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Frases de Cesar Pinheiro

131 frases

⁠A perfeição não tem integração na estética com o poder determinístico da ética
⁠Não entendo a minha angustia. Eu sei que desejo o que não tenho. Mas sei que a lei proíbe. Meu desejo é castrado e atormentado! É por isso que tenho medo de mim. Eu não quero banir este objeto. Eu sei que não nego pensar nele porque meus desejos são perfeitos, mas me incomoda qu…
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⁠Não entendo a minha angustia. Eu sei que desejo o que não tenho. Mas sei que a lei proíbe. Meu desejo é castrado e atormentado! É por isso que tenho medo de mim. Eu não quero banir este objeto. Eu sei que não nego pensar nele porque meus desejos são perfeitos, mas me incomoda que eu não possa tê-los. Então eu sei que sofro porque quero e penso, mas não quero saber que penso e sofro.

Na constituição da subjetividade no inconsciente no texto de Garcia Rosa narrando a história da psicanalise de Freud sobre o inconsciente. Há a crítica que o cogito cartesiano de Descarte penso logo existo parte da concepção de uma verdade na consciência pensante. A declaração…
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Na constituição da subjetividade no inconsciente no texto de Garcia Rosa narrando a história da psicanalise de Freud sobre o inconsciente. Há a crítica que o cogito cartesiano de Descarte penso logo existo parte da concepção de uma verdade na consciência pensante. A declaração de Descartes é a representação base da verdade; O crítico de Freud Garcia Rosa parte da subjetividade do texto inconsciente. Ao criticar o auto pensamento de Descartes, sua consciência rapidamente pensou: "Existo porque penso que sou." Na teoria de Descartes, a subjetividade do sujeito começa por acreditar que as coisas se baseiam em sua crença de que tudo é possível ser lógico. A crença estar no valor de uma coisa ou no princípio de uma fantasia ser real. Há um sujeito que não sabe nem deseja saber. Onde ha um fenômeno que faz pensar na sua paixão por um objeto que é seu. Nele há um enigima comparado a um objeto de terror que surge do pensar sobre a sua a angustia. Com uma narrativa subjetiva. Meus desejos são castrados e eu sou torturado! Portanto, tenho medo de banir esse prazer. Eu sei que você odeia pensar que é o lugar perfeito, mas dói porque você não pode tê-lo. Então sofro porque penso e desejo. ⁠

⁠ORIGEM DAS PSICOPATOLOGIAS PÓS-MODERNAS NO INCONSCIENTE. O crítico de Freud Garcia Rosa parte da subjetividade do texto inconsciente. Ao criticar o auto pensamento de Descartes, sua consciência rapidamente pensou: "Eu existo porque penso que existo." Na teoria de Descartes, a s…
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⁠ORIGEM DAS PSICOPATOLOGIAS PÓS-MODERNAS NO INCONSCIENTE. O crítico de Freud Garcia Rosa parte da subjetividade do texto inconsciente. Ao criticar o auto pensamento de Descartes, sua consciência rapidamente pensou: "Eu existo porque penso que existo." Na teoria de Descartes, a subjetividade do sujeito começa com a crença de que as coisas são baseadas em sua crença de que tudo está lá. A fé aí. Crença. A crença no valor das coisas ou a experiência dos princípios da verdade dos fenômenos. Em minha experiência clínica, há um sujeito que não sabe ou por que não quer saber que pensar é sua dolorosa experiência da realidade, uma espécie de terrorismo que surge de pensar sobre sua própria experiência de vida. Não sei por que dói. Não sei por que estou aqui, não sei por que estou neste lugar de pensamento. Não sei por que quero viver assim, então sei que estou sofrendo porque desejo o que não quero, mas não sei por que desejo e penso assim, sei que estou sofrendo. É que eu sofro porque sei que sofro porque penso.

⁠No amor ideal, não há atos de ódio. Mas é um sadismo doentio que alimenta o processo místico da neurose obsessiva compulsiva, pois cria uma forte conexão entre amor e ódio que decorre de emoções incrivelmente vagas (ambíguas). A conexão deteriorada da alma entre amor e ódio enco…
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⁠No amor ideal, não há atos de ódio. Mas é um sadismo doentio que alimenta o processo místico da neurose obsessiva compulsiva, pois cria uma forte conexão entre amor e ódio que decorre de emoções incrivelmente vagas (ambíguas). A conexão deteriorada da alma entre amor e ódio encontra os motivos sentimentais extremos (e ambíguos) da dominação econômica no sadismo. FrEUd (Neurose obsessiva do homem dos lobos).