Assim será.
Quem sabe um verso;
Ou uma brisa fria.
Ou um sorriso espontâneo.
Quem sabe um abraço de alegria.
Que venha sim!
E venha sem avisar.
Que bata minha porta a felicidade.
E entre pra ficar.
Que seja ao nascer do sol;
Ou talvez num belo luar.
Que seja simples, verdadeiro.
Que seja real, meu sonho de ti amar.
De mãos dadas!
Corações batendo no mesmo compasso.
Alma com alma;
E corpos presos no mesmo abraço.
Que não falte.
Que não falte poemas!
Nem o perfume de uma flor.
Que não falte mulher,
A quem declamar o amor.
Quem não falte sorrisos,
E nem alegria;
Que venham tempestades de versos.
Para compor uma poesia.
Que não falte versos!
Que venham ventanias!
Carregadas de sentimentos;
Tal como a alegria.
Que não falte versos,
Na esquina da saudade.
Que não falte flores,
No jardim da felicidade.
Sou eu...
Dos meus poema, sou poeta;
Das minhas histórias, sou escritor;
Do meu passado, sou personagem;
Do meu futuro, sou construtor.
Das flores, sou jardineiro;
Da vida, sou aprendiz;
Dos erros, quero as lições;
Das vitórias, quero ser feliz.
Das manhãs, quero a brisa;
Do sol, quero o calor.
Das estrelas, quero o brilho;
De você, quero seu amor.
Da lua, quero o encanto;
Dos pássaros, a liberdade;
Do horizonte, o mistério;
De um sorriso, a felicidade.
O sonho
Ah! Hoje não vi o sol nascer;
Em seu total esplendor.
Pois dormindo eu estava,
A sonhar com você, meu amor.
Amei-te imensamente.
Com todo amor que há em mim;
O céu, a lua e as estrelas são testemunhas,
Que você se entregou pra mim.
Éramos duas almas,
E um só coração;
Eram dois corpos,
Na mais perfeita afeição.
E do sonho despertei;
Com o sol a terra já aquecendo.
Então feliz e sorrindo acordei,
Por tão belo sonho está vivendo.
Deixa-me.
Deixa-me repousar,
No acostamento de seus braços;
Aqueça-me com seu calor.
Alivia-me o meu cansaço.
Deixa-me escrever,
Um poema em harmonia;
Para que aceites meu,
Em forma de poesia.
Deixa-me recitar,
Meus sentimentos de amor;
Que tão belos são,
Em seu total explendor.
Deixa-me um pouco mais,
Em seus braços repousar;
Abraça-me! beija-me!
Pois tanto quero te amar.
A maquiagem, muda a aparência, mas não muda a essência.
O sabonete, limpa o corpo, mas não a alma.
A água, sacia a sede do organismo, mas não a sede do espírito.
O alimento, fortalece o corpo, mas não a FÉ.
Os olhos, vêem a aparência física, o coração a beleza externa.
O doador.
Havia um doador,
Na rua da saudade.
Doando sementes de sorrisos;
E também de amizade.
Doava toda sorte de sementes,
Para adultos, idosos e criança.
Tinha sementes de sonhos,
E também de esperança.
Infinito era seu amor.
Tamanha era sua bondade;
Suas palavras eram sabias,
E cheias de verdade.
Passei em sua casa;
Tinha muita gente para atender.
Ainda tinha muitas sementes.
Para receber, só tinha que crê.
É doador simples e fiel;
Cheio de amor e de luz.
Nasceu em uma manjedoura;
Seu nome é Jesus.
É saber valorizar;
Quem demonstra de te amar.
É só fazer valer a pena,
Cada verso do poema.
Quem nunca sentiu saudade,
Jamais amou de verdade.
Quem nunca te entendeu,
Jamais te mereceu.
Quem te faz sorrir,
Carinho tem por ti.
Quando é dado de coração,
O amor é uma benção.
Se for pra enganar,
É melhor não conquistar.
Quem te faz chorar,
Nunca vai te amar.
Que vida é essa?
Que passa tão depressa?
Então vou viver,
Só pra amar você.
É diferente?
Então tente.
Versos e rimas.
Dêem-me uma folha de papel;
E um lápis para rabiscar.
Quero alguns versos e rimas,
Para um poema declamar.
Vou plantar versos de amor,
No fértil terreno da saudade.
Vou jogar rimas ao vento,
Para que saibas que te amo de verdade.
Quero versos de ventos.
E também rimas saudade.
A solidão, é meu caminho.
Você minha felicidade.
Nenhum mar de versos traduz...
Nenhuma tempestade de rimas destrói;
Esse sentimento que a ti tenho,
Que tão belo nasceu entre nós.