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Frases de Carlos Henrique de Souza Júnior

30 frases

⁠sua culpa 2 seria sua culpa? eu te amar tanto
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⁠sua culpa 2 seria sua culpa? eu te amar tanto admirando seus olhos grandes salivando, ao olhar seu corpo desejando sua boca. mas não julgue, minha pouca vergonha pois sou um poeta tarado saltitando veias circulando sangue pensando em coisas indecentes espero que tenha em mente que este amor é decente que sua carne é fraca e que nossos corpos não mentem sobre o que sentem.

⁠já, se; já não sei se escrevo se me deito;
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⁠já, se; já não sei se escrevo se me deito; se vejo o tempo passar; se observo quem me olhas; ou se olho para lá. se dou mil passos; ou se deixo de andar. e começo a procurar meu trevo de quatro folhas para minha sorte curar e me jogar beira mar e amar esses versos. pois já cansei de terminar poemas tais poemas sem fim com saudade no ar. que se faz difícil respirar.

⁠ursos de pelúcia sinto que te devo um poema não porque te amo
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⁠ursos de pelúcia sinto que te devo um poema não porque te amo mas sim porque diz que me ama! se é que estamos falando de amor. acho que só tentando não vai resolver preciso me arriscar. me jogar beira mar e rezar pra nadar; correr nas nuvens escuras e torcer pra não chover; dizer eu te amo todo dia e querer que seja reciproco. pois ainda escrevo mesmo sendo um verso oco. e em meio a horizonte nu lá estão elas minhas rimas nada famosas minhas rimas mais sinceras daquelas de livros de poesia daquelas que me lembram, a fabulosa Cecília Meireles.

⁠por que escrever sobre amor? eu mal penso e acho bastante repertório
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⁠por que escrever sobre amor? eu mal penso e acho bastante repertório escrever sobre amor um relatório bastante doloroso que já me foi motivo de inveja. uma bem sincera daquelas passageiras mas contínua a inveja em pessoa!? e eu?; idiota que nelas acredito que em histórias contínuo acreditando e amando? talvez mas pouco importa pois sinto queimar quem diria que amar doeria tanto; sinto que fui jogado as lareiras do inferno e meu pecado? já não tão criticado. seria escrever poemas de amor.

⁠com amor sim, eu menti muito mas sinto muito se não fui sincero
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⁠com amor sim, eu menti muito mas sinto muito se não fui sincero pois escorrego entre a verdade e já não caio em prol da honestidade. mesmo sendo um chorão idiota eu ainda (não) acordo de madrugada e (não) lembro de você; também (não) lembro seu aniversário; quando desbloqueio meu celular. acho bem feio esses hipócritas que rimam muito que dizem serem poetas mas que só escrevem flores se esquecendo dos cravos escrevendo amores perfeitos mas eu não! eu deixo claro, com amor e com amor adoto este dilema que eu sou o defeito desse poema. odeio rimar aos prantos pois nunca estou pronto para parar, e já não adoto todas as rimas pois já não escrevo por amor. mas sempre, com amor.