossa! Ele leu um livro... Para recuperar a sanidade, nesta época, bastava um pouco de tempo e algumas leituras a mais para que nos flagrássemos de nossa idiotia nada original. Hoje os tempos são outros. Em outros temos nós estamos. Atualmente basta que o infante – não tão infante assim - pinte o cabelo, ou faça uma tatuagem, beije na boca e, quem sabe, fume um e integre uma trupe para que se sinta o suprassumo do esclarecimento, da criticidade. E é cada esclarecimento que, só por Deus. Enfim, diante deste quadro, francamente, não sei o que poderia ser feito para livrar a pobre alminha agrilhoada neste estado criticamente crítico de alucinação coletivista, aja vista que o indivíduo deve, necessariamente, reconhecer que está carecendo de ajuda o que, infelizmente, não é o caso. Não é o caso mesmo.

⁠Todos nós, em alguma medida, somos ao mesmo tempo sinhô e escravo. Todos nós, sem exceção. A questão é sabermos o que será o nosso senhorio e, é claro, o que iremos subjugar em nossa vida. A resposta a essas indagações, gostemos ou não, indica a real substancialidade da palavra…
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⁠Todos nós, em alguma medida, somos ao mesmo tempo sinhô e escravo. Todos nós, sem exceção. A questão é sabermos o que será o nosso senhorio e, é claro, o que iremos subjugar em nossa vida. A resposta a essas indagações, gostemos ou não, indica a real substancialidade da palavra liberdade em nossa alma e, o quanto, de fato, somos senhores de nós mesmos.

⁠Todos nós, em alguma medida, nos vemos submetidos ao poder da opinião pública e, ao tomá-la como principal referência de orientação de nossas vidas, estamos nos entregando de corpo e alma a mais cristalina sujeição canina, nos sujeitando aos ditames de um feitor cruel e sem face…
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⁠Todos nós, em alguma medida, nos vemos submetidos ao poder da opinião pública e, ao tomá-la como principal referência de orientação de nossas vidas, estamos nos entregando de corpo e alma a mais cristalina sujeição canina, nos sujeitando aos ditames de um feitor cruel e sem face. Feitor esse que, algumas vezes, apresenta-se com os paetês da grande mídia e, noutras tantas, se veste com os andrajos da massa ignara, massa essa que acredita estar bem informada por repetir, caninamente, o que é ecoado pela grande mídia.