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Frases de Beatriz D Aquino

27 frases

Não te vistas para te tornares outra pessoa. Veste-te para que o mundo reconheça, em cada detalhe, a mulher que tu és.
Jardim do Amor No jardim onde as flores ardentes floresciam, com a alma alimentada por histórias em livros que se liam. A fonte cantava serena, bem no meio do jardim.
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Jardim do Amor No jardim onde as flores ardentes floresciam, com a alma alimentada por histórias em livros que se liam. A fonte cantava serena, bem no meio do jardim. Sentada ao banco a pintar, vendo o infinito e o fim, cada pincelada era um suspiro, a cor que ia vibrar, pois ali, em silêncio e arte, sentia o seu amor pulsar.

Setembro Em um dia frio e chuvoso, o calendário marcava o início de setembro com várias flores pelo chão, quando o amor florescia com uma imensa paixão. Uma leve garoa caía, cobrindo o mundo como um véu, mas não ousava apagar a chama daquele sentimento que iria se firmar.
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Setembro Em um dia frio e chuvoso, o calendário marcava o início de setembro com várias flores pelo chão, quando o amor florescia com uma imensa paixão. Uma leve garoa caía, cobrindo o mundo como um véu, mas não ousava apagar a chama daquele sentimento que iria se firmar. Junto à beira do lago, sob o céu cinzento e vasto, a natureza era cúmplice, silenciosa daquele momento. Ali, o amor florescia com uma força sem par, de tal magnitude que o tempo não poderia apagar. Com o coração inundado de uma promessa sincera e calma, ele entregou a ela uma singela rosa, para a sua alma. E o pedido ali selou, mais forte que a chuva que caía, a promessa de um laço que transcende todo dia. Ali, naquele lago sob a garoa e o céu de setembro a chorar, o futuro se fez presente, eternamente a celebrar. Beatriz D’ Aquino

A Elegância de um começo Vestido branco de cetim, um rio de candura, envolto em mistério, em sublime tessitura. Um singelo e clássico colar de pérolas a brilhar, a graciosidade do momento, a me encantar.
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A Elegância de um começo Vestido branco de cetim, um rio de candura, envolto em mistério, em sublime tessitura. Um singelo e clássico colar de pérolas a brilhar, a graciosidade do momento, a me encantar. O espelho refletia a luz em seu lugar, eu sob o véu, pronta para amar. Trazia na face à graça mais pura, envolta em um cheiro suave de ternura. E em cada detalhe, a certeza que se via, era a benção do grande poder de Deus que ali fluía. Um suspiro me escapou ao sentir a arte no ar, me senti em um sonho lindo, como se tivesse entrado em um quadro. E o coração? Ah! Ele disparava. A luz entrava, pintando o quarto, e o cheiro doce de baunilha me envolvia, acalentando a alma. Eu sabia, a vida estava ali, pronta para começar, e eu estava pronta para vivê-la. As sobrancelhas grossas emolduravam o meu olhar, esculpindo o meu rosto com belos traços que o tempo jamais poderia apagar. Em minhas mãos, um buquê de delicadas flores brancas, simbolizando a pureza de um começo que nunca se apagará. A cada instante, a cada passo eu sentia a elegância da alma a brilhar, a beleza que emerge, genuína a reinar. A cada passo, um suspiro, a vida se revelava, no caminho do amor que se iniciava. Uma postura deslumbrante, de rara nobreza, era a personificação da divina elegância e beleza.

Outubro Outubro, pintava o céu com tons de chama suave, enquanto o sol nos aquecia, ascendendo o dia. De mãos dadas, à margem do rio que manso fluía, o nosso amor se revelava, um laço verdadeiro, que em nós se aninhava.
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Outubro Outubro, pintava o céu com tons de chama suave, enquanto o sol nos aquecia, ascendendo o dia. De mãos dadas, à margem do rio que manso fluía, o nosso amor se revelava, um laço verdadeiro, que em nós se aninhava. O sentimento que nos une é tão profundo, sem ter fim, é a história mais linda que vive dentro de mim. É o afeto que nos envolve, em abraços apertados e lentos, as nossas almas entrelaçadas, reescritas pelo tempo. As flores coloriam o chão, como um tapete macio de cores vivas, e os pássaros no ninho cantavam em suave murmúrio. A beleza serena do céu, com as suas nuvens a dançar, se espelhava no lago, onde o sonho ia morar. O vento trazia o aroma da terra, uma doce lembrança da chuva que havia passado. E ali, contemplávamos o tempo, sem pressa, sem partir, apenas deixávamos o coração à vontade, livre para sentir. Nos momentos de silêncio, revíamos as nossas fotos antigas, contávamos as lindas histórias que nos uniram, as emoções mais lindas. E nas gavetas secretas, guardadas com tanto carinho, as cartas do passado, refúgio de um caminho. E se a saudade apertar, e a lágrima teimar a rolar, tiro do bolso o lenço para o teu rosto enxugar. Pois, mesmo na ausência, o nosso laço permanece, em cada mês que nasce, o nosso amor só cresce. Beatriz D’ Aquino