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Frases de Brenon Salvador

390 frases

Afinal, o que querem os poetas?
QUALQUER COISA O “Veneno” de Vanessa paralisou a Mata do Monte sob um céu Negro; Mas logo para Ramalhar tudo isto, veio Zé e deixou “Sinas” para Marisa e Oswaldo
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QUALQUER COISA O “Veneno” de Vanessa paralisou a Mata do Monte sob um céu Negro; Mas logo para Ramalhar tudo isto, veio Zé e deixou “Sinas” para Marisa e Oswaldo Tudo tão íntegro. Simplesmente perfeito. Uma “Bela Flor” e “Rosas” já podiam ser vistas, como também, a Jovem Gadú fazendo-se ‘fina flor’, ou Carolina trocando o Monte e Dançando nas Ruas de Outono costumes de Agridoce como cantar “o Porto” na “Alvorada”. E de outro lado, Zélia caminha deixando “Cidade de Outono” e repousa sobre “Os telhados De Paris”. “A Mais Bonita” Duncan “Voando” como “Ave Rara” escapando pela “Porta de Luz”. Mas logo laçada por Nando, que não a prende, mas sim, a faz uma “Negra Livre” para cantar. Como sempre com seu “All Star”, eu “Sei”. “Ainda Lembro” das histórias de Reis que “Sutilmente” viera me contar, quando não, contava-me sobre Vercillo e Oswaldo, as histórias de” Velhos Amigos”. Ah, “Memoria de Prazer”, uso-a como uma “Mente de Computador”, é “Um Edifício no Meio do Mundo”, “Tudo Ilusão”. Pássaro na mão De Assas cortadas Mas “Asas de Luz” o faz voar. Agora, Com um Poema Quebrado”, qualquer coisa “Pode Ser”. Digo sem Mistérios que todas as palavras ditas aqui são “Lendas”, “Sem Fantasia” e “Sem Susto”. E agora, já que “Todo Mundo tá Falando” eu vou “Tocando em Frente” acompanhando Ana, só “Pra Rua Me levar” e “Me Leva a Sério” Obs. As palavras dignas de nota especial (“exemplo”) são nomes das musicas dos respectivos cantores: Agridoce, Ana Carolina, Jorge Vercillo, Maria Gadú, Marisa Monte, Nando Reis, Oswaldo Montenegro, Vanessa da Mata, Zé Ramalho e Zélia Duncan.

O amor caminha em sentido anti-horário O amor não cessa É o sopro do vento
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O amor caminha em sentido anti-horário O amor não cessa É o sopro do vento É o cantar do silêncio É o caráter lendário O amor caminha contra o tempo É o desejo diário É a lança que atravessa É o passo alento O amor caminha em consentimento É o carmesim do calvário É o íntimo que interessa É o real acontecimento O amor caminha de modo extraordinário É o protagonista da peça É o dom literário É o valor 100% É o elemento primário O amor é a arte da vida; Que eu sonho vivo e invento.

Contar-te-ei eternamente as carícias do amor Contar-te-ei os sonhos de um amor excessivo Contar-te-ei a sanidade para minha dor
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Contar-te-ei eternamente as carícias do amor Contar-te-ei os sonhos de um amor excessivo Contar-te-ei a sanidade para minha dor Contar-te eternamente por um olhar cativo Embarcando em pensamentos incomparáveis; Não te contarei meus sentimentos, Pois são inexplicáveis.

Atada em teus olhos a minha desordem. O meu devido querer. O silêncio fazendo ordem.
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Atada em teus olhos a minha desordem. O meu devido querer. O silêncio fazendo ordem. Atada em meus olhos para não te perder Mas sem te deter, prendo-me em Ideal ilusão sem nada saber Arquitetando meus sonhos Buscando o que ter. Crescendo um lago Por gota a gota. Querendo-te ao meu lado Nobre garota. Calado querer Dor de vaidade O silêncio me traz O prazer da verdade Atado no querer Da jovem idade Ideal encanto Querendo-te tanto Tê-la em um canto E provocar minha vontade.

Quando manifesta o amor Pouco sabe manifestar. Sabe bem dizer em um olhar,
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Quando manifesta o amor Pouco sabe manifestar. Sabe bem dizer em um olhar, Mas não lhe sabe em palavras falar. Falando de sentimentos Não sente as palavras. Fala palavras ausentes Ausenta palavras presentes . Ah, mas se ele soubesse, Se pudesse tanto assim falar; Só se o olhar lhe calasse Poderia assim as palavras falar. O silêncio diz o necessário Mas quando muito fala, pouco sente Fala-se muito um amor estagiário E os olhos falam no consciente.

Amo-te sem nem mesmo saber o porquê de te amar. Amo-te no egoísmo de querer só pra mim te guardar. Amo-te sem saber explicar;
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Amo-te sem nem mesmo saber o porquê de te amar. Amo-te no egoísmo de querer só pra mim te guardar. Amo-te sem saber explicar; Amo-te na simplicidade de dizer que eu amo. Amo-te na ignorância se eu disser que não amo; Pois assim me engano. Amo-te no fluir das aguas, sim; Amo-te mesmo que na mágoa Amo-te também nas brigas banais Amo-te quando busca conhecer os meus pensamentos; E pensa que dos teus são desiguais Amo-te nos risos Amo-te nas rosas Amo-te escondido no silêncio dos cais Amo-te não muito, mas sim; Amo-te muito mais Amo-te quando o teu “sim” vem de encontro com o meu “não” Amo-te mais ainda quando o teu “sim” pisoteia o Meu “não” Amo-te, pois amar-te é são Amo-te no pouco, quando digo que estou bem com você Amo-te no muito, quando não sei explicar; E nada as palavras podem dizer Amo-te no amanhecer Amo-te, mas não posso esclarecer melhor Amo-te até mesmo na pior Amo-te nos pequenos momentos; Pois todo momento é pequeno Amo-te então no eterno Amo-te na vida e na morte. Veja, chego a ser insano Amo-te também quando tu desacreditas que te amo Amo-te no simples da poesia que fiz Amo-te nas pequenas palavras; Pois amo-te pequena Beatriz.