O racismo é a forma mais baixa e mais cruelmente primitiva de coletivismo. É a noção de atribuir significado moral, social ou político à linhagem genética de um homem - é a noção de que os traços caracterizadores e intelectuais de um homem são produzidos e transmitidos por sua química corporal interna. O que quer dizer, na prática, que um homem deve ser julgado, não por sua índole ou ações, mas pelas índoles e ações de um coletivo de antepassados.
O coletivismo mantém que o indivíduo não tem direitos, que sua vida e trabalho pertencem ao grupo (à sociedade, à tribo, ao estado e a nação) e que o grupo pode sacrificá-lo segundo seus próprios caprichos, para seus próprios interesses. A única forma de implementar uma doutrina desse tipo é por meio da força bruta. Por isso, o autoritarismo sempre foi o corolário político do coletivismo.
O individualismo considera o homem – todo homem – como uma entidade independente e soberana que possui um direito inalienável à sua própria vida, um direito derivado de sua natureza como ser racional. O individualismo sustenta que uma sociedade civilizada, ou qualquer forma de associação, cooperação ou coexistência pacífica entre os homens, só pode ser alcançada com base no reconhecimento dos direitos individuais e que um grupo, como tal, não tem direitos além do direitos individuais de seus membros.
A inflação não é causada pelas ações de cidadãos privados, mas pelo governo: por uma expansão artificial da oferta monetária necessária para apoiar os gastos deficitários. Nenhum fraudador ou assaltante de bancos na história jamais roubou as economias das pessoas numa escala comparável à pilhagem perpetrada pelas políticas fiscais dos governos estatistas.