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Frases de Bibiana Benites

122 frases

Te liberta de toda a dor, menina. Te livra desse peso. Se expõe, feito borboleta, pra esse mundo.
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Te liberta de toda a dor, menina. Te livra desse peso. Se expõe, feito borboleta, pra esse mundo. Pra essa vida.

Sim, eu chorei. Eu sofri. Eu deixei que você me doesse até o fim. Eu me permiti sentir o luto desse amor que deixou de ser. Que virou saudade. Que virou alguma coisa. Algum sentimento. Mas fiz isso por mim. Para o meu bem. Pra deixar você ir. E me esvaziar. Dentro. Até não sobrar…
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Sim, eu chorei. Eu sofri. Eu deixei que você me doesse até o fim. Eu me permiti sentir o luto desse amor que deixou de ser. Que virou saudade. Que virou alguma coisa. Algum sentimento. Mas fiz isso por mim. Para o meu bem. Pra deixar você ir. E me esvaziar. Dentro. Até não sobrar mais. Até não faltar mais a falta que você fez em mim. A falta que a tua falta fez.

Eu te dedico as minhas linhas. Eu te escrevo nas entrelinhas. Entre-tortas. Entre-minhas. Eu te sinto entre o suspiro e a pausa de um texto. Entre as reticências. A exclamação. No meio da frase. No início de um escrito. Entre o início e o meio. Entre saudades e afeto. É lá que vo…
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Eu te dedico as minhas linhas. Eu te escrevo nas entrelinhas. Entre-tortas. Entre-minhas. Eu te sinto entre o suspiro e a pausa de um texto. Entre as reticências. A exclamação. No meio da frase. No início de um escrito. Entre o início e o meio. Entre saudades e afeto. É lá que você fica. É de lá que você me envia uma infinidade de coisas. De sentires. De gostares. De estares. De seres. Deve ser por isso que eu nunca te escrevo no fim.

A lembrança serve justamente pra gente guardar dentro, um sentimento que de alguma forma nos tocou. Quando eu sinto saudade, nem sempre eu choro. Algumas vezes eu rio. Eu fecho os olhos. Eu me abraço em silêncio. Eu deixo que 'aquele sentir' tome conta. Que ele seja. E eu me deix…
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A lembrança serve justamente pra gente guardar dentro, um sentimento que de alguma forma nos tocou. Quando eu sinto saudade, nem sempre eu choro. Algumas vezes eu rio. Eu fecho os olhos. Eu me abraço em silêncio. Eu deixo que 'aquele sentir' tome conta. Que ele seja. E eu me deixo ser quando o assunto é saudade. Eu sou uma mulher que aprendeu a dançar a melodia do próprio coração.

Que eu nunca perca essa mania de desenferrujar sorrisos por aí. Que eu continue colhendo. Acreditando. Sonhado. Que pessoa alguma me faça amarrar a tristeza dentro. Porque de agora em diante, eu quero mais. Gente que me acrescenta. E menos. Bem menos sentimentos e/ou pessoas, que…
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Que eu nunca perca essa mania de desenferrujar sorrisos por aí. Que eu continue colhendo. Acreditando. Sonhado. Que pessoa alguma me faça amarrar a tristeza dentro. Porque de agora em diante, eu quero mais. Gente que me acrescenta. E menos. Bem menos sentimentos e/ou pessoas, que me diminuem.

Ele começou a me amar quando eu, por vontade própria, passei a me querer mais por perto. A me transbordar com a minha companhia. Bastava um livro na mão. E um café na outra. Passei a me sentir plena. Segura. Inteira. Florescendo. Querendo. Sendo. Amando. Me adorando. E ele agora…
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Ele começou a me amar quando eu, por vontade própria, passei a me querer mais por perto. A me transbordar com a minha companhia. Bastava um livro na mão. E um café na outra. Passei a me sentir plena. Segura. Inteira. Florescendo. Querendo. Sendo. Amando. Me adorando. E ele agora deu pra me querer tanto por perto. E eu também. Me querendo nele. Com ele. E comigo.

Quando eu era uma menina que beirava os seis, sete anos, gostava de reunir as poucas bonecas que eu tinha, colocar uma ao lado da outra, fechar os olhos e sonhar. Ah! Como eu sonhava em ser mãe. Em crescer logo e ser uma mulher de verdade. Uma mãe igual a minha mãe. Igual a minha…
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Quando eu era uma menina que beirava os seis, sete anos, gostava de reunir as poucas bonecas que eu tinha, colocar uma ao lado da outra, fechar os olhos e sonhar. Ah! Como eu sonhava em ser mãe. Em crescer logo e ser uma mulher de verdade. Uma mãe igual a minha mãe. Igual a minha avó. Minha tia. Agora, mulher me fiz. Mas e agora? Hoje, incessantemente hoje, eu pensei. Voltei naquele tempo em que a única responsabilidade que eu tinha era de ser feliz. E me deu uma saudade. Uma vontade danada de que aquele tempo voltasse. Nem que fosse por algumas horas. Eu queria sentir em mim, mais uma vez, aquela menina sapeca e risonha em cima da bicicleta. Com as bonecas. Hoje, eu quis tanto ser ela. E de tanto lembrar eu fui. Eu voltei a sonhar. Eu voltei a ter aquela responsabilidade de ser feliz de novo.

"Pode me chamar de melodramática. É fato: eu gosto de transformar emoção em Poesia. De me confessar com as palavras. De ser com elas. E eu sou tão dependente dessa emoção para viver. Sentir pra mim é tão importante. Sim. Eu sou sentimental. Sim. Eu sou romântica. E emotiva também…
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"Pode me chamar de melodramática. É fato: eu gosto de transformar emoção em Poesia. De me confessar com as palavras. De ser com elas. E eu sou tão dependente dessa emoção para viver. Sentir pra mim é tão importante. Sim. Eu sou sentimental. Sim. Eu sou romântica. E emotiva também. Eu não me importo que me chamem de Piegas. Eu gosto de falar de amor todos os dias. Aliás, eu gosto de andar de mãos dadas com ele por aí. O amor não pode morrer dentro da gente.