Pular para o conteúdo

Frases de Buda

157 frases

Se pudéssemos ver o milagre duma simples flor, toda a nossa vida mudaria.
"Seja uma luz para si mesmo”. Ele está dizendo: Lembre-se, minha verdade não pode ser a sua verdade; minha luz não pode ser a sua luz. Incuta-se do espírito a partir de mim, fique mais sedento a partir de mim, que sua busca seja mais intensa e que você se devote totalmente a ela,…
Continuar lendo

"Seja uma luz para si mesmo”. Ele está dizendo: Lembre-se, minha verdade não pode ser a sua verdade; minha luz não pode ser a sua luz. Incuta-se do espírito a partir de mim, fique mais sedento a partir de mim, que sua busca seja mais intensa e que você se devote totalmente a ela, aprenda comigo a devoção de um buscador de verdade – mas a verdade, a luz, arderá dentro de você. Você terá que alimentá-la dentro de si.

Não se apresse em acreditar em nada, mesmo se estiver nas escrituras sagradas. Não se apresse em acreditar em nada, só porque foi um professor famoso que disse. Não acredite em nada, apenas porque a maioria concordou que é a verdade.
Continuar lendo

Não se apresse em acreditar em nada, mesmo se estiver nas escrituras sagradas. Não se apresse em acreditar em nada, só porque foi um professor famoso que disse. Não acredite em nada, apenas porque a maioria concordou que é a verdade. Não acredite em mim... Você deveria testar qualquer coisa que as pessoas dizem através de sua própria experiência antes de aceitar ou rejeitar algo.

Nem o fogo nem o vento, o nascimento ou a morte, pode apagar nossas boas ações. Não há nada mais terrível do que o hábito da dúvida. Dúvida separa as pessoas. É um veneno que desintegra amizades e rompe relações agradáveis. É um espinho que irrita e dói, é uma espada que mata.…
Continuar lendo

Nem o fogo nem o vento, o nascimento ou a morte, pode apagar nossas boas ações. Não há nada mais terrível do que o hábito da dúvida. Dúvida separa as pessoas. É um veneno que desintegra amizades e rompe relações agradáveis. É um espinho que irrita e dói, é uma espada que mata. Milhares de velas podem ser acesas a partir de uma única vela e a vida da vela não será encurtada. Felicidade nunca diminui ao ser compartilhada.

O emocionalismo é um subproduto da esperança e do medo, do apego e da aversão. Temos esperança porque estamos apegados a alguma coisa que queremos. Temos medo porque temos aversão a alguma coisa que não queremos. Precisamos interromper as oscilações extremadas do pêndulo emociona…
Continuar lendo

O emocionalismo é um subproduto da esperança e do medo, do apego e da aversão. Temos esperança porque estamos apegados a alguma coisa que queremos. Temos medo porque temos aversão a alguma coisa que não queremos. Precisamos interromper as oscilações extremadas do pêndulo emocional para podermos encontrar um eixo de equilíbrio. Quando começamos pela primeira vez nosso trabalho com as emoções, aplicamos o princípio de que o ferro corta o ferro, o diamante corta o diamante. Usamos o pensamento para transformar o pensamento. Um pensamento raivoso pode ter como antídoto um outro que seja compassivo ao passo que o desejo pode ter seu antídoto na contemplação da impermanência.

No contexto do sutra do coração, entendemos o nirvana como a natureza absoluta da mente no estágio em que ela se tornou totalmente limpa de todas as aflições mentais. É pelo fato de a mente ser inteiramente pura que se diz que tem a natureza do buda. A vacuidade da mente é ente…
Continuar lendo

No contexto do sutra do coração, entendemos o nirvana como a natureza absoluta da mente no estágio em que ela se tornou totalmente limpa de todas as aflições mentais. É pelo fato de a mente ser inteiramente pura que se diz que tem a natureza do buda. A vacuidade da mente é entendida como a base do nirvana, seu nirvana natural. A base do nirvana é a experiência do estado fundamental da mente como uma presença estável.

O eu, porém, é apenas mais uma compreensão equivocada. De modo geral, fabricamos a noção de um eu que parece ser uma entidade sólida. Somos condicionados a considerar essa noção como algo concreto e real. Pensamos, Eu sou esta forma, levantando a mão. Pensamos, Eu tenho forma; es…
Continuar lendo

O eu, porém, é apenas mais uma compreensão equivocada. De modo geral, fabricamos a noção de um eu que parece ser uma entidade sólida. Somos condicionados a considerar essa noção como algo concreto e real. Pensamos, Eu sou esta forma, levantando a mão. Pensamos, Eu tenho forma; este é o meu corpo. Pensamos, a forma sou eu; eu sou alto. Pensamos , Eu habito esta forma, apontando para o peito. Fazemos o mesmo com os sentimentos, percepções e ações. Eu tenho sentimentos; eu sou minhas percepções… Sidarta, porém, deu-se conta de que não existe, em lugar nenhum, uma entidade independente que corresponda ao conceito de eu, dentro do corpo ou fora dele. Como a ilusão de ótica do círculo de fogo, o eu é ilusório. Ele é uma falácia – fundamentalmente um erro e, em última análise, inexistente. No entanto, do mesmo modo que podemos nos iludir com o aro de fogo, todos nós nos iludimos ao imaginar que somos o eu. Quando olhamos para o nosso corpo, sentimentos, percepções, ações e consciência, vemos que são diferentes componentes do que pensamos ser o nosso “eu”, mas, se formos examinar esses componentes, verificaremos que o “eu” não reside em nenhum deles.

Não acrediteis numa coisa, apenas por ouvir dizer. Não acrediteis na fé das tradições, só porque foram transmitidas por longas gerações. Não acrediteis numa coisa só porque é dita e repetida por muita gente. Não acrediteis numa coisa só pelo testemunho de um sábio antigo. Não acr…
Continuar lendo

Não acrediteis numa coisa, apenas por ouvir dizer. Não acrediteis na fé das tradições, só porque foram transmitidas por longas gerações. Não acrediteis numa coisa só porque é dita e repetida por muita gente. Não acrediteis numa coisa só pelo testemunho de um sábio antigo. Não acrediteis numa coisa só porque as probabilidades a favorecem ou porque um longo hábito vos leva a tê-la por verdadeira. Não acrediteis no que imaginastes, pensando que um ser superior a revelou. Não acredite em coisa alguma apenas pela autoridade dos mais velhos ou dos vossos instrutores. Mas, aquilo que vós mesmos experimentastes, provastes e reconhecestes verdadeiro, aquilo que corresponde ao vosso bem e ao bem dos outros. Isso deveis aceitar, e por isso moldar a vossa conduta.