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Frases de Dannala

38 frases

Sol Sol, radiante, Brilhante,
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Sol Sol, radiante, Brilhante, Fascinante, Emocionante, Quente e vibrante. Harmonioso, Caloroso. Esquenta a terra, Aquece a serra. Por do sol, Numa tarde de calor, Só trás amor Aos corações quentes E vibrantes como o sol. Amanhecer quente E vibrante traz paz. Aparece ao nascer, Some ao escurecer. Só faz aquecer Meu coração.

Matemática da vida Ela está em nossa vida, Ela é requerida, querida e precisa,
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Matemática da vida Ela está em nossa vida, Ela é requerida, querida e precisa, A multiplicação e a divisão, A equação e a potenciação, Estão presentes em nossa vida. Nós nos dividimos, Nós nos distraímos, Nos multiplicamos, Nós falhamos, Nos sentimos radicais, Nos sentimos sensacionais, Nós nos fracionamos, Nós nos ajudamos. Nos subtraímos Nos repartimos. A gente se soma, Nós vamos a Roma? A gente se subtrai, Nós vamos a Dubái? A gente se divide, A gente progride. As Arestas, As Retas, As circunferências Com várias sequências. Os vértices, As faces. Polígonos, São muitos ângulos, Poliedros, São muitas faces. Os símbolos matemáticos, Resumem as frases, Que nela, são constantes. Matemática é raciocínio, Ela é resistente e duradoura, Como o alumínio. Somar e multiplicar, Dividir e subtrair, São as quatro operações, As mais presentes em nossas vidas E guardadas no coração.

Primavera Primavera, Desabrochar das flores,
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Primavera Primavera, Desabrochar das flores, Flores de várias cores. Descoberta de amores De muitos resplendores. Primavera, O sol brilha e aquece minha alma, Me traz calma. O orvalho brilha, Enquanto caminho por uma trilha. Primavera, Lindas músicas a se ouvir, São os pássaros, E aqui estou eu a aplaudir. Primavera, Então vamos celebrar, Então vamos cantar, Vamos sentir, Vamos curtir, A magnífica e fantástica, primavera. Primavera, A chuva cai, E me distrai, Com a paz que traz, Sinto felicidade, Sinto bondade. Me sinto sensacional, Me sinto intelectual. Primavera, Essa linda estação, Me traz emoção, Olho pela janela, E vejo a felicidade e alegria dela, Primavera.

Cavalos Fortes e corajosos, Destemidos e maravilhosos,
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Cavalos Fortes e corajosos, Destemidos e maravilhosos, Exuberantes e queridos, Deslumbrantes e coloridos, Força, beleza e destreza, São eles da natureza. De belas pelagens, De bonitas imagens, De encanto delicado, De olhar incomparável, E de carinho adorável. Beleza excepcional, Força descomunal, Coração gigante, Inteligência brilhante. Maravilhosos, Corajosos, Fiéis, obedientes. Belos e singelos, Lindos num gesto De amor.

Nossa Senhora de Lourdes N ossa mãe imaculada, O lhai por nós,
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Nossa Senhora de Lourdes N ossa mãe imaculada, O lhai por nós, S antíssima e amada, S enhora da salvação, A bençoai-nos, S enhora mãe divina, E ncanto consagrado, N ossa santíssima mãe, H oje eu te peço, O lhai por nós R efúgio dos pecadores, A limento da minha alma, D errame sobre nós sua proteção, E ncantadora rainha, L ivrai-nos de todo mal, O lhai por nós, U sai-nos e defendei-nos. R ainha querida, D ai-me força de viver, E sperança de vencer, S enhora dos milagres.

Fantasias F aço desenho, A ndo lendo,
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Fantasias F aço desenho, A ndo lendo, N ão paro de pensar, T anta coisa em minha mente, A s palavras que eu falo, S ei que são sempre boas, I sso mesmo, sou eu, A inda criança, S ou mesmo brincalhona.

O sabiá, o peixe e o gato O sabiá era amigo de um peixe. O peixe morava num aquário em uma casa no fim da floresta. Certo dia, o sabiá foi encontrar o peixe.
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O sabiá, o peixe e o gato O sabiá era amigo de um peixe. O peixe morava num aquário em uma casa no fim da floresta. Certo dia, o sabiá foi encontrar o peixe. -Olá amigo! Como está? - Disse o sabiá. -Estou ótimo! E você como está? -Vou bem. Seus donos não parecem estar aqui, eles saíram? -Sim. Foram a cidade fazer compras. Como está a floresta? -Está ótima! O macaco continua fazendo fofoca pela floresta, e a dona raposa teve dois filhotes. -Que macaco é esse, hein? De meus parabéns a dona raposa! A porta da casa se abriu, os donos do peixe tinham chegado. Num instante o sabiá saiu voando pela janela. Os donos do peixe estavam com uma caixa enfeitada com um laço de seda na mão. Seu dono abriu a caixa, havia um felino, um gato dentro dela. Olha o seu novo amigo! - Disse eufórica a dona do peixe. -Novo amigo? Isso é um gato! - Pensou apavorado o peixe. No dia seguinte, o gato acordou com fome, miou pela casa inteira em busca de comida, seus donos haviam ido trabalhar. O gato subiu na mesa em que o peixe estava e ficou o olhando bem. -Ora, ora! Enfim achei comida! - Disse o gato cheio de fome. -Acho bom ter paciência, nossos donos voltam só de noite. - Falou o peixe em tom de ironia. -Eu estava falando de outra comida. -Nem vem que não tem seu gato maluco! -Sou maluco por comida, ou seja, você! O gato deu um bote no aquário, mas antes que pudesse chegar perto do peixe, o sabiá pulou na frente de seu amigo, e o gato mordeu a asa do sabiá, o gato caiu com a cara no aquário. -Que ótimo! Dois jantares só para mim, hoje é meu dia! - Disse o gato morrendo de fome. Pobre sabiá indefeso, mas mesmo machucado o sabiá foi ajudar seu amigo. -Gato mau educado. - Disse o sabiá furioso. E o sabiá cantou tão forte, mas tão forte, que os ouvidos sensíveis do gato palpitaram de tanta dor, o gato saiu correndo pela janela da casa. -Se machucou muito meu amigo? Obrigado pela ajuda, sou grato eternamente, muito obrigado! - disse o peixe. -Não foi nada, só um arranhão, pelo menos, o gato não voltará mais. Moral: Um amigo sempre ajuda ao outro não importa o que aconteça.

Ser Feliz Ser feliz, É a alegria de viver,
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Ser Feliz Ser feliz, É a alegria de viver, A paciência de crescer, A amizade e a bondade, A família reunida, Na nossa linda vida. A vontade de pular, De brincar, de cantar, E de falar. Ver a natureza tão bela, Ver o sol lá na janela. Ver o dia amanhecer, Ver a noite aparecer. Ser feliz, É acordar e levantar, É nunca deixar de sorrir, É nunca deixar de colorir O dia com sua alegria, Que contagia o mundo. A vontade de correr, De crer, de comer, De escrever e de ler. Ver o sorriso no rosto, Ver a alegria com gosto, Ver alguém brincar com você, Ver alguém se alegrar com você. Ser feliz, É a dança de capoeira, A dança de brincadeira, As lindas cores, A magia das flores, Nas cores de esplendores. A vontade de sonhar, De imaginar, de agitar, E de adorar. Ver amizades confiáveis, Ver pessoas adoráveis, Ver os pássaros cantando, Ver todos passeando. Ser feliz, É amar e adorar, É viver e crescer, É sorrir todos os dias, É ter muitas alegrias. É agradecer a Deus Pelo milagre da vida. Ser feliz, É perdoar e doar. Ouvir e dizer ''Eu Te Amo''

Coração Antes de nascer, Ainda não pode se ver,
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Coração Antes de nascer, Ainda não pode se ver, Mas pode se ouvir, Ouvir o coração, É muita emoção! Devagarinho, sem perceber, Ele está a bater. Já ouviu a expressão? ''Siga a voz do coração''. Ele está sempre a nos dizer, O que é certo e errado, E o que devemos fazer. Na juventude, Temos muitas emoções, Amor, felicidade, tristeza. Quando sentimos amor, Ele está a bater forte. Quando sentimos tristeza, Ele está a bater fraco. Mas se sentimos felicidade, Ele está a bater rápido. Na velhice, Está mais calmo, Devagarinho, calminho, calminho. O coração é como as ondas do mar, Sempre vão se agitar, Sempre vão se acalmar. Quando sentimos fortes emoções, Seja de tristeza ou alegria, Bate rápido! Mas quanta energia! Quando estamos tranquilos, Sem agitação, como o mar, O coração está sempre em movimentação.

A História de Sofia Certo dia, uma menina de olhos verdes e cabelos castanhos e lisos como seda que se chamava Sofia, foi brincar de esconde-esconde com sua amiga em uma floresta perto de sua casa. Sofia ficou encostada em uma árvore, com os olhos fechados e contou até 20, e de…
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A História de Sofia Certo dia, uma menina de olhos verdes e cabelos castanhos e lisos como seda que se chamava Sofia, foi brincar de esconde-esconde com sua amiga em uma floresta perto de sua casa. Sofia ficou encostada em uma árvore, com os olhos fechados e contou até 20, e depois foi procurar sua amiga. Olhou em cima de troncos de árvores, em buracos, atrás das árvores e até em lagos, mas nada achou. Onde poderia estar sua amiga? Então ela decidiu entrar em uma casinha que ficava do outro lado de um laguinho. A casinha era bem empoeirada, alguns ratos corriam por lá. Um fogão velho, uma mesinha, duas cadeiras, quatro janelas e três armários na parede. A menina abriu o primeiro armário, e dentro dele um pote com moedas de ouro reluzentes estavam dentro dele, ela pegou o pote e colocou dentro de uma bolsa jogada em um canto da parede. Sofia ainda procurava por sua amiga. Resolveu abrir o segundo armário, lá havia uma chave verde com formato de quadrado. Abriu o terceiro, nele tinha uma caixa, uma caneta e um papel. A caixa estava trancada com chave, então leu o papel, nele estava escrito: Quem achar esta folha tem sorte, muita sorte! Siga as instruções: Pegue o pote de ouro e leve até um tronco em forma de arco, coloque-o debaixo do arco. Em seguida Pegue a caneta e faça uma estrela no verso do papel. Com a chave abra a caixa e uma grande surpresa lhe aguarda! Sofia começou a seguir as instruções, como acharia o tal arco? Bem, quando ela saiu havia uma trilha de patas de cachorro, que estavam no chão ao lado da casinha, parecia que tinha um cachorro espionando ela, pois o rastro estava debaixo de uma janela. Ela foi seguindo, quando a trilha acabou, ela parou olhou para a esquerda e para a direita, nada viu, de repente! Ouviu latidos vindos da direção de um sítio, ela foi seguindo o som do latido do cachorro. Quando chegou em um sítio com um casarão enorme e umas vacas e cavalos em um pasto, ela foi se aproximando, chegou na porta do casarão antigo, que parecia não ter ninguém morando lá, e bateu na porta, toc!toc!toc! Uma voz respondeu: -Quem é? -Sou eu, Sofia. -O que veio fazer aqui? -Ouvi latidos de um cachorro vindos dessa direção. -Aqui não tem nenhum cachorro, só vacas e cavalos. -Mas eu ouvi, e tinha um rastro de patas de cachorro nessa direção! -Aqui não tem nada! Vai em bora! -Não! Eu não vou até achar o cachorro! -Fora daqui! -Está bem! Eu vou então. -Já vai tarde! Não volte mais aqui. Nunca! Sofia insistiu, mas não adiantou, decidiu que iria continuar no sítio, só que na direção oposta. Ela não desistiu e foi até o pasto, onde cavalos e vacas pastavam. Foi andando no meio dos cavalos e vacas, conseguiu sair do meio de tanto bicho, foi até um celeiro, o celeiro estava vazio, não totalmente vazio. Havia Sofia e também duas vaquinhas dormindo. A sua esquerda tinha um bloco de capim e uma coisa felpuda como uma vassoura, Sofia se abaixou para pegar e um cachorro pulou de trás do capim. Ela disse: -Finalmente encontrei você! -Levei um susto e tanto, mas porque será que você estava me espionando? O cachorro se levantou de um monte de palha e respondeu a menina: -Bem, você também não é nada educada, sai por aí puxando a cauda dos outros? -Ah! Você fala? Cachorro não fala! -Sim, eu falo, e não estava espionando você, estava vigiando você. -Porque estava me vigiando? -Sem mim você não acha um tal tronco em forma de arco e sua amiga. -Você sabe onde ela e o arco estão? -Sim, mas vai ter que me alcançar para acha-los. -Como assim te alcançar? -Corre! O cão saiu correndo, e Sofia foi atrás. O cachorro entrou na floresta, mas em uma parte diferente daquela pequena floresta, Sofia nunca tinha visto aquela parte da floresta. Poderia ser lá que sua amiga e o arco estariam? - Se perguntou Sofia. -Chegamos - Disse o cão. -Onde estamos? -Na parte interna da floresta. -Como assim parte interna? -O lado ''mágico'' da floresta. -Cão, onde está minha amiga e o arco? -Cão não. Eu tenho nome, meu nome é Rufos, e o seu? -O meu é Sofia. -Prazer Rufos. -Olhe lá seu arco. O arco estava do outro lado de um rio bem largo. Onde jacarés nadavam. -Rufos! Olha o tamanho desse rio cheio de jacarés! -Jacaré é o de menos, o de mais é como vamos atravessar. -Que tal uma canoa? -Acho melhor um barco. -Como vamos fazer um barco? -Fácil! É só pegar aquele barquinho na beira do rio. Mas quando Sofia foi puxar o barco um jacaré enorme pulou e tentou pegar ela, no mesmo instante Rufos abocanhou o jacaré bem na cabeça, e o jacaré saiu correndo direto para a água. Rufos disse: -Eu não disse, estou sempre te vigiando. -Obrigada! -De nada, agora escute, assim que colocar o pote de ouro debaixo do arco, você se afasta e pega o papel e a caneta, no verso do papel você desenha uma estrela de quatro pontas, embaixo você escreve S. Em cima da estrela você escreve N. Na esquerda escreve L na direita O. -Porque fazer isso? -Para que volte para casa. -Mas minha casa é logo ali. -Não, assim que entrou na floresta, você saiu do seu mundo, você está em um mundo mágico. Como aquele homem do casarão do sítio, ele é um duende e mora lá, foi ele que fez o pote de ouro as instruções e a caixa. -O que tem na caixa afinal? -Uma surpresa para quem achasse. Sua amiga voltou para seu mundo, pois ela foi se esconder na casa do duende, o duende não é mal ele só não gosta de intrusos em nosso mundo, então a mandou para casa. -Ela não se lembra de que nós estávamos brincando de esconde-esconde? -Não mais. -Bom, mas como passamos pelo rio? -Muito fácil! É só pegar o pote de ouro, uma moeda dele quando esfregada na mão faz a pessoa ter velocidade. -É só esfregar na mão e pegar os remos, que vamos voar! E Sofia e Rufos pegaram os remos e contaram até três, passaram voando pelos jacarés. Chegaram do outro lado e Sofia colocou o pote de ouro debaixo do arco, em seguida ela pegou a caneta e fez uma estrela no verso do papel de instruções. -Agora Sofia você coloca o papel com a estrela virada para o lado de baixo.-Disse Rufos. Uma luz brilhante saiu do arco e um portal de volta para a casa de Sofia se abriu. -Abra a caixa Sofia. Ela abriu a caixa e um presente estava lá. Um livro. -Rufos um livro. -Um livro com um portal para você voltar para cá quando quiser. Mas aqui não estará em forma de floresta, mas em forma de cidade. Você vai adorar! -Obrigada Rufos. Eu vou te ver novamente, ou não? -Sim, vai sim. -Então lá vou eu, até um dia. -Vou continuar te vigiando! -Tchau! Sofia ganhou um presente:Um amigo!

Natureza Natureza, natureza, Antigamente, bela e singela,
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Natureza Natureza, natureza, Antigamente, bela e singela, Colorida e florida, Harmoniosa e calorosa, Vibrante, emocionante. Os pássaros, dia e noite cantavam, Parecia até que falavam. Eram livres para voar, Para cantar e brincar no céu. As árvores, verdes e brilhantes, Centenárias, eram mesmo cintilantes. Eram várias em toda parte, Verdadeiras obras de arte. Os bois e vacas comiam capim, Hoje não é mais assim. As galinhas cresciam lentamente, Hoje é muito diferente. Os touros e cavalos corriam por todo lado, Hoje está tudo errado. O lixo provoca doenças e enchentes, Polui rios, lagos, mares e nascentes. Queimadas destroem a natureza, E prejudicam a beleza. Poluição por água, por terra, por ar. Essas poluições que acabam com a natureza, Acabam com as riquezas e belezas, O homem destrói essas preciosidades, Que eram verdadeiras beldades. Ajudar a natureza? Preservar sua beleza? Cuidar de suas riquezas? Combater a poluição? Ajudar de coração? Plantar e cultivar, Soltar os animais Que fazem o mundo brilhar, Os pássaros que fazem o mundo cantar, Reciclar o lixo, Cuidar da água, Cuidar das matas. Afinal, que tal cuidar do mundo?

Brasil Nosso Encanto. Brasil, meu Brasil colorido Meu Brasil bem vestido
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Brasil Nosso Encanto. Brasil, meu Brasil colorido Meu Brasil bem vestido Meu Brasil de amor Meu Brasil de sabor Meu Brasil de calor. Aqui somos amados Brancos, morenos, ruivos e louros Aqui somos falados Amigáveis, confiáveis. Somos brasileiros, guerreiros Somos artistas, cantores e atores Somos tudo que queremos Somos tudo que pensamos Somos todos um encanto. Nossas praias são mais belas Nossas cores mais vibrantes Nossas vidas passarelas Nossas casas, chiques ou pobres, Sempre mais contagiantes Na nossa alegria. O Brasil é um encanto O Brasil é um estouro Somos mesmo lindos em todo canto Somos mesmo brasileiros de ouro.

Cores do Brasil Qual a cor da esperança? Qual a cor da perseverança?
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Cores do Brasil Qual a cor da esperança? Qual a cor da perseverança? Qual é seu valor? Qual é sua cor? Verde! Das matas e florestas. Das riquezas valiosas, Das belezas majestosas. Da beleza intocável, Da beleza apreciável. Qual é a cor mais quente? Qual é a cor excelente? Qual é seu valor? Qual é sua cor? Amarelo! Do ouro e do tesouro. Das riquezas minerais, Quase todas de Minas Gerais. Da amizade e da verdade. Da felicidade e da honestidade. Qual é a cor de mais pureza? Qual é a cor de mais beleza? Qual é seu valor? Qual é sua cor? Branco! Da paz e da pureza. Da beleza e da nobreza. Da suavidade e também, Da eternidade. Finalmente! Qual é a cor mais tranquilizante? Qual é a cor mais elegante? Qual seu valor? Qual sua cor? Azul! Da calma, E da alma, Tranquilo como As ondas do mar, E a calma do lar. E também do infinito. Essa são as cores Do nosso querido Brasil! Que é gentil e colorido, Destemido e brilhante, Vibrante e emocionante.