Te liberta de toda a dor, menina. Te livra desse peso. Se expõe, feito borboleta, pra esse mundo.
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Te liberta de toda a dor, menina. Te livra desse peso. Se expõe, feito borboleta, pra esse mundo. Pra essa vida.
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Te liberta de toda a dor, menina. Te livra desse peso. Se expõe, feito borboleta, pra esse mundo.
Te liberta de toda a dor, menina. Te livra desse peso. Se expõe, feito borboleta, pra esse mundo. Pra essa vida.
Sim, eu chorei. Eu sofri. Eu deixei que você me doesse até o fim. Eu me permiti sentir o luto desse amor que deixou de ser. Que virou saudade. Que virou alguma coisa. Algum sentimento. Mas fiz isso por mim. Para o meu bem. Pra deixar você ir. E me esvaziar. Dentro. Até não sobrar…
Sim, eu chorei. Eu sofri. Eu deixei que você me doesse até o fim. Eu me permiti sentir o luto desse amor que deixou de ser. Que virou saudade. Que virou alguma coisa. Algum sentimento. Mas fiz isso por mim. Para o meu bem. Pra deixar você ir. E me esvaziar. Dentro. Até não sobrar mais. Até não faltar mais a falta que você fez em mim. A falta que a tua falta fez.
Não é preciso falar nada, mas é preciso sentir muito. E eu sinto. Tanto.
E pra quem não sabe amar, o amor é só um sentimento. Mas pra quem se dói, porque sabe o tanto que ele é, sente muito por quem não sabe sentir.
Vem manso e me encontrarás louca. Vem louco e me encontrarás pronta. Vem, da forma que for, que encontrarás. Tua. Sempre tua.
Eu amo te amar. Te adorar. Te ter. Me perder em ti. Me achar. Me perder de novo. Te sorrir. Te lembrar quando não estás perto. Te abraçar quando estás. Eu amo você, moço. Assim. Do jeitinho que você é.
A Poesia me ensinou a sentir a vida com mais coragem.
Eu te dedico as minhas linhas. Eu te escrevo nas entrelinhas. Entre-tortas. Entre-minhas. Eu te sinto entre o suspiro e a pausa de um texto. Entre as reticências. A exclamação. No meio da frase. No início de um escrito. Entre o início e o meio. Entre saudades e afeto. É lá que vo…
Eu te dedico as minhas linhas. Eu te escrevo nas entrelinhas. Entre-tortas. Entre-minhas. Eu te sinto entre o suspiro e a pausa de um texto. Entre as reticências. A exclamação. No meio da frase. No início de um escrito. Entre o início e o meio. Entre saudades e afeto. É lá que você fica. É de lá que você me envia uma infinidade de coisas. De sentires. De gostares. De estares. De seres. Deve ser por isso que eu nunca te escrevo no fim.
O silêncio dele adora abraçar o meu.
A lembrança serve justamente pra gente guardar dentro, um sentimento que de alguma forma nos tocou. Quando eu sinto saudade, nem sempre eu choro. Algumas vezes eu rio. Eu fecho os olhos. Eu me abraço em silêncio. Eu deixo que 'aquele sentir' tome conta. Que ele seja. E eu me deix…
A lembrança serve justamente pra gente guardar dentro, um sentimento que de alguma forma nos tocou. Quando eu sinto saudade, nem sempre eu choro. Algumas vezes eu rio. Eu fecho os olhos. Eu me abraço em silêncio. Eu deixo que 'aquele sentir' tome conta. Que ele seja. E eu me deixo ser quando o assunto é saudade. Eu sou uma mulher que aprendeu a dançar a melodia do próprio coração.
A simplicidade é tão miúda, que pouca gente vê. Que gente miúda não sente.
Que a gente possa se vestir de leveza no meio de tanta acidez.
Que eu nunca perca essa mania de desenferrujar sorrisos por aí. Que eu continue colhendo. Acreditando. Sonhado. Que pessoa alguma me faça amarrar a tristeza dentro. Porque de agora em diante, eu quero mais. Gente que me acrescenta. E menos. Bem menos sentimentos e/ou pessoas, que…
Que eu nunca perca essa mania de desenferrujar sorrisos por aí. Que eu continue colhendo. Acreditando. Sonhado. Que pessoa alguma me faça amarrar a tristeza dentro. Porque de agora em diante, eu quero mais. Gente que me acrescenta. E menos. Bem menos sentimentos e/ou pessoas, que me diminuem.
Serei eu mesma até quando deixar de ser. Eu.
Ele começou a me amar quando eu, por vontade própria, passei a me querer mais por perto. A me transbordar com a minha companhia. Bastava um livro na mão. E um café na outra. Passei a me sentir plena. Segura. Inteira. Florescendo. Querendo. Sendo. Amando. Me adorando. E ele agora…
Ele começou a me amar quando eu, por vontade própria, passei a me querer mais por perto. A me transbordar com a minha companhia. Bastava um livro na mão. E um café na outra. Passei a me sentir plena. Segura. Inteira. Florescendo. Querendo. Sendo. Amando. Me adorando. E ele agora deu pra me querer tanto por perto. E eu também. Me querendo nele. Com ele. E comigo.
Eu nunca estou só. Sempre me tenho por perto.
E desde quando é fácil fechar ciclos? Desde quando existe uma vontade de deixar as coisas irem, Zé. Nada é da gente.
Andei fazendo alguns versos. As estrofes mais bonitas são pra ti, moço.
Eu não tenho como resistir ao ver aquele sorriso torto e aquela vontade tamanha que o moço tem de me fazer feliz. Ele quer me fazer feliz.
A gente precisa deixar que as coisas aconteçam. Mas a gente também precisa acontecer para que as coisas aconteçam na gente. Deixar que a felicidade abrace. Que o sorriso adoce. Que o abraço contagie.
É muito sentimento para pouca lógica. Mas e quem disse que eu quero entender alguma coisa. Eu quero mais é sentir. Isso sim. Eu não abro mão. Até o fim.
Quando eu era uma menina que beirava os seis, sete anos, gostava de reunir as poucas bonecas que eu tinha, colocar uma ao lado da outra, fechar os olhos e sonhar. Ah! Como eu sonhava em ser mãe. Em crescer logo e ser uma mulher de verdade. Uma mãe igual a minha mãe. Igual a minha…
Quando eu era uma menina que beirava os seis, sete anos, gostava de reunir as poucas bonecas que eu tinha, colocar uma ao lado da outra, fechar os olhos e sonhar. Ah! Como eu sonhava em ser mãe. Em crescer logo e ser uma mulher de verdade. Uma mãe igual a minha mãe. Igual a minha avó. Minha tia. Agora, mulher me fiz. Mas e agora? Hoje, incessantemente hoje, eu pensei. Voltei naquele tempo em que a única responsabilidade que eu tinha era de ser feliz. E me deu uma saudade. Uma vontade danada de que aquele tempo voltasse. Nem que fosse por algumas horas. Eu queria sentir em mim, mais uma vez, aquela menina sapeca e risonha em cima da bicicleta. Com as bonecas. Hoje, eu quis tanto ser ela. E de tanto lembrar eu fui. Eu voltei a sonhar. Eu voltei a ter aquela responsabilidade de ser feliz de novo.
"Pode me chamar de melodramática. É fato: eu gosto de transformar emoção em Poesia. De me confessar com as palavras. De ser com elas. E eu sou tão dependente dessa emoção para viver. Sentir pra mim é tão importante. Sim. Eu sou sentimental. Sim. Eu sou romântica. E emotiva também…
"Pode me chamar de melodramática. É fato: eu gosto de transformar emoção em Poesia. De me confessar com as palavras. De ser com elas. E eu sou tão dependente dessa emoção para viver. Sentir pra mim é tão importante. Sim. Eu sou sentimental. Sim. Eu sou romântica. E emotiva também. Eu não me importo que me chamem de Piegas. Eu gosto de falar de amor todos os dias. Aliás, eu gosto de andar de mãos dadas com ele por aí. O amor não pode morrer dentro da gente.
É loucura não se entregar. Não acreditar que você pode ser feliz. É loucura não sonhar.