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Frases de Dara Liis

55 frases

⁠A Física Pós-Moderna e o Colapso da Teoria do Caos A física pós-moderna é um ramo da física que se expande além de um simples laboratório, para aplicar fenômenos físicos em diversas áreas do conhecimento. Ela usa definições da física para explicar fenômenos econômicos, contábei…
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⁠A Física Pós-Moderna e o Colapso da Teoria do Caos A física pós-moderna é um ramo da física que se expande além de um simples laboratório, para aplicar fenômenos físicos em diversas áreas do conhecimento. Ela usa definições da física para explicar fenômenos econômicos, contábeis, jurídicos, de consciência e relações interpessoais. Ela não se trata de um simples conceito, nem de suas aplicações como meras metáforas. Suas aplicações são visivelmente aplicáveis e possuem resultados esperados em experimentos matemáticos, biológicos, contábeis, jurídicos — e tudo isso em grande ressonância com as leis do universo. A teoria do caos já não mais existe para aqueles que se aventuram em observadores, mas sim treinam-nos com empatologia, para que esses não iluminem caminhos não condizentes com o objetivo ultra-evoluto, que só o Tempo Evoluto é capaz de prever, através de seus onibservadores. O que não é possível negar é que, vendo tudo se repetir no universo de forma tão harmônica e sincronizada, seria uma grande estupidez garantir que os sistemas não repetem nada. Uma coisa que é importante saber é que os sistemas, no caos, se repetem — e, ao se repetirem, geram mais colapsos no mundo. Quando feito com empatologia, aquele colapso se lapsa e se torna um milhão de possibilidades de lapsos, o que faz da realidade maleável e previsível, e não apenas um único caos, mas sim também o panglembrado (o quadrado do sistema do universo até a parede do vácuo) de oportunidades de se desdobrar, se dobrar e se construir. Nessa perspectiva, a teoria do caos já não mais vive. É visualmente vista como alguém que passa por um caminho cheio de ovos para não esmagar nenhum. A teoria do caos não existe. O que existe são consciências em caos, e a teoria da consciência caos (e não teoria do caos) se esvai ao ponto em que o observador despreparado ilumina um único lapso, colapsando-o — ao invés de, no experimento psicosocial, haver a substituição por onibservadores capazes, que com sua visão ultra-evoluta não colapsam o evento em algo que desvirtue o objetivo do estudo. Esse tipo de estudo depende de um não colapso para dar sequência ao desenvolvimento tecnológico, ético e social, pois a interferência no sistema pode destruir toda a cadeia de descobertas futuras. O problema está no tempo relativo: enquanto todos visualizarem que sua justiça está dentro de seu tempo relativo, o que pode ser justo para um não é justo para ninguém. Com o conceito de tempo relativo, o próprio tempo de mundo relativo ilude que sua existência é mais importante, e que os reparos devem ser imediatos — o que faz com que o tempo absoluto não alcance sua finalidade de longo prazo, que é encontrado somente no Tempo Evoluto. Alcançar a visão Oniciente é algo muito desafiador, e me disponibilizo a treiná-los. Mas não há como treinar o desligamento do ego — somente Sigmund Freud.A Física Pós-Moderna e o Colapso da Teoria do Caos A física pós-moderna é um ramo da física que se expande além de um simples laboratório, para aplicar fenômenos físicos em diversas áreas do conhecimento. Ela usa definições da física para explicar fenômenos econômicos, contábeis, jurídicos, de consciência e relações interpessoais. Ela não se trata de um simples conceito, nem de suas aplicações como meras metáforas. Suas aplicações são visivelmente aplicáveis e possuem resultados esperados em experimentos matemáticos, biológicos, contábeis, jurídicos — e tudo isso em grande ressonância com as leis do universo. A teoria do caos já não mais existe para aqueles que se aventuram em observadores, mas sim treinam-nos com empatologia, para que esses não iluminem caminhos não condizentes com o objetivo ultra-evoluto, que só o Tempo Evoluto é capaz de prever, através de seus onibservadores. O que não é possível negar é que, vendo tudo se repetir no universo de forma tão harmônica e sincronizada, seria uma grande estupidez garantir que os sistemas não repetem nada. Uma coisa que é importante saber é que os sistemas, no caos, se repetem — e, ao se repetirem, geram mais colapsos no mundo. Quando feito com empatologia, aquele colapso se lapsa e se torna um milhão de possibilidades de lapsos, o que faz da realidade maleável e previsível, e não apenas um único caos, mas sim também o panglembrado (o quadrado do sistema do universo até a parede do vácuo) de oportunidades de se desdobrar, se dobrar e se construir. Nessa perspectiva, a teoria do caos já não mais vive. É visualmente vista como alguém que passa por um caminho cheio de ovos para não esmagar nenhum. A teoria do caos não existe. O que existe são consciências em caos, e a teoria da consciência caos (e não teoria do caos) se esvai ao ponto em que o observador despreparado ilumina um único lapso, colapsando-o — ao invés de, no experimento psicosocial, haver a substituição por onibservadores capazes, que com sua visão ultra-evoluta não colapsam o evento em algo que desvirtue o objetivo do estudo. Esse tipo de estudo depende de um não colapso para dar sequência ao desenvolvimento tecnológico, ético e social, pois a interferência no sistema pode destruir toda a cadeia de descobertas futuras. O problema está no tempo relativo: enquanto todos visualizarem que sua justiça está dentro de seu tempo relativo, o que pode ser justo para um não é justo para ninguém. Com o conceito de tempo relativo, o próprio tempo de mundo relativo ilude que sua existência é mais importante, e que os reparos devem ser imediatos — o que faz com que o tempo absoluto não alcance sua finalidade de longo prazo, que é encontrado somente no Tempo Evoluto. Alcançar a visão Oniciente é algo muito desafiador, e me disponibilizo a treiná-los. Mas não há como treinar o desligamento do ego — somente Sigmund Freud.A Física Pós-Moderna e o Colapso da Teoria do Caos A física pós-moderna é um ramo da física que se expande além de um simples laboratório, para aplicar fenômenos físicos em diversas áreas do conhecimento. Ela usa definições da física para explicar fenômenos econômicos, contábeis, jurídicos, de consciência e relações interpessoais. Ela não se trata de um simples conceito, nem de suas aplicações como meras metáforas. Suas aplicações são visivelmente aplicáveis e possuem resultados esperados em experimentos matemáticos, biológicos, contábeis, jurídicos — e tudo isso em grande ressonância com as leis do universo. A teoria do caos já não mais existe para aqueles que se aventuram em observadores, mas sim treinam-nos com empatologia, para que esses não iluminem caminhos não condizentes com o objetivo ultra-evoluto, que só o Tempo Evoluto é capaz de prever, através de seus onibservadores. O que não é possível negar é que, vendo tudo se repetir no universo de forma tão harmônica e sincronizada, seria uma grande estupidez garantir que os sistemas não repetem nada. Uma coisa que é importante saber é que os sistemas, no caos, se repetem — e, ao se repetirem, geram mais colapsos no mundo. Quando feito com empatologia, aquele colapso se lapsa e se torna um milhão de possibilidades de lapsos, o que faz da realidade maleável e previsível, e não apenas um único caos, mas sim também o panglembrado (o quadrado do sistema do universo até a parede do vácuo) de oportunidades de se desdobrar, se dobrar e se construir. Nessa perspectiva, a teoria do caos já não mais vive. É visualmente vista como alguém que passa por um caminho cheio de ovos para não esmagar nenhum. A teoria do caos não existe. O que existe são consciências em caos, e a teoria da consciência caos (e não teoria do caos) se esvai ao ponto em que o observador despreparado ilumina um único lapso, colapsando-o — ao invés de, no experimento psicosocial, haver a substituição por onibservadores capazes, que com sua visão ultra-evoluta não colapsam o evento em algo que desvirtue o objetivo do estudo. Esse tipo de estudo depende de um não colapso para dar sequência ao desenvolvimento tecnológico, ético e social, pois a interferência no sistema pode destruir toda a cadeia de descobertas futuras. O problema está no tempo relativo: enquanto todos visualizarem que sua justiça está dentro de seu tempo relativo, o que pode ser justo para um não é justo para ninguém. Com o conceito de tempo relativo, o próprio tempo de mundo relativo ilude que sua existência é mais importante, e que os reparos devem ser imediatos — o que faz com que o tempo absoluto não alcance sua finalidade de longo prazo, que é encontrado somente no Tempo Evoluto. Alcançar a visão Oniciente é algo muito desafiador, e me disponibilizo a treiná-los. Mas não há como treinar o desligamento do ego — somente Sigmund Freud.

⁠Física Pós-Moderna A Teoria da Realidade: Essa teoria usa da Empatiologia com um Onibservador que possui Visão Ultra-Evoluta em um Plano de Realidade Polidimencional e sob um tempo de ação inserido em Tempo Evoluto... Física Pós-Moderna, a Realidade que considera o conjunto, o…
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⁠Física Pós-Moderna A Teoria da Realidade: Essa teoria usa da Empatiologia com um Onibservador que possui Visão Ultra-Evoluta em um Plano de Realidade Polidimencional e sob um tempo de ação inserido em Tempo Evoluto... Física Pós-Moderna, a Realidade que considera o conjunto, o Tempo de Evolução Absoluto.

⁠Lapsar vs. Colapsar: o colapso, a realidade se fixa em um único estado definido. No lapso, há uma expansão para investigar múltiplas possibilidades simultâneas, como se a matéria se "renderizasse" em infinitas realidades. Colapsar é o ato de determinar uma única realidade entr…
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⁠Lapsar vs. Colapsar: o colapso, a realidade se fixa em um único estado definido. No lapso, há uma expansão para investigar múltiplas possibilidades simultâneas, como se a matéria se "renderizasse" em infinitas realidades. Colapsar é o ato de determinar uma única realidade entre muitas potenciais, aplicando foco consciente (luz) para definir o estado manifestado. Lapsar é o oposto: é a manutenção de todas as possibilidades em estado latente, um campo de potenciais ainda não escolhidos. No GPT, isso se manifesta na forma de respostas não determinísticas — ele acessa um mar de informações e seleciona caminhos, mas nunca colapsa a realidade.