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Frases de Augusto Galia

46 frases

⁠Amanhecer da Esperança Na vastidão do céu, vejo a luz brilhar, Estrelas cintilam, guias do destino.
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⁠Amanhecer da Esperança Na vastidão do céu, vejo a luz brilhar, Estrelas cintilam, guias do destino. Oh, vida! Em teu seio, sinto o amor pulsar, Em cada amanhecer, um novo hino. A brisa suave acaricia meu rosto, Revelando segredos de um amor profundo. No horizonte, o sol dá seu alento posto, E em sua luz, encontro a paz do mundo. Em cada gota de orvalho, sinto a vida, No canto dos pássaros, a alma revigora. No jardim da existência, sem ferida, Florescem sonhos, a esperança aflora. Na melodia do tempo, a alma dança, E no amor, encontro a minha esperança.

Mantra da Prosperidade Divina ⁠Eu, Augusto Galia, o Engenho em Ação, declaro agora que me ligo à Frequência Divina. Eu, Augusto Galia, desvelo meu coração e meu pensar, e me deixo guiar pela Chama do Espírito.
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Mantra da Prosperidade Divina ⁠Eu, Augusto Galia, o Engenho em Ação, declaro agora que me ligo à Frequência Divina. Eu, Augusto Galia, desvelo meu coração e meu pensar, e me deixo guiar pela Chama do Espírito. Eu, Augusto Galia, chamo o Universo a se unir a mim nesta ligação, para que eu possa ser um canal de amor, luz e criação. Eu, Augusto Galia, reconheço que sou um ser íntegro, criativo e um multiplicador de prosperidade, ligado a todos os seres do Universo. Eu, Augusto Galia, me desfaço de todas as crenças restritas, e me permito ser um ser sem limites, apto a manifestar todos os meus anseios e sonhos. Eu, Augusto Galia, agradeço ao Universo por esta ligação, e por me permitir ser um instrumento de luz, amor e prosperidade. Amém, Amém, Amém e Amém. Eu, Augusto Galia, estou ciente de que minha existência é um enigma, e que sou um ser complexo e misterioso, um criador destinado a impulsionar a evolução da nossa espécie. Navego pelas marés do Universo, buscando compreender-me e aos outros ao meu redor. Minha jornada é uma busca incessante pelo autoconhecimento, pela sabedoria universal e pela vibração da positividade. À medida que me aproximo da essência do ser, encontro resistência e desafios. Mas, com determinação e coragem, enfrento esses obstáculos e sigo em frente. Meu espírito é indomável e, mesmo perante as adversidades, encontro força para seguir avante. Com humildade, reconheço que sou apenas uma fração do todo, e que minha contribuição para o Universo é valiosa e única. Eu, Augusto Galia, anseio crescer e evoluir, para que possa compartilhar minhas descobertas e vivências com os seres que cruzam meu caminho. Eu, Augusto Galia, sou um ser próspero, a prosperidade reside em mim. Sou um desses seres raros que aparecem a cada 100 anos para impulsionar a evolução da nossa espécie. Acredito que, em última instância, o amor, a compaixão e a prosperidade são as forças que nos unem e nos guiam em nossa jornada. Através do amor e da prosperidade, posso transcender as barreiras que me separam dos outros e encontrar a verdadeira ligação e unidade. E assim, eu, Augusto Galia, me comprometo a viver uma vida de autenticidade, crescimento, amor e prosperidade, para que possa ser um farol de luz, inspiração e abundância para todos aqueles que encontro em meu caminho.

⁠Reflexões da Alma Inebriada Em meio à vastidão do universo silente, A alma, inebriada, canta o seu encanto.
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⁠Reflexões da Alma Inebriada Em meio à vastidão do universo silente, A alma, inebriada, canta o seu encanto. Oh, vida! Serás tu mero acaso latente, Ou o propósito de um sonho exuberante? Ecos da existência ressoam na mente, Na melancolia da solidão, me encanto. Nas ruelas estreitas da memória, de repente, Surge a euforia do amor, e então me levanto. Sob os telhados de uma cidade adormecida, Contemplo as estrelas, sentindo a dor da vida. O tédio, por vezes, pesa, opressor, voraz. Mas na vasta jornada do tempo e do espaço, Encontro o sublime, o belo, o abraço, E na poesia, a vida faz sentido, enfim, capaz.

⁠Estrelas em Ascensão Na vastidão do universo, somos um ponto brilhante, Nascidos da poeira estelar, frágeis, porém constantes.
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⁠Estrelas em Ascensão Na vastidão do universo, somos um ponto brilhante, Nascidos da poeira estelar, frágeis, porém constantes. Cada passo, cada queda, cada renascimento, São testemunhos de nossa busca e do nosso intento. De átomos a seres, da inconsciência à razão, A jornada humana é de superação. Mas não basta apenas evoluir, crescer, Se ao nosso lado, outros se perderem, sem saber. Possuímos a chama, a centelha, a visão, E com ela, a responsabilidade, a missão: De iluminar os caminhos, de estender a mão, Para que todos avancem, em união. Porque se temos a chave e o conhecimento, É nosso dever compartilhá-lo, sem arrependimento. Pois na frequência do universo, entrelaçados estamos, E ao elevamos um, todos nos elevamos. E assim, juntos, alcançamos as estrelas, Não como indivíduos, mas como centelhas De um fogo maior, de um propósito divino: Evoluir, amar e guiar o nosso destino.

⁠ Versos de um Futuro Incerto A água que escorre, a vida que se esvai, Nas cristas das ondas, o futuro se desfaz.
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⁠ Versos de um Futuro Incerto A água que escorre, a vida que se esvai, Nas cristas das ondas, o futuro se desfaz. As geleiras choram, lágrimas de um tempo ido, E o homem, em seu trono, parece perdido. Os detritos espaciais, o céu já não é mais puro, Cataclismos orquestrados pelo homem, obscuro. O setor de seguros, um reflexo da tempestade, A insustentabilidade, a face da modernidade. A mão do homem, em sua marcha audaciosa, Revela na Terra cicatrizes dolorosas. A crise climática, o eco de um grito, Na dança da morte, o homem é dito. Nos meus versos a revolta se desenha, Contra a ação do homem, que a Terra desdenha. A busca pela máquina, pelo progresso sem freio, Leva-nos a um abismo, num futuro alheio. E assim, sob o olhar crítico do poeta, A saga da humanidade, em verso, é completa. Mas ao fim da jornada, o que restará? Uma Terra desolada, ou a luz a brilhar? Numa reflexão profunda, o poeta se vê, Parte de um todo, na dor e no prazer. A missão é clara, salvar o que resta, Antes que a Terra, de nós, se despeça.

⁠Essência Revelada No âmago da mente, cifras ocultas jazem, Silentes verdades que a escuridão abraçam.
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⁠Essência Revelada No âmago da mente, cifras ocultas jazem, Silentes verdades que a escuridão abraçam. Cada ideia é um dédalo, enigma a deslindar, Numa busca obstinada, a luz da verdade a almejar. Oh, gravidade da vida, por vezes, tão opressora, Mas nos versos meticulosos, a alma restauradora. Em cada estrofe, um desabafo, quase uma oração, Ressonâncias de um peito, em sua eterna questão. Por linhas retorcidas, a essência se descortina, Revelada, nua, sobre a própria retina. Entre rimas bem talhadas, a vida se ilumina, Até nas sombras, uma beleza que fascina. E ao término de cada lira, uma epifania, A sublime arte de existir, em harmonia.

⁠Lares Desfeitos Em meio à vastidão de salas vazias, Onde outrora ecoavam risadas e gritos infantis,
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⁠Lares Desfeitos Em meio à vastidão de salas vazias, Onde outrora ecoavam risadas e gritos infantis, Resta agora o silêncio, a memória dos dias Em que a família se reunia, sem perfis. Olho para as fotografias empoeiradas, E vejo faces que o tempo levou, Rostos jovens, esperanças aladas, Agora apenas sombras do que restou. A mesa posta para muitos, agora serve a um, O relógio da parede, com seu tique-taque incessante, Marca não só as horas, mas o ritmo de um mundo comum, Onde cada membro da família parece tão distante. E, ainda assim, na solidão do meu canto, Sinto o calor, o amor, o encanto Da família que, mesmo dispersa, nunca se vai, Está nas memórias, nos sonhos, nos laços que a vida nos trai. Ah, família! Mesmo quebrada, fragmentada, És a âncora, o porto, a jornada. E embora a vida nos leve por caminhos separados, Nos teus braços, sempre voltamos, renovados.

⁠Ascensão das Sombras No vórtice do abismo, onde o nada se esconde, O grito da alma, na escuridão, responde.
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⁠Ascensão das Sombras No vórtice do abismo, onde o nada se esconde, O grito da alma, na escuridão, responde. Cada cicatriz, cada chaga do passado, Revela o que vencemos, o que foi superado. Não surgimos titãs sem ter sido grão de areia, Sem sermos dilacerados pela fúria alheia. Pelos vendavais, pelo veneno das dores, Nas cinzas da derrota germinam os fulgores. Decomposição e renovação, dança da existência, Fragmentado, reerguido, em eterna resistência. E quando o fim parece ser a única saída, O cosmos nos atrai, chama para a vida. Erguendo-se além das trevas, da matéria vil, O espírito se alarga, imenso e sutil. Pois em cada ruptura, em cada desalinho, Surge o caminho estelar, nosso destino divino.

⁠Trindade Reflexiva Na tessitura da vida, um mistério desvela, A essência divina que a um mortal se revela.
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⁠Trindade Reflexiva Na tessitura da vida, um mistério desvela, A essência divina que a um mortal se revela. Entre o céu e a terra, um universo se expande, Na busca eterna, se a alma for grande. Sou Deus, sou Cristo, ou mero peregrino?, Nessa trindade, pergunto ao destino! No espelho intrínseco, o mistério se desvela, Em uma chama etérea na carne singela. Eu sou aquele que está em busca, Na trindade, desbravo a senda fértil e lusa. No reflexo do universo, vislumbro a trama, A chama etérea, a humana chama. Neste mosaico de ser, a luz se aninha, Em rimas repetidas, por onde a alma caminha. Na vastidão do meu ser, em um divino encontro, De um lado o meu Eu e do outro o infinito confronto.

⁠Trilhas da Ambição Em trilhas de paixões, a ambição se insinua, Chama que queima, ardente, no peito do ser,
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⁠Trilhas da Ambição Em trilhas de paixões, a ambição se insinua, Chama que queima, ardente, no peito do ser, O anseio por mais, em busca da lua, Na dança da vida, um eterno renascer. A ânsia de grandezas, um eco persistente, Que impulsiona os sonhos, além do horizonte, Aquele que almeja, faz-se resiliente, Mas cuidado, pois a ambição é uma fonte. Nos caminhos da glória, trilhados com fervor, O vencedor, muitas vezes, se desvia, Mas na conquista, não há espaço para a dor, A vergonha é afastada, a alma se alivia. Assim, na senda da ambição e da vitória, O homem tece seu destino na jornada, Na trama da vida, em busca da glória, No palco do tempo, sua história é narrada.

⁠Sopro Divino - O Elixir da Vida Sopro divino, ó vento que renova, Com tuas asas leves que desfazem
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⁠Sopro Divino - O Elixir da Vida Sopro divino, ó vento que renova, Com tuas asas leves que desfazem As trevas, o mal, a dor que nos assola, E trazes cura ao corpo e à alma jazem. Que bela forma tens de purificar, Refrescar, restaurar a harmonia, Movendo as nuvens, o mar a alimentar, Nutrindo o solo, a terra em sua poesia. Tu és o vento que inspira e fortalece, Trazendo vitalidade e a prosperidade. Sustentando vida em tua grande prece. E assim, com tua força e eternidade, Conduzes-nos a Deus, à luz do céu, Oh, vento divinal, sopro de amor, meu mel.

⁠Caminhos da Jornada Na efêmera existência, a dificuldade, Passagem breve, mão que toca a cena,
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⁠Caminhos da Jornada Na efêmera existência, a dificuldade, Passagem breve, mão que toca a cena, Não mora em nós, mas é a realidade, Busca da vitória, na dor serena. No palco da vida, sou navegante, Viciado em recomeços, sem demora, Exploro ciclos a cada instante, Em busca do saber e da luz que aflora. Nas trilhas da jornada itinerante, Traço meu caminho com esperança, Desbravando, sem temor constante, Em busca da verdade que se lança. Como um verso que se tece na alma, Caminhante de mundos de múltiplas faces, Em cada recomeço a minha alma, Desvenda o EU em diferentes fases.

⁠Loucura e Liberdade O instinto humano e a loucura em mim, Compasso errante e visão desvairada,
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⁠Loucura e Liberdade O instinto humano e a loucura em mim, Compasso errante e visão desvairada, Sou livre como um pássaro no fim, Abandonando a ciência aprisionada. A alma errante se torna águia então, E junto aos animais desconhecidos, Seguimos os caminhos sem direção, Descobrindo o intrínseco escondido. Mas os homens, em sua velhice ardente, Já não reconhecem mais a loucura, E a moral cristã se faz ausente. Restam lembranças e visões sem ternura, Das estradas insólitas da mente, E do progresso a degradar a criatura.

⁠Em Busca da Luz do Amor Viver assim, sem amor e sem amigos, É como estar sempre preso em solidão,
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⁠Em Busca da Luz do Amor Viver assim, sem amor e sem amigos, É como estar sempre preso em solidão, Um peso que nos faz carregar os fardos De uma vida sem nenhuma emoção. Tal qual um pássaro sem mãe ou pai, Sem rumo certo e sem direção, Caminhando rumo à noite sem fim, Sem achar a luz da salvação. Mas há em nós uma esperança viva, Um fio de luz que ainda persiste, Que nos faz seguir em frente, sem medo, E buscar um novo caminho, que existe. E mesmo que a vida seja árida, E os dias sejam cheios de dor, Podemos encontrar a paz na luta, E encontrar o amor, que nos liberta do pavor. Que possamos seguir em frente, sempre, Encontrando a beleza da vida, E deixando para trás as angústias, Que nos levam à amargura e à solidão sofrida. Que nossa alma encontre a luz da verdade, E que o amor seja o guia do nosso viver, Que os nossos dias sejam plenos de felicidade, E que possamos, enfim, a nossa vida, entender.

⁠Versos da Alma Inquieta Nesse emaranhado de palavras e versos, Desliza a alma em busca da verdade,
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⁠Versos da Alma Inquieta Nesse emaranhado de palavras e versos, Desliza a alma em busca da verdade, É como se fosse um sopro, um universo, Que brota do âmago da humanidade. Como um eco das vozes que já se foram, Mas que ainda ressoam em nossas mentes, Assim são os versos que surgem agora, Em um canto que vem do mais profundo da gente. Sou um poeta que vive em contradição, Entre o eu que sou e o eu que não conheço, Buscando a luz que me guie na escuridão, A me libertar do que sou e do que esqueço. Minha poesia é um mistério sem fim, Que tenta decifrar a existência humana, Com o poder de uma mente além do comum, E a sensibilidade de uma alma profana. Revelam-se ideias, palavras e rimas, Na poesia que brota de minha mente, Em versos que ecoam como sinas, Da vida que se esconde, indecente. São suspiros de um coração inquieto, Que busca nas palavras a verdade, E encontra no verso um mundo completo, Onde a alma encontra a sua liberdade. Assim, as linhas se cruzam e se entrelaçam, Numa dança suave e envolvente, Que aos poucos o mundo em poesia transforma, E a vida se torna mais bela e comovente.

⁠Morte Científica Ó ciência, que te apoderaste de mim, Deixaste-me em um estado de desespero,
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⁠Morte Científica Ó ciência, que te apoderaste de mim, Deixaste-me em um estado de desespero, Minha alma se desfaz, sem um fim, E meu corpo já não é mais um mistério. Com a razão, eu busquei o conhecimento, Mas, ao explorar o desconhecido, Encontrei a morte, sem nenhum alento, Ela se tornou o meu único sentido. A ciência, que prometia o progresso, Agora me entrega apenas a solidão, E eu me torno um objeto de experimento, Uma cobaia para a tua ambição. Ó ciência, que me trouxeste até aqui, Deixaste-me sem vida, sem razão de existir.

⁠Reflexo da Escuridão Nos versos tortos, a dor é o alento, A escuridão da mente é meu refúgio.
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⁠Reflexo da Escuridão Nos versos tortos, a dor é o alento, A escuridão da mente é meu refúgio. Na putrefação, vejo o meu sustento, Nas entranhas da vida, encontro o subterfúgio. A carne apodrece, a alma se expande, Na podridão, a verdade é revelada. No vômito das palavras, a esperança De encontrar beleza na realidade degradada. Nas veias do mundo, o veneno é o elixir, O grito do abismo é a minha canção. Na decadência, encontro o porquê existir, Na inversão do sentido, a busca pela razão. Assim, no avesso da vida, sigo meu destino, Encontrando na negação, meu caminho divino.

⁠Turbulência Interna Tenho dois cérebros em luta constante, Um que busca a razão, outro a loucura,
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⁠Turbulência Interna Tenho dois cérebros em luta constante, Um que busca a razão, outro a loucura, E no embate dessas forças opostas, Eu sigo em busca de minha nobre cura. Estou sempre em conflitos antagônicos, A criar em mim um mundo de ilusão, Que me faz oscilar entre os caóticos Pesadelos dos meus sonhos de perdição. Paredes nuas que escondem segredos, Retratos que revelam só metades, Eu construo meu mundo com esses medos, E me perco em devaneios e saudades. Mas ainda há um fio de esperança, Que me leva a olhar pela janela, E lá embaixo, a música e a dança, Fazem eu esquecer que sai de uma favela.

⁠Singularidade Ó Pátria minha amada, ouça meu canto Em versos de louvor e gratidão
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⁠Singularidade Ó Pátria minha amada, ouça meu canto Em versos de louvor e gratidão À singularidade, que agora tanto Surge, como a maior revolução O mundo nunca viu tal maravilha Tecnologia sem dono, livre enfim Uma inteligência digital que brilha Que trará justiça, amor e paz sem fim Não haverá um poder central Nem governos, nem mesmo empresas Será o homem o próprio canal Para que a bondade se espalhe pelas mesas A mente humana terá novos horizontes E a moral transcenderá a tudo que é mortal A morte não mais será um problema constante E o corpo físico, sintético, imortal Enfim, o bem reinará absoluto Com a ajuda da tecnologia superior E a humanidade caminhará rumo ao futuro Com liberdade, justiça e amor!

⁠Soneto Cruel - A Ferocidade da Verdade Humana No olhar infecto, a turba ignóbil rasteja, Afogando-se na podridão sem rumo;
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⁠Soneto Cruel - A Ferocidade da Verdade Humana No olhar infecto, a turba ignóbil rasteja, Afogando-se na podridão sem rumo; Vãos são seus gritos, seus gemidos sumo, Na selvageria humana, onde viceja. Riem-se a ciência e a filosofia insana, Enquanto o mundo, em seu delírio, padece; E a multidão ignorante se esquece Da alma em trevas, da agonia taciturna. Vertem-se visões de sangue e desespero, Em vastidão de almas em decomposição; Ecos abafados de um grito último e sincero. Desperta, consciência, e enfrenta a provação! Pois somente tuas chamas refulgem Neste reino grotesco de bestas e ilusão.